A ética é a recusa ao desespero, é a proteção da integridade e a forma de impedir o apequenamento da vida. A ética é o combustível da esperança (Qual e a tua obra? de Mario Sergio Cortella).
Tem 55 anos, é casado com Erika e pai da Isabella. É membro da equipe pastoral da IP em Alphaville - S. Parnaíba - SP. Ele tem Pós graduado em aconselhamento cristão. Pós em Psicologia em Tomás de Aquino. Membro da Academia Evangélica de Letras de SP. Ele cuida de pessoas no aconselhamento. É autor de: Provérbios, Depressão, Descanso no pastor da alma e Encontros com Jesus. Alegria verdadeira e Casamento é um projeto divino. Ele é fundador e membro do Projeto Timóteo.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Liderança é uma virtude
Líder é aquele que é capaz de inspirar, de motivar, de animar as pessoas a ideias e projetos. Liderança não é um dom, ela é uma virtude. Um dom é aquilo que nasce com você e você exercita sem nenhuma dificuldade. Liderança não é um dom. Liderança é uma virtude. Virtude é uma força intrínseca. Isso significa que por se uma força intrínseca, isto é, uma capacidade, qualquer pessoa é capaz de desenvolver essa capacidade (Qual e a tua obra? Mario Sergio Cortella).
Dilemas éticos
A única coisa que garante a nossa capacidade de lidar com
dilemas éticos é a nossa integridade. A dificuldade de responder às três grandes
questões da vida humana: Quero?, Posso?, Devo?. Há coisas que eu quero, mas não
devo; há coisas que eu devo, mas não posso; há coisas que eu posso, mas não
quero. A paz de espírito e a felicidade só existem quando se conciliam esses
princípios, (Qual e a tua obra? Mario Sergio Cortella).
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Minha professora de Escola Dominical
Hoje tive uma manhã com várias visitas e no meio fui no até logo para uma pessoa que marcou minha vida. Minha professora de Escola Dominical: Débora de Morais. Eu tive outra professora numa sala e na verdade, ela me achava levado demais e não quis mais dar aula para mim. A Débora assumiu o cuidado da minha vida, sentava toda aula ao lado dela. O fato é que ela não me deixou de lado, manjam esse negócio na alma? Você é aceito por uma pessoa que topa investir na sua vida mesmo quando outros o desprezam. Quando encontrava-me com ela, seus olhos brilhavam por saber que sempre fui grato pelo gesto de carinho e afeto que ela teve comigo. Hoje essa querida foi para os braços do Eterno Deus. Obrigado Débora, pelo seu investimento e por acreditar que eu tinha jeito!
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Nem dentro, nem fora
Ricardo Barbosa de Sousa
Blaise Pascal (1623–1662), o grande físico, matemático e teólogo francês, em seus “Pensamentos”, falando sobre a grandeza do homem, afirma o seguinte: “Os estoicos dizem: Tornai a entrar dentrode vós mesmos; é aí que encontrareis o vosso repouso: e isso não é verdadeiro. Outros dizem: Saí e buscai a felicidade divertindo-vos: e isso não é verdadeiro. […] a felicidade não está nem em nós, nem fora de nós; está em Deus, tanto fora como dentro de nós”.
Tenho a impressão de que as tentações mais sutis nos são apresentadas aos pares: ou isto ou aquilo, ou dentro ou fora. Todas as vezes em que optamos por uma, somos levados a negar, ou a minimizar, a outra. Exemplo: Amamos a Deus para então obedecer-lhe ou obedecemos-lhe para então amá-lo? Servimos ao próximo porque esse é o nosso chamado ou precisamos primeiro sentir o chamado para então servir? O que é mais importante: A razão ou a emoção? Aconvicção ou o sentimento?
A escolha entre um e outro, ou mesmo a tentativa de valorizar um em detrimento do outro, tem tornado a fé de muitos cristãos morta, levado inúmeros casamentos ao fim, comprometido a ética e a moral e contribuído com uma espiritualidade frágil e confusa.
