Quando lemos o Salmo 73, percebemos a grande necessidade de entrar no santuário de Deus e ver que ele sempre está no comando de tudo. Quando entramos no santuário de Deus temos a noção verdadeira do fim dos ímpios que não cultivam o temor e a reverência diante de Deus. Quando entramos no santuário de Deus percebemos que, certamente, Deus coloca os ímpios em lugares escorregadios. Ele os lança para a ruína. Deus provoca como o soberano Deus a desolação deles num só momento! Asafe começa a entender que Deus anulará suas fantasias. Agostinho afirma que quando o salmista entra no santuário de Deus, ele entende que o Eterno Deus pesará tudo na sua balança celestial. E que há um fim preparado para o ímpio. O mesmo se tornará uma palha que é levada pelo vento e nunca mais existirá conforme nos ensina o Salmo 1.6 O salmista reconhece que no meio da sua amargurava ele sentia picadas no coração. Ele estava embrutecido e não sabia de nada. Ele chega a dizer que era como animal diante de Deus. Porque ele não tinha entendimento dos propósitos de Deus na direção do mundo. Mas, ele compreende que está com Deus e que ele o segura à mão direita. Ele entende de maneira profunda quando entra no santuário de Deus que ele o guia com seu conselho e o receberá na glória. Então vem a pergunta de alguém que começa a entender Deus: A quem tenho eu no céu senão a ti? E na terra não há quem eu deseje além de ti. Entremos no santuário divino e vejamos Deus! (Poesia e Oração. Volume 3).
Tem 55 anos, é casado com Erika e pai da Isabella. É membro da equipe pastoral da IP em Alphaville - S. Parnaíba - SP. Ele tem Pós graduado em aconselhamento cristão. Pós em Psicologia em Tomás de Aquino. Membro da Academia Evangélica de Letras de SP. Ele cuida de pessoas no aconselhamento. É autor de: Provérbios, Depressão, Descanso no pastor da alma e Encontros com Jesus. Alegria verdadeira e Casamento é um projeto divino. Ele é fundador e membro do Projeto Timóteo.
terça-feira, 31 de maio de 2016
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Ajudando nossos filhos
Nossa tarefa como pais é a de ajudar nossos filhos a encontrar a própria voz deles. Não podemos viver nossos sonhos nos filhos. Alguns não conseguem ser ou realizar determinados sonhos e transferem isso para os filhos. Nosso propósito é ajudar nossos filhos a descobrirem seus talentos dados por Deus e não querer imprimir o que achamos que deve ser a prática de vida deles. Nosso papel é conduzi-los para mais perto da graça de Deus (Alcindo Almeida).
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Jesus, o nosso bom pastor
Jesus afirma em João 10.10: O ladrão vem apenas para roubar, matar e destruir. Eu vim para que eles tenham uma vida verdadeira e eterna, uma vida melhor e mais rica que qualquer outra com que tenham sonhado. O ladrão vem com este propósito central de roubar a paz do coração. Ele vem para transformar o nosso coração em algo insensível e duro. Ele vem para transformar a vida em trevas e o nosso amor em ódio. Ele vem roubar nossa pureza para nos tornar em pessoas impuras, insanas e cruéis. Ele vem para que percamos nossa fé e fidelidade no Senhor. Jesus ao contrário, vem para ser o nosso amigo, pastor, companheiro legal. A cruz, o sofrimento do servo sofredor, resultam em amizade para a nossa caminhada com ele. Tornamo-nos aqueles que são parte do rebanho do pastor por excelência, Jesus de Nazaré, Jesus da Galiléia, o Jesus de Samaria, Jesus de Lázaro, o Jesus de Zaqueu, o Jesus de Maria Madalena, o Jesus do Gadareno (Alcindo Almeida).
