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Mostrando postagens de Junho, 2012

A realidade de quem somos

Vivemos o mundo da especialização. E essa realidade nos torna em pessoas solitárias e abandonadas. Porque vivemos num mundo de competição que visa o ter mais do que o ser. Tudo isso produz um número grande de alienação na nossa vida. Os valores relacionais hoje são primários e a visão da sabedoria divina é algo em segundo plano. Não pensamos muito que a vida passa muito rápida e voamos como a Bíblia afirma. A categoria errada é a do sucesso hoje para tudo na vida. Você deve ter conhecimento humano, intelectual para expandir e crescer cada vez mais. Essa realidade do sucesso humano é a antibíblica. A visão bíblica nos mostra que precisamos voltar para a nossa humanidade e ver que corre sangue em nossa veia. Precisamos enxergar a realidade de quem somos: pessoas que passam rápido pela vida humana (Coração sábio -Série Intimidade com a Palavra - Livro de Eclesiastes).

Deus está assentado no seu trono

A nossa atitude no meio da nossa crise e tribulação, deve ser a de nos lembrar sempre que Deus está assentado no seu trono. Deus é aquele que nunca pode perecer. Ele reina e ainda olha para a nossa dor e tribulação. Ele se levanta e tem piedade de nós e vem nos ajudar. Ele tem um nome que não pode sofrer nenhum ataque fatal ou deixar de existir, ou ainda de reinar. Impossível com Deus, ele é o entronizado sobre tudo e sobre todos. Ele está nos olhando mesmo no meio da nossa dor e vem no tempo certo nos socorrer (Alcindo Almeida - Poesia e oração - Vol. III).




Lançamento do livro: Coração verdadeiro

Um livro que fala sobre Ana, os filhos de Eli, Saul e sua rebeldia e finalmente sobre a vida de Davi. Faz parte da Série - Intimidade com a Palavra - Livro de I Samuel. O nome do livro é: Coração verdadeiro. Ele trata de maneira marcante sobre o caráter, as falhas, o coração, a sensibilidade, as amizades e as batalhas deste rei inesquecível na história da espiritualidade bíblica. Datas do lançamento:
Dia 08 de julho. Horário: 19 horas. Local: Na Igreja Presbiteriana em Alphaville. End: Lgo da Igreja Presbiteriana 1 - Alphaville - Santana de ParnaíbaSP. (11) 4153-1514.
Dia 15 de julho. Horário: 19 horas. Local: Na Igreja Presbiteriana de Ermelino Matarazzo. End: Rua Miguel Rachid, 280 - São Paulo - SP. (11) 2546-3671. Será um prazer recebê-Los nesse dia!

Pensando em João 15.4-5.

O grande presente de Deus no nosso coração é que um dia nos reuniu no corpo de Jesus Cristo e hoje não vivemos mais em função de nós mesmos. Hoje vivemos em função de Jesus. É na comunhão com Cristo que encontramos a comunhão como os irmãos. É na comunhão com Cristo que nos identificamos como membros da família de Deus Pai. É por causa da união em Cristo que podemos orar, conversar, chorar, rir e dividir as dores e angústias com o próximo. É na comunhão com Cristo que temos a possibilidade de crescer como cristãos. É na comunhão somos identificados como servos de Cristo. É na comunhão que percebemos que não somos os últimos bastiões e nem os últimos caciques de Deus. _____ Alcindo Almeida

Vejam o filé que vem por aí...

PIPER, John. Justificados em Cristo -Devemos Abandonar a Imputação da Justiça de Cristo?
“Esta é uma obra magnífica, maravilhosa em sua clareza, notável por seu tratamento fiel e minucioso dos textos bíblicos e poderosa na força de sua argumentação. A resposta simples e potente do Dr. Piper aos ataques recentes à compreensão protestante histórica da justificação pela fé irá curar uma multidão de doenças teológicas. Este é certamente um dos livros mais belos e mais importantes a serem publicados em muitos anos.”
JOHN MACARTHUR. Pastor da Grace Community Church em Sun Valley, Califórnia. Presidente da Universidade The Master’s College
“Esta é certamente a defesa mais sólida da justiça imputada de Cristo, desde a obra de John Murray, cinquenta anos atrás. Estou encantado que o Dr. Piper tenha estabelecido esta doutrina importante, não como um mero artigo da tradição confessional, mas no alicerce sólido da Palavra de Deus.”
JOHN M. FRAME. Professor de Teologia Sistemática e Filosofia. Reforme…