Quando Pascal afirma que “a felicidade não está nem em nós, nem fora de nós; está em Deus, tanto fora como dentro de nós”, ele não propõe um equilíbrio entre uma coisa e outra, mas uma compreensão completamente diferente. Ao afirmar que a felicidade está em Deus, ele muda não só o foco da discussão -- dentro ou fora --, mas também o eixo da discussão, afasta o “nós” e coloca “Deus”.
Quando o apóstolo Paulo afirma que Deus fez convergir todas as coisas em Cristo (Ef 1.10), ele reconhece que em Cristo encontramos a síntese, a unidade, de todas as coisas. A felicidade não está nem dentro, nem fora de nós, mas nele. A verdade não é isso ou aquilo, mas ele. Em Cristo, o amor e a obediência são uma coisa só, a fé e as obras nunca estão dissociadas. As convicções e os sentimentos estão alinhados e a mente e as emoções não são realidades distintas e, muitas vezes, paradoxais.
A fé que temos em Cristo nos revela um novo jeito de ser e de perceber as coisas. Em Cristo, Paulo considerava-se livre, mesmo estando acorrentado numa masmorra qualquer do Império Romano. A liberdade não era definida por viver desta ou daquela forma. Ele era tão livre a ponto de escolher ser escravo por amor à Igreja. A fé em Cristo nos confere uma nova identidade que não depende mais de nós, mas dele. Como disse Paulo, “já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim”. Quanto mais estou nele, mais me reconheço pleno e real.
A vida do Filho estava no Pai. O Pai era a fonte integradora de todas as coisas. A violência do mundo não fazia sentido, mas a confiança e a entrega do Filho ao Pai fizeram com que seu amor pelo ser humano não fosse abalado pela violência que sofreu. Sua segurança ou alegria não eram internas ou externas, mas o próprio Pai. É somente por causa dessa compreensão que Jesus pode dizer, no momento mais crítico de sua existência: “Eu venci o mundo”. Aos olhos de todos, era um derrotado, mas não era assim que ele se via.
Quanto mais eu me encontro em Cristo, mais livre e verdadeiro me torno. Quanto mais eu vivo nele e por ele, mais seguro me encontro. Minha alegria, confiança, felicidade, dignidade e meu reconhecimento não estão numa coisa ou noutra, nem dentro, nem fora, mas nele, que tudo me proporciona para minha plena realização.
• Ricardo Barbosa de Sousa é pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília. É autor de, entre outros, “A Espiritualidade, O Evangelho e a Igreja”.
Fé, emoções e imaginação
50 anos sem C. S. Lewis
Ricardo Barbosa de Sousa
Um dos escritores que mais influenciaram o cristianismo no século 20 não foi um teólogo, nem um pastor ou missionário, não ocupou grandes púlpitos, não viajou pelo mundo afora pregando em grandes catedrais. Foi um professor universitário de literatura, tímido e que, até a sua conversão, aos 31 anos, fora um ateu convicto. Clive Staples Lewis (1898–1963), conhecido como C. S. Lewis, tornou-se um dos maiores pensadores do cristianismo moderno.
Uma pesquisa realizada há alguns anos entre os leitores da revistaamericana “Christianity Today” mostrou que, depois da Bíblia, o livro que mais influenciou suas vidas foi “Cristianismo Puro e Simples”, de C. S. Lewis. Uma das razões para a influência contínua dos seus livros entre os cristãos, na minha opinião, é a forma como ele relaciona a razão com a emoção e a imaginação na experiência da fé.
Para Lewis, se a razão era o meio natural para se compreender a verdade, a “imaginação era o meio que dava o seu significado”. A melhor forma de dar significado a conceitos ou palavras é estabelecer uma imagem clara para nos conectar com a verdade. Ele acreditava que a aceitação das coisas como elas se apresentam ao nosso intelecto revela uma fraqueza e um empobrecimento da compreensão da realidade.
Esse tema é retratado em “Surpreendido pela Alegria”, no qual ele narra sua experiência de conversão e descreve o crescente conflito entre a razão e a imaginação em sua formação: “Assim, talera o estado da minha vida imaginativa; em contraste com ela, erguia-se a vida do intelecto. Os dois hemisférios da minha mente formavam acutíssimo contraste. De um lado, o mar salpicado de ilhas da poesia e do mito; de outro, um ‘racionalismo’ volúvel e raso. Praticamente tudo o que eu amava, cria ser imaginário; praticamente tudo o que eu cria ser real, julgava desagradável e inexpressivo…”. De um lado, “o mar salpicado de ilhas da poesia e do mito”; de outro, “um racionalismo volúvel e raso”. Foi sua impressionante capacidade de reconhecer o valor de ambos que contribuiu para a riqueza de sua obra.
