A. W. Tozer afirmou: “A vida crucificada é uma vida absolutamente dedicada a seguir Cristo Jesus. A ser mais parecido com ele. A pensar como ele, a agir como Ele. A amar como Ele. Toda essência da perfeição espiritual está inteiramente relacionada a Jesus Cristo. Não a regras e regulamentos, não ao que vestimos ou ao que fazemos ou deixamos de fazer. Não devemos parecer iguais uns aos outros; devemos parecer com Cristo”.
Paulo diz algo muito precioso para nós: E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com suas paixões e concupiscências. Alguns acham que seguir a Cristo é algo fácil na vida. Não é! Mil vezes não! A vida de discípulo de Cristo é algo duro, profundo, radical porque temos que abrir mão de nós mesmos. Temos que fazer morrer a nossa natureza pecaminosa, temos que dizer não todo dia para o nosso ego. Precisamos viver para que Cristo apareça em todos os atos e palavras.
A vida crucificada tem a ver com a morte constante do nosso eu. Cristo que aparece, Cristo é o centro de tudo! Por isso, Paulo trabalha a ideia de crucificar a nossa carne. Isso não é fácil, é luta profunda. E somente pela graça divina, podemos fazer isso! Como diz Glenio Paranaguá: Tendo o nosso velho homem crucificado, podemos fazer morrer a nossa natureza terrena, levando sempre o morrer de Jesus em nossos corpos mortais, para que a vida de Jesus se manifeste em nosso modo de viver diário.
Que o Senhor Jesus Cristo de Nazaré nos ajude a viver uma vida crucificada! (Alcindo Almeida).

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