Sobre os nossos sofrimentos

A grande verdade é que os esforços que fazemos por desconectarmos de nossos sofrimentos terminam por desconectar nosso sofrimento do sofrimento de Deus por nós. As nossas ocupações podem ser um meio de escaparmos da realidade do sofrimento. A vida corrida só serve para nos impedir de enfrentar a inevitável dificuldade que todos, em algum momento, teremos. ________ NOUWEN, Henri. Transforma meu pranto em dança. São Paulo: Thomas Nelson, 2009, p. 7.

Quais são nossas perdas?

Quando Jesus disse: Pois não vim chamar justos, e sim pecadores (Mateus 9:13), estava afirmando que só aqueles que são capazes de enfrentar sua situação de dor estarão aptos para a cura e para a entrada em uma nova maneira de viver. Algumas vezes temos que nos perguntar quais são nossas perdas. Ao fazer assim, vamos lembrar quão real é a experiência de perda. Talvez você saiba o que é perder um dos pais. Quanto me lembro da dor sentida após a enfermidade que levou minha mãe à morte! Podemos presenciar a morte de uma criança ou de um amigo. E também perdemos pessoas, às vezes dolorosamente, por causa de desentendimentos, conflitos ou raiva. Posso ficar esperando a visita de um amigo que não vem. Falo a um grupo e espero uma recepção calorosa, mas ninguém se manifesta. Alguém pode levar de nós o emprego, a carreira ou, até, o bom nome
_______ NOUWEN, Henri. Transforma meu pranto em dança. São Paulo: Thomas Nelson, 2009, p. 21.

O amor verdadeiro

O amor de Deus reflete na vida dos bons e dos maus. Da mesma forma, nós os seus filhos devemos imitar o nosso Pai Celeste amando o nosso inimigo também. É claro que não seremos jamais iguais ao Pai em amor, pois, ele ama a sua criação apesar dela ser caída. Ele ama incondicionalmente aos seus eleitos. E cuida da criação num sentido geral com a sua graça comum. Mas, como seus servos, ele coloca em nós disposição para pregarmos com a nossa vida o amor verdadeiro para com os homens.
______ Alcindo Almeida.

Disfarçando nossos sentimentos

Gostamos, também, de vitórias sem esforços: crescimento sem crise, cura sem dores e ressurreição sem a cruz. Não é de admirar que gostemos de assistir a desfiles militares e de aplaudir heróis que retornam, operadores de milagres e recordistas. Também não é de admirar que nossas comunidades pareçam organizadas para manter o sofrimento a distância. As pessoas são sepultadas de maneira a disfarçar a morte com eufemismos e ornamentação rebuscada. As instituições mantêm reclusos os seus doentes mentais e criminosos, numa contínua negação de que eles pertencem à família humana. Até nossos hábitos do dia-a-dia levam-nos a disfarçar nossos sentimentos, e a comunicar-nos polidamente, mas sem sinceridade, evitando, assim, um confronto honesto e curador.
________ NOUWEN, Henri. Transforma meu pranto em dança. São Paulo: Thomas Nelson, 2009, p. 23.

Deus sofrendo por nós

O sofrimento convida-nos a depositar nossas feridas em mãos maiores. Em Cristo, vemos Deus sofrendo por nós. E ele chama-nos a compartilhar os sofrimentos do amor de Deus por um mundo ferido. Das dores pequenas às mais esmagadoras de nossa vida, todas estão intimamente ligadas às maiores dores de Cristo. Nossos pesares diários estão ancorados em um pesar maior, e portanto numa maior esperança. Nada, absolutamente, em nossa vida foge do domínio do juízo e da misericórdia de Deus. ________ NOUWEN, Henri. Transforma meu pranto em dança. São Paulo: Thomas Nelson, 2009, p. 25).