Em seu livro “Cristianismo Puro e Simples”, ao falar sobre a relação entre a fé e as emoções, ele aborda o tema criando o seguinte cenário: “Um homem tem provas concretas de que aquela moça bonita é uma mentirosa, não sabe guardar segredos e, portanto, é alguém em quem não se deve confiar. Entretanto, no momento em que se vê a sós com ela, sua mente perde a fé no conhecimento que possui e ele pensa: ‘Quem sabe desta vez ela seja diferente’, e mais uma vez faz papel de bobo com ela, contando-lhe segredos que deveria guardar para si. Seus sentidos e emoções destruíram-lhe a fé em algo que ele sabia ser verdadeiro”.
O problema da fé não está na razão como meio para se compreender a verdade, mas na forma como respondemos a essa verdade emocionalmente. Para que a fé seja consistente, ela precisa conectar a razão com as emoções, e isso se faz por meio da imaginação. Ele reconhece que “não é a razão que me faz perder a fé: pelo contrário, minha fé é baseada na razão… A batalha se dá entre a fé e a razão, de um lado, e as emoções e a imaginação, de outro”.
A fé como expressão lógica da razão atrofia a alma num cristianismo árido. Contudo, a fé como expressão de sentimentos e emoções envolve a alma numa espécie de balão, levado por qualquer vento, para qualquer lugar. O uso da imaginação integra a razão com os sentimentos e oferece à fé um significado real, para um mundo real.
• Ricardo Barbosa de Sousa é pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília. É autor de, entre outros, “A Espiritualidade, o Evangelho e a Igreja”.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
O pastor da nossa alma
Eu tenho pensando que os abismos da alma são os momentos mais importantes para vermos o cuidado do pastor da nossa alma.
Relacionamento de amor
A existência de Deus não se limita a preencher as lacunas que fogem à compreensão humana. Ele está em ativo e constante relacionamento de amor com as pessoas (Eungene Peterson).
Jesus de Nazaré
O cristianismo diz respeito à vida real porque os cristãos crêem que a voz que sussurra em seus ouvidos é de Jesus de Nazaré, que se tornou humano, viveu e morreu como um de nós (N. T. Wright - Simplesmente cristão).
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Sobre a Cruz
A cruz não é um sofrimento relacionado com a existência natural, mas com o fato de pertencermos a Cristo.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Meditando no Salmo 46.1
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Deus é nossa
fortaleza e somente ele nos fortalece. Somente ele nos dá ânimo na fraqueza, ou
usa alguém para fazê-lo. Mas, não podemos nos esquecer que tudo vem dele. O
Senhor é o nosso socorro bem alerta nos perigos e nas angústias, ele é o socorro
abundante nas tribulações. Somente Deus pode satisfazer todas as nossas
necessidades quaisquer que sejam na vida (Alcindo
Almeida).
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Andar com Deus
Olhemos para a vida e percebamos claramente que o fato de saber sobre Deus não é a mesma coisa do que andar com Ele. A melhor prova da existência de Deus é a comunhão pessoal com o próprio Deus. Quando nós olhamos para a vida de Enoque em Gênesis 5.24, percebemos que esse rapaz viveu sempre em comunhão com Deus e um dia desapareceu. O texto diz que Deus o tomou para is. Andar com Deus é ter a percepção profundo dele dentro de nós, é senti-lo em nossa existência, é respirar a graça dele em todo tempo. Aprendamos a andar em intimidade com Deus (Alcindo Almeida).
Meditando no Salmo 43.1-3
Quando a alma se abate dentro de nós é o momento de irmos para o altar de Deus. É o momento de voltar o coração para o santuário de Deus. Porque nele temos consolo, refrigério, esperança e nele encontramos um cântico de louvor ao Deus da vida. Nós comparecemos no altar do Eterno Deus através da oração. A oração pressupõe simplesmente uma relação pessoal sensivelmente interativa entre nós e Deus (Alcindo Almeida).