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Um presente de ver
Hoje ao meditar em João 9, percebi mais uma vez a atitude desses fariseus miseráveis. A preocupação deles não era com a grande graça do cego de nascença poder enxergar depois de tantos anos sem ver. Jesus deu esse presente ao coração desse moço, algo precioso demais. Mas, para os fariseus, a grande crise era: como esse Jesus pode curar alguém no sábado dia de descanso e dia sagrado? Quer elemento mais sagrado do que Jesus fazer um ser humano enxergar? Que dó desses fariseus, eram mais cegos do que o moço que foi curado por Jesus! Que o Eterno Deus nos dê graça de vermos as ações dele com alegria, celebração e singeleza no coração sem legalismos e atitudes de cegueira espiritual! (Alcindo Almeida).
terça-feira, 24 de maio de 2016
Criados pelo tecelão divino
O Eterno Deus fez cada um de nós de maneira única e incomparável. Cada um tem um jeito, um estilo, uma forma de ser conforme o propósito do nosso Senhor Deus. Fomos criados pelo tecelão divino de uma maneira singular (Alcindo Almeida).
segunda-feira, 23 de maio de 2016
O Vento - Vencedores Por Cristo
da nossa linda capital,
o vento leva o barco ao longe
e arrasta as folhas no quintal,
pois ele sabe que é outono
e à tarde traz o seu sinal,
desenha um universo novo
nas nuvens brancas do varal.
O vento sobe uma colina
assobiando uma canção.
Ele atravessa uma avenida,
depois da antiga estação.
O vento desce uma ladeira,
abraça o velho casarão,
depois visita uma favela
e alegra um triste coração.
Quem sabe de onde vem o vento?
Quem sabe para onde vai?
Assim é todo o que é nascido
Do Eterno Espírito do Pai.
O vento corta as verdes ondas
do nosso belo e imenso mar,
espalha flores e aromas,
faz a floresta se agitar.
O vento traz um pensamento
ao escritor a meditar,
levanta o leve passarinho
no seu desejo de voar.
A nova esperança em Jesus
A conexão de Jesus com a humanidade mostra que as pessoas se identificam com sua dor. Sua vida é um lembrete de que Deus está nas margens. Ele abraça a vergonha de nossa história pecaminosa e transforma em algo bom. Aqueles que se acham carregados pelo peso dos erros ou da falta de credenciais da normalidade, descobrem nova esperança em Jesus (Xelotes. Dave Gibbons).
terça-feira, 17 de maio de 2016
Deus ouve o nosso clamor
No Salmo 61, Davi apresenta a Deus a sua oração porque ele está num profundo momento de angústia da alma. E mesmo no meio da angústia ele apresenta como sempre um cântico de gratidão e louvor a Deus por estar com ele e ampará-lo sempre. Ele pede ansiosamente para que Deus ouça o seu clamor e atenda a sua oração. Muito provavelmente tenha sido a angústia gerada pela conspiração do seu próprio filho Absalão que intentava usurpar o trono de seu próprio pai.
Quando vemos a palavra clamor podemos identificar a veemência de seu desejo, o seu fervor íntimo e o tom profundo de submissão a Deus. Ele identifica o seu Deus como o único a quem pode recorrer e clamar pedindo alívio e a resposta de oração. Mesmo sendo rei, ele diz que desde a extremidade da terra clama a Deus. Ele reconhece que só Deus é poderoso para responder aos dramas que ele enfrenta. Ele afirma que seu coração está abatido. Em outras palavras, seu coração estava inquieto e agitado. O seu coração estava envolvido em preocupações sobre o que Absalão poderia aprontar. Davi estava angustiado e oprimido.
Parece que vivemos assim hoje diante das nossas crises, ficamos com o coração inquieto, agitado e profundamente angustiado. Com isso perdemos o sono e somos acometidos por um negócio chamado depressão. Então não temos cabeça para nada na vida diária. Davi estava mais ou menos assim, até que na oração ele pede: Leva-me para a rocha que é mais alta do que eu. Pois, tu és o meu refúgio, uma torre forte contra o inimigo. Deixa-me habitar no teu tabernáculo para sempre, dá que me abrigue no esconderijo das tuas asas. Pois, tu, ó Deus, ouviste os meus votos, deste-me a herança dos que temem o teu nome (Livro Poesia e Oração).
segunda-feira, 16 de maio de 2016
O fôlego da vida
A alma nos conecta com as partes do nosso ser e forma a vida. A Bíblia diz que Deus soprou nas narinas do ser humano o fôlego da vida e passou a ser alma vivente. A nossa alma é a evidência de que Deus soprou vida em nós. Por isso, respiramos, sentimos e vivemos (Alcindo Almeida).
