Tem 55 anos, é casado com Erika e pai da Isabella. É membro da equipe pastoral da IP em Alphaville - S. Parnaíba - SP. Ele tem Pós graduado em aconselhamento cristão. Pós em Psicologia em Tomás de Aquino. Membro da Academia Evangélica de Letras de SP. Ele cuida de pessoas no aconselhamento. É autor de: Provérbios, Depressão, Descanso no pastor da alma e Encontros com Jesus. Alegria verdadeira e Casamento é um projeto divino. Ele é fundador e membro do Projeto Timóteo.
terça-feira, 25 de outubro de 2016
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Os desertos da alma
Eugene Peterson no livro Transpondo muralhas diz que quando estamos num lugar deserto, não estamos no controle de coisa alguma, não temos compromissos a cumprir nem reuniões a realizar. Fiquemos atentos e nos mantenhamos vivos, só isso. Num lugar isolado, conseguimos geralmente compreender nossa vida de forma simplificada e aprofundada. Muitos são aqueles que, após alguns dias num desses lugares, sentem-se mais eles mesmos, descomplicados, livres, espontâneos. E não é raro que, mesmo que por qualquer motivo não estejam acostumados a fazê-lo, venham a proferir o nome Deus. Existe algo de maravilhosamente atrativo nos lugares ermos. Sejamos transformados pelo Eterno Deus nos desertos da alma e do coração! (Alcindo Almeida).
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Seres humanos têm sentimentos
Abrir mão de nossas emoções por medo de que o custo seja muito alto significa nos afastarmos da única coisa que dá sentido e significado à vida. Somos pessoas e sentimos, sentimos e choramos. Seres humanos têm emoção que corre nas veias da alma. O salmista diz no Salmo 38.9: *Na tua presença Senhor estão os meus desejos todos e a minha ansiedade não te é oculta*. Vejam a necessidade de expressarmos os nossos sentimentos, porque somos humanos e podemos nos abrir diante daquele que é a nossa fonte, o nosso socorro e amparo em todo tempo! (Alcindo Almeida).
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
A experiência da felicidade
A fé nos liberta da compulsão por sermos sempre felizes. E a fé em Deus nos presenteia sempre com a experiência de uma felicidade imerecida (Anselm Grün).
O monge alemão Anselm Grün disse algo precioso sobre I João: "A primeira epístola de João nos diz que Deus é amor. O amor de Deus impregna toda a criação. E o amor de Deus é também a fonte interna da qual bebemos. Mas, Deus não é apenas amor, ele é também um "tu", um interlocutor, que podemos conhecer. E quando conhecemos Deus, conhecemos nossa própria verdade". Concordo com Grun e isso nos faz bem e nos liberta. Já pararam para pensar nesse amor divino? um amor que se entrega, um amor que rasga um pedaço da Trindade e mada aqui para a terra a fim de amar pecadores como nós. Que amor é esse que envia a segunda pessoa da Trindade para morrer numa cruz por um bando de miseráveis? Que amor é esse que faz o Deus da criação ser humilhado por pecadores a fim de cumprir o plano de redenção? que amor é esse? Um amor divino que desce do céu para tomar o lugar de pecadores. Esse amor é para nós de graça e com entrega total. Agradeçamos a Deus por esse amor que vem dele para nós todos os dias! (Alcindo Almeida).
A necessidade de valorizar o seu líder - (II Samuel 21-15-17)
Eu li mais uma das histórias de Davi. O texto diz que houve uma peleja de Israel contra os filisteus e nesse dia Davi desceu e com ele os seus servos e tanto pelejaram contra os filisteus, que Davi se cansou. E Isbi-Benobe intentou ferir a Davi. Mas, Abisai, filho de Zeruia, o socorreu e feriu o filisteu matando-o. Então os homens de Davi lhe juraram, dizendo: Nunca mais sairás conosco à peleja, para que não apagues a lâmpada de Israel. Eu e as minhas perguntas: que homem é esse que os seus servos dizem que ele é uma lâmpada para Israel? Os seus homens ficaram apavorados com a possibilidade de perderem esse homem de Deus. De não terem mais as palavras e o convívio dele no meio deles. A fala deles é que nunca mais Davi sairia nas pelejas arriscando a sua vida. Será que olhamos assim para os líderes das nossas comunidades? Temos o prazer de tê-los ao nosso lado? Temos esse cuidado especial como os homens de Davi tinham para com ele?
