segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Leituras no mês de janeiro de 2011

SWINDOLL, Charles R. Série Heróis da Fé - José. São Paulo: Mundo Cristão, 2000. Nenhuma família em nossos dias é mais disfuncional que a de José. Ninguém é confrontado hoje por uma tentação maior do que a oferecida a José pela mulher de Potifar. Fé nenhuma é mais desafiada do que a de José na cela da morte numa prisão egípcia. Todavia, José se manteve firme, dando-nos exemplo do que é possível quando pessoas comuns continuam em comunhão com Deus. Contém 280 páginas.

NEWBERRY, Tommy. O princípio 4:8. São Paulo: Mundo Cristão, 2008. A receptividade ao livro foi tamanha que a mensagem central da obra se espalhou rapidamente boca a boca: A alegria é uma escolha, e é totalmente previsível. Pelo menos é isso que indica a leitura que Newberry faz do texto bíblico de Filipenses 4:8: A Bíblia possui o mapa do caminho para a felicidade, e ele é muito mais descomplicado do que poderíamos imaginar. Contém 216 páginas.

FOSTER, Richard. Rios de água viva. São Paulo: Vida, 2008. O autor explora as seis maiores tradições da espiritualidade cristã e o papel de cada uma delas na renovação espiritual. Nosso soberano Deus está unindo corações que buscam pelo profundo rio da intimidade, das vidas santas, das danças de júbilo no Espírito e do amor incondicional por todas as pessoas. Ele destaca o caráter duradouro de cada tradição no meio de uma fé constantemente envolvente e mostra como diversas práticas, dos estudos individuais e do refúgio às disciplinas de culto e comunidade, são elementos essenciais de crescimento para a maturidade. Foster examina as contribuições únicas de cada uma dessas tradições e oferece como exemplos as histórias inspiradoras de fiéis cujas vidas personificam cada um desses “rios”. Contém 528 páginas.

SCHAEFFER, Francis A. A igreja no Século 21. São Paulo: Cep, 2010. Os livros de Francis Shaeffer se tornaram um marco na história do pensamento cristão e influenciaram gerações de leitores. Nesta edição reunimos quatro de seus mais notáveis títulos. Ao lado de O Deus que intervém, O Deus que se revela, Como viveremos, Josué e a história bíblica, Morte na cidade, Não há gente sem importância, A obra consumada de Cristo, Poluição e a morte do homem e Verdadeira espiritualidade, todos publicados no Brasil pela Cultura Cristã, estas obras compõe o que há de melhor na bibliografia desse grande pensador. Contém 352 páginas.

PIPER, John. Quando eu não desejo Deus. São Paulo: Cep, 2010. Por mais de 30 anos, John PIper tem anunciado que "Deus é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos nele". O que fazer, porém, se não nos alegramos no Senhor como devemos?Se abordasse apenas um detalhe do compromisso cristão, este livro não teria tanta importância. No entanto, trata-se de algo essencial. Como lutar pela alegria em Deus? Com um coração pastoral e uma paixão radical pela glória de Cristo, John Piper nos ajuda a responder essa pergunta. Contém 240 páginas.

ELLUL, Jacques. Políticas de Deus e políticas dos homens. São Paulo: Fonte Editorial/Novo Século. No presente livro Políticas de Deus e Políticas dos Homens, o qual li em 1988, Ellul mostra qual é a única possibilidade da comunidade dos discípulos participar da ação política no mundo sem ideologizar Deus e o Evangelho. Ellul toma o profeta Eliseu. Contém 216 páginas.

WANGERIN, Walter. O livro de Jesus. São Paulo: Mundo Cristão, 2006. Quando se aventurou a fazer uma narrativa romanceada das passagens bíblicas, Walter Wangerin estava pisando em terreno perigoso. E sabia disso. Para os cristãos mais conservadores ou ortodoxos, dar nova roupagem aos relatos das Escrituras poderia soar como uma afronta, ou mesmo heresia. No entanto, a reação do público e da crítica a O livro de Deus foi extremamente positiva, a ponto de gerar a idéia de uma trilogia, cujo segundo volume, O livro de Paulo, tornou-se outro best-seller. A apresentação romanceada dos fatos que envolvem o nascimento, a obra, a morte e a ressurreição do Mestre transporta o leitor aos mesmos ambientes onde os verdadeiros personagens viveram. Ricas em pormenores, as tramas desenvolvidas pelo autor dão um peso ainda maior à dramaticidade dos episódios narrados nos quatro evangelhos. Fé, emoção, intrigas, ação, todos os elementos que compõem um bom romance estão nesta adaptação fantástica, que em nada compromete a reverência que os relatos bíblicos merecem. Contém 448 páginas.

WANGERIN, Walter. O livro de Paulo. São Paulo: Mundo Cristão, 2002. Acompanhe Saulo de Tarso numa viagem do Templo de Jerusalém e o martírio de Estêvão até um encontro transformador com Jesus na estrada para Damasco. Visite cidades que não existem mais. Reviva os olhares e as atitudes de cidadãos romanos e culturas estrangeiras. Seja uma testemunha das viagens do homem que levou o cristianismo a amigos, inimigos, líderes e escravos de seu tempo. Conheça o homem Paulo e sua história. Uma festa de cores e detalhes que trazem à vida o primeiro século - e mais impressionante ainda - a Bíblia. Não importa a sua religião; este livro é uma boa fonte de detalhes de uma das mais intrigantes histórias já contadas. Contém 496 páginas.

GRUN, Anselm. As exigências do silêncio. Rio de Janeiro: Vozes, 2004. Anselm fala sobre a necessidade urgente de termos silêncio no meio de toda a agitação da vida. Silêncio para o coração ouvir Deus. Livro excelente!! Contém 85 páginas.

GRUN, Anselm. Eu lhe desejo um amigo. Rio de Janeiro: Vozes, 2003. O autor assume algumas vozes que se manifestaram sobre a amizade na história da filosofia, da teologia e da poesia e faz uma belíssima reflexão sobre a arte de ser e de ter um amigo. Contém 102 páginas.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Fotos da nossa pequena em Igaratá 2011






















Reflexão 5

"A realidade do Deus verdadeiro revela o nosso caráter, a nossa relação mostra se o temos como nosso único Deus mesmo durante o sofrimento, mesmo no deserto da vida. No deserto se revela a realidade do que Deus representa para nós, se o temos como nosso pastor ou se para nós ele não passa de um servente dos nossos desejos e prazeres pessoais".
(ALMEIDA, Alcindo. Salmo 23: descanso no pastor da nossa alma. São Paulo: Arte Editorial, 2007).

Para meditar:

Estou lendo o Livro de Gênesis e hoje me deparei com o capítulo 30 que a gente não presta muito atenção por conhecer bem. É aquele texto sobre a chegada dos filhos de Jacó. Só que hoje bateu forte no coração o versículo 22 que diz: Lembrou-se Deus de Raquel, ouviu-a e a fez fecunda.
Ao ouvir Raquel, Deus simplesmente mandou um dos maiores homens que o VT conhece, José do Egito. Ele é um tipo de Cristo, alguém que é paradigma de espiritualidade e santidade para nós. Que lembrança divina profunda hein!!!
Minha oração hoje na devoção foi: Deus, obrigado porque te lembras de nós.Tu derramas graça especial em nossa vida. Tu realizas grandes coisas em nossa vida. Louvado seja o Deus da graça e amor por pecadores!!!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Timão e Tolima

Torçam pelo Timão hj. Será um jogo importante para nós seguirmos no plano da Libertadores. O Timão entra em uma fase eliminatória da competição. Precisa, então, eliminar o Tolima em dois jogos (o segundo é no dia 2 de fevereiro, em Ibagué) para ir à fase de grupos, onde terá pela frente Cruzeiro, Estudiantes-ARG e Guarani-PAR.

Reflexão 4

"Vivemos em dias em que os “gurus” da pós-modernidade são celebrados todos os dias como se tivessem a resposta para os dilemas milenares da alma humana. Mas, eles não têm essas respostas divinas, aquela solução humana para a vida que necessita de Deus. O pastor dá a solução do vazio no coração, dá a solução para o coração desesperado e nos motiva a viver a vida com a graça e a dependência total dele".
(ALMEIDA, Alcindo. Salmo 23: descanso no pastor da nossa alma. São Paulo: Arte Editorial, 2007, p. 25).

Religião X espiritualidade

"Há um espírito vivendo em nós – então, naturalmente, haverá espiritualidade."
Dizer que há uma diferença entre religião, espiritualidade e espiritualidade cristã já virou lugar-comum. Mas é sempre conveniente estabelecer os limites entre elas. A religião resulta sempre de um caldo de crenças, convicções, definições e marcos concretos capazes de definir com certa precisão quem são os de dentro e os de fora.
Religião e cultura estão intrincadas de tal maneira que, em muitos casos, não se sabe onde começa uma e termina outra. Conquanto sua etimologia – a origem é o termo latino religare – proponha a conexão, o religamento com o divino, a religião nem sempre pode ser considerada um ponto de contato com Deus. A religião é uma codificação de Deus, e por isso se apoia no dogma. Na mais elementar observação, é justo afirmar ser a religião uma criação humana para se aproximar de Deus.
Já espiritualidade é uma expressão do espírito, dessa dimensão misteriosa do nosso ser; de algo em nós capaz de levar-nos para alguém fora de nós. Sim, há um espírito vivendo em nós – então, naturalmente, haverá espiritualidade. Ela não precisa ser criada; necessita, isto sim, ser cultivada, pois já existe como condição natural do ser humano.
A espiritualidade não é resultante da cultura, embora aconteça sempre dentro de um contexto histórico. É fato que as barreiras culturais e religiosas são melhor transpostas pela via da espiritualidade. Neste sentido, enquanto a religião é sempre uma realidade doméstica, acontecendo no âmbito da familiaridade da casa e de seus moradores, a espiritualidade é “selvagem”; ela não se deixa conter pelo lugar, pelo rito, pelas pessoas. Antes, passa pela casa, mas habita mesmo o mistério e o desconhecido.
A espiritualidade quer experimentar Deus sem a obsessão de defini-lo – por isso, ela se apoia não no dogma, mas na metáfora, que é plural nos seus significados. Na mais elementar observação, é justo afirmar ser a espiritualidade uma criação de Deus para se aproximar do ser humano.
A espiritualidade cristã afirma um Deus eternamente trino, mas historicamente se alicerça em Jesus. Eis a razão pela qual nesta espiritualidade a verdade não é um dogma, mas sim uma pessoa: “Disse Jesus, eu sou a verdade e a vida; ninguém vem ao pai sem mim” (João 14.6). O cerne da vida de Jesus era sua relação com o Pai por meio do Espírito Santo.
Sua inquebrável conexão com o Pai dava-lhe a invejável tranquilidade de dormir na proa de um barco em meio a uma tempestade apavorante. Por tocar e ser tocado pelo Pai, o Filho de Deus conseguia tanto tocar em leprosos intocáveis como sentir o singular toque de alguém no meio de uma multidão de mãos; podia sentar-se para descansar na casa de suas amigas Marta e Maria e comer e beber na companhia daqueles com quem a religião não aconselhava a fazê-lo. Jesus é o verdadeiro religare, em quem o divino e o humano se unem no seu estado de plenitude.
Duas tragédias podem se abater sobre a espiritualidade cristã. A primeira é quando ela é domesticada por uma religião, ainda que se denomine cristã. Nesse caso, valores são substituídos por regras; comunidades, por templos; relacionamentos, por doutrina; fraternidade. por denominação; devoção, por liturgia; conversação, por pregação; adoração, por espetáculo; serviço, por poder; graça, por lei; entrega, por consumo; ovelhas, por lobos; e a pessoa viva de Jesus, pela pálida caricatura de um ídolo, seja visível ou invisível.
A segunda tragédia é tratar a espiritualidade cristã como se fosse algo fluido, sem rosto, sem âncora. Embora não seja a única espiritualidade presente no mundo, aquela que nasce de Jesus tem contornos definidos. É mistério, mas também encarnação visível do Deus invisível. É inclusiva, aberta a todos – mas exige transformação de mente e coração de todos que aceitam caminhar por suas sendas. É fundamentada nas experiências e nos relacionamentos, buscando o encontro com o coração do Pai.
Esse tipo de espiritualidade, a cristã, não é dogmática, mas racional. Ela se afirma a partir de algumas definições que a fazem singular. Ela não se deixa conter por nenhum odre religioso, mas ao mesmo tempo permite-se reduzir a uma referência histórica. Confessa um Cristo cósmico, presente em toda a Criação, porém encarnado plena e unicamente na pessoa histórica de Jesus de Nazaré.
Vivemos um momento no qual o desgaste da religião institucionalizada e a explosão de diferentes espiritualidades nos impõem um reencontro com os alicerces da espiritualidade vivida por Jesus. Um retorno ao ponto no qual o Filho disse que sua vontade consistia em fazer a vontade de seu Pai. Ao que o Pai replicou: “Este é o meu Filho amado, em quem eu tenho prazer”.