O começo da esperança

O caminho entre o domingo de Ramos e o domingo de Páscoa é o caminho da paciência, o caminho do sofrimento. A nossa palavra paciência deriva do antigo radical patior, que significa sofrer. Aprender a paciência é não nos rebelarmos contra cada adversidade, porque, quando insistimos em esconder nossas dores com “Hosanas” fáceis, corremos o risco de perder nossa paciência. Quando a frivolidade do caminho fácil se desgasta, nós tornamo-nos amargurados e cínicos, ou violentos e agressivos. Em lugar de tudo isso, Cristo convida-nos a permanecer em contato com os muitos sofrimentos de cada dia e a experimentar o começo da esperança e da nova vida, justamente aí onde tivemos, no meio das feridas, dores, falência. Ao observar sua vida, os seguidores de Cristo perceberam que, quando todos os gritos “Hosanas” da multidão cessaram, discípulos e amigos o abandonaram. ____________ NOUWEN, Henri. Transforma meu pranto em dança. São Paulo: Thomas Nelson, 2009, p. 24.

Banda Ágape - Visão de Isaías

“No ano da morte do Rei Uzias Eu vi o Senhor assentado Sobre um alto e sublime trono E as abas de suas vestes enchiam o templo Serafins estavam por cima Dele Cada um tinha seis asas Com duas cobriam o rosto Com duas cobria seu pés Com duas voavam E clamavam uns para os outros dizendo E clamavam uns para os outros dizendo Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos Toda terra está cheia da Sua glória”. (Banda Ágape)

Nas palmas das mãos do eterno Deus

- Texto para reflexão:Eis que nas palmas das minhas mãos te gravei, os teus muros estão perante mim (Isaías 49.16).
O que mais importa não é o fato de conhecermos Deus, mas, algo maior que está implícito neste conhecimento, é o fato de que ele nos conhece. Algo profundo demais na nossa relação com Deus é que estamos gravados nas palmas das suas mãos. Já pararam para pensar que nunca somos esquecidos por ele? Todo o conhecimento dele depende da iniciativa permanente da parte de Deus em nos conhecer. Nós o conhecemos porque ele nos conheceu primeiro e continua a nos conhecer todos os dias que vivemos nesta vida. A grande verdade espiritual para o nosso coração é que não há um único momento em que ele tira seus olhos de nós. Ele não é como nós que nos distraímos e nos esquecemos de ligar para aqueles amigos que estão em lutas ou passando por algo complicado. Deus é diferente, ele tem os seus olhos atentos por toda uma eternidade. Ele olha para a nossa dor, nossos sofrimentos. Ele olha par…

Rio + 20 & Mandato cultural

Pensando no mandato cultural.
Esse mandato que tem a ver com essa Conferência das Nações. Esse mandato é aquele pelo qual o homem ficou responsável para tomar conta do mundo, do cosmos. Esta ideia está intrínseca em Gênesis 1.26 quando diz que o homem deveria dominar sobre os peixes do mar, as aves dos céus, os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejassem sobre a terra. Portanto, como o vice-gerente do pacto ele tinha esse dever de gerenciar, preservar, cuidar da criação de Deus. Num certo sentido o homem é o mediador entre o criador e o cosmos. Então Deus outorgou esse mandato cultural ao homem, ou seja, a responsabilidade de cuidar da criação. É Adão quem nomeia os nomes dos seres vivos (Gn. 2.20). Adão quem deveria trabalhar no jardim, para cultivá-lo e guardá-lo (Gn. 2.15). Vejam que Deus preparou o homem para esse fim para que tudo corresse de forma correta na terra, com ordem, com organização. Como nós hoje podemos valorizar esse mandato cultura…

O Rio Mais 20 está se aproximando.