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Meditando no Salmo 42.1-2
Como precisamos desejar a comunhão com o criador da nossa vida. Como necessitamos da contemplação da face do Eterno Deus. Como precisamos entrar no jardim de Deus e descansar na sua presença através da comunhão e intimidade com ele. Hoje é uma necessidade para nossa alma desejar Deus no coração. Se não tivermos essa comunhão com Deus, não teremos estrutura para caminhar em meio a tanta sequidão e vazio de Deus na sociedade atual.
Pensando em teologia
Quando penso em teologia acredito que ela deve implicar em cuidar da criação do Deus eterno. Teologia sem prática não vale nada!!!!
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Meditando no Salmo 37.7
Para Davi descansar é ficar em silêncio, é esperar em Deus em silêncio, sem pavor e sem angústia. É a mesma ideia que ele trabalha no Salmo 62.5 quando diz: Oh minha alma, espera silenciosamente em Deus porque dele vem a minha esperança. Duas coisas que precisamos fazer na vida: descansar silenciosamente em Deus e esperar por ele. Quando descansamos em Deus nosso coração permanece constantemente tranquilo e sem desespero algum.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Propósito para a vida
Meditando no Salmo 37.5
Deus tem um propósito para a nossa vida na terra, mas ele não termina aqui. O plano envolve muito mais do que as poucas décadas que passaremos neste planeta.
Glória pra sempre
Edificante demais cantar hoje depois de ler alguns Salmos na minha devoção da manhã:
Glória pra sempre ao Cordeiro de Deus
A Jesus o Senhor, ao Leão de Judá
A Raiz de Davi, que venceu e o Livro abrirá.
O céu, a terra e o mar
E tudo o que neles há
O adorarão e proclamarão: Jesus Cristo é o Senhor
Ele é o Senhor, Ele é o Senhor
Ressurreto dentre os mortos Ele é o Senhor
Todo o joelho se dobrará, toda língua proclamará
que Jesus Cristo é o Senhor
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Meditando no Salmo 37.4
A vida se assemelha a uma vereda, a um caminho que deve ser percorrido. Só que ao longo dele há muitos inícios e muitas paradas. Há lugares duros e escabrosos no caminho da vida. E nas complicações do caminho só Deus pode nos guiar com segurança e tranquilidade. Davi nos ensina a darmos a situação ao Senhor com total confiança, porque ele trabalhará, fará uma obra completa por nós. Ele aplanará a nossa conduta, a nossa situação e o nosso modo de vida.
Sobre o amor
O amor é a única força que consegue reunir as pessoas, ele é a única força que consegue quebrar nosso egoísmo (Alcindo Almeida).
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Ansiedade
Eu penso que temos um problema sério em nós: a ansiedade, ela mata nosso presente, ela faz adormecer o hoje e traz desânimo para o amanhã. A ansiedade tem a meta de acabar com nossa fé no caráter e cuidado do Senhor. Ansiedade estrangula nossa fé e a dependência de Deus.
Meditando no Salmo 30.5
Alguns perguntam: E se o meu choro durar muitas noites e não haver a alegria no amanhã? Deus não cumpre a promessa dele? Porque todas as manhãs alguns acordam e os seus problemas permanecem estáticos?
A ideia não é de tempo, e sim, da esperança que podemos ter em Deus. A noite inteira é a questão do sofrimento, mas na manhã temos o conforto e sabemos que a ira de Deus não está sobre nós. O que está conosco é a sua misericórdia e sua bondade.
Nas noites da vida acontecem os sofrimentos e tristezas da vida, mas ao amanhecer se ergue na nossa frente um grito de alegria e esperança no Deus que fortalece a nossa vida. Como Davi diz no Salmo 39.12: Ó Senhor Deus, ouve a minha oração! Escuta o meu pedido. Não te cales quando choro. Como todos os meus antepassados, sou teu hóspede por pouco tempo. Como precisamos dessa alegria para viver em meio ao caos da humanidade. Como diz William Shakespeare: A alegria evita mil males e prolonga a vida.
Ser cristão é ser como Cristo.