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Eduardo Rosa Pedreira é pastor presbiteriano, mestre e doutor em Teologia pela PUC-RJ e líder da Comunidade Presbiteriana da Barra da Tijuca - RJ.

Tempo de reavaliar a caminhada

A teologia da missão integral foi anunciada e celebrada em Cape Town 2010.

Participar do III Congresso de Evangelização Mundial em Cidade do Cabo (África do Sul) era para mim uma espécie de “sonho de seminarista”. Construí minha jornada teológica a partir dos textos e ideias lançadas na primeira edição do evento, em Lausanne, na Suíça, em 1974. Ao iniciar meu primeiro ministério pastoral, em 1987, todos os conceitos da missão integral – a ideia de levar o Evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens – envolviam minha mente e aqueciam meu coração. Pouco a pouco, tudo o que era teoria foi sendo transformado em realidade. Na época, eu pastoreava uma igreja local num populoso bairro na periferia da cidade de São Paulo. Ali passei oito anos de minha vida e fui testemunha ocular do que aconteceu quando uma comunidade local abraçou essa missão. Nasceram novas congregações onde o Evangelho era proclamado, bem como projetos de serviço à população mais carente onde o Reino de Deus era manifesto em atos de amor e compaixão. Minha convicção era, e continua sendo, de que a missão integral é o caminho para a construção de uma Igreja dinâmica e relevante no país.
Mas os anos 90 foram cruéis para o movimento da missão integral no contexto brasileiro. Líderes que eram ícones do movimento se perderam; instituições que mobilizavam iniciativas paraeclesiásticas sucumbiram e grupos de homens e mulheres que caminhavam juntos, gradativamente, se desarticularam. Paralelamente a isso, surgiu no cenário nacional um tsunami chamado movimento neopentecostal. Seu crescimento numérico, seu impacto (negativo) e sua visibilidade na mídia foram devastadores. Com tudo isso, houve uma silenciosa dispersão entre aqueles que um dia sonharam com uma Igreja brasileira, altamente comprometida com o Evangelho e relevante para com a cultura. De movimento articulado, tornamo-nos indíviduos com alguns vínculos informais e relacionamentos interpessoais.
Assim, o III Congresso de Evangelização Mundial, realizado em outubro passado, aconteceu em um momento de grande desarticulação do movimento de missão integral no Brasil. Isso ficou evidente em vários momentos do processo – talvez, até mesmo por isso eu tenha sido selecionado como participante. Depois de oito dias de conferência, na companhia de outros 4 mil pastores, líderes cristãos, teólogos e atores da Igreja global, saí da África do Sul com algumas impressões. A primeira, de que os latinoamericanos, brasileiros inclusive, foram postos à margem. Em Cape Town 2010, foi nítida a falta de contribuição da Igreja na região para a construção da agenda e do conteúdo da conferência. Ficou evidente o equilíbrio intencional entre preletores asiáticos, africanos, europeus e norteamericanos. No entanto, os latinoamericanos não foram inseridos nessa proposta, tendo ficado na periferia da conferência. O preconceito e o descaso daqueles que organizaram o evento podem ser explicações. Por outro lado, ficou evidente a falta de articulação e mobilização por parte das igrejas latinoamericanas.
Mas é preciso reconhecer que o III Congresso do Movimento de Lausanne também surpreendeu positivamente. O testemunho daqueles que são desprovidos dos recursos que temos no Brasil e que estão inseridos num contexto de grande risco e perseguição sensibilizou a todos que estivemos ali, levando muitos às lágrimas. O que homens e mulheres, como discípulos de Jesus, estão fazendo sem recursos e liberdade, deve nos mover a repensar nossa espiritualidade light e tão pouco engajada na transformação de vidas e da sociedade. E, se não houve discursos arrebatadores dos grandes líderes cristãos presentes – o formato do evento privilegiou depoimentos, conversas à volta de mesas e exposições multimídia –, os testemunhos de gente simples e anônima, mas engajada na missão integral da Igreja, foram o destaque. Logo, a teologia que embasa esse movimento não foi refletida e elaborada, mas anunciada e celebrada, enfatizando a salvação somente em Jesus e promovendo atos de amor e compaixão pelos menos favorecidos em suas culturas.
Assim, deixei Cidade do Cabo com o sentimento de que precisamos fazer melhor uso dos recursos e da liberdade de que desfrutamos em nosso país. Além disso, precisamos abrir nossos olhos, ganhar consciência e nos mover na direção daqueles irmãos e irmãs em Cristo que sofrem pela fé cristã em muitos lugares no mundo. Por último, precisamos orar para que Deus sopre sobre a Igreja brasileira com um espírito de maior unidade, cooperação e mobilização em torno da missão.

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Ricardo Agreste da Silva: Plantador e pastor da Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera. Formado em Teologia pelo Seminário Presbiteriano do Sul e Filosofia pela FAI-SP. Mestre em Teologia com especialização em Missões Urbanas pelo Calvin Theological Seminary. Membro da diretoria do Projeto Timóteo e do Centro de Treinamento para Plantadores de Igreja. Casado com Sônia, com quem tem três filhos: Luiza, Levi e Ligia.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Não percamos a noção da fé no coração

Vós, porém, caríssimos, edificados sobre vossa santíssima fé, orai no Espírito Santo e conservai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna (Jd. 20-21).
Hoje há uma crise enorme na fé cristã. As pessoas não sabem discernir ao certo no que elas crêem, há muitos espaços na mente, há muitas dúvidas na mente das pessoas. Não há uma segurança e certeza de fé no cotidiano.
Muitos ouvem uma prédica sobre os ensinos de Jesus, por exemplo, sobre a solitude da vida. Que nós não precisamos nos preocupar com o dia de amanhã, a graça nos sustenta. Mas, na prática ficamos preocupados e perdemos a noção da fé no coração. Judas nos chama a atenção para termos uma coerência na vida espiritual. Precisamos estar edificados na fé cristã. A pergunta é: Como?

- Andando na perspectiva da Bíblia Sagrada no coração. O texto diz que devemos crer no sentido de entregar ao Senhor Deus a nossa caminhada e esperar a sua ação dele em nossa vida (Salmo 37.5).

- Sendo transformado pela imagem de Cristo na vida. Uma das maneiras mais lindas de nos edificar na fé é nos parecer com Jesus Cristo. É orar como ele orava, amar como ele amou e se entregou pelas pessoas. É viver na dependência do Pai como ele viveu. É ser humilde como ele foi em todos os momentos da vida. Paulo diz na 1ª Epístola aos Coríntios que devemos ser imitadores de Cristo em todos os sentidos da vida (I Cor. 11.1).

- Evitando a contaminação do mundo. Uma fé que se entrega aquilo que é ilícito para a vida, não é fé. É um serviço errôneo aos prazeres que não combinam com a fé cristã. A fé cristã ensina no conjunto de verdades espirituais que nosso corpo é templo de Deus. Sendo o corpo templo de Deus, devemos viver de modo digno, com santidade.
Fugindo sempre da desonestidade, do caráter dúbio, da mentira, da injustiça e de qualquer prática que ofenda a santidade do Deus a quem servimos. Judas nos ensina a orar, nos conservar no amor e esperarmos na misericórdia do Senhor para a vida eterna, isto é edificação.

Oração do coração: Senhor Jesus, nos livra da falta de fé e nos ajuda a te seguir com uma fé sólida que vem de ti mesmo por meio do Espírito Santo que nos ensina e nos fortalece.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Reflexão 3

"O pastor ao qual servimos pode ver a nossa miséria e derramar sua compaixão a fim de nos socorrer em tempo oportuno. O nosso pastor pode ver a nossa dor e nos consolar com a sua graça à medida que necessitamos, porque ele sabe o que significa a dor. Jesus, mais do que qualquer outro ser humano, entende e se identifica com a dor humana. O nosso pastor pode nos perdoar os pecados porque ele foi à cruz para remover toda pena que nos condenava. O nosso pastor pode dar cabo da nossa tristeza porque ele foi ferido para trazer paz e alegria ao coração humano. E não nos esqueçamos que este é apenas um dos benefícios da encarnação de Cristo. Um dia desses estava em uma visita na casa de um amigo, presbítero da nossa comunidade. Ele estava com câncer na faringe. Estava totalmente debilitado sobre uma cama, um homem muito inteligente, cheio de conhecimentos e profundo conhecedor da história da igreja como da história da humanidade. Naquele tempo ele se encontrava enfermo num leito de dor a muita angústia. Mas, as palavras do pastor da nossa alma ecoaram em seu coração quando li este Salmo para ele e no final disse: o pastor Jesus está com o irmão e nada irá lhe faltar. Aquele homem com os cabelos já grisalhos, com o rosto marcado pelas lutas da vida, ensaiou uma resposta positiva quando as lágrimas dos seus olhos começaram a cair no seu rosto".
(ALMEIDA, Alcindo. Salmo 23: descanso no pastor da nossa alma. São Paulo: Arte Editorial, 2007, pp. 30 e 31).

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Reflexão 2

"O nosso pastor é Deus das verdades absolutas e inquestionáveis, o único Deus verdadeiro que está ao nosso lado e sempre luta em favor do seu povo. O nosso pastor é o Deus que permite ao homem ser encontrado e que responde aos seus questionamentos. O nosso pastor é, ao mesmo tempo, gracioso e bondoso em suprir as necessidades do seu povo. O nosso pastor sempre intercede pelo seu povo, sempre zela pelo seu povo, sempre socorre o seu povo".
(ALMEIDA, Alcindo. Salmo 23: descanso no pastor da nossa alma. São Paulo: Arte Editorial, 2007, p. 22).

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Louvor

“Sete vezes no dia eu te louvo... ” Salmos 119:164
 
Louvor é um trabalho sublime que os filhos de Deus podem realizar. Embora o trono de Deus seja o coração do universo, ele é estabelecido sobre o louvor dos seus filhos, Salmos 22:3. O nome de Deus é exaltado por meio do louvor. A oração ocupa uma posição elevada. Davi em seus salmos diz: “á tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas ao Senhor e lamentarei, e ele ouvirá a minha voz. Salmos 55:17”
Ele ora três vezes ao dia, mas louva sete. “sete vezes no dia eu te louvo pela justiça dos teus juízos. Salmos 119:164”. Á medida em que é movido pelo Espírito Santo, Davi reconhece a importância do louvor.
Todos os assuntos relacionados com o serviço no tabernáculo, com os sacrifícios, com os sacerdotes são dados em detalhes no livro de Êxodo. O modelo mostrado a Moisés mostrado no monte não podia sofrer acréscimo ou diminuição. Tudo foi feito conforme o modelo mostrado a Moisés. Êx.25:9
Entretanto, anos mais tarde, Davi fez uma mudança no sacerdócio. Ele designou um grande numero de pessoas para o serviço de louvar a Deus. Essa mudança, contudo não foi rejeitada, mas aceita por Deus.
No Antigo Testamento, aqueles que ofereceram fogo estranho foram queimados. Uzá foi morto por tocar a arca. Davi devia saber que não tinha liberdade para impor suas próprias idéias ás coisas de Deus ou ao serviço de Deus. Contudo, ele estabeleceu pessoas para louvar no tabernáculo e nenhum fogo desceu da parte de Deus. Esse fato indica que o louvor é aceitável a Deus.
O Trono do Senhor é estabelecido sobre os louvores. Que aprendamos com Davi a louvá-lo sete vezes ao dia. Ao melhor em todo tempo. Você já experimentou fazer isso, ao invés de murmurar. Se assim o fizer percebera o trono de Deus entronizado em sua vida, na sua casa, em seu ministério ou onde estiver.
Que o Senhor seja exaltado em sua vida.

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Pr. Aldo Galo

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Uma pequena parte do meu livro: Salmo 23 - Descanso no pastor da nossa alma

"O texto do Salmo diz que o Senhor é o nosso Pastor, o Pastor que conhece todas as cargas e bagagens que trazemos no coração. Ele é o Pastor e ninguém mais tem esse cuidado conosco. Ele é o único que pode aliviar o nosso peso e angústias que a vida coloca diante de nós. Não há como criarmos alguma divindade menor que alivie a nossa ansiedade e a nossa angústia. O Senhor é o Pastor e tão-somente Ele pode nos socorrer, porque Ele mantém uma relação de cuidado e amor constantes conosco"
(ALMEIDA, Alcindo. Salmo 23: descanso no pastor da nossa alma. São Paulo: Arte Editorial, 2007, p. 22).

