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Mostrando postagens de Novembro, 2015

A consciência de quem somos

Tornar-se criança não é transformar-se em um adulto infantilizado; é aprender o significado da humildade, sem a qual ninguém entrará no reino dos céus. Tornar-se como criança é reconhecer a condição de filho e de filha. Ser humilde como uma criança é reconhecer-se como criatura. A natureza humana frequentemente inverte esta relação. O prazer mais natural de uma criança é agradar seus pais. Humildade é agradar aquele (ou aqueles) a quem amamos. Não se trata de uma virtude que se conquista com atitudes modestas ou com a negação de elogios. Ela se desenvolve na medida em que cresce em nós a consciência de quem somos diante do Criador (Ricardo Barbosa de Sousa).

A vida de Helen Keller

(II Coríntios 12.9)
O que você olharia se tivesse apenas três dias de visão? Helen Keller (1880-1968), uma mulher extraordinária, cega, surda e muda desde bebê, nos chama a atenção para a apreciação de nossos sentidos, algo que normalmente não percebemos. Apenas de posse do sentido do tato e uma perseverança inigualável, sob a orientação de Anne Sullivan Macy, Keller pôde aprender a ler e escrever pelo método Braille, chegando mesmo a falar, por imitação das vibrações da garganta de sua preceptora, as quais captava com as pontas dos dedos. O esforço de sua mente em procurar se comunicar com o exterior teve como resultado o afloramento duma inteligência excepcional, considerada a maior vitória individual da história da educação. Ela foi uma educadora, escritora e advogada de cegos. Tinha muita ambição e grande poder de realização. Ao lado de Sullivan, percorreu vários países do mundo promovendo campanhas para melhorar a situação dos deficientes visuais e auditivos. É considerada uma das…

Marcos Almeida na IPALPHA - CampusTamboré

Marcos Almeida é nosso convidado especial de dezembro na#IPALPHACampusTamboré. Dia: 06.12 Horário: 19 hs. Local: IPALPHACampusTamboré. Venha e traga seu amigo para este tempo de louvor e reflexão! https://www.facebook.com/ipalphaoficial/videos/936038416431596/

A riqueza da verdadeira humanidade

A graça divina não apaga a nossa pobreza, mas a transforma na riqueza da verdadeira humanidade (James Houston).

Café com as mulheres da IPALPHA

Data: 28./11/15. Peletora: Patrícia Medici. Louvor: Fernanda Cortella. Horário: 9 hs. Local: Campus Tamboré. Teremos aquele café delicioso para momento de comunhão!!!

Um bate-papo com Ney Franco.

O Ministério de Homens da IPALPHA realizará uma bate-papo com o técnico de futebol Ney Franco.  Será no próximo sábado às 08h30.  Local: Mackenzie Tamboré.  Venha participar conosco desse tempo precioso!

Um desastre total

Hoje na devoção da manhã li sobre o reinado de Acaz em Judá. Ele tinha 20 anos quando começou a reinar, e reinou 16 anos em Jerusalém. O texto diz que ao contrário de Davi, não fez o que o Senhor aprovava. Na verdade, ele foi um desastre total e andou nos caminhos dos reis de Israel. Ele fez coisas terríveis e ofendeu a santidade da casa de Deus. E mesmo nos momentos de apuros, ele tornou-se ainda mais infiel diante de Deus. E no fim da vida, foi sepultado, mas não nos túmulos dos reis, porque a vergonha da sua conduta foi grande. Que Deus tenha compaixão da nossa vida para que não ofendamos a sua santidade como Acaz fez diante do Senhor (Alcindo Almeida).

Das profundezas clamo a ti, Senhor

Por Ricardo Barbosa
A superficialidade nos afasta de Deus e da oração. No entanto, toda a busca por significado, aprofundamento dos desejos e consciência da beleza ou do sofrimento nos aproxima de Deus e da oração. A verdadeira oração não é simplesmente aquilo que nossos lábios dizem, mas o que o coração clama. É o grito das profundezas, pois existe uma correspondência entre o interior do coração e as alturas do céu. João Crisóstomo disse: “Por oração, não entendo a que está apenas nos lábios, mas a que brota do fundo do coração. De fato, assim como as árvores de raízes profundas não são quebradas nem arrancadas pelas tempestades, […] as orações que vêm do fundo do coração, assim enraizadas, sobem ao céu com toda a confiança e não são desviadas pelo assédio de nenhum pensamento. Por isso, o Salmo 130 diz: ‘Das profundezas clamo a ti, Senhor’”. Muitos resistem à prática da oração porque são superficiais. Evitam entrar em contato com os desejos mais profundos da alma, fogem da dor e do so…

Direção divina

A vida é complicada demais para ser vivida sem a direção divina (James Houston - livro O Criador).