ALPHAVISION - Conferência da família IPALPHA com PC BARUK
Com bastante carisma, uma bela voz e muita sensibilidade, Baruk esbanja versatilidade, poesia, interpretações mergulhadas em sentimento, baladas inspiradoras e som contagiante. ele fará um show com sua banda.
Venham tragam a família!
Estacionamento grátis.
Sábado dia 21.05.
Horário: 20h00.
Local: #ipalphaCampusTamboré.
Inscrições gratuitas: www.conferenciadafamilia.c om.br
ALPHAVISION 2016
Dia 20 - sexta-feira - teremos Dave Gibbons no Alphavision!!!
20H00 - ABERTURA COM VÍDEO.
20H10 - LOUVOR COM SARAH RENATA.
Local: Campus Alpha.
Venham participar conosco!
Estacionamento grátis.
Haverá exposição de livros diversos!
Inscrições gratuitas: http://www.ipalpha.com.br/#!alphavision/c29j
20H00 - ABERTURA COM VÍDEO.
20H10 - LOUVOR COM SARAH RENATA.
Local: Campus Alpha.
Venham participar conosco!
Estacionamento grátis.
Haverá exposição de livros diversos!
Inscrições gratuitas: http://www.ipalpha.com.br/#!alphavision/c29j
ALPHAVISION - Conferência da família IPALPHA - dias 20-22.05
Vejam os nossos preletores:
DAVE
GIBBONS - sobre a família.
ISABELLE
LUDOVICO - Características da família saudável e ser mulher no Século XXI.
RAFAEL
DIEDRICH – Como acessar as novas gerações
HUMBERTO
CAGNO - De CEO a servo (a relação entre trabalho x família).
ALCINDO
ALMEIDA - 5 dicas irresistíveis para o diálogo familiar
HILDER
STUTZ - sobre a família da aliança.
MARCOS
SAMAHA - A carreira como idolatria.
Louvor com: PC Baruk; Sarah Renata; Flavio & Klebia.
Venham participar conosco!
Estacionamento grátis.
Haverá exposição de livros diversos!
Inscrições gratuitas: http://www.ipalpha.com.br/#!alphavision/c29j
Crescer em Cristo
Sejamos pessoas dispostas a usar suas mentes para estarem livremente sujeitas à mente de Cristo. Esse é um novo tipo de estudioso. Quando você tem um talento ou uma mente brilhante, você pode ser seduzido pelo academicismo do período. Porém, para crescer em Cristo, você tem que ser contracultural. Não pode ser dominado pelas ambições do estudo acadêmico (James Houston).
Trecho da entrevista com o Dr. James Houston
Como seus últimos anos ao lado da sua esposa, Rita [Houston, falecida em outubro de 2014 após um período de perda progressiva das suas capacidades cognitivas], moldaram o seu pensamento atual sobre a vida?
Uma coisa importante de estar ao lado de uma boa esposa é que ela contradiz você. Os últimos anos foram muito duros e, ao mesmo tempo, uma benção. Um jovem casal estava vendendo o apartamento deles para nós porque estavam se divorciando. Eu estava muito triste porque estávamos nos beneficiando da compra, mas eles adoravam o lugar. Um dia, a moça veio para retirar as últimas coisas, dar um último adeus ao ex-marido e me disse: “Deve ser muito difícil para o senhor, com sua mulher perdendo a memória.” Eu respondi: “Não, não é. Esses são os nossos anos dourados”. Ela olhou-me chocada. Ela estava lá, jovem, lutando com todas as dificuldades de manter um casamento, e eu com a minha mulher sofrendo demência e dizendo que eram nossos melhores anos. Ela perguntou-me: “O que quer dizer com isso?” Respondi, então, que isso é amor incondicional e que eu me sentia privilegiado por ser a memória de minha mulher naquela fase. E essa era uma maravilhosa nova forma de expressão de afeição entre nós. Bem, ela foi embora naquela tarde e depois me disse que estava com coração ferido e orgulhosa demais para manter o casamento. O resultado daquela conversa é que alguns meses depois, ela voltou para casa, eles se reconciliaram e continuam vivendo no mesmo lugar. E, mais tarde, eu pude dizer-lhes o que significava crer em Jesus e o que era um casamento cristão.