R. Carlos faz gol olímpico e Corinthians bate a Lusa

Bem, farei uma pequena análise...do futebol neste fim de semana...O todo poderoso Corinthians...time fera...começou bem o preparo para a Lib...Ganhamos com um golaço do veterano de 38 anos...O Verdinho do Agreste, Adrien, Costa & Cia pra variar começou o ano do jeito q terminou...um fiasco...!!! O Santos tb vem forte e creio que é o mais forte dos paulistas..Só não tem um técnico fera!! O SP começou como sempre...dependendo do veterano R. Ceni....mas aquele menino Jean é bom de bola...E isso aí gente....vamos lá na torcida pelo Paulistão, Libertadores e Brasileiro...

sábado, 15 de janeiro de 2011

Mais uma parte pequena do meu novo livro

"Através da amizade tocamos o amor trinitário que flui de maneira profunda entre o Pai, Filho e Espírito Santo. Os amigos nos fazem voltar para casa e nos sentir tranqüilos e em paz. Os amigos nos fazem sentir a vontade. Os amigos nos ajudam a confessar melhor que somos e o que desejamos na presença de Deus. Amigos são assim, por isso creio que é extremamente importante escrever sobre a amizade".
(ALMEIDA, Alcindo. A amizade da alma: Fidelidade na mentoria da vida. São Paulo: Fôlego, 2011, p.06).

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Essa canção falou comigo hj - Eu quero te seguir

Depois de ler o livro de tiago meditei um pouco nesta letra preciosa de Daniel Souza:

Eu quero te seguir, eu quero te servir Senhor
Fazer tua vontade
Eu quero te amar, eu quero te adorar Senhor
Dedicar minha vida, prá que tu recebas
Glória glória glória ao teu nome
Glória, glória, glória ao teu nome
Eu quero te seguir, eu quero te servir Senhor
Como teu discípulo
Eu quero te amar, eu quero te adorar Senhor
Refletir tua glória, prá que todos vejam
Glória...

O que eu seria sem meus amigos?


O que eu seria sem meus amigos? Nem sei dizer!!!
Davi era mestre em amizades. Tenho avaliado o coração de Davi neste sentido. Tem um texto em II Samuel 15.21 que Itai se encontra com Davi e diz: Vive o Senhor e vive o rei meu senhor, que no lugar em que estiver o rei meu senhor, seja para morte seja para vida, aí certamente estará também o teu servidor.
Davi tem uma pessoa que preza tanto ele, que ela está disposta até a morrer por Davi. Essa é a fala de Itai: No lugar em que estiver o rei meu senhor, seja para morte seja para vida, aí certamente estará também o teu servidor. Que homem é esse que mexe tanto com a vida de outros, que vão com ele até na hora da morte?
Eu concluo que a amizade é para o sofrimento, é para a alegria, é para o tempo de dor e de prazer, ela é pra morte e para a vida. A amizade é para nos identificar como seres humanos criados a imagem de Deus. A amizade é para desfrutarmos da alegria de viver. Como disse Agostinho: “Sem amigos nada é agradável na vida” (GRÜN, Anselm. Eu lhe desejo um amigo. Rio de Janeiro: Vozes, 2006, p. 26).

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Alcindo Almeida

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Um bombeiro chorava

Ontem depois de pregar na igreja...um irmão que é bombeiro chorava...porque 3 colegas dele foram soterrados...na busca para salvar pessoas naquelas tragédias...
Que Deus tenha compaixão e console os corações dos familiares destes heróis.

Obrigado Deus pela vida dos bombeiros

Ontem vi uma cena que nunca mais me esquecerei...Um bebê de seis meses foi salvo por volta das 20h30 da quarta-feira (12) dos escombros no centro de Nova Friburgo. Os bombeiros que trabalharam no resgate ficaram bastante emocionados e vibraram bastante quando conseguiram retirar o bebê, um menino, sem arranhões. O pequeno Nicolas estava vestido com apenas uma blusa e não chorou em nenhum momento. As palavras de Ademilson Guimarães, avô do bebê foram: “Agradeço a Deus, isso é um milagre”. Nós olhamos e percebemos o quanto aquele homem estava emocionado. Depois de 30 minutos os bombeiros conseguiram resgatar também com vida o pai de Nicolas, Wellington da Silva Guimarães, de 25 anos. Segundo os bombeiros, ele ficou cerca de 15 horas soterrado, abraçado ao filho.
Quando ouvimos o capitão Leonard, oficial médico do Corpo de Bombeiros, ele disse que o resgate foi possível graças a experiência da equipe. Suas palavras foram: “Esse resgate foi emocionante e se deve à equipe altamente qualificada que atuou no Bumba e no Haiti”.
Fiquei pensando e chorei muito ao pensar e agradecer a Deus pela vida destes homens que dão duro no trabalho de salvar vidas.
Pensei que nós somos os bombeiros do gerente celestial. Somos estes instrumentos de salvar vida para o Reino. Somos as pessoas que entram nos escombros do pecado para tirar dente de lá. Que coisa linda ver o pequeno bebê e seu pai salvos. Emociona o coração da gente, assim como é ver gente salva para o Evangelho de Jesus de Nazaré.
Eu orei assim hoje pela manhã: Deus bendito, obrigado pela vida deste soldados da vida, que lutam pela vida. Abençoa-os na tua infinita graça e obrigado pela vida do pequeno Nicolas e de seu pai Ademilson. ?Usa-nos nas tuas mãos para que sejamos os bombeiros da graça e do amor para com as pessoas que estão nos escombros da vida e do coração.

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Alcindo Almeida

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Leituras de 2010

· ALMEIDA, Alcindo. Alegria verdadeira - Série Intimidade com a Palavra - Livro de Filipenses. São Paulo: Fôlego 2010. Alcindo foi muito feliz quando abordou as marcas da verdadeira alegria na elaboração desta obra. Não podia ser o contrário. Primeiro, porque ele foi beber na cacimba da alegria. Esta carta delicia qualquer peregrino exausto. Quando eu ando meio jururu, então está na hora de saborear água fresca neste manadeiro da excelência gozosa. Assim, freqüentemente, eu preciso retornar à meditação desta Epístola recheada de regozijo para me restaurar. Segundo, Alcindo é um discípulo desta escola jubilosa, evidenciando no seu estilo os traços de uma pessoa bem-aventurada (Glenio Fonseca Paranaguá Mendigo-padrão da Casa da Aba). Contém 132 páginas.
 
· BELL, Rob. Repintando a igreja Uma visão contemporânea. São Paulo: Vida, 2010. Já parou para pensar que fazemos parte de uma corrente histórica e mundial de pessoas que crêem que Deus não nos abandonou, mas está envolvido em nossa história desde o início? Em Jesus, Deus habitou entre nós de maneira singular e poderosa, mostrando-nos um novo tipo de vida. Uma nova perspectiva sobre o mundo em que vivemos. Como parte dessa tradição, Rob Bell expressa a necessidade que temos de “continuar pintando, continuar reformando” a história da igreja e da cristandade. Não apenas produzindo mudanças plásticas e superficiais, como melhor iluminação e música, mas reafirmando convicções acerca de Deus, de Jesus, da Bíblia, da salvação e do futuro. O leitor é convidado a ver o quadro da Igreja cristã que cada pessoa, em seu tempo e espaço, está pintando. Ainda há mais pela frente! Ainda não terminamos de pintar este quadro! Como fizeram os primeiros cristãos, também devemos buscar o entendimento do alto para esta nossa realidade: pareceu bem ao Espírito Santo e a nós! Precisamos continuar reformando a maneira de definir a fé cristã, a maneira de vivê-la e explicá-la” — ROB BELL. Contém 200 páginas.
 
· BITUN, Ricardo. Henri Nouwen de A Z. São Paulo: Vida, 2009. Muitas obras trazem comentários e alusões sobre a vida e os escritos de vários teólogos. No entanto, é ainda mais enriquecedor recorrer à própria fonte que tem inspirado esses registros. Esse é o objetivo de Henri Nouwen de A Z, obra cuidadosamente elaborada, que coleta alguns de seus mais importantes pensamentos, para todos os interessados em conhecer melhor o pensamento desse fantástico autor cristão. A coragem de despir sua alma diante de seus leitores, apresentando o lado mais sombrio e secreto de seus desejos, é que faz de Nouwen um escritor admirado, sincero e agradável de ler. Ao escrever sobre suas áreas de conflito, ele se humaniza, encurtando todo distanciamento que possa vir a existir entre sua vida humana — cheia de falhas e de insucessos — e a vida do leitor, também humana. Contém 479 páginas.

· BOFF, Leonardo. São Francisco de Assis: Ternura e vigor. Rio de Janeiro: Vozes, 2009. Francisco de Assis atravessa séculos com sua vida inspirando vidas. Leonardo Boff, com sua alma franciscana, capta o melhor do Pobre de Assis e o aproxima de nós na ternura e no vigor. Este é um livro que transmite um conhecimento especial: a espiritualidade e afetividade, a profecia e o compromisso em qualificar que a vida e o humano não se separam! Mundo, convivialidade, amor, sensibilidade, cuidado, compaixão, humanidade, desejo, irmandade, estar junto com os pobres, integração, experiência do Sagrado, encarnação, masculino e feminino, Eros e ágape, democracia cósmica, o universo interior reconciliado com o cosmo exterior, virtude, ascese, fraternidade, libertação que gera o belo e o bom, o justo e o livre, a fé, uma Igreja próxima e popular, seriedade evangélica e leveza de encanto, o dizer sejam bem-vindas todas as coisas, a irmã morte e as negatividades, a vida que se qualifica por uma resposta clara ao Amor. Tudo isto jorra, nesta obra, como uma cristalina fonte. Um encontro com a verdade feita na história, no coração paterno e materno de Francisco e no jeito irmão e mestre, simples e luminoso, poético e terapêutico, teológico, terno e vigoroso de Leonardo Boff. Contém 200 páginas.

· BONHOEFFER, Dietrich. Discipulado. São Leopoldo: Sinodal, 2008. O famoso teólogo alemão faz uma abordagem do que poderia significar o chamado de Jesus ao discipulado na atualidade. Reafirma sua posição de que o discipulado é um caminho de libertação do homem de tudo quanto oprime e provoca preocupações e tormentos à consciência. Quando as Escrituras sagradas falam do discipulado de Jesus, proclamam a libertação do ser humano de todos os preceitos humanos, de tudo quanto oprime, sobrecarrega, provoca preocupações e tormentos à consciência. No discipulado, o ser humano sai de sob o jugo de suas próprias leis e submete-se ao jugo suave de Jesus Cristo. Quem segue indiviso ao mandamento de Jesus, quem se sujeita sem resistência ao jugo de Jesus, a este se lhe torna leve o fardo que tem de levar, recebendo, na suave pressão desse jugo, a força necessária para percorrer o caminho certo sem cansaço. O mandamento de Jesus é duro, desumanamente duro para aquele que se lhe opõe. O mandamento de Jesus é suave e fácil para aquele que voluntariamente se lhe sujeita. Contém 208 páginas.

 
· BRABO, Paulo. A bacia das almas. São Paulo: Mundo Cristão, 2010. O que significa ter fé? Ou melhor, como devemos vivenciar a fé que dizemos ter? Paulo Brabo fala sobre a fé, em especial a sua própria, e a verdadeira espiritualidade. O livro é uma coletânea de artigos e documentos publicados por Paulo Brabo em seu site (www.baciadaslamas.com), por um período de cinco anos. Os textos refletem as angústias e as reflexões do próprio autor sobre diversos temas: igreja, espiritualidade, cultura, literatura, sociedade, cinema, entre outros aspectos que formam o ser humano. São reflexões e narrativas, provocações e confissões. A bacia das almas não é mais um livro de autoajuda, já que não apresenta fórmulas mágicas e respostas prontas. O livro prima pela incerteza e pela insegurança; sua tribuna é um palco onde as ideias desfilam sem a menor pretensão de serem a palavra final. O livro também não é um tratado anti-igreja, como podem pensar alguns ao notar seu subtítulo. O ex-dependente de igreja Paulo Brabo refere-se ao ativismo exacerbado com o qual esteve envolvido por muitos anos, sob o equívoco de que esse envolvimento refletia a profundidade de sua fé e espiritualidade. Brabo escreve sem clemência porque escreve de si mesmo e para si mesmo. Seu assunto é a ideia subversiva, presente na cosmovisão dos primeiros cristãos mas perdida no transição dos séculos, de que ser salvo é estar despido de qualquer ilusão. As reflexões de Paulo Brabo levarão você a também repensar o seu papel dentro da igreja e na sociedade, e a enxergar com outros olhos o mundo em que está inserido. Contém 336 páginas.

· CALVINO, João. Beatitudes - As Bem Aventuranças. São Paulo: Fonte Editorial, 2008. Entre as várias atividades que demandavam a atenção de Calvino durante seu longo ministério em Genebra (1536-1538; 1541-1564), a pregação era a mais pública e, possivelmente, a mais influente. Este volume procura apresentar aos leitores atuais uma curta série de sermões sobre as Bem-aventuranças, traduzida pela primeira vez para o português, e que consiste na exposição, por Calvino, de Mateus 5.1-12; Marcos 3.13-19 e Lucas 6.12-26. Cinco sermões foram pregados sobre as Bem-aventuranças durante um longo período de exposição dos Evangelhos Sinóticos. Iniciada em julho de 1559, quando problemas de saúde forçaram a aposentadoria do reformador enquanto pregador. Contém 119 páginas.