Claro que sou suspeito para falar porque sou pastor, mas me arrisco assim mesmo dando algumas dicas para vocês com seus pastores:
• Ligue para ele e diga que ele é importante demais no pastoreio da comunidade;
• Diga que orou por ele durante um tempo do dia;
• Leve-o para tomar um café na padaria ou almoce com ele;
• Dê um abraço nele;
• Dê um livro de presente acerca de um assunto importante da vida cristã;
• Não deixe de lembrar do seu aniversário em hipótese alguma;
• Dê uma palavra de encorajamento no meio das lutas dele;
• Lembre-se de dizer o mesmo para a esposa e filhos dele (Alcindo Almeida).
terça-feira, 18 de outubro de 2016
O trabalho pastoral
A maior parte do trabalho pastoral é realizada na obscuridade, é decifrar a graça nas sombras, procurando sentido num texto difícil, é assoprar as brasas quase apagadas de uma vida quase extinta. Esse é um trabalho árduo e pouco atraente (Eugene Peterson. A vocação espiritual do pastor).
Um plano divino
Ontem
eu li mais uma vez o livro de Rute e o capitulo 4.13 afirma: Assim, tomou Boaz a Rute, e ela passou a ser
sua mulher; coabitou com ela, e o Senhor lhe concedeu que concebesse, e teve um
filho. Quando lemos esse texto, percebemos que é um desfecho divino da história
de uma mulher que humanamente falando, teria tudo para ver sua vida se
perdendo. Só que aparece na vida dela uma palavra divina chamada: providência. A
nuvem sobre a cabeça de Rute e Boaz está cheia de misericórdia. A história
começou com a perda de Noemi. Ela termina com ganho de Noemi. O versículo 17 é
o grande destino da longa e tortuosa estrada da vida de Noemi. E as vizinhas lhe deram um nome, dizendo: A
Noemi nasceu um filho.
Que
extraordinário vermos o sinal da graça de Deus em retrocessos amargos na vida
de Noemi e de Rute. Primeiro, quando toda a vida de Noemi parecia desabar em
Moabe, foi Deus quem deu Rute a Noemi. Em segundo lugar, Noemi dá a impressão
no capítulo 1, que não há esperança que Rute pudesse se casar e criar filhos
para continuar a linhagem da família (1.12). Mas, o tempo todo Deus está
preservando um homem rico e piedoso chamado Boaz, para fazer exatamente isso. O
motivo é claro e sabemos que isso foi obra de Deus. Noemi reconhece que por
trás do encontro acidental de Rute e Boaz estavam os traços da bondade de Deus,
que não as abandonou.
Diante
dessa história linda, deixo algumas verdades divinas para nós:
1.
Em todos os prejuízos que temos de
suportar Deus já está planejando a solução.
2.
Deus prepara todos os detalhes da
nossa história.
3.
Deus trabalha nos amargos contratempos
da nossa vida para lapidar a nossa fé. Lembremos que quando Noemi perdeu o
marido e os filhos, Deus lhe deu Rute que seria um marco para sua história de
vida.
4.
A nossa vida não é uma linha reta sempre,
ela tem desvios e curvas, mas Deus faz nos fará chegar onde ele deseja que
cheguemos.
5.
Olhemos para o Eterno Deus sempre e perceberemos
que ao longo de toda a história algo muito maior do que poderíamos imaginar
acontecerá.
6.
Dentro de um plano divino, Deus
preparou simplesmente a vinda do maior rei que Israel teve, Davi. E o nome de
Davi traz consigo a esperança do Messias, a nova era de retidão, paz, liberdade
da dor, do choro e da tristeza.
7.
A história da nossa vida se desdobrará
num grande rio de esperança porque Deus está nela com sua providência graciosa
(Alcindo Almeida).
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Motivação
Motivação ajuda as pessoas que sabem o que devem fazer a fazê-lo!
Motivação ajuda as pessoas que sabem quais compromissos devem assumir a assumi-los!
Motivação ajuda as pessoas que sabem quais hábitos devem abandonar a abandoná-los!
Motivação ajuda as pessoas que sabem qual caminho devem seguir a segui-lo! (Livro: 25 maneiras de valorizar as pessoas. John C Maxwell).