Minuto de graça #26 - Amemos a sabedoria e não o dinheiro

https://www.youtube.com/watch?v=WHxBfLP5zuQ&feature=em-upload_owner

Rompendo o silêncio

Pensando na criação, Deus rompeu o silêncio diante do homem com obras poderosas da sua graça amorosa e mostrou redenção na história. E fez tudo isso simplesmente para revelar a si mesmo como Senhor tanto do espaço quanto do tempo. Que Deus maravilhoso e relacional não?(Alcindo Almeida).

Minuto de graça #25 - Admiração sim, inveja não

https://www.youtube.com/watch?v=q3VBV6NyHZ0&feature=em-upload_owner

Deus olha o coração

Puxa vida! Nós avaliamos as pessoas e olhamos as suas cabeças, seus pensamentos legais, suas formas de falar. Nós olhamos para as aparências e estilos. Geralmente uma pessoa bem vestida sempre nos chama a atenção. Isso é engraçado, porque o nosso Deus sempre olha o nosso coração, ele olha para a nossa página interna e vai bem lá dentro. Por isso, ele avisou a Samuel na escolha do sucessor de Saul: Não atentes para a aparência, porque eu vejo o coração!  Imagino que o recado foi sério, porque Samuel olhou para os filhos mais fortes e de presença para a seleção do reinado de Israel. Jessé pai de Davi idem, tanto que o moço do campo e pastor de ovelhas, foi o último a ser chamado. E justamente ele foi o escolhido para ser o sucessor de Saul, porque tinha um coração de Deus, um coração de temor e caminhada espiritual com o Eterno. As pessoas olhavam para ele e não viam nada. O profeta Samuel não via aparentemente nada, mas Deus via, porque ele vai lá dentro de nós e sonda o mais profundo …

Um Deus crucificado

A fé cristã revela um rosto diferente de Deus. Revela um Deus crucificado. E crucificado pelo amor. Num mundo de pecado e violência, o amor não pode matar e destruir sem ao mesmo tempo se desmentir a si mesmo como amor (J. Moltmann).

A alegria eterna da Trindade

Na alegria eterna da Trindade, os padecimentos não são excluídos, mas sim assumidos e transformados em glória (J. Moltmann)

A história de Deus com os homens

A Bíblia é o testemunho da história de Deus com os homens e ao mesmo tempo o testemunho da experiência dele com os homens (J. Moltmann).

O Deus que sofre em nós

Andamos com o Deus presente que sofre conosco, o Deus que sofre em nós e o Deus que sofre por nós numa cruz terrível (Alcindo Almeida).

Minuto de graça #17 - A mágoa nos destrói

Julgados loucos

"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados loucos por aqueles que não podiam escutar a música" (F. Nietzsche).

Invertendo as prioridades

Hoje na minha devoção pela manhã lendo o livro de II Reis me deparei com esse texto: Eles adoraram ao Eterno, mas não exclusivamente. Também nomearam todo tipo de pessoa, mesmo sem qualificação sacerdotal, para conduzir os rituais nos altares idólatras. Eles adoravam ao Eterno, mas também mantiveram a devoção aos deuses de onde eles vieram. Que coisa não? Passam os anos e as gerações e a falta de exclusividade para com Deus, continua sempre a mesma. Quantas vezes servimos a Deus, mas ao mesmo tempo a nós mesmos. Invertemos as prioridades na relação com Deus e não o  reverenciamos na vida. Penso que o Eterno Deus se entristece com esse nosso jeito de criaturas caídas e volúveis na espiritualidade (Alcindo Almeida).

Trechos dos Salmos

Os trechos dos Salmos que seguem são especialmente apropriados para combater a ansiedade. Eles nos tocam profundamente e dão conselhos para lidar com pensamentos e sentimentos inquietantes que nós experimentamos na vida (James Houston).

Minuto de graça #24 - A inveja adoece o coração

Comunicando o nosso amor

O amor que sentimos por nossos filhos não é transmitido naturalmente por osmose. Os filhos não sabem que sentimos amor por eles. Temos que comunicar nosso amor pelos filhos para para eles se sintam seguros dele (Como realmente amar seu filho - Ross Campbell).