· CALVINO, João. Comentário sobre o Livro de Efésios. São Paulo: Paracletos, 1998. Calvino destaca-se pela firmeza e precisão de suas convicções bíblicas e gigantismo de sua teologia. Não obstante, quando escrevia ou pregava, apresentava a mensagem do Evangelho com humildade, simplicidade, clareza e absoluta submissão às Escrituras. Dentre a vastidão literária produzida por Calvino, apresentamos aos leitores o seu comentário à epístola aos Efésios. Escrito em um momento crucial do Cristianismo, Calvino remete-nos de forma espetacular à mente inspirada do apóstolo Paulo, oferecendo-nos uma exegese fiel e de grande utilidade aos leitores. A obra de Calvino tem sido testada e aprovada pelo implacável juiz do tempo, o que revela sua relevância e atualidade para a igreja hoje. Contém 200 páginas.


· CARSON, D. A. Igreja emergente. O movimento e suas implicações. São Paulo: Vida Nova, 2010. O que é a “igreja emergente”? Uma nova proposta para a igreja ou apenas mais uma moda passageira? Quem são os líderes desse movimento? Quais são as suas principais idéias? Além de ser uma obra escrita por D. A. Carson, um dos eruditos evangélicos mais respeitados de nossos dias, é uma das avaliações mais cuidadosas e bem informadas do movimento emergente. E Carson não a escreveu apenas para os acadêmicos que estão por dentro do assunto, mas também para quem não está familiarizado com essas novas práticas e idéias. Numa linguagem clara, direta e precisa, faz uma introdução ao movimento da igreja emergente a partir dos pontos de vista crítico e teológico, expondo seus descaminhos e fragilidades e, ao mesmo tempo, reconhecendo o que tem de importante a dizer para todo cristão que deseja proclamar de forma relevante o evangelho de Cristo Jesus nos dias de hoje. Esta obra chegou numa boa hora, justamente num momento em que se apresentam à realidade brasileira igrejas abraçando tanto a pragmática quanto a teologia vivenciada pelo movimento “igreja emergente”. Contém 288 páginas.

· CHAN Francis. Louco amor. São Paulo: Mundo Cristão: 2010. A intensidade e a vibração dos primeiros momentos aos poucos são tomadas pela rotina e o que antes era uma feliz dependência torna-se um fardo, quando não, a cínica indiferença para com o outro. Infelizmente, o mesmo ocorre em nosso relacionamento com Deus. Acabamos nos acostumando a viver longe dele... só demoramos a nos dar conta disso. Nossa suposta auto-suficiência torna difícil encaixar Deus num mundo cujas principais respostas já foram dadas. Se essa é a conclusão a que chegamos, vale a pena ler e ouvir alguém que não se conforma com desculpas fatalistas. Francis Chan dedica sua vida a ser um tipo diferente de cupido. Tendo experimentado com grande intensidade o amor de Deus, empenha-se em contagiar outras pessoas a (re)viverem a mesma paixão. Segundo Chan, apenas experimentando e nutrindo um honesto relacionamento com Deus podemos dar a necessária chacoalhada em nossa vida e espantar a terrível mornidão que caracteriza nossa atitude diante do Pai. Contém 176 páginas.

· CHESTERTON, G.K. O homem eterno. São Paulo: Mundo Cristão, 2010. De toda a extensa obra de G.K. Chesterton, O homem eterno assinala sua criação mais surpreendente. A história da humanidade recontada de forma brilhante, a partir de duas particularidades que se complementam: a criatura chamada homem e o homem chamado Cristo. Com sua prosa peculiar e seu humor britânico certeiro, Chesterton delicia o leitor com seu raciocínio envolvente e provocativo. Sua obra aponta para os críticos da religião e, em especial, para os críticos do cristianismo. Para ele a visão míope do ateísmo aliada a uma forte dose de conceitos preestabelecidos impedem que se compreenda a fascinante ação de Deus na história. Dividido em duas partes, O homem eterno traça um esboço da principal aventura da humanidade e a real diferença que se instaurou quando ela se tornou cristã. Mensagem envolvente que impulsionou C.S.Lewis, autor de As Crônicas de Nárnia, a abandonar o ateísmo e aventurar-se na jornada proposta por Chesterton. Contém 320 páginas.

· CLARAVAL, Bernardo de. De diligendo Deo – Deus há de ser amado. Rio de Janeiro: 2010. A riqueza e o valor da teologia de São Bernardo de Claraval não se devem ao fato de ter aberto novos caminhos, mas de ter conseguido propor as verdades da fé com um estilo claro e incisivo, capaz de fascinar a quem o escuta e de dispor o espírito ao recolhimento e à oração. Em cada um de seus escritos se percebe o eco de uma rica experiência interior. Em seu amor, Deus cura nossa a vontade e a nossa inteligência enfermas, elevando-as ao nível mais alto de união com Ele, ou seja, à santidade e à união mística. São Bernardo fala, entre outras coisas, disso em seu breve, mas consistente De Diligendo Deo. Contém 64 páginas.

· COSTA, Ricardo. Diálogos na cabana. Brasília: Palavra, 2009. O livro de William P. Young, A Cabana, encontra-se entre os livros mais vendidos de ficção nos últimos 6 meses. A pergunta que tenho a fazer é por quê? O que leva esse livro que, por um lado, apresenta um conceito teológico de Deus que vem do Cristianismo Ortodoxo, a Trindade, e por outro, a figura da pessoa de Deus mostrada de um modo tão heterodoxo, duas mulheres e um homem e nenhum deles é ocidental (branco), alcançar tanto sucesso? Penso que a resposta a essa questão é que o livro trata de algumas temáticas que estão no coração de todos nós, mesmo que na maioria das vezes não queiramos pensar nelas, ou lidar com elas, pelos mais diversos motivos. Quero convidar você a, nesse mês, caminharmos juntos com Mack de volta a Cabana. E, a partir de um diálogo com questões levantadas no livro, também nos depararmos com nossos medos, preconceitos, “prejuízos”, na esperança de encontrarmos no final desses diálogos uma compreensão maior e mais profunda de Deus, de nós mesmos e da realidade que nos cerca. Então, a porta está aberta, entre e sente-se à mesa com Elousia (Papai), Jesus e Sarayu, e vamos num diálogo com as Escrituras, descobrir o que Papai tem preparado para cada um de nós. Contém 136 páginas.

· CRABB, Larry. O lugar mais seguro da terra. São Paulo: Mundo Cristão, 2000. São muitos os caminhos da vida, mas só um nos leva para onde as pessoas se conectam e se transformam para sempre. A jornada rumo ao maior descobrimento. Como passar para um nível mais profundo de intimidade com Deus e com as demais pessoas? Como ser amado incondicionalmente, podendo partilhar o verdadeiro "eu" sem máscaras nem fingimentos? Como satisfazer o desejo de integrar uma comunidade de cristãos, que se eleve gradualmente à semelhança de Cristo? Tal comunidade de fato existe? O autor do já consagrado Conexão, Larry Crabb, não só responde a essas questões, mas afirma que essa comunidade existe. Ele a denomina o lugar mais seguro da Terra. Mas como chegar lá? Essa é exatamente a proposta deste livro. O desafio é empreender uma jornada rumo ao maior de todos os descobrimentos! Quando Deus trabalha em você e por meio de você, nos outros e por meio dos outros, algo glorioso acontece o bálsamo celeste age em nós. Quem dera todo cristão lesse e vivesse esta mensagem. A Igreja jamais seria a mesma. Contém 280 páginas.

· DINIZ, Fabio. Tempo de descoberta. São Paulo: Socep, 2009. Todos nascem, mas apenas vivem aqueles que fazem a grande descoberta. Tempo de Descoberta irá levá-lo a uma viagem para dentro de si. A comovente história de um pai, com suas paixões e medos, e principalmente, questões e dilemas que marcaram a sua vida, alguém que pagou o preço para ser livre e foi livre. A cada página este pai se torna mais e mais um herói real, não um herói sem erros ou sabedoria fora do comum, mas alguém que simplesmente tentou aprender, sonhar, lutar por seus sonhos, aprendeu a amar, perdoar aos outros e a si mesmo e viver a vida, escolhendo ser autor e não vítima de sua história.Assim como Samuel, Amanda e Clever fizeram a grande descoberta, enfrentando os medos, complexos e problemas de relacionamento, esse livro lhe convida a colocar para fora seus traumas, suas questões sobre a vida e a vivê-la, e não apenas passar por ela, sem medo de ser quem você é. Contém 256 páginas.
 
· ELLUL, Jacques. Anarquia e cristianismo. São Paulo: Garimpo Editorial, 2010. Ao longo da História, o cristianismo passou a ser identificado com o conservadorismo político e social. Mas nem sempre foi assim. No início, a Igreja Cristã se distinguia da maioria dos outros movimentos de fundamento religioso por sua ousadia e seu inconformismo diante do poder e toda a opressão que ele representava. Por essa razão, o sociólogo, cientista político, professor e teólogo Jacques Ellul defendeu, durante a maior parte de sua vida, uma tese no mínimo polêmica: a de que o cristianismo carrega em si uma predisposição à insubmissão, à dissidência e até mesmo à recusa de todo tipo de hierarquia incluindo a interna. Em Anarquia e cristianismo — pela primeira vez, publicado por uma editora brasileira, a partir do texto original em francês —, Ellul se propõe a corrigir o que entende como uma série de mal-entendidos em relação à fé cristã. Para isso, ele desconstrói conceitos, questiona estruturas, desafia convenções, enfim, vira do avesso todos os lugares-comuns sobre o tema. A publicação deste livro, de teor fortemente iconoclasta, contempla a necessária redescoberta de um dos pensadores mais profícuos dos últimos. Contém 128 páginas.

· FOSTER, Richard. Dinheiro, sexo e poder. São Paulo: Mundo Cristão, 2005. Foster argumenta que as questões do dinheiro, sexo e poder nos atiram para dentro da arena da escolha moral. O dinheiro se manifesta como poder, o sexo é usado para adquirir tanto dinheiro quanto poder. E o poder é geralmente chamado o melhor afrodisíaco. Contém 240 páginas.

· FOXE, John. O livro dos mártires. São Paulo: Mundo Cristão, 2000. O livro dos mártires é um clássico da literatura mundial, ignorado até há pouco tempo pelos cristãos do Brasil. O livro reconta as vidas, os sofrimentos e as mortes triunfantes dos mártires cristãos da História. Iniciando-se com a história do primeiro mártir - o próprio Jesus Cristo - este relato histórico excepcional traça as raízes da perseguição religiosa. Expõe os casos de mártires famosos como John Wycliffe, John Huss, William Tyndale, Martinho Lutero, Thomas Cranmer e muitos outros. Por que ler esta obra em pleno século 21? Infelizmente o tema do martírio religioso recusa-se a ser relegado aos arquivos da História. É assunto tão contemporâneo quanto as manchetes de hoje. Cristãos em diversos países hoje vivem e defendem a sua fé sob a ameaça de morte. Muitos acabam pagando o preço máximo. E cada uma dessas mortes suscita uma interrogação na consciência de todo cristão: o que eu faria no seu lugar? A reflexão inspirada pela morte dos mártires pode nos levar ao cerne da nossa fé. Contém 360 páginas.

· FREEMAN, W. B.. Você pode mudar o mundo. Rio de Janeiro: Danprewan Editora. Em Você Pode mudar o mundo, você encontrará uma coletânea de pequenas biografias para o seu encorajamento e inspiração, seguidas de um princípio que pode mudar o mundo, extraído de cada exemplo de vida. Além de examinar a vida de 101 pessoas, dentre elas o Papa João Paulo II, Leonardo da Vinci, Nelson Mandela, Beethoven e Madre Teresa de Calcutá, você descobrirá as lições que elas deixaram para fazer diferença. As histórias contadas neste livro nos lembram que as pessoas mais comuns podem fazer mudanças extraordinárias, se tornando, assim, fonte de influência positiva e inspiração na vida de outras pessoas. Contém 289 páginas.

· GONÇALVES, Josué & Joubert Raphaelian. O triunfo do amor. São Paulo: Editora Mensagem para Todos, 2010. O cruzeiro marítimo num bonito veleiro tinha como propósito fornecer as condições ideais para que participassem de um clima propício, para recompor seus matrimônios carentes de soluções. Entretanto o destino tinha outra pretensão e o que poderia ser uma tragédia transformou-se numa estada terapêutica. Este livro é um convite para uma viagem que trará revelações impressionantes de verdades que poderão determinar grandes mudanças na vida conjugal. Os autores tratam do assunto em meio a aventuras marítimas, naufrágio e convivência numa ilha paradisíaca. Contém 160 páginas.
 
· GONÇALVES, Josué. Quando a família precisa de cura. São Paulo: Arte Editorial, 2010. O autor trabalha a realidade crise na família por causa do afastamento, das perdas, da vingança, da falta de perdão e da ausência da figura do pai na casa. Contém 60 páginas.