Somos pessoas singulares
O maior patrimônio que você possui é a pessoa que você é. Então seja o que Deus projetou para ser: filho dele por meio do sangue derramado na cruz do Calvário. Nós somos pecadores, falhos e miseráveis na natureza. Mas, ainda assim, somos amados de Aba e somos pessoas singulares, pessoas que entraram na galeria dos eleitos de Aba, antes da fundação do mundo. Seja o que você é, eleito, pecador redimido pelo sangue do Cordeiro e amado de Deus Pai, Deus Filho e Espírito Santo! (Alcindo Almeida).
Um espelho diante de nós
Colocar um espelho diante de nós e expor nosso duplo fracasso seriam um fardo severo e insuportável, não fosse esta outra dimensão da história: Deus realiza seus propósitos por meio de quem realmente somos, com nossa desobediência impetuosa e nossa obediência impiedosa, e generosamente usa nossa vida tal como encontra para realizar sua obra. Ele faz isso de tal maneira que é quase impossível para nós recebermos crédito por ela, mas também de tal maneira que em algum lugar no caminho ficamos surpreendidos com as vitórias que ele realizou, no mar e na cidade, onde desempenhamos nosso estranho papel de Jonas (PETERSON, Eugene. A vocação espiritual do pastor. Mundo Cristão).
Lugares que atraem o coração
Peterson diz que nós pastores somos muito parecidos com Jonas. Queremos ir para lugares que atraem nossos corações, atraem nossa vida, nos dão um vislumbre de uma melhor qualidade de vida, benefícios, promoção pessoal, status, fama e etc. Só que a vontade de ir a Társis não se resume apenas aos pastores. Na verdade, todos nós sempre queremos fazer o que desejamos. Mas, nem sempre o desejo de Deus é que estejamos em Társis (Eugene Peterson. A vocação espiritual do pastor. Mundo Cristão).
sábado, 15 de outubro de 2016
Nínive ou Társis?
Lendo aqui o livro A vocação espiritual do pastor, percebo o quanto nós gostamos de Társis, porque tem mais aparência do belo e do atrativo. Társis é o lugar da carreira religiosa sem termos que lidar com Deus. Não gostamos de Nínive, porque é o lugar do trabalho segundo a vontade de Deus e não conforme a nossa vontade. Nínive é com gente, Társis com os prazeres do coração!
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Santidade na vocação
A idolatria vocacional pode iludir os pastores a se envolverem com uma carreira apenas religiosa que podem comandar e controlar sempre. O que livra o pastor da banalidade religiosa é a santidade ardente. A santidade na vocação nos faz correr atrás do Evangelho e não atrás de uma carreira pastoral (Eugene Peterson).
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Descanso na providência divina
Na oração de coração aberto entramos na contemplação do Deus que conhece a nossa mente e coração e escuta atenciosamente os dilemas da nossa alma. Na oração aprendemos a descansar na bondosa providência do Eterno Deus e expressamos nosso pensamento, sonhos e lutas diante daquele que é o nosso Pai amoroso que nos olha com compaixão e graça (Henri Nouwen. Direção espiritual).
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Direção nas jornadas
A vida é cheia de jornadas. Algumas são excursões tediosas, problemáticas e tristes. Outras são aventuras emocionantes que embarcamos com os olhos da fé. Mas, tanto, nas ruins como nas boas, percebemos que não estamos sós. Deus sempre está ali, ele sempre nos dá a direção para essas jornadas! (Alcindo Almeida).
terça-feira, 11 de outubro de 2016
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
O caos do egoismo
Quando os seres humanos estiverem em ordem com o natural da vida, a criação também estará. Todos perguntam: que caos é esse na sociedade? A resposta é que o ser humano está no caos do egoismo e se esqueceu de amar e cuidar e a criação só reage a tudo isso (Alcindo Almeida).
sábado, 8 de outubro de 2016
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Reflexão no Salmo 13
Davi nos primeiros três versículos, faz 4 perguntas iguais: Até quando Senhor? Olhem só, percebam que as perguntas são feitas para o Deus que conhece o coração de Davi, ele sabe quem é Davi, Davi por sua vez, também sabe quem é o seu Deus. Por isso, ele vai para a fonte certa, ele pergunta para pessoa certa, e aqui a gente aprende a primeira lição:
- Sejamos sinceros na oração:
Davi não nega sua queixa diante de Deus e abre a alma dizendo para Deus e diz o que sente lá dentro!