A pergunta que faço é: qual é o nosso papel como cristãos diante dos temas que serão discutidos na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio+20? Na relação espiritual como membros do pacto temos um vínculo e ele nos leva a determinações graciosas diante do criador. Um pacto faz com que uma pessoa seja comprometida com outra. Isso mostra o que um pacto é, em essência, um vínculo, um acordo, uma união, uma aliança. Deus estabeleceu, segundo a sua graça soberana, este vínculo, essa relação conosco. Agora, qual o nosso papel diante desta relação estabelecida por Deus conosco? Qual a resposta que o homem deve dar diante de Deus com respeito ao pacto estabelecido por Deus com ele? Quanto ao seu viver, andar, falar, agir? Quanto às relações com o próximo, com o meio em que vive? Há algumas responsabilidades que pesam sobre nós neste pacto feito conosco. E elas são chamadas de mandatos. São eles: cultural, social e espiritual. Depois eu comento mais _______ Alcindo Al…

Rio +20

Hoje nós sugamos 30% a mais do que a terra pode oferecer para a humanidade. Não precisa ser nenhum gênio para prever um futuro desastroso médio e curto prazo se nada for feito em favor de uma mudança radical. Teremos a convenção nessa semana, mas qual país será bobo de falar “ao contrário” do que o povo quer ouvir? Isso não existe. Ecologia, Verde, Cuidados com a Terra, sustentabilidade – Todas estas palavras estarão presentes a todo momento. Nenhuma empresa será boba de ir ao contrário disso, montadoras, mineradoras, todas grandes indústrias e empresas vão adotar estes nomes, mas para que? Realmente fazer uma mudança ou camuflar com palavras bonitas da “moda”? A coisa toda é muito mais profunda que isso, sustentabilidade faz pensar em alguns caminhos: 1. Olhar um pouco mais sem hipocrisia para a economia verde; 2. Sistema capitalista querendo se manter sustentável com menos agressão ao planeta terra, porém continuar extraindo o máximo possível da terra; 3. Deixar de pensar no PIB e foca…

Palestra do Ed René Kivitz no Fórum Cristão de Profissionais

O tema foi: O Novo Mundo.Algumas frases importantes:
"Ser popular não é ser relevante.
Se a empresa não tem visão humanística você precisa construir relações humanas no setor da empresa onde trabalha ou atua.
Devemos tratar e construir a liderança de maneira diferente como cristãos!!!
Devemos influenciar com uma índole mais humana e mais sensível.
A nossa tecla é a espiritualidade e não a religiosidade.
A religiao é sectária, mas, espiritualidade promove comunhão, crescimento, ajuntamento.
Os valores da espiritualidade são compartilhados por todos os segmentos religiosos.
A maneira como sermos justos e compassivos é que faz a diferança.
O fator religioso nao é o fator agregador no trabalho. Então, não falamos de religião, nós falamos de espirituliadade. Praticamos uma espiritualidade que não vive para si mesma, mas para os outros.
A espiritualidade bíblica fala de coração e não de superficialidade".

Recesso – preciso de um tempo de Ricardo Gondim.

Hj pela manhã li tudo na íntegra sobre o desabafo de Ricardo Gondim. É evidente que não fecho com ele quanto as suas posições teológicas atuais e olho com certa tristeza algumas das suas posturas tomdas em várias reflexões dele. Mas, não poderia deixar de dizer que lamento esse momento na vida dele, porque o Gondim foi um referencial para a minha geração. Eu participei da Betesda durante 4,5 anos. E ouvir as reflexões feitas pelo Gondim naqueles anos de aridez no Seminário, foi um alívio para o coração. Fica para pensarmos sobre esse momento da vida dele e fortalecermos mais nossos vínculos para que tenhamos a liberdade de nos abrir sem sermos usados ou desprezados na caminhada pastoral.

O encontro com os amigos

Quanto mais profundos com o outro, mais forte será a identidade de ambos que compartilham a mentoria. Perceberemos que outros têm os mesmos problemas que nós temos. Mas, precisamos aprofundar o nosso tempo de encontro com os amigos. Precisamos investir tempo em grupos de mentoria na nossa comunidade. Pessoas que temos afinidade e que precisam da nossa ajuda na caminhada. Os encontros de mentoria ajudam as pessoas a se desenvolverem e se soltarem mais na abertura das narrativas da vida. Às vezes, nos esquecemos que tudo o que sabemos, tudo o que temos através da nossa existência deve ser compartilhado. Tudo é compartilhado na vida. Isso acrescenta ao nosso ser. _____________ Uma parte do Livro: A Amizade da alma.