 
· GRÜN, Anselm. No ritmo dos monges. Convivência com o tempo, um bem valioso. São Paulo: Paulinas, 2006. Internacionalmente conhecido, Anselm Grün se caracteriza pela arte de exprimir numa linguagem acessível e ao gosto contemporâneo os principais aspectos da tradição monástica cristã, originada no quarto século e que se estende pelos dois milênios de cristianismo, tanto no Oriente como no Ocidente. Dentre esses aspectos, destaca-se a forma como, nessa tradição, se vive o tempo. Não que os monges a tenham inventado. Ela tem suas raízes na cultura grega, mas foi assumida pelos primeiros cristãos, que lhe conferiram uma densidade nova e definitiva, vivenciando no tempo, na transcendência espiritual e cristã de cada momento, o peso da eternidade, graças à vida divina que nos é efetivamente comunicada. Depois de indicar as raízes culturais do tempo cristão e monástico, por assim dizer, o autor insiste no fato de que o tempo cronológico é simples medida do ritmo da vida, que precisa ser acolhido e respeitado, para que o ser humano encontre o caminho de sua plena realização. Em conseqüência estuda, a partir do terceiro capítulo, o ritmo dos monges e o aplica à vida contemporânea, como portador de uma sabedoria portadora de paz e de felicidade. Na verdade, conclui, o tempo é como um véu que encobre o mistério da eternidade, manifestando a precariedade da existência humana aqui na terra, mas contendo uma dimensão de transcendência, que nada mais é do que a vida terrena vivida na perspectiva de Deus. Contém 135 páginas.

· GUYON, Madame Jeanne. Experimentando Deus através da oração. Rio de Janeiro: Danprewan, 2000. A oração é uma prática comum entre os cristãos de todos os tempos. Raros, porém, são os que meditam na Palavra de Deus em oração. Madame Guyon descobriu a diferença entre orar a Deus e experimentar Deus através da oração. Neste livro, a autora ensina métodos simples e fáceis para que o leitor aprenda a orar do seu coração e não da sua mente. Desfrutar a presença de Deus, crescer no conhecimento da Palavra e adquirir sabedoria para entender a si mesmo são os princípios básicos para renovar sua vida de oração e seguir no caminho da vida cristã. É preciso renunciar a si mesmo, com confiança em Deus, para aprender os segredos de Seu poder sustentador e preservador. Contém 104 páginas.

· HEIM, Karl. O que nos espera após a morte? Curitiba: Encontro, 2000. Em nosso tempo tão esclarecido, o tema morte tornou-se um tabu. A TV noticia a morte dos outros, mas ninguém ousa falar da própria morte! Hoje, se evita este assunto mais do que gerações passadas se esquivavam de falar de sexualidade. Também nos púlpitos cristãos pouco se fala do que esperamos após a morte. E são poucos os teólogos que se expõem a tratar deste assunto. Não admira que na hora da morte desespero e solidão inimaginável rendem moribundos e enlutados. Na contramão desta tendência o teólogo Karl Heim interpreta com lucidez primorosa a esperança que recebemos da ressurreição de Cristo. A leitura deste tratado gera alegria e consola profundamente. Contém 72 páginas.
 
· HENDRIKSEN, William. Comentário do Novo Testamento: Efésios. São Paulo: CEP, 1992. Os comentários de William Hendriksen são excelentes e uma enorme contribuição para um campo que se encontra longe de estar congestionado. Eles ajudam a satisfazer uma necessidade definida e urgente. Contém 364 páginas.
 
· HOUSTON, James M. Mente em chamas - Fé para o cético e indiferente. Brasília: Editora Palavra, 2009. Blaise Pascal (1623-1662) alcançou reconhecimento como renomado matemático, físico e um homem segundo o coração de Deus. Ao chegar à vanguarda da geometria e da física, ele concentrou suas consideráveis habilidades analíticas no estudo da religião ou, como ele mesmo afirmou, para contemplar a grandeza e a miséria do homem. Sua clássica defesa do Cristianismo Pensées (Pensamentos) persuadiu muitos céticos em sua época e é um dos clássicos universais da literatura. Em Mente em Chamas, o Dr. James Houston da séria Clássicos da Espiritualidade Cristã, organizou as reflexões de Pascal (Pensées- Pensamentos) em uma progressão lógica de pensamento, fazendo uma seleção do que considerou a essência da obra, que os leitores contemporâneos podem desfrutar neste livro. Descrita como uma obra-prima da erudição teológica, este livro também inclui seleções de outro trabalho de Pascal, Letters to a provincial (Cartas provinciais), bem como uma descrição feita por ele mesmo de sua experiência de conversão. Contém 362 páginas.
 
· HOUSTON, James M. O discípulo. Brasília: Palavra, 2010. O assunto principal do livro é trazer verdadeiro significado de ser um ‘aprendiz’, saber viver a vida da maneira que Jesus gostaria que vivêssemos. “Cada obra desta série de livros do Dr. Houston é designada a contribuir em prol de uma renovada visão da formação espiritual cristã e para iluminar o que significa submeter-se à aprendizagem de Jesus Cristo, em todas as dimensões específicas da existência humana. A missão destes livros é formar toda pessoa de modo que a natureza de Cristo torne-se a expressão natural de nossas almas, corpos e espíritos em nossas vidas diárias” - Dallas Willard. Contém 348 páginas.

· HOUTON, James M. Oração. Brasília, DF: Palavra, 2009. A oração é profundamente direcionada por aquilo que cremos e como nos comportamos. O caráter de nossas orações será marcantemente determinado pelo caráter de Deus, enquanto o conhecemos e o experimentamos. Contém 320 páginas.

· Hybels, Bill. Liderança corajosa. São Paulo: Editora Vida, 2008. Líderes que atuam em 360 graus não direcionam seu dom de liderança somente para o sul, às pessoas sob seus cuidados. Eles também aprendem a liderar para o norte, influenciando os que possuem autoridade sobre eles, e para leste e oeste, ao contagiar seus pares. O mais importante, porém, é que aprendem a manter a agulha da bússola centrada, liderando a si mesmos e mantendo a própria vida em harmonia. Assim, podem oferecer aos outros a melhor liderança possível. Contém 240 páginas.

· JONES, Martyn Lloyd. Vida no Espírito no casamento, no lar e no trabalho. São Paulo: Pes, 1991. Após cinco sermões de abertura sobre este tema, o autor segue o apóstolo Paulo e trata dos relacionamentos fundamentais da sociedade: casamento, lar e trabalho. Estes assuntos práticos, ele insiste, não podem ser compreendidos corretamente à parte dessas verdades profundas da fé cristã às quais Paulo os relaciona. Isolar a ética da doutrina é incorrer em desastre. Se for verdade que a urgência caracterizou a pregação do doutor Lloyd-Jones, isso se manifesta na maneira em que ele trata destes assuntos. O lar e suas funções, a criação de filhos, os propósitos do trabalho – todos estes estão sendo questionados hoje em dia, enquanto experiência, permissividade e insatisfação com instituições estabelecidas são fatores comuns na nossa sociedade contemporânea, a qual está em dissolução. A única esperança em tal situação se acha num retorno aos princípios básicos dos quais o bem-estar da vida do indivíduo e da sociedade estão absolutamente dependentes. Para conhecermos esses princípios precisamos da Bíblia e, em particular, deste trecho de Efésios exposto e aplicado neste livro. Contém 296 páginas.

· KEMPIS, Tomás de. A imitação de Cristo. São Paulo: Shedd, 2005. Este livro é um dos mais lidos nos últimos 500 anos. É um manual de espiritualidade para aqueles que estão dispostos a crescer no discipulado radical. Pode inclusive, ser usado, seguindo as divisões de capítulos, como leitura diária devocional. Contém 216 páginas.
 
· KENDRICK, Stephen & Alex. O Desafio de Amar. Rio de Janeiro: BV FILMS EDITORA, 2009. O Desafio de Amar é um desafio de 40 dias para maridos e esposas que desejam entender e praticar o amor incondicional. Independente de como esteja o seu casamento, ameaçado ou saudável, O Desafio de Amar é uma estrada que precisa ser seguida. É hora de descobrir os segredos de um casamento cheio de vida e da verdadeira intimidade. Aceite o desafio! Contém 214 páginas.
 
· KIVITZ, Ed René. Outra espiritualidade. São Paulo: Mundo Cristão, 2005. Uma das contribuições mais importantes do protestantismo para a história foi a concessão de liberdade à interpretação bíblica — em última análise, um estímulo à autonomia do próprio pensar, terreno vasto e fértil. Tal movimento, naturalmente, pressupunha riscos, como o surgimento de aventureiros, estelionatários e pervertedores da doutrina apostólica, um preço que o cristianismo já pagava e continua pagando até nossos dias. Ainda assim, a dinâmica da fé evangélica (no sentido mais amplo da palavra) é tributária deste privilégio à reflexão. Outra espiritualidade caminha sobre esse mesmo solo, ora lançando sementes, ora retirando pedras e espinhos, ora remexendo a terra, ora reforçando as estacas que demarcam a área da fé bíblica genuína. É uma obra desafiadora, mas não inconseqüente. Os artigos reunidos neste livro não são expressões de rebeldia à ortodoxia cristã, mas de inquietude diante de uma Igreja que parece ter abdicado de seu papel de instrumento de transformação e promoção do Reino de Deus em troca do utilitarismo e das benesses dos “reinos deste mundo”. Contém 256 páginas.

· KOUZES, James M. e Barry Z. Posner. O Desafio da Liderança. São Paulo: Editora Vida, 2009. Poucos previam que "O Desafio da Liderança" fosse se tornar um dos livros sobre liderança mais vendidos de todos os tempos. Agora, diante dos nossos desafios de nosso ambiente de negócios global e imprevisível, Jim Kouzes e Barry Posner - dois dos maiores especialistas em liderança dos Estados Unidos - revisaram e atualizaram totalmente seu livro clássico. Partindo da base de conhecimentos de seus livros anteriores, esta edição de O desafio da liderança está fundamentada em extensas pesquisas e entrevistas com todos os tipos de líderes de todos níveis em empresas públicas e privadas do mundo inteiro. Com mais de 50% de material novo e uma mensagem de inspiração, "O Desafio da Liderança" é um "treinador individual sob a forma de livro" - guiando os leitores ao longo das cinco regras da liderança exemplar - apontar o caminho, inspirar uma visão compartilhada, desafiar o estabelecido, deixar os outros agirem, e encorajar o coração - eles podem ter um desempenho melhor em seu melhor pessoal. O sucesso certamente se seguirá. Contém 368 páginas.

 
· KUYKENDALL, David. A vida da nova criação. Londrina: Ide, 2008. A antiga criação foi contaminada pela iniqüidade do primeiro homem e a destruição tomou conta da natureza. A existência humana encontra-se prisioneira na rebelião do pecado e cheira a cadáver. Somos uma raça sentenciada pela morte, sem qualquer solução pessoal. Deus sendo rico em misericórdia nos fez parceiros com Cristo, o último Adão na cruz e o segundo homem na ressurreição, a fim de nos libertar das algemas do pecado e da morte. O sacrifício de Cristo solidário com o pecador desconstrói a velha criação e edifica uma nova. A Vida da Nova Criação é um livro especial no esclarecimento desta obra maravilhosa de Deus que nos converte do império das trevas para o reino do amor e da vida que nasce da morte. Poucos são os projetos que conseguem explicar tão bem este assunto, como este trabalho de David Kuykendall. Quando vivemos pela graça, recebemos a Deus como nossa completa fonte de vida. Contém 144 páginas.

 
· LEWIS, C.S. Um ano com C. S. Lewis. Leituras diárias de suas obras clássicas. Minas Gerais: Ultimato, 2005. Rio de Janeiro. Estas meditações diárias foram cuidadosamente selecionadas dos clássicos da autoria de Lewis: Cristianismo Puro e Simples, Cartas de Um Diabo a seu Aprendiz, O Grande Abismo, O Problema do Sofrimento e Milagres, entre outros. Ao longo deste elegante devocionário, o leitor encontrará pequenos comentários sobre a vida do autor, que mostram o contexto em que ele escreveu. A cada dia, percorremos um caminho de descobertas com um amigo ao nosso lado. Um Ano com C. S. Lewis é a companhia perfeita para todo aquele que aprecia os escritos daquele que é, talvez, o mais conhecido defensor da fé cristã. “O leitor que lê pela primeira vez um escrito de C.S. Lewis tem a agradável surpresa de descobrir a criatividade de um homem que tinha o dom extraordinário para tratar temas cristãos profundos com simplicidade e perspicácia. E não consegue deixar de perguntar: ‘Por que eu não pensei nisso antes?” (Russell Shedd). Contém 408 páginas.