Aprendemos com Davi o que significa ser sincero diante de Deus. Significa que não nos tornamos falsos diante de Deus ao abrimos o nosso coração para ele, sem esconder a nossa insatisfação e sem esconder a nossa dor. Mas, o fato é que fazemos a nossa oração ao Senhor reconhecendo que só ele, e mais ninguém, pode resolver as dores do nosso coração. Porque a linguagem da oração ocorre num nível absolutamente pessoal e como um único propósito nos moldar e nos levar para Deus. Para esta realidade precisamos de sinceridade e honestidade diante do criador.
- Aprendamos a clamar ao Senhor na nossa dor:
Vejam que abertura sincera de coração que Davi tem na presença do Pai. Diante da sua dor pede, suplica para que o Senhor olhe para ele, depois para que o socorra. Davi não esconde a sua dor e, por isso, recorre imediatamente ao Senhor. Davi pede para que o Senhor ilumine os seus olhos, ou seja, traga vigor novamente ao seu coração. Pois, seus olhos estavam sem brilho diante da dor, sem vigor. Ele pede isto para que não adormeça, não fique sem vigor na vida, para que ele não seja tragado pelas trevas da morte. Ele pede isto para que não seja engodado pelo fatalismo na vida.
- Aprendamos a viver sempre em função da graça de Deus em nossa vida:
Na experiência de sinceridade na oração, Davi aprende a depender exclusivamente da graça de Deus para a sua vida. Ele concentra a sua esperança no Senhor Deus. Pois, ele afirma que a confiança dele não está nas suas riquezas, nem no seu poder como o rei de Judá. A sua confiança total está no Senhor seu Deus. Deus é o nutridor do coração de Davi para ele ser suprido nas suas preocupações, tribulações e dores. Por isso, Davi faz a profunda afirmação: O meu coração se regozija na tua salvação.
A confiança de Davi está na graça divina que é melhor que a vida! Então ele só pode cantar mesmo: Cantarei ao Senhor, porquanto me tem feito muito bem (Alcindo Almeida).
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Palavra viva e eficaz
A Palavra de Deus não pode ser manipulada. Ela nos chama a uma reação pessoal e nos adverte no coração. A única reação apropriada é uma atitude de reverência, pois ela é sempre mais do que somos, sempre nos precede, sempre está acima de nós. Essa Palavra vai lá dentro de nós e produz transformações profundas e revolucionadoras. Ela nos ensina a fugir da mentira, a praticar amor de verdade e a seguir a justiça na vida. Como diz o escritor aos Hebreus: Pois a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração (Alcindo Almeida).
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Cristo no centro do coração
Quando lemos o texto de Filipenses 1:21, percebemos claramente que Jesus é o centro da vida de Paulo. Ele diz: Pois para mim viver é Cristo, e morrer é lucro. Cristo era o centro absoluto da vida de Paulo e por isso, era um lucro certo partir dessa vida. Olhando para a nossa vida percebemos que ao seguir Jesus e nos entrosarmos na nova vida de salvação, somos frequentemente tentados, por uma série de seduções, a negar, ou evitar, ou até mesmo menosprezar Jesus Cristo no cotidiano. Paulo faz do momento de prisão uma declaração porque ele estava ali e o que ele desejava na vida. Ele queria ver Jesus. O sentido da sua existência era Jesus de Nazaré. Por isso, ele disse que Cristo era o centro do seu coração. Saibamos que quando Cristo é Senhor da nossa vida, o nosso agir é diferente diante das dificuldades. Precisamos da consciência no coração de que Jesus está no centro do nosso coração. Paulo tem essa consciência e assim pode afirmar que o morrer para ele é lucro. Mas, ele entende que se o propósito de Deus é que ele fique na terra, então continuará pregando e ajudando naquilo que é necessário na participação do Evangelho. Cristo no centro da nossa vida, essa é a mensagem para o coração. Não há morte e nem vida que seja melhor do que Cristo no centro do coração. Tenhamos Cristo na respiração, Cristo na jornada, Cristo hoje e sempre no coração. Reflitamos nessa realidade marcante e profunda na vida cristã: Cristo no centro do nosso coração! (Alcindo Almeida).