Um amigo mentor

O grande benefício espiritual da experiência de desfrutarmos de amigos com os quais nos abrimos de maneira sincera é que descobrimos cada vez mais Deus como Pai, na mesma dimensão em que Jesus se relacionava com ele (BARBOSA, 1999, p.45). Precisamos de alguém que nos ajude a aprender o que significa a oração e alguém que nos ajude a estar perto do Pai Celestial (PETERSON, 1999, p. 170). Precisamos de um amigo que conduza a nossa mente para a vontade de Deus. E este amigo é o mentor que nos ajuda a aproximar de Deus à medida que ele mostra o nosso pecado, no sentido do crescimento na santidade diante do Pai. É este amigo mentor que nos ajudará na supervisão, na nossa dedicação da contemplação do Pai. Ele nos ajudará nas nossas fraquezas e falhas da vida nos ajudando a crescer no momento da oração.
____________ Uma parte do livro: A amizade da alma: Fidelidade na mentoria da vida pela Habacuc.

Verdadeiros diante de Deus

Como precisamos ser verdadeiros diante de Deus, reconhecer que não sabemos orar. E é fato que a oração começa no nosso coração quando percebemos esta realidade. Percebemos que se Deus não for santificado em nosso coração, se ele não abrir as portas da graça, nunca entenderemos que ele é o Senhor majestoso, glorioso e grandioso. Creio que só na experiência do nosso quarto é que aprenderemos a orar assim. Aprenderemos a glorificar o Pai e dizer que queremos depender exclusivamente da sua vontade e desejo para o nosso coração.
_________ (Alcindo Almeida - Aprendendo a orar ao Pai em Mateus 6.9-13).

Só a Deus glória

Durante os domingos do mês de outubro de 2011 meditamos sobre os cinco “solas” da Reforma (“Sola Scriptura”, “Solus Christus”, “Sola gratia”, “Sola fide” e “Soli Deo gloria”). Estas cinco declarações representam uma síntese do pensamento dos reformadores do século 16. As quatro primeiras têm uma definição objetiva. Já a quinta -- Só a Deus glória -- permanece para muitos cristãos como uma afirmação subjetiva. Os dicionários definem a palavra glória como: beleza, esplendor, honra, exaltação, grandeza, fama. O pôr do sol em Brasília, nos meses de setembro e outubro, é de uma beleza indescritível. Podemos chamar isto de glória. Receber nove medalhas olímpicas, das quais cinco são de ouro, e a nota máxima na ginástica olímpica, um feito inédito, deu à romena Nadia Comaneci em 1976 a glória de sair na capa da revista Times com os seguintes dizeres: “Ela é perfeita”. Porém, quando nos referimos à glória de Deus, o que ela significa? Para muitos cristãos, significa que qualquer mérito a eles a…

Separação e contraste

Sou de uma geração que ouviu falar muito sobre santidade. Na minha juventude havia uma preocupação sincera com a necessidade de se viver uma vida santa. Livros como “Em Seus Passos o Que Faria Jesus?” e a constante pergunta se Jesus faria o mesmo no meu lugar funcionavam como uma forma de freio moral. A luta contra os três grandes inimigos da santidade -- o diabo, o mundo e a carne -- era levada a sério. A vontade de resistir-lhes era grande. A luta era incansável.
A busca pela santidade trouxe, para muitos, um tipo de paranoia, uma preocupação com a “perfeição” moral que negava o prazer. Isto levou alguns a abandonarem a fé, a fim de preservar a sanidade. Outros, sem abandoná-la, tornaram-se cínicos em relação ao discurso moralista cristão. As mudanças sociais dos anos 60 e 70 questionaram a herança cristã vitoriana, promovendo uma mudança de paradigmas.
A partir dos anos 80, o tema da santidade perdeu força e interesse. Em seu lugar, entrou a preocupação com a “saúde espiritual”. Cre…