· LEWIS, C. S. Milagres. São Paulo: Vida, 2006. "O principal milagre professado pelos cristãos é a Encarnação. Os milagres não se relacionam com uma série de incursões independentes na Natureza, mas com as várias fases de uma invasão estrategicamente coerente uma invasão que busca uma conquista completa, a ocupação de todos os espaços. A adequação e, portanto, a credibilidade de milagres específicos dependem de sua relação com o Grande Milagre." Conforme declaração do escritor irlandês, o propósito deste livro é servir de introdução à pesquisa histórica, e não examinar as evidências históricas dos milagres cristãos. Seu objetivo é "levar os leitores a fazer isso". Nesta obra comovente e inspirada, C. S. Lewis destaca-se por seu estilo entusiástico, lúcido e inteligente, que lhe é característico, e pela capacidade argumentativa com que leva o leitor crédulo ou cético a refletir a respeito do sobrenatural. Contém 275 páginas.

· LOBO, Marisa. Como fazer de seu filho uma criança feliz. São Paulo: Arte Editorial, 2009. É tarefa fácil redigir uma lista dos problemas atuais enfrentados por crianças e adolescentes nos últimos anos. O crescimento da violência, o uso de drogas, a violência doméstica, divórcio entre outros. Em seu consultório, a autora recebe inúmeros casos e os têm tratado com total sucesso. Considerando pouco ajudar somente os que chegam até as consultas, ela produziu esta importante obra Como fazer de seu filho uma criança feliz – o segredo dos afetos infantis. A obra alia seu conhecimento na área da psicologia cristã, bem como a própria experiência da autora como mãe e passagens da Bíblia. Entre erros e acertos, ela catalogou: – as queixas dos pais em relação aos seus filhos – as queixas dos filhos em relação aos seus pais – as queixas dos seus próprios filhos aliado à ciência e ao amor de Deus – frustração – emoções – autoestima – como se dão os afetos e as primeiras impressões – comportamento modelo, entre outros. O livro trilha as fases do desenvolvimento dos afetos de uma criança, como também orienta pais sobre a atitude adequada e esperada pela criança em cada fase. Será uma ótima oportunidade de avaliar comportamentos e corrigir desvios. Os vários insights da autora certamente inspirarão o leitor e o levarão à certeza de que filhos criados no amor cristão são muito mais felizes e seus pais muito mais realizados. Contém 154 páginas.

· LOPES, Hernandes Dias. O povo mais feliz da terra. Coleção Grandes Temas da Fé Cristã (Volume 4). São Paulo: Arte Editorial, 2010. O mundo com seus encantos mil e seu glamour sedutor mostrarão a você novas propostas. O mundo dirá a você que a alegria de Deus é uma privação severa da liberdade. Ele dirá a você que a verdadeira festa é aquela regada pelos licores da sensualidade. O mundo sussurrará aos seus ouvidos que o flerte sedutor traz em sua bagagem o presente da alegria. Ele dirá a você que as aventuras das viagens psicodélicas são as mais encantadoras. O mundo usará todos os seus argumentos para convencê-lo de que é possível ser seu amigo e ainda ser amigo de Deus. A felicidade não é apenas um destino aonde se vai, mas uma maneira como se vive. Com Jesus você é feliz agora e caminha para uma felicidade plena, onde não mais existirá luto, nem pranto nem dor. Leia este livro com a alma sedenta e com o coração aberto e experimente, desde agora, a alegria indizível e cheia de glória. Contém 64 páginas.
 
· LOPES, Hernandes Dias. Paulo, o maior líder do cristianismo. São Paulo: Hagnos, 2009 Paulo foi o maior evangelista, o maior teólogo, o maior missionário e o maior bandeirante do cristianismo. Embora tenha vivido sob fortes pressões, não deixou sua alma ficar amargurada. Acompanhe com o autor a vida desse gigante de Deus e aprenda com ele preciosas e ricas lições. Contém 152 páginas.

· LOPES, Hernandes Dias. Transformando vidas. São Paulo: Socep, 2007. O nosso tempo experimenta mudanças como nunca se viu na história da humanidade. Os avanços tecnológicos e médicos são exemplos de progresso e evolução. O mundo é hoje uma "Aldeia Global". Em contrapartida, os relacionamentos são superficiais, as famílias estão desestruturadas, o ser humano está só. Este é o momento que as pessoas mais precisam de Deus. Transformando Vidas traz reflexões de profundo impacto para cada leitor. O autor compartilha as verdades lindas e extraordinárias da Palavra de Deus. Hernandes utiliza sua capacidade de síntese sem deixar de lado a profundidade teológica. Os assuntos apresentados abordam aspectos da vida pessoal, familiar, social e espiritual. Contém 160 páginas.

· LOPES, Hernandes Dias. A maior tragédia do mundo - Vol. I. São Paulo: Fôlego, 2010. Certamente conhecemos e temos lido sobre muitas tragédias que têm desabado sobre a humanidade ao longo dos séculos. São catástrofes naturais, crises econômicas, guerras encarniçadas, terremotos que abalam as estruturas da terra, enfim, são tragédias que se multiplicam ainda nos dias de hoje. Mas, certamente não há nenhuma tragédia mais grave, mais profunda e de conseqüências tão danosas como a tragédia que o texto de Gênesis relata. É sobre tal momentoso assunto que compartilharemos neste livro. Contém 52 páginas.

· LUCADO, Max. Um dia na vida de Jesus. São Paulo: Editora VIDA CRISTA, 2002. O dia mais estressante na vida de Jesus foi o de sua morte por crucificação. Já o segundo foi o dia em que soube da morte de João Batista. Um dia de ira. Um dia de alegria. Um dia de angústia. Um dia de esperança. Um dia de revolta. Um dia de perseverança. Um dia de provagão. Um dia de vitória! O furacão de dúvidas, a tempestade de sentimentos, as nuvens negras da perseguição e os trovões do medo foram todos derrotados pela força interior e pela confiança que Jesus tinha em seu Pai. Acompanhe Jesus durante a caminhada dessas 24 horas relatadas pelos evangelistas e magistralmente interpretadas por um dos maiores autores cristãos da atualidade. Número de páginas: 239.
 
· LUCADO, Max. 365 Bênçãos - Textos bíblicos comentados para inspirar sua vida. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2007. O Estilo despojado, a capacidade de emocionar e os comentários cheios de sensibilidade e fé de Max Lucado têm ajudado milhões de pessoas no mundo. Em 365 Bênçãos, o autor best-seller apresenta 365 reflexões sempre baseadas em textos bíblicos. Trata-se de um livro de leitura agradável e cheio de mensagens positivas assinadas pelo maior escritor de livros de inspiração do mundo. Afinal, ninguém vende mais de 60 milhões de livros por acaso. Contém 368 páginas.

 
· LUCADO, Max. Coragem para viver - Descubra a felicidade na presença de Deus. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2009. Os problemas chegam em nossa vida e surge junto com eles o medo. Quando parece que vamos sair do controle devemos pensar na mensagem de Jesus sobre a coragem, a mesma que ele levou aos seus discípulos. Neste livro o autor nos lembra que não é preciso continuar vivendo preso às correntes da ansiedade, da preocupação e do medo. Podemos sentir menos medo do amanhã que sentimos hoje, corajosamente viver nos bastando, com uma garantia da presença de Deus e de nosso futuro em suas mãos. Inspirado best-seller mundial não sem medo de viver, este livro aborda os seis maiores tópicos sobre o medo e como podemos colocar um ponto final em suas conseqüências. Não Permita que o medo tome conta de sua vida. Ainda que o temor destrua nossa confiança, a fé e a esperança irão restaurá-la. Contém 224 páginas.
 

· LUCADO, Max. Faça a vida valer a pena. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2010. Vivemos em uma época de grandes dificuldades. Há bilhões de pessoas desesperadamente pobres, desastres naturais devastam nações e as turbulências econômicas nos mantêm inseguros. Porém, mesmo diante do pior cenário, nos foi dada a oportunidade de fazer a diferença e mudar o que for preciso. Todos nós temos o poder de transformar desilusão em esperança, de fazer o que Deus nos criou para fazer, e ele nos convida a prolongar nossa existência, não apenas nos Céus, mas aqui na terra. É possível fazer deste mundo um lugar mais justo e alterar o curso do sofrimento humano para uma vida de paz e prosperidade a todos os filhos de Deus. Em Faça a vida valer a pena, Max Lucado nos leva pelos caminhos da solidariedade e do amor ao próximo, eternizados nas mensagens de Jesus. De forma emocionante, o autor comemora com este livro 25 anos de carreira literária, fazendo sua pequena parte em prol da grande obra de Deus. Contém 248 páginas.
 
· LUCADO, Max. Gente como a gente. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2009. Em Gente Como a Gente, Max Lucado reconta a história de seus personagens bíblicos favoritos, humanos e imperfeitos, como nós. Ele bate à porta da casa de algumas famílias da Bíblia e nos apresenta Elias, o profeta que reclamava; Salomão, o rei que sabia muito; Jacó, o trapaceiro; entre outros. Pessoas comuns nas mãos de um Deus incomum, que usa o melhor de nós e supera o pior, sem deixar nunca de nos amar mesmo com todas as nossas imperfeições. Contém 264 páginas.

· LUCADO, Max. Quando os anjos silenciaram. São Paulo: United Press, 1999. Aquela semana nos abriu a porta da eternidade. A semana final. A mais esperada, até então. Muitos estavam confusos, outros com medo. Todos no céu assistindo atentos. Os anjos não estavam preparados para cantar. O Deus-homem enfrentando seus últimos dias na Terra. A humilhação seria grande. Muitos pensaram ser a derrota final e o fim de um projeto. Todos dependiam dele e Ele caminhava firme para seu principal objetivo - a morte. Ele morreria a nossa morte para que vivêssemos a sua vida. Max Lucado, com muita sensibilidade, vai ajudá-lo a entender o que Jesus estava sentido naqueles momentos e relembrá-lo do que realmente importa na vida caminhe com ele nos últimos dias de Cristo na terra e você vai perceber como aquela semana foi especial! Contém 270 páginas.

· LUCADO, Max. Você não está sozinho. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2010. Poder, sucesso, reconhecimento. Individualidade, exclusividade, autoritarismo. Percebe como muitas vezes nossas conquistas egoístas nos afastam da tão almejada felicidade? Neste livro, Max Lucado mostra que tirar o foco de nós mesmos e voltá-lo para Deus é a única forma de resgatar uma vida plenamente feliz e enfrentar desafios e dores a que não estamos imunes. Veja sua existência com os olhos do altruísmo e entre em sintonia com os propósitos elevados que Deus reservou para toda a sua criação. Autor: Max Lucado é considerado o autor líder no segmento de livros de inspiração nos EUA. Já publicou mais de 70 obras, muitas delas figurando nas listas de mais vendidos de publicações como The New York Times e USA Today. Seus livros já venderam mais de 65 milhões de exemplares no mundo. Ele também é autor dos best-sellers Sem medo de viver, Derrubando Golias e Todo dia é um dia especial, todos publicados pela Thomas Nelson Brasil. Contém 136 páginas.

 
· MACARTHUR, John Jr. Ministério pastoral. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. Uma orientação para quem pretende ser pastor e injeção de ânimo para quem já trilha este árduo caminho. O livro procura descrever todas as características que um ministro do Evangelho deve ter para ser bem sucedido nos tempos atuais. Como deve se portar um vocacionado para a carreira ministerial, o treinamento, a ordenação, liderança, discipulado e outros. Contém 456 páginas.

 
· MANNING, Brennan. Convite à solitude. São Paulo: Mundo Cristão, 2010. Qual a diferença entre solitude e solidão? Solidão é estar só. Solitude é querer estar só, é buscar privacidade, um momento de quietude e silêncio. Brennan tem vivido diversos destes momentos ao longo de sua jornada espiritual. Convite à solitude apresenta seleções de momentos inesquecíveis do autor, nos quais ele se encontrou com Deus e consigo, nos mais diversos e imprevisíveis lugares. Para ele, as lembranças são como presentes, verdadeiras dádivas, por isso devem ser revividas e constantemente trazidas à tona da memória. Este é um livro de registros marcantes da jornada de fé de Manning, que convida você a reviver estes momentos junto com ele e a encontrar seus próprios momentos de solitude para ouvir a voz de Deus. Contém 192 páginas.

· MANNING, Brennan. O anseio furioso de Deus. São Paulo: Mundo Cristão, 2010. O anseio de Deus por você é maior e mais forte que qualquer elemento impulsionador da pior catástrofe que você consiga imaginar. Deus não descansa enquanto não o encontra, esteja onde e como estiver, e o traz para ele de volta, para o seu afável cuidado. Você é o que Deus tem de mais precioso. E nada é capaz de separá-lo do amor “furioso” do Criador. Aprender a viver nesse amor e confiar em Deus é o convite que só Brennan Manning, com seu toque peculiar, poderia fazer. O anseio furioso de Deus fala sobre um relacionamento de profundo amor com Deus, o amor com o qual ele ama o homem e que o fez entregar seu único filho para a morte na cruz. Deus nos ama e espera que cultivemos uma relação íntima com ele. É para este anseio divino que Manning nos desperta e leva. Cada capítulo encerra-se com algumas perguntas e reflexões nas quais vale a pena meditar. O objetivo não é que você encontre a resposta “certa”, e sim que essas reflexões o façam parar e meditar sobre o tema tratado naquele capítulo, operando grandes mudanças em suas atitudes para com o Deus que tanto te ama. “Acredito que a expressão anseio furioso é a melhor maneira de descrever o anelo que Deus sente por você e por mim. Se você conseguir levar consigo apenas uma mensagem da leitura deste livro, que seja a aquisição do hábito de orar essa passagem da Escritura (Cantares 7:10)”. Contém 112 páginas.

