terça-feira, 26 de maio de 2026

O perdão que nasce do nome de Cristo - I João 2.12


O texto afirma no versículo 12: Filhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados são perdoados, por causa do seu nome.
João se dirige aos cristãos com uma expressão profundamente pastoral: “filhinhos”. Essa forma de tratamento mostra cuidado, ternura e preocupação espiritual. João não está apenas ensinando doutrina, ele está pastoreando o coração da igreja.
Nesse versículo, ele lembra aos cristãos de uma das verdades mais fundamental do Evangelho: os pecados foram perdoados por causa do nome de Jesus.
Essa afirmação traz grande consolo espiritual. O perdão que recebemos não está baseado em nossos méritos, em nossa capacidade moral ou em nossa boa obra. O fundamento do perdão é exclusivamente a pessoa e a obra de Cristo.
Essa verdade não apenas consola o coração, mas também fortalece sua caminhada espiritual. Quem compreende a profundidade do perdão divino aprende a viver com gratidão, humildade e renovada disposição para seguir o Senhor.

• Para refletir e viver:

• Descanse na certeza do perdão em Cristo.
• Lembre-se diariamente da graça de Deus.
• Não baseie sua esperança em seus próprios méritos.
• Viva com humildade diante do Senhor. (Pr. Alcindo Almeida)

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Atitudes práticas (I João 2.11)


O texto afirma no versículo 11: Aquele, porém, que odeia a seu irmão está nas trevas, e anda nas trevas, e não sabe para onde vai, porque as trevas lhe cegaram os olhos. 
O apóstolo João continua aprofundando o contraste entre luz e trevas na vida espiritual. Para ele, a maneira como tratamos nossos irmãos revela a condição real do nosso coração diante de Deus.
João afirma que aquele que odeia o irmão não apenas está nas trevas, mas anda nas trevas. Isso significa que sua vida inteira está sendo conduzida por uma realidade espiritual de afastamento de Deus. As trevas não são apenas um estado momentâneo; elas se tornam um caminho de vida.
A consequência dessa condição é a cegueira espiritual. João diz que quem vive no ódio “não sabe para onde vai”. As trevas cegam os olhos do coração, impedindo a pessoa de perceber a verdade, de discernir o caminho correto e de experimentar a luz do Evangelho.
O amor cristão não se limita a palavras ou sentimentos, ele se manifesta em atitudes concretas. 

Para refletir e viver:

Examine seu coração diante do amor ao próximo. 
Entenda que o ódio produz cegueira espiritual.
Pratique o amor de forma concreta.
Viva de maneira que seu testemunho edifique os outros. (Pr. Alcindo Almeida)






segunda-feira, 11 de maio de 2026

Leituras em maio de 2026


1. AMORIM, 
Rodolfo. O cristão e a arte num mundo em desencanto. Minas Gerais: Editora Ultimato, 2025. Os cristãos são capazes de produzir obras que encantem pessoas que desconhecem e ignoram a graça e a presença de Deus nos dias atuais? É possível oferecer uma resposta cristã nos diferentes campos da arte e da cultura? O livro apresenta a arte a partir da estética e da beleza inspiradas pelas Escrituras e pela tradição cristã, bem como diferentes implicações para a compreensão do fazer e desfrutar artístico cristão. Um livro essencial para amantes da arte que também amam a Deus de todo coração e de todo o entendimento. Rodolfo Amorim mostra que sua inclinação protestante-reformacional sabe dialogar com diferentes tradições cristãs e delas absorver excelentes ideias para enriquecer a nossa experiência estética da vida. Amigo e professor que me apresentou Rookmaaker, Dooyeweerd, Charles Taylor e Kierkegaard, depois de anos de pesquisa e palestras sobre arte e espiritualidade, ele traz neste livro um texto maduro, acessível e profundamente espiritual. Contém 288 páginas.

2. WILSON, Douglas. Firme nas promessas. São Paulo: Editora Clire, 2021. A sua família é uma cultura? O seu lar é um ambiente propício para a criação de filhos? Deus projetou cada família para ser uma cultura — com linguagem própria, costumes e tradições. A cultura da família molda profundamente o íntimo das crianças que crescem nela. É dever do pai garantir que a modelagem ocorra de acordo com os padrões da sabedoria bíblica. Alguns pais estabelecem uma cultura rebelde no lar trazendo a ira de Deus sobre os filhos. Outros pais falham em estabelecer uma cultura distinta, e as culturas externas invadem o lar para preencher o vazio. Por meio do Messias, Deus prometeu bênçãos ao seu povo, “a teus filhos e aos filhos de teus filhos para sempre”. A regra para os membros fiéis da aliança é que seus filhos os sigam em sua fidelidade a Deus. A exceção é os filhos se desviarem. A menos que restabeleçamos uma cultura cristã fiel em nosso lar, nunca a restabeleceremos em lugar nenhum. Contém 201 páginas.

3. JONES, Martyn Lloyd. Caminhar com Deus. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2019. Lloyd-Jones talvez tenha sido o médico mais distinto de toda a Inglaterra. Contudo, cedo em sua carreira, deixou a profissão para dedicar-se a um “chamado mais alto”, melhor dizendo, à “cura de almas”. Ele soube como ninguém oferecer um diagnóstico penetrante da condição humana e uma proclamação persuasiva do Evangelho, como única e suficiente resposta. Este volume é uma continuação valiosa de seu ministério. Caminhar com Deus, 366 mensagens inspiradoras, é um livro devocional diário, que compartilha breves excertos de muitos escritos de Dr. Lloyd-Jones. A seleção de textos é encorajadora, esclarecedora e desafiadora. Todos os leitores que usarem este volume, certamente, adquirirão maior entendimento da verdade bíblica sobre a salvação, o evangelho, o avivamento, o reino de Deus, a vitória da fé, e muito mais. Além disso, aprenderão a se aproximar mais de Cristo e aumentar a sua fé. Nossa oração é que a leitura de trechos das obras do Dr. Martyn Lloyd-Jones o nutram e o supram em sua caminhada com Cristo. Contém 384 páginas.

4. 
PARANGUÁ, Glenio Fonseca. Muito além do perdão. Londrina - PR: Editora Vale Estreito, 2026. Glenio conduz o leitor ao centro da obra completa de Cristo — onde a graça não apenas absolve, mas transforma; não apenas livra do juízo, mas faz nascer uma nova vida. Porque ser salvo não é apenas ser perdoado. É morrer e ressuscitar com Cristo. Contém 116 páginas.

5. NOBLAT, Viviane Braz e Aline. Ei, não aperte a minha mente. Um diálogo entre razão e emoção à luz da TCC e da psicanálise. São Paulo: Editora Chave Mestra, 2026. A ansiedade ganhou palco nos últimos anos ― às vezes, até microfone e luz especial. Mas, neste livro, duas psicólogas mostram que ela não precisa ser a protagonista da sua vida. Com humor, profundidade e uma linguagem acessível, a obra costura Psicanálise winnicottiana e Terapia Cognitivo-Comportamental para explicar por que a mente aperta, por que o corpo reage e, principalmente, como afrouxar esse nó interno sem se violentar. Aqui, a ansiedade deixa de ser uma inimiga e vira uma mensagem que pode, finalmente, ser escutada com cuidado. Contém 143 páginas.