sábado, 14 de maio de 2016
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Quando a dor vem
Davi no Salmo 56.1 a 7 nos ensina que em meio ao temor, medo, aflição da vida, ele confiaria em Deus. Ele entregaria a sua vida e o seu coração totalmente nas mãos do Pai. O convite do Salmo é para que façamos o mesmo que Davi. Aprendamos a confiar no Senhor na hora da dor. Esta hora virá para todos: jovens, adultos, idosos, crianças, pobres e também ricos. E o segredo para enfrentar esta hora de dor, angústia e padecimento é confiar de maneira profunda naquele que nos conhece, naquele que nos criou e naquele que conhece de maneira absoluta toda a nossa estrutura. Quando vier a dor confiemos profundamente no criador. E saberemos o que significa experimentar a dependência total nos braços eternos do Pai. O clamor de Davi é para o nome de Elohim que no hebraico é o Deus trino, no plural, aquele que tem todo o poder. No meio das dores, as palavras de Davi demonstravam o tamanho da sua confiança no cuidado divino. Ele diz: Em Deus, cuja palavra eu louvo, em Deus ponho a minha confiança e não terei medo. Três detalhes são importantes aqui:
• Ele louva a Palavra do Deus poderoso;
• Ele tem confiança nele;
• E assim o medo foge do seu coração (Livro Poesia e oração).
• Ele tem confiança nele;
• E assim o medo foge do seu coração (Livro Poesia e oração).
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Percebendo o cuidado de Deus
No Salmo 54.1-3 quando Davi ora e clama a Deus ele percebe no seu coração a grande soberania de Deus. Quando ora, entende que a brutalidade humana não é nada comparada à ajuda do soberano Deus. Ele sabe que o soberano está com ele. Esta é uma verdade para descansarmos em Deus sempre. Deus é soberano e está sempre nos dando graça. A oração nos ajuda a perceber o cuidado de Deus sempre presente na vida. Deus ouve o nosso clamor e dirige os nossos passos. Ele nos fortalece em meio às crises e problemas da vida. Descobrimos que a oração nos treina para um único foco: Deus é o soberano da vida e só ele resolve os conflitos da nossa alma. A oração nos convida a depositar a vida toda na presença do soberano Deus que olha para os nossos passos difíceis e derrama sua graça sempre (Livro Poesia e oração).
terça-feira, 10 de maio de 2016
Permanecendo em Jesus
Hoje pela manhã meditei com a Isabella o texto de João 15.1-5. Interessante o que Jesus diz, que ele é a videira e que nós somos os ramos. O Pai é o grande agricultor. Ele nos ensina algumas verdades:
- Somos lapidados pela videira para darmos frutos;
- Somos lapidados pela videira para darmos frutos;
- Somos limpos pela Palavra da verdade;
- Só sobrevivemos permanecendo em Jesus, a nossa videira;
- Sem Jesus na vida não podemos fazer absolutamente nada.
- Só sobrevivemos permanecendo em Jesus, a nossa videira;
- Sem Jesus na vida não podemos fazer absolutamente nada.
Aprendamos a viver com Jesus, a nossa videira preciosa. Como diz o texto no versículo 5: Eu sou a Videira, vocês são os ramos. Quando vocês estiverem unidos a mim e eu a vocês, num relacionamento intimo e orgânico, não imaginam que colheita terão. Separados, vocês nada podem produzir! (Alcindo Almeida).
segunda-feira, 9 de maio de 2016
sábado, 7 de maio de 2016
A expressão do coração
A oração é essencialmente a expressão do coração ansiando por amor. Não é tanto a lista de nossos pedidos, mas o respirar de nossos pedidos mais profundos, o estar unidos com Deus da forma mais completa possível (Jeffrey D. Imhach).
quinta-feira, 5 de maio de 2016
ALPHAVISION
Construir o tecido da sociedade através da família, que hoje se apresenta em decadência, promete ser mais uma experiência absolutamente incrível para todos. Neste ano, vamos aprofundar e discutir soluções para os males que proporcionam a desestruturação das bases familiares. Isto será feito através de uma abordagem cristã reformada e contemporânea.