O lar é o lugar da influência

O lar é mais forte do que qualquer outra influência para determinar quão seguro, feliz e estável é o adolescente; como ele se relaciona com os adultos, com os de sua idade ou as crianças;  quanta confiança tem em si mesmo; e como ele responde a situações novas ou estranhas. Apesar das muitas distrações na vida de um adolescente, o lar tem a influência mais profunda sobre ele (Como realmente amar seu filho adolescente -
Ross Campbell).

Cuidado dos adolescentes

À medida que os pais sofrem uma crescente tensão física, emocional e espiritual, torna-se cada vez mais difícil cuidar de nossos adolescentes. Acredito que a criança, especialmente na idade da adolescência, é quem paga o maior preço nestes tempos difíceis. Os adolescentes são as pessoas mais vulneráveis em nossa sociedade e o que eles mais precisam é de amor (Como realmente amar seu filho adolescente. Ross Campbell).

As crianças querem a gente.

A verdade é simples: as crianças querem a gente. Elas querem nosso tempo. Mas tempo é muito valioso e muita gente parece ficar sem esse bem depressa demais. Às vezes pensamos que podemos recuperar esse tempo com eles mais tarde (12 lições para ser um pai ideal - Kevin Leman).

Pais permissivos

Criar um filho sem atender às suas necessidades de estímulo e treinamento é criar um pequeno monstro que controlará sua família inteira. Uma casa com pais permissivos, os filhos têm a autoridade, e os pais são os servos (12 lições para ser um pai ideal - Kevin Leman).

Uma pessoa que fala conosco

O Evangelho de Marcos transmite algo importante sobre Jesus. Ele não é apenas uma figura histórica, mas uma realidade viva, uma pessoa que fala conosco, nos dias de hoje. Já na primeira sentença de seu Evangelho, Marcos nos conta que Deus entrou no curso da história. Seu estilo comunica um sentido de crise, de que o status quo foi rompido. Não podemos mais pensar na história como um sistema fechado de causas naturais. Não podemos mais pensar em nenhum sistema, tradição ou  autoridade humanos como inevitáveis ou absolutos. Jesus veio; tudo pode acontecer agora. Marcos quer que vejamos que a vinda de Jesus pede uma ação decisiva. Jesus é visto como um homem de ação, que se move de acontecimento para acontecimento de forma rápida e decisiva. No Evangelho de Marcos há relativamente pouco do ensino de Jesus — nele vemos, principalmente, Jesus em ação (Keller, Tim. A cruz do rei: a história do mundo na vida de Jesus).

O Desespero Humano

Soren Kiekegaard no seu livro O Desespero Humano afirmou: É normal o coração humano criar sua identidade em torno de algo que não seja Deus. Orgulho espiritual é a ilusão de que temos competência, sem Deus, para conduzir a vida, desenvolver nosso próprio senso de valor pessoal e descobrir um propósito grande o bastante para dar sentido à vida. E ele continua, o ego humano natural é fundamentado em algo além de Deus. O ego busca algo que lhe dê senso de valor, de singularidade e de propósito, e nisso ele se apóia.

Os filhos pertencem ao Senhor

Precisamos lembrar que nossos filhos pertencem ao Senhor. Ele nos emprestou os filhos que temos, com orientações específicas na Palavra dele, para que aprendessem e tivessem uma vida preciosa (12 lições para ser um pai ideal - Kevin Leman).

Os Arrais - O Bilhete e o Trovão

https://www.youtube.com/watch?v=xAUjCOGBQs8

Do eu para o outro

Em Cristo temos a possibilidade de partir do eu para o outro. A única maneira de estar em Cristo é abraçar pessoas. Esse é o veneno divino para o narcisismo. Essa é a maneira divina de ser cristão (James Houston).