Ser cristão é ser como Cristo. Devemos perder a vida de algum modo, a fim de encontrá-la. O cristianismo prega não apenas um Deus crucificado, mas também homens e mulheres crucificados (Manning, Brennan. A assinatura de Jesus. São Paulo: Mundo Cristão, 2008).
Meditando em Gn. 39
Deus quer que sejamos fiéis como José do Egito. Alguém que poderia ter se azedado na vida. Alguém que poderia ter cometido suicídio e ter se rebelado contra Deus. Mas não, ele resistiu os ataques lançados contra ele pelos que o odiavam e confiou em Deus mesmo na dor e no sofrimento.
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Meditando no Salmo 27.4
Olhemos para o exemplo de Davi que tinha um desejo profundo no seu coração que era o de buscar a face de Deus, o rosto do Senhor Deus. De ter um contato com a beleza, a formosura, a majestade de Deus. Ele se esmerava por isso, ele lutava para ter os seus caminhos dirigidos pelo Senhor Deus. Nós precisamos cultivar a comunhão com o Senhor da nossa vida, pois, os resultados serão preciosos para a nossa vida cristã.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Meditando no Salmo 14
Algumas reflexões para o coração:
• Sem Deus o homem não é ninguém. Sem Deus o homem não consegue dar um passo se quer. Sem Deus o homem nem respira.
• Tudo que é humano tem uma mancha de pecado e corrupção.
• No meio da violência e da falta de temor, Deus está na geração daqueles que são escolhidos por ele, para praticarem o bem e a justiça no meio da maldade. Deus sempre manterá um grupo santo em Jesus Cristo.
• Sem Deus o homem não é ninguém. Sem Deus o homem não consegue dar um passo se quer. Sem Deus o homem nem respira.
• Tudo que é humano tem uma mancha de pecado e corrupção.
• No meio da violência e da falta de temor, Deus está na geração daqueles que são escolhidos por ele, para praticarem o bem e a justiça no meio da maldade. Deus sempre manterá um grupo santo em Jesus Cristo.
Meditando no Salmo 15
• Como precisamos buscar integridade na vida. Integridade tem a ver com segurança na vida.
• Nós somos a imagem de Deus e ele quer que respeitemos sua criação em todo tempo. Deus nos chama para a amizade como é na Trindade.
• Precisamos falar a verdade com todo o nosso coração.
• Precisamos da harmonia entre o coração e a língua, visto que a linguagem é uma representação da afeição dos sentimentos do interior.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Bons resultados
Um líder eficiente tem como prioridade ajudar seu pessoal a produzir bons resultados de duas maneiras: garantindo que seus liderados saibam quais são suas metas e fazendo todo o possível para apoiar, estimular e treiná-los para cumprirem essas metas (Ken Blanchard. A alma do líder).
A alma do líder
Quando produzem bons resultados, as pessoas se sentem bem com elas próprias porque sabem que fizeram um trabalho bem feito e têm o que mostrar pelo esforço empreendido (Ken Blanchard A alma do líder).
Meditando no Salmo 13.5-6
Aconteça o que for, Deus estará sempre ao nosso lado. Para entendermos isto, precisamos pedir ao Senhor para que nos dê paciência para que entremos no âmago da vida e suportemos plenamente as dores, o sofrimento, os quais fazem parte da nossa realidade. Com paciência dia após dia, perceberemos que temos um Deus cheio de compaixão e que suscita na nossa dor o mesmo louvor que ele suscitou no coração de Davi. Pois, é da nossa dor que surge o verdadeiro louvor. É na nossa dor que percebemos que temos um Deus que é extremamente gracioso e bondoso para conosco.
