1. KELLER, Timothy. Nascimento, casamento e morte. São Paulo: Editora Vida Nova, 2020. Como encontrar Deus nos eventos mais significativos da vida. Esta obra dedica-se a esses três momentos-chave da vida em três seções bem destacadas e de fácil consulta. Na seção sobre o "Nascimento", Timothy Keller nos ajuda a compreender o nascimento físico e espiritual e como o batismo conecta essas duas experiências. Na seção sobre o "Casamento", Keller e a esposa, Kathy, mostram — à luz da Bíblia e com a experiência de 45 anos de matrimônio — como iniciar e nutrir um casamento. E, por fim, na seção sobre a "Morte", Keller trata de um dos assuntos mais negligenciados em nossa cultura, mostrando como a Palavra de Deus oferece alternativa e esperança para o desespero e a negação causados pela morte. Contém 224 páginas.
2. NOUWEN, Henri. Tudo se fez novo. Um convite à vida espiritual. Brasília: Editora Palavra, 2007. A sensação de vazio, o cansaço, o tédio, a ansiedade, as pressões e preocupações desta vida são alguns dos principais temas abordados nesta obra de Henri Nouwen. De acordo com a sensibilidade apurada do famoso escritor holandês, estamos num tempo onde temos muitos, mas não temos nada; temos casa, mas não temos lar: "Preocupações fazem com que estejamos 'em todos os lugares', mas raramente em casa. Uma maneira de expressar a crise espiritual de nosso tempo é dizer que a maioria de nós tem um endereço, mas não podemos ser encontrados lá. Sabemos a quem pertencemos, mas continuamos sendo empurrados em muitas direções diferentes, como se fôssemos um sem-casa. 'Todas essas coisas' continuam requerendo nossa atenção. Elas nos conduzem para tão longe de casa que eventualmente esquecemos nosso verdadeiros endereços, os lugares onde podemos ser encontrados." Em Tudo se fez novo, Nouwen usa as palavras de Jesus no Sermão do Monte acerca das ansiedades da vida, para ensinar como alguém ainda pode ser espiritual diante de uma sociedade tão materialista e, ao mesmo tempo, tão insatisfeita. Contém 93 páginas.
3. VANHOOZER, Kevin. Autoridade bíblica pós-reforma. Resgatando os Solas segundo a essência do cristianismo protestante puro e simples. São Paulo: Editora Vida Nova, 2017. Nos últimos anos, estudiosos conceituados têm defendido a tese de que a Reforma protestante impôs uma anarquia interpretativa à igreja. Será que chegamos ao momento de considerar a Reforma um experimento de 500 anos que não deu certo? Kevin Vanhoozer, teólogo evangélico conservador de renome internacional, não pensa dessa forma. Embora reconheça a legitimidade das críticas recentes, o autor argumenta que resgatar os princípios cardeais da Reforma é o meio para responder aos críticos da interpretação bíblica protestante. Vanhoozer explora de que maneira uma apropriação adequada dos cinco solas — sola gratia (somente a graça), sola fide (somente a fé), sola Scriptura (somente as Escrituras), solus Christus (somente Cristo) e soli Deo gloria (somente para a glória de Deus) — fornece os instrumentos que conferem os contornos da interpretação bíblica e estabelecem a autoridade interpretativa. Ele apresenta uma avaliação positiva da Reforma, mostrando que o resgate do “cristianismo protestante puro e simples” tem o potencial de reformar a fé e as práticas cristãs contemporâneas. Contém 336 páginas.
4. BOCK, Darrell L. Unidade na Diversidade. São Paulo: Editora Vida, 2018. Ao mesmo tempo em que trata da história do evangelicalismo, essa obra desafiadora reflete sobre como os evangélicos devem resolver discussões polêmicas e como sua abordagem teológica deve dedicar-se a essa questão em sua essência, método e tom. Também adverte para a natureza desses debates em relação ao chamado maior da igreja para missões, alertando-nos sobre a tendência de empregarmos demasiada energia entre quatro paredes. Contém 136 páginas.
5. SCROGGIE W. Graham. Visões de Cristo. São Lourenço – MG: Editora Phileo, AMQ, 2019. Em vista da importância e profundidade do tema, e também do fato de que essas mensagens em breve receberão uma incorporação mais permanente, é adequado que a verdade seja exposta com exatidão de expressão por amor, clareza e plenitude. Desta forma, o autor apresenta a obra com confiança. Contém 167 páginas.
6. GRUN, Anselm. A felicidade das pequenas coisas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019. A insatisfação com as coisas ou com outras pessoas geralmente tem uma causa mais profunda: a insatisfação com a própria vida. Você se concentra em tudo que não vai bem. Você tem sempre algo a reclamar. Claro, sempre há razões pelas quais você pode estar insatisfeito. E há coisas no relacionamento, na empresa, na história da própria vida que não são fáceis de aceitar. Mas isso também depende da sua atitude interior, de como você reage ao que confronta. Já a pessoa satisfeita concorda com a vida. Também já se queixou, já estava insatisfeita, mas rapidamente se acostumou e disse sim a tudo. Neste livro, Anselm Grun irá ponderar sobre os tipos de satisfação, o bem estar perante a vida e aquela satisfação restrita de quem se concentra em si mesmo. Observará como diferentes atitudes e condições podem nos levar a satisfação. Estamos felizes se somos satisfeitos, se estamos em harmonia com nós mesmos e com nossas vidas. Outra atitude é o contentamento. Contentamento é também simplicidade. O frugal se contenta com uma vida simples, e a satisfação tem forma de gratidão. Quem é grato por aquilo que Deus lhe deu, grato pelo que tem hoje, está de bem com a vida. Contém 80 páginas.





