Minuto de graça #23 - Deus está no comando da história

Vida de gratidão

A nossa vida toda é de gratidão - uma contínua resposta à ajuda do Deus Eterno, que a cada momento nos é concedida (Thomas Merton)

Soren Kierkegaard faz recomendações para ser leitor fiel da Bíblia

1. Fique a sós com a Palavra de Deus, isto é, não permita que comentários interfiram na leitura do texto em si. 2. Crie um ambiente de silêncio para a Palavra de Deus. Se não o fizermos, nos esqueceremos de que se trata da palavra de Deus ou nos veremos incapacitados de ouvi-la por causa dos "ruídos" de nossas próprias inclinações culturais. 3. Considere a Bíblia como o espelho em que vemos e respondemos àquilo que vemos de nós mesmos enquanto pecadores. 4. Essa leitura deve nos levar a um profundo sentimento de convicção e de arrependimento pessoal e a uma atitude de contrição e humildade na leitura da mensagem de Deus para nós, permitindo sua internalização de forma pessoal. 5. Faça uma leitura responsiva, para obedecê-la e praticar a verdade.

As cartas de amor de um Deus apaixonado

As Escrituras devem ser vistas como expressão de amor de um Deus sequioso por estabelecer vínculos de intimidade com sua criatura. Imersos nesse amor, lemos a Bíblia com olhar diferenciado. As Escrituras deixam de ser listas de doutrinas ou regras, tornando-se cartas de amor de um Deus apaixonado, como o noivo que ansiosamente aguarda a noiva (Meditatio-Osmar Ludovico).

O grande criador

Deus planejou o homem de modo extraordinário. Deus, o grande criador, o tirou do nada, do pó da terra e o colocou na realidade de criatura, claro que diferente de Deus em essência, mas igual como imagem e semelhança, por assim dizer, no caráter e na inteligência. Como seres humanos nós somos a grande expressão da graça do Deus criador. Ele amou a criação e resolveu criar seres parecidos em caráter e capacidade de pensar (Alcindo Almeida).

Criando filhos

Criar filhos que sejam esperançosos e que tenham a coragem de ser vulneráveis significa recuar da superproteção e deixá-los experimentar a decepção, lidar com os conflitos, aprender a se impor e ter a oportunidade de falhar (Brené Brown).

Alegria divina

A alegria divina nos visita em momentos comuns. Basta atentarmos para o fato de abrirmos os olhos todas as manhãs pela graça do Eterno Deus (Alcindo Almeida).

Os três estágios do ser

Kierkegaard constatou, em sua análise dos três estágios do ser, a presença de um homem que se escora no outro. Possuindo um vazio existencial aterrador, ele procura na observação do outro, do que o outro possui, do que o outro aparenta, uma forma de saber quem é e como sentir-se pleno. Portanto, para ser ele mesmo, este homem necessita tomar conhecimento do outro, como no mecanismo do desejo mimético, onde este desejo somente se faz possível pela intermediação do que é e deseja um outro.

O aconselhamento na vida

O aconselhamento na vida serve para nos vermos na perspectiva de Deus. Ajuda-nos a olhar para dentro de nós mesmos e perceber o quanto carecemos da ação divina em nosso coração (Alcindo Almeida).

Propósito supremo

O propósito supremo da Palavra de Deus não é informação teológica e sim transformação de coração e vida (Paul Tripp).

Confissão humilde

Ter um ministério que seja alimentado pela devoção pessoal tem suas raízes na confissão humilde e profunda do coração (Livro Vocação perigosa).

O Evangelho verdadeiro

Ou pregamos para nós mesmos um Evangelho de solidão e inabilidade, ou pregamos para nós mesmos o Evangelho verdadeiro da presença, das provisões e do poder de Cristo sempre presente (Paul David Tripp​).

Leituras em outubro de 2015

BROWN, Brené. A coragem de ser imperfeito. Rio de Janeiro: Sextante, 2013. Brené ousou quando propôs uma discussão renovada sobre assuntos que costumam ser evitados por causarem grande desconforto. Sua palestra a respeito de vulnerabilidade, medo, vergonha e imperfeição, ministrada numa conferência da TED – organização sem fins lucrativos do universo da Tecnologia, do Entretenimento e do Design que organiza eventos com os pensadores e ativistas mais fascinantes do mundo –, já teve mais de 10 milhões de visualizações.  Neste livro, ela desenvolve suas principais ideias e estratégias bem-sucedidas, toca em feridas delicadas e provoca grandes insights, desafiando-nos a mudar a maneira como vivemos e nos relacionamos.Contém 248 páginas.
MOLTMANN, Jürgen. Ética da esperança. Rio de Janeiro: Vozes, 2012. A presente obra é esperada há muito tempo. Nela Jürgen Moltmann mostra, na perspectiva da teologia da esperança, como se entrelaçam os pontos de vista éticos, os juízos éticos e o agir concr…