Comentando Deuteronômio 32

Quando estivermos desanimados na vida por qualquer decepção, tribulação ou angústia. Saibamos desta palavra preciosa para o coração. Somos povo do Eterno Deus, somos porção dele, somos herança dele. Somos servos dele, escolhidos por ele assim como Jacó foi, como Isaque e Abraão foram. Sabem o que significa isto? Significa que um dia o Senhor nos tirou do lamaçal do pecado, das trevas e nos trouxe para o Reino do seu amor. Ele nos trouxe para perto dele. E hoje somos propriedade exclusiva dele como Moisés diz em Ex. 19.5 e 6. Somos a nação santa de do Eterno, o sacerdócio real dele. Apesar dos nossos pecados e falhas temos esse privilégio profundo no coração.
________ Alcindo Almeida - Equipe pastoral da IP Alphaville.

Café dos homens na IP Alphaville no dia 30 de junho.

Perdoar é preciso – LU&TERO com Marcos Botelho

O que fazer quando alguém nos magoa profundamente? Por que perdoar é tão difícil? Onde podemos encontrar o perdão? http://ultimato.com.br/sites/marcosbotelho/2012/06/04/perdoar-e-preciso-lutero-com-marcos-botelho/

Uma fala sobre minhas reflexões

Espero que em breve vejamos aqueles sermões que nos edificavam tanto,tenho saudades.. Aqueles impactantes que mexem com a nossa estrutura e fazem a gente sair do culto vibrante,com força,com propósitos com ideais que nos mostrava como somos pecadores  mas que somente o amor do Pai e que nos resgata de volta. ______________ Comentário de uma pessoa querida da IP Lapa.

Avaliação do livro Graça Divina - Editora Fôlego

Estudando o livro de Efésios, não poderia perder a oportunidade de ler "Graça Divina", o livro do mais novo pastor da minha igreja, Alcindo Almeida - um leitor ávido e um escritor frutífero. Ele alterna capítulos com o Pastor Gilberto Moraes, fazendo um estudo abrangente e claro da carta de Paulo aos Efésios, mais fácil de ler do que a obra sobre o mesmo assunto de John Stott (cuja dificuldade está mais relacionada a densidade e a profundidade que o assunto é apresentado, não da maneira que é escrito). Eu recomendo a leitura deste, porque, além de um livro de estudo, pode ser considerado como um guia prático de conduta, referenciando-se outros livros da Bíblia e aproximando as escrituras da nossa vida hoje. Esse livro faz parte da série "Intimidade com a Palavra", que eu imagino que deve ser na mesma linha. É muito bom saber que a literatura cristã brasileira pode contar com um autor como o Pr. Alcindo, jovem, contemporâneo, que escreve sobre a luz da Bíblia e a sã…

Um pouco do livro: Coração verdadeiro

Orar significa abrir as mãos perante o Pai e assim nós o encontramos na brisa suavena angústia e na alegria. A oração é o sopro da vida para que ofereçamos toda a nossa vida no altar do Pai e aprendamos quem ele é o que ele faz em nós e por nós (Alcindo Almeida. Coração verdadeiro - Série Intimidade com a Palavra).

Leituras no mês de maio de 2012

HENDERSON, Dee. O guardião. São Paulo: United Press, 2004. O presidente fez sua indicação para a Suprema Corte. Um juiz federal foi assassinado. Há uma única testemunha ocular do crime. Agora, a vida dela corre risco. Somente uma pessoa pode mantê-la a salvo. Neste ambiente marcado pela insegurança, O Guardião apresenta uma missão em que o risco é inevitável e um relacionamento, intransferível. Todo o risco é válido para concluir este caso. Contém 384 páginas.
GONDIM, Ricardo. Deus Imerso no Sofrimento Humano. São Paulo: Editora Doxa, 2010. Entendo que o maior mistério da fé cristã foi a encarnação – Deus, sem deixar de ser Deus, fez-se homem. Que escândalo para judeus e gregos conceber que a divindade descesse qualquer degrau, quanto mais o que a tornasse semelhante (da mesma natureza) a humanidade! Jesus de Nazaré revelou Deus em sua vida, suas palavras e seus atos. E Deus não se parecia com as divindades transcendentais do mundo pagão. O Todo-poderoso fez-se servo; o Criador saiu a …