 
· MASON, Mike. A prática da presença das pessoas. Brasília: Palavra, 2009. Mike nos apresenta uma obra sobre a perspectiva da relação das pessoas com as outras. Você aprenderá como se relacionar melhor com o próximo. Contém 252 páginas.

· MAXWELL, John C.. O poder da liderança. São Paulo: Garimpo, 2009. Ao longo dos séculos, homens e mulheres notáveis procuraram sintetizar em uma ou poucas sentenças, a essência da liderança. Registradas por seus contemporâneos, essas frases resistiram ao tempo por conterem verdades sólidas, servindo de referência para pessoas que se destacam no mundo moderno à frente de organizações, de empresas e dos mais diversos tipos de grupo. Este livro, um dos três que compõe a série "Pensamentos do líder", desvenda os princípios comprovados de uma liderança poderosa, apresentados e comentados por um reconhecido perito no assunto. Em O poder da liderança, John C. Maxwell reúne dezenas citações de importantes personagens de diversos campos do conhecimento e da atividade humana sobre o tema e adiciona reflexões de grande valor que evidenciam a utilidade e a aplicação de cada frase na experiência do líder. Contém 160 páginas.

· MCDONOUGH, Mary. O Plano de Deus para a Redenção. São Paulo: Clássicos, 2008. Qual é o propósito de Deus para o homem? Por que Deus permitiu que o homem pecasse? Por que Satanás ainda existe e há tanto engano entre os homens? Como Deus salva o homem e para quê? Qual é o estágio final da obra de Deus com o homem? Em O Plano de Deus para a Redenção Mary McDonough responde essas e outras perguntas usando um método eficaz de expor as verdades fundamentais da Palavra de Deus. Com sabedoria do Espírito Santo e usando um diagrama de três círculos concêntricos, representando a natureza tripartida do homem, ela descortina de forma simples e elementar os estágios da obra de Cristo e o processo de salvação do não regenerado até sua conformação na imagem de Cristo. O aspecto a ser destacado aqui é que a autora descortina com simplicidade todo o desdobramento do plano de Deus para a redenção em uma obra pequena, facilitando, em especial, a leitura para os mais novos na fé e para os que preferem livros pequenos. Esta obra é um clássico da literatura cristã e é indispensável para os que procuram edificar suas vidas nos fundamentos sólidos da Palavra de Deus. Contém 168 páginas.

· MCGRATH, Alister E. Paixão pela verdade - A coerência intelectual do evangelicalismo. São Paulo: Vida Nova, 2007. Décadas atrás, o evangelicalismo era dado como inerte na academia. Nos últimos cinqüenta anos, porém, o intelectualismo evangélico reviveu produtivamente, sobretudo em disciplinas como história e filosofia. Agora, teólogos evangélicos – entre eles, Alister McGrath – estão tentando mostrar que a herança do movimento provê excelentes recursos para engajamento nos debates eruditos de nossa época. Contém 240 páginas.

· NOUWEN, Henri J. M. O perfil do líder cristão do Século XXI. São Paulo: Atos, 2002. O mundo atual caminha em uma velocidade assustadora. Mudanças cada vez mais constantes desafiam os cristãos de todo o mundo a permanecerem fiéis aos ensinos bíblicos e, ao mesmo tempo, buscar respostas para os grandes questionamentos da sociedade. • Como enfrentar esse desafio? • O que fazer com as novas questões levantadas pela sociedade? A solução está na sólida formação de líderes que conheçam verdadeiramente os ensinamentos de Deus e que saibam estender a Mao aos que necessitam de ajuda. “Se existe uma área onde o líder precisa dar atenção é a disciplina de habitar na presença de Deus, a disciplina da oração”. Somente enraizados na Palavra de Deus, e nela meditando de dia e de noite, poderão conduzir os demais cristãos à maturidade. O autor compreendeu que o caminho para subir é descer. Abandonou sua brilhante carreira de professor nas melhores universidades dos EUA (Notre Dame, Yale e Harward) para compartilhar sua vida com os necessitados, servindo numa comunidade para deficientes mentais em Toronto, Canadá. Aprendeu como vencer o desejo de ser relevante, o desejo de ser popular e o desejo de ter poder, segundo ele, os principais inimigos de quem busca se tornar e se manter como um verdadeiro líder. Contém 66 páginas.

· OSTEEN, Joel. O que ha de melhor em você. Sete passos para desenvolver seu potencial e realizar seus maiores sonhos. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2008. Você pode ser mais feliz ainda. Em O que há de melhor em você, o autor de sucesso Joel Osteen ensina o caminho para descobrir o potencial dentro de você e como usá-lo para viver melhor, além de ajudar os outros a melhorarem também. Afinal, Deus não o criou para ficar na média, você foi criado para se superar! Você tem tudo que é necessário para completar o destino que Deus lhe preparou, e não há limite para o que você pode conseguir se descobrir como ser uma pessoa melhor. Neste livro, Joel Osteen, um dos líderes cristãos mais conhecidos nos Estados Unidos, vai inspirá-lo e motivá-lo a viver com mais alegria, esperança e paz - uma verdadeira vida vitoriosa! Joel irá ajudá-lo a olhar dentro de si para descobrir como se tornar um melhor cônjuge e pai, um melhor patrão ou empregado, um melhor líder comunitário, um melhor amigo. Contém 407 páginas.

 
· PACKER, J. I. O conhecimento de Deus ao longo do ano. Viçosa, MG: Ultimato, 2008. O Conhecimento de Deus, livro clássico e o mais conhecido do teólogo inglês J. I. Packer é o fio condutor dessa preciosa coletânea que mescla beleza, profundidade teológica e exercício devocional. A cada dia, encontramos um trecho das Escrituras e uma palavra do autor que nos convida a conhecer de perto a natureza de Deus e a alegria de cultivar um relacionamento com ele. Ao final de cada devocional, há uma sugestão para nos ajudar a responder em adoração ao próprio Deus. Contém 336 páginas.

· PARANAGUÁ, Glenio Fonseca. Do tronco ao trono. Londrina: Ide, 2010. Uma existência escravizada por ressentimentos é uma biografia em prisão perpétua. Quase nada pode ser mais cruel como as grades invisíveis do ódio consumindo as entranhas da alma, silenciosamente. Não conheço uma pessoa bem-aventurada alimentando-se de amargura no seu íntimo. Não há alternativa. Ou você perdoa o ofensor que o lanhou, ou você se transformará num ofendido sem esperança, escravo do pior dos senhores, o seu próprio ódio. O escravo das mágoas vive no Tronco sendo chicoteado pelos verdugos dos seus sentimentos. Mas aquele que perdoa os seus algozes assenta-se no Trono como um príncipe, filho de Aba. Do Tronco ao Trono é uma obra que revela a grandeza da cruz de Cristo, promovendo a libertação nos corações dos filhos de Deus. Você é convidado a participar desta peregrinação da nobreza celestial a caminho da Nova Jerusalém. Contém 80 páginas.

· PETERSON, Eugene. A vocação espiritual do pastor. São Paulo: Mundo Cristão, 2006. Este livro é tão precioso que é a 3ª vez que leio. Ele é simplesmente extraordinário quando Eugene trabalha a idéia pastoral usando a vida de Jonas e sua missão. Ele queria ir para Tarsis – lugar do conforto e das riquezas. Mas, Deus queria enviá-lo para Nínive – lugar de dores e problemas. A missão dele era lá e teria de aprender a descansar em Deus e ter o coração pastoral dirigido pelo soberano Deus. O livro é profundo e nos ensina a refletir sobre a verdadeira espiritualidade no ministério pastoral. Contém 176 páginas.
 
· PETERSON, Eugene. Um ano com Eugene Peterson. Brasília: Palavra, 2009. É um devocionário que combina versículos bíblicos com os escritos mais conhecidos do autor sobre a vida cristã. Apresenta ferramentas e percepções que você necessita para ir além em sua fé cotidiana. Contém 336 páginas.
 
· PIPER, John & Justin Taylor. A supremacia de Cristo em um mundo pós-moderno. Rio de Janeiro: CPAD, 2009. No mundo de hoje, apesar da humanidade estar voltada para a busca de espiritualidade, existe uma grande resistência a fé cristã. Diversas religiões e crenças, novas e antigas, passaram a atacar a pessoa de Jesus quanto a sua deidade. A ciência e a tecnologia avançada exigem o lugar de “verdade absoluta”, questionando e contrariando a autoridade da Palavra de Deus. Nesta obra, temas como: cultura, verdade, alegria, amor, entre outros, são relacionados com a verdade de Cristo a fim de compreendermos que o Senhor Jesus é Supremo em todas as esferas que nos cercam, e a esta supremacia devemos obediência. Contém 160 páginas.

· PIPER, John e Justin Taylor. Firmes - Um Chamado a Perseverança dos Santos. São Paulo: Fiel, 2010. A resposta moderna – e mundana – para melhorarmos a vida é geralmente “siga em frente”. Se o seu casamento tem conflitos, se a sua igreja se esfacela, se o seu chefe o incomoda e as pessoas se opõem a você, abandone-os. Faça uma mudança. Busque o que é melhor para você. Mas a Palavra de Deus mantém um padrão diferente – um belíssimo valor que, embora difícil, leva à mais profunda satisfação e a grande recompensa: perseverança. Essa perseverança duradoura e firme, que mantém o curso, é especialmente necessária em nossa geração vacilante. Este livro não somente exalta a virtude da perseverança fiel e piedosa, mas também dá testemunho do seu poder diário na vida dos cristãos por meio das experiências de – que provê o contexto e a perspectiva para todo o livro – e de quatro seguidores de Cristo dedicados que representam diferentes tipos de perseverança. Contém 174 páginas.
 
· PIPER, John, Taylor, Justin, Helseth, Paul. Teísmo aberto: Uma teologia além dos limites bíblicos. São Paulo: Vida, 2006. Alvo de inúmeras controvérsias, o teísmo aberto provocou o surgimento de diversas questões: - Como devemos entender passagens que afirmam que Deus se arrepende? - Teria a filosofia grega manchado de maneira decisiva o teísmo clássico? - Alguns fundamentos do cristianismo estão ameaçados nesta questão? - Onde, quando e por que deveríamos traçar novas fronteiras teológicas? O teísmo aberto estaria além delas? Teólogos renomados se uniram para examinar a mais recente literatura sobre o teísmo aberto e orientar a igreja neste momento de debate acirrado. Prepare-se! Contém 501 páginas.

· PIPER, John. Irmãos, nós não somos profissionais. São Paulo: Vida Nova, 2010. Nós, pastores, estamos sendo massacrados pela profissionalização do ministério pastoral. A mentalidade do profissional não é a mentalidade do profeta. Não é a mentalidade do escravo de Cristo. O profissionalismo não tem nada que ver com a essência e o cerne do ministério cristão. Quanto mais profissionais desejamos ser, mais morte espiritual deixaremos em nosso rastro. Pois não existe a versão profissional do “tornar-se como criança” (Mt 18.3); não existe compassividade profissional (Ef 4.32); não existem anseios profissionais por Deus (Sl 42.1). Contém 288 páginas.

· PIPER, John. O que Jesus espera de seus seguidores. São Paulo: Vida, 2009. Depois de sua contribuição à Igreja com uma bem-vinda Teologia da Alegria, o autor leva-nos a considerar o fato de que Cristo tinha um projeto para os seus seguidores. De fato, a fé cristã é uma proposta de vida. Fazemos bem em considerar o fato de que, Independentemente da missão geral da Igreja, cada cristão tem uma missão pessoal: a de satisfazer uma expectativa de quanto Jesus aos seus discípulos. Contém 430 páginas.

· SANTOS, Ivênio dos. Alma nua. Brasília, DF: Palavra, 2007. Alma nua tem a pretensão de tratar o Sermão do Monte como a “Constituição do Reino de Deus” e explicá-la a partir das bem-aventuranças, transformando cada uma delas em princípios. O objetivo é ajudar cada leitor a detectar os males da alma que se alojam nos cantos escuros da personalidade. Uma terapia de Deus para os males da alma. Para os que desejam ser curados da alma, o texto é óleo puro, pronto para a unção das feridas. Para os pastores e líderes interessados em subsídios pastorais, o texto é “uma carta do céu”. Para todos uma estaca segura que aponta a essência da fé em Cristo e o Cristo da fé. - Contém 243 páginas.
 