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Leituras em abril de 2016
1.
MCGRATH,
Alister. Surpreendido pelo sentido. São Paulo: Editora Hagnos, 2015. McGrath, autor do campeão de vendas O delírio de Dawkins, leva o leitor através de questões
como: como fazer sentido do mundo que nos rodeia? A crença na ciência e na fé
cristã é compatível? A estrutura do universo aponta para a existência de Deus?
McGrath ajuda os leitores a ver que a ciência não é um anátema para a fé nem
suplanta a fé. Tanto a ciência quanto a fé ajudam a dominar o desejo humano de
fazer sentido das coisas. A fé é complexa. Ela não é um salto cego no escuro,
mas uma jubilosa descoberta de uma imagem mais abrangente das coisas
maravilhosas das quais todos nós fazemos
parte.
Contém 106 páginas.
2.
BONHOEFFER,
Dietrich. Discipulado. São Paulo: Mundo Cristão, 2016. A leitura desta obra torna-se
uma tarefa imprescindível para todo aquele que se propõe a mesma pergunta que
orientava Bonhoeffer: “O que é o cristianismo, ou ainda, quem é de fato Cristo
para nós hoje?”. Para ele, ficou evidente a necessidade de criticar o que
chamou de “graça barata”, que, “em vez de justificar o pecador, justifica o
pecado”. Ou seja, a postura que a Igreja assume ao inverter todo o esforço dos
reformadores sintetizado na doutrina da justificação pela fé mediante o
sacrifício na cruz de Cristo. Justamente por isso, “a graça barata é a inimiga
mortal de nossa Igreja”. Foi contra esse tipo de graça que os esforços de
Bonhoeffer se direcionaram, reiterando enfaticamente a verdadeira vida em
comunidade, na qual o discipulado é visto como compromisso radical de
obediência a Cristo — mesmo que implique a morte, não apenas do velho ser
humano, mas do próprio discípulo. Contém 256 páginas.
3.
STOTT,
John. Sinais de uma igreja viva. São Paulo: Ultimato, 2005. A igreja
não é perfeita, é santa, mas está em processo de santificação. E quais são as
marcas de uma igreja viva? John Stott mostra que são louvor, ensino da Palavra,
adoração, comunhão e evangelização. E como estes sinais aparecem? Como fazer
com que a igreja manifeste estes sinais? Conheça mais sobre o tema neste livro.
Contém 80 páginas.
4. HUNT, June. Esperança
para o coração. Encontrando força nas tempestades da vida. São Paulo:
Vida Nova, 2015. June Hunt construiu seu ministério de aconselhamento ajudando
pessoas a descobrir o poder da esperança. A esperança que a Bíblia ressalta não
tem nada que ver com cruzar os dedos e torcer para que o melhor aconteça. A
esperança bíblica autêntica é uma força poderosa que nos sustenta, uma âncora
capaz de nos manter firmes em meio às tempestades mais ferozes, escreve ela. Se
você vem lutando para encontrar esperança nas tempestades da vida, este livro
mostrará como mapear um novo curso em direção às águas tranquilas. Contém 240
páginas.
5. YANCEY,
Philip. A pergunta que não quer calar. São Paulo: Mundo Cristão, 2016.
A pergunta que não quer calar oferece o consolo de que tanto necessitamos
quando somos confrontados com esta difícil questão: onde está Deus no sofrimento?
O questionamento sobre a ação de Deus no sofrimento acompanha a humanidade ao
longo da História e adquire contornos mais pungentes quando somos nós os
atingidos pelo inesperado. É em situações extremas, quando estamos a ponto de
sair do eixo, que mais necessitamos ler e ouvir o que pessoas como Philip
Yancey têm a dizer. Este encontro com o talentoso autor de A pergunta que não
quer calar e de outros livros relevantes para o nosso tempo nos permite
experimentar solidariedade, consolo e esperança em momentos de dor e angústia
profunda. Contém 144 páginas.
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