Meditando no Salmo 8
Davi nos convida para percebermos que somos criaturas e não o criador. O nome magnífico é de Deus e não do homem. O homem não é mais do que o seu criador. Mas, apesar disto Deus deu glória e o coroou com graça. Deus fez com que ele tivesse domínio sobre a terra. Deus deu dignidade ao homem para exercê-la na vida. Deus o revestiu de honras.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Meditando no Salmo 5
Orar é mudar. A oração é a avenida central que Deus usa para nos transformar. Davi sabe disto e, por isso, ele diz que pela manhã Deus ouve a sua voz. E diz também que pela manhã ele apresenta a sua oração e vigia. Vejam que Davi não vê a oração como mais um item na sua agenda espiritual. Para Davi, a oração é uma característica essencial da sua vida. Ele sabe que quanto mais se aproximar do pulsar do coração de Deus, mais ele verá a necessidade de amar ao Eterno da sua vida. As palavras de Marcos falando sobre o nosso mestre nos chamam a atenção para o tempo de oração. Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto, e ali orava (Marcos 1.35). O estilo de vida de Jesus era o da oração, e olhem que é o próprio Deus Filho que nos motiva e nos direciona para a oração (Alcindo Almeida).
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Meditando no Salmo 4.8
Davi chega a uma conclusão quando diz: Em paz me deitarei e dormirei, porque só tu, Senhor, me fazes habitar em segurança. Ele é protegido pelo poder de Deus e desfruta de tanta segurança e tranquilidade que não tem problema algum para dormir. Ele se gloria no fato de que só Deus é a sua proteção e que ele dorme com toda segurança mesmo desprotegido no sentido humano porque a qualquer momento, ele poderia ser pego por Saul e seus homens. Ele não se preocupa porque a sua direção é divina. Ele confia mais em Deus, do que nos homens que o protegem de Saul e seus homens. Então ele dorme em paz porque sabe que Deus o faz habitar em total segurança. A grande verdade é que Deus nos faz habitar em plena segurança.
Meditando no Salmo 3.5
Interessante que quando estamos aflitos temos dificuldades para pegar no sono e dormir tranquilos. Davi não só dorme tranquilo como acorda com a sensação do cuidado de Deus na vida. Ele não é tomado pelo temor que tira o sono, ele dorme e acorda com o coração confiante na ação de Deus para todos os pormenores da sua vida. Como precisamos desta certeza no coração para dormirmos e acordarmos com a certeza de que Deus nos sustentará sempre. Aconteça o que acontecer, dormiremos na paz do eterno Deus. Davi entra em descanso porque ele confia em Deus. Devemos fazer o mesmo porque confiamos no nosso Deus (Alcindo Almeida).
Lançamento do meu novo livro
"Um jeito doce de viver com seu cônjuge"
Nos dias 15 e 16 de
março.
Local: Igreja Presbiteriana
em Alphaville.
Horários:
Dia 15:10
horas
Dia
16:10:45 min e 19hs.
Sinopse: O grande problema é que todos nós casamos com o conceito de querermos ser felizes e é assim que começa o desespero, o aperto e as decepções. No processo de querer ser feliz, abre-se cada vez mais espaço para o egoísmo, para a indiferença, as mágoas e as frustrações. Então, depois de pouco tempo uma palavra começa a fazer parte do vocabulário dos cônjuges: divórcio. No processo de cair na real, as pequenas diferenças se avolumam na relação a dois.
Neste livro o autor trabalha a necessidade de enfrentar a realidade de dois seres com diferenças e que precisam entender que a felicidade é algo inerente a duas pessoas falhas, limitadas, que choram, que sentem, que sofrem, que riem e que são de carne e osso. Ele salienta que não casamos para ser felizes, mas para fazer o outro feliz. É nessa perspectiva e dinâmica que o casamento prevalece e que todos os dias aprendemos a dizer não para o divórcio e a separação.
Tenham uma ótima leitura!
Tenham uma ótima leitura!
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Meditando no Salmo 2.11
Diante de Deus devemos dedicar o temor e também o tremor através de uma vida de obediência, adoração, santidade e confissão sempre. Ser cristão é termos a consciência que saímos do estado de rebelião para o estado de submissão.
Meditando no Salmo 1
As palavras de Deus criativas e profundas precisam atingir nosso coração e produzir meditação, apego, amor e profunda comunhão.
Meditando no Salmo 1.2
Meditar na Palavra não é algo fácil na vida, mas algo que exige renúncia de nós mesmos, renúncia de prazeres terrenos, por isso, vemos Davi dizendo que a Lei de Deus era o seu maior prazer e sua maior satisfação. A Palavra de Deus era mais doce do que o mel, mais desejável do que o ouro fino para ele (Alcindo Almeida).
sábado, 1 de fevereiro de 2014
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