· SCHAEFFER, Francis A. Morte na cidade. São Paulo: Cep, 2003. A mensagem à cultura e à igreja que deram as costas a Deus. Qual deveria ser nossa perspectiva como indivíduos, como instituições, como cristãos ortodoxos, como aqueles que alegam acreditar na Bíblia? Como devemos olhar para este mundo pós-cristão e nos comportar como cristãos nele? Este livro tentará responder a essas perguntas. Ele iniciará declarando uma posição relativa à necessidade básica da igreja ortodoxa em nosso mundo pós-cristão, e depois considerará esta proposição no contexto bíblico dos livros de Romanos, Lamentações e Jeremias. Durante todo o tempo nós olharemos para a situação que enfrentamos o mundo moderno e a perspectiva que devemos ter como cristãos neste mundo. Contém 112 páginas.

· SCHAEFFER, Francis. A Arte e a Bíblia. Minas Gerais: Ultimato, 2010. Para Francis Schaeffer, o cristão deve usar as artes para glorificar a Deus, não simplesmente como propaganda evangelística, mas como algo belo para a glória de Deus. Contém 8 páginas.

· SILVA, Sinval Teófilo. Os bereanos. Londrina: Ide, 2008. Estamos rodeados de falsos mestres que estão divulgando outro evangelho. Não podemos aceitar tudo como verdade, simplesmente porque alguém disse, ou porque está escrito em algum livro. Não podemos nos iludir com o costume das multidões que abraçam as novidades religiosas acreditando em tudo o que se ouve. Todos nós temos o direito e o dever de buscar nas escrituras a confirmação da verdade. Não se deixe levar pelo engano. Seja um bereano, examine as Escrituras. Atos 17:11. Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver as coisas eram de fato assim. Atos 17:11. Irmãos, venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei, o qual recebestes e no qual ainda perseverais; por ele também sois salvos, se retiverdes a palavra tal como vo-la preguei, a menos que tenhais crido em vão. Antes de tudo vos entreguei o que também recebi; que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. Coríntios 15:1-4. Mas, ainda que nós, ou mesmos um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema. Assim como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema. Gálatas 1:8-9. Contém 64 páginas.

· SIRE, James W. Universo ao lado. São Paulo: Editora Hagnos, 2009. Por meio de um texto agradável e claro, o autor explica a base do teísmo cristão, deísmo, naturalismo, niilismo, existencialismo, monismo panteísta oriental, da filosofia da Nova Era e do pós-modernismo. A capacidade de compreender e avaliar as cosmovisões mostra-se de vital importância. Contém 384 páginas.
 
· SOARES, Germano. Comentário Bíblico – Gálatas. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. A Epístola tem despertado a atenção dos melhores comentaristas de todos os tempos, porque apresenta o pensamento de Paulo e expressa resumidamente a essência da doutrina e da vida cristã. Podemos dizer, sem medo de errar, que a despeito da ausência de beleza estilística, nunca houve na literatura humana outro livro de igual valor. Quem estuda e entende a Epístola aos Gálatas, compreende Cristo e o Cristianismo; e quem segue piamente seus ensinamentos é, com certeza, um filho amado do Deus eterno. Contém 176 páginas.

 
· SPURGEON, C. H. Graça, o infinito amor de Deus. Rio de Janeiro: Danprewan, 2010. O livro convida o leitor a um encontro revelador com o Pai, por meio de um caminho que o levará à abertura de sua mente, à percepção de sua fé e de suas atitudes e à benção de Deus. Toda a Sua bondade será revelada e você entenderá como está cheio e envolto da graça do Senhor em todos os momentos de sua vida. Aceite esse convite e vá ao encontro da sua felicidade. Abra o seu coração e deixe a boa palavra penetrar em sua alma, ingressando, assim, em uma nova vida com Cristo. Com este livro você compreenderá de maneira clara por que muitos não conseguem ter uma vida abundante no Senhor. Com exemplos próprios e através de metáforas, o autor nos mostra que todos nós temos o direito de viver plenamente com a alegria e a paz que vem de Jesus. Contém 120 páginas.
 
· STEVENS, R. Paul. Deus e o mundo dos negócios. Brasília – Viçosa: Palavra e Ultimato, 2008. Como será que Deus encara nossos negócios e nossa vida profissional? Por que tantos se sentem culpados por ganhar dinheiro com o seu trabalho honesto? Paul Stevens nos apresenta um livro não do tipo “como fazer” sobre liderança ou gerenciamento, mas essencialmente sobre “como se tornar”. Lida com propósito e motivação em vez de métodos. Estimula algumas sutis habilidades que irão, a longo prazo, fortalecer a base de sua empresa ou empreendimento. *Contém 256 páginas.

· STOTT, John. A cruz de Cristo. São Paulo: Vida, 2000. O símbolo universal da fé cristã não é a manjedoura, mas a cruz. Mesmo assim, muitos cristãos não entendem o significado da cruz nem o motivo por que Cristo precisou morrer. O teólogo John Stott apresenta respostas a questões inquietantes ao analisar: a cruz como o próprio Senhor Jesus a entendia, à luz dos Evangelhos; a profundidade da expressão "Cristo em nosso lugar"; o feito realizado pela cruz; o que significa viver submetido à cruz de Cristo. Stott deixa claro que após essa compreensão, o homem sente a necessidade de ter um relacionamento íntimo com Deus marcado pela adoração. Considerada um clássico moderno, esta obra combina exposição bíblica excelente, estudo criterioso da fé cristã e o chamado urgente para uma vida ao pé da cruz. Contém 360 páginas.
 
· SWINDOLL, Charles R. Davi - Heróis da fé. Um homem segundo o coração de Deus. São Paulo: Mundo Cristão, 2009. Vulnerável, mas um homem de Deus. Muitos são os exemplos de grandes homens de Deus na Bíblia, mas apenas um foi considerado um homem segundo o coração de Deus. As verdades não mudaram, mas é preciso que a poeira seja removida delas, para que possam ser vistas à luz de onde vivemos hoje. Davi foi em muitos aspectos um homem extraordinário. Mas isso não quer dizer que nunca tenha desagradado a Deus ou não tenha sido injusto em algum momento de sua vida. Ocorreu com ele tudo o que geralmente acontece na vida das pessoas comuns. Ele foi arrastado por paixões destrutivas, abalado por problemas familiares e pela tragédia pessoal, e motivado por conveniências políticas. Como, então, um indivíduo tão humano poderia ser descrito como um homem segundo o coração de Deus? O segredo de Davi está na maneira como ele consagrou sua vida totalmente ao Senhor e em sua capacidade de descer ao pó do arrependimento e da humilhação, e pedir perdão a Deus. Dedicação não significa perfeição: apesar de todas as dificuldades e erros cometidos, Davi viveu uma vida extraordinária de fé, contada em detalhes nesta obra. Contém 368 páginas.
 
· SWINDOLL, Charles R. Jesus - o maior de todos. São Paulo: Mundo Cristão, 2008. Mais de 2,000 Passados anos , a figura de Jesus continua em Evidência . Não bastassem OS Se bilhões de Olha você enfileirados ramos nsa Variados fazer santidade SUA Cristianismo Que reconhecem , nsa Pesquisadores Diversos campos das ciências sociais continuum a discutir o verdadeiro papel de Jesus. Distante de controvérsias , Swindoll ressalta uma figura do Salvador da Humanidade e Sua história singular. Um carpinteiro , Vindo das regioes Mais desvalorizadas e esquecidas da Palestina, revela o amor de Deus e Sua Paixão Pelos Mais Pobres, cidadãos de Segunda classe alçados à Condição de cidadãos do Reino de Deus. Contém 368 páginas.

· SWINDOLL, Charles. Jó - Heróis da fé - Um homem de tolerância heróica. São Paulo: Mundo Cristão, 2004. Charles Swindoll nos ajudará a reconhecer que dependemos mais de Deus do que sequer poderíamos imaginar. Jó é uma obra que ajudará os leitores a confiar ainda mais no Criador. Contém 432 páginas.

· TRIPP, Tedd. Pastoreando o coração da criança. São Paulo: Fiel, 2004. Pastoreando o Coração da Criança é uma obra sobre como falar ao coração de nossos filhos. As coisas que seu filho diz e faz brotam do coração. Lucas 6.45 afirma isso com as seguintes palavras: “A boca fala do que está cheio o coração”. Escrito para pais que têm filhos de qualquer idade, este livro esclarecedor fornece perspectivas e procedimentos para o pastoreio do coração da criança nos caminhos da vida. “Tedd Tripp conhece aquilo sobre o que está falando, bem como as pessoas às quais está se dirigindo. Ele conhece os filhos e os pais... e conhece os caminhos de Deus. Este livro ensina ao leitor quais devem ser os seus alvos e como perseguir esses alvos de maneira prática. Ensina ao leitor como e o que falar ao coração de seu filho. Este livro inspirará os pais a se tornarem diferentes. É uma obra-prima” (Dr. David Pawlison Westminster Theological Seminary). Contém 228 páginas.

· WHARTON, Edward C. Redenção: O plano magnífico da salvação humana. O plano eterno de Deus inclui a revelação de sua intervenção histórica na vida dos seres humanos e das nações para a redenção da humanidade decaída. Redenção: O Plano Magnífico da Salvação Humana apresenta como Deus trouxe a redenção para o ser humano através de Jesus Cristo e como essa redenção era uma necessidade verdadeira, fundada na história da criatura que abandonou o Criador. Contém 116 páginas.

· WILKINSON, Bruce. Vitória sobre a tentação. São Paulo: Mundo Cristão, 2005. Vencer. Este é o objetivo de todo ser humano. No entanto, quando se trata de vencer a tentação, o que parece um objetivo torna-se um desejo pela pureza e santidade. Mas como vencer essa batalha? Como um devocional diário, aqui estão 30 capítulos escritos por 22 grandes autores, que mostram o caminho para todo homem que deseja a santidade, alcançar a Vitória sobre a tentação. Contém 284 páginas.

· WILLARD, Dallas. A grande omissão. São Paulo: Mundo Cristão, 2008. Qual a diferença entre “cristão” e “discípulo”? Pode ser que você não veja nenhuma, ou considere apenas questão de semântica e que, no fim das contas, ambos os termos se equivalem. Para o teólogo e escritor Dallas Willard, porém, essas duas palavras podem guardar uma enorme distância entre si quando se trata de definir nosso papel no cumprimento da missão primordial da igreja. Nesse sentido, ser cristão pode não passar de uma nomenclatura com a qual nos acomodamos, protegidos sob a garantia da salvação. Mas isso não traduz a integralidade do evangelho se não produzir, de fato, discípulos de Jesus — “pessoas que não apenas adotam e professam certas idéias como também aplicam sua compreensão crescente da vida no reino dos céus a todos os aspectos de sua vida na terra”, como afirma o autor. Essa disparidade é analisada com coragem e agudeza de espírito em A grande omissão. Willard, autor do best-seller A conspiração divina e referência internacional em teologia cristã contemporânea, desafia o leitor a repensar sua responsabilidade como membro da eclesia e revisar conceitos, incluindo o da Grande Comissão, em todas as suas implicações. Contém 216 páginas.
 
· YANCEY, Philip. Ilusões da fé. Rio de Janeiro: Danprewan, 2010. Por que Deus permite o sofrimento? “Se Ele faz diferença em nossas vidas, por que há tantos cristãos falsos?”; “Se o Senhor sempre perdoa, por que me sinto culpado?” Questionamentos acerca da existência de Deus e de seu poder de transformação são comuns a muitas pessoas. Porém, não imaginamos que também façam parte da vida de inúmeros cristãos. Ilusões da Fé responderá algumas das perguntas mais freqüentes, e conduzirá o leitor a um conhecimento mais profundo do Cristianismo e do modo como ele opera. Através deste livro, você terá respostas reais e diretas, permeadas de esperança, para os questionamentos mais comuns entre os cristãos. Entenderá, ainda, que o Evangelho não apresenta soluções fáceis e imediatas, mas, ao contrário, oferece um caminho árduo, porém, transformador do ser humano. Leia Ilusões da Fé e descubra que as suas dúvidas podem abrir portas para um encontro real com Deus. Contém 182 páginas.

· YANCEY, Philip. Para que serve Deus. São Paulo: Mundo Cristão, 2010. De suas muitas viagens pelo mundo como palestrante, Yancey tem colecionado recordações nem sempre agradáveis. O livro apresenta os bastidores de dez situações especialmente tensas em que Yancey esteve presente, convidado a falar sobre a graça de Deus. Sempre atento às questões mais polêmicas da fé cristã, Yancey aventura-se na investigação do sentido prático da fé para aqueles que vivem momentos dramáticos e aparentemente sem esperança, como ele mesmo, à beira da morte numa estrada isolada, após sofrer grave acidente automobilístico. Este diário de bordo é o convite de Philip Yancey para responder à principal pergunta do livro, mas também para que você descubra como a mensagem da graça adquire contornos surpreendentes quando colocada à prova. Contém 288 páginas.