O inimigo da integridade
O auto-engano é o inimigo da integridade porque impede que nos vejamos como realmente somos. Encobre nossa falta de crescimento no Espírito daquele que é a Verdade e impede que aceitemos nossas personalidades reais (Brennan Manning. Meditações para Maltrapilhos. Editora Mundo Cristão).
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Um lugar secreto
No texto de Mateus 6:1-8 temos a proposta de Jesus sobre o secreto do nosso quarto. É o convite para um tempo de oração em secreto porque quem não sabe orar em secreto, com a porta fechada, não aprenderá a contemplar Deus quando estiver nos lugares públicos. Como diz o teólogo Ricardo Barbosa: A espiritualidade secreta do quarto nos habilita para uma espiritualidade verdadeira em público.
O quarto é um lugar pessoal e não um lugar simplesmente fechado. O secreto do quarto é aquilo que tem a ver com o que acontecerá quando sairmos dele. Portanto, a intimidade no secreto do quarto nos leva para uma singularidade na relação com Deus e com o nosso próximo. Essa experiência nos leva para uma verdadeira comunhão com a Trindade e com o próximo. Deus está no nosso coração e, por isso, precisamos do secreto para ouvir a voz do Pai. O secreto é um caminho para a liberdade no público. Pois, no secreto, é Deus nos ouve, que conhece os segredos do nosso coração e as motivações mais escondidas da nossa alma.
O caminho para uma espiritualidade sadia no público, começa quando fechamos a porta do quarto, e oramos sabendo que a comunhão com o Pai é real, que a intimidade com ele é verdadeira, que a oração é ouvida e a alma é nutrida na presença do Pai. Neste mundo tão agitado em que as pessoas cuidam do corpo para se mostrarem bonitas, um mundo em que eu preciso ter mais do que ser. Precisamos urgentemente do silêncio da alma no secreto do quarto. O silêncio na presença do Pai é o elemento essencial da espiritualidade na vida (Alcindo Almeida).
sábado, 1 de outubro de 2016
Leituras em setembro de 2016
SOUSA, Ricardo
Barbosa. Pensamentos transformados, emoções redimidas. Minas Gerais: Editora
Ultimato, 2016. O livro mostra que nossos sentimentos e emoções, em grande
parte, seguem nossos pensamentos e convicções. Para o pastor Ricardo Barbosa,
não são os acontecimentos que determinam nossos sentimentos e emoções, mas a
maneira como os encaramos. E, mais importante, como percebemos Deus no meio
deles. Uma leitura cheia de sabedoria que vai ajudar o leitor a aprofundar suas
convicções e amadurecer suas emoções. Contém 97 páginas.
WILLARD,
Dallas. Vivendo na presença de Cristo. São Paulo: Editora Vida, 2016. Dallas
Willard explora nestas páginas o que significa viver bem hoje, à luz do Reino
de Deus. Reflete sobre o poder da Trindade em nossa vida, o significado do
conhecimento, a importância das disciplinas espirituais e muito mais. Apresenta
ideias incisivas sobre como será a transição para a presença do próprio Cristo
no céu. Essas reflexões constituem uma conclusão adequada para o ministério
público de Dallas Willard. Um dom da graça. Contém 166 páginas.
CAMPANHÃ, Josué.
O
tempo, a agenda e o foco. São Paulo: Editora Vida, 2016. Equilíbrio
é uma palavra forte. É ingrediente indispensável para uma vida plena. Ter
equilíbrio na vida é ser sábio. Partindo de algumas descobertas, e depois de
usar algumas ferramentas que o ajudaram a programar princípios de equilíbrio em
sua vida. O autor apresenta o material necessário para todos aqueles que não
conseguem equilibrar seu tempo, sua agenda e o foco para projetos importantes,
para a família e para o descanso merecido. Contém 224 páginas.
CALVINO, João.
O
livro de ouro da oração. São Paulo: Fonte Editorial, 2003. Considerando
o contexto globalizado em que vivemos, onde as pessoas correm cada vez mais, e
cada vez mais reclamam da falta de tempo, o cultivo da espiritualidade pessoal
e prática, torna-se cada vez mais escasso. Contém 174 páginas.
ALVES, Rubem. Paisagens
da alma. São Paulo: Planeta do Brasil, 2013. Nesta obra
estão reunidas algumas das mais belas e espirituosas frases de Rubem Alves
escreveu ao longo dos anos e que tratam de temas caros a todos: amor,
tolerância, desejo, coragem, amizade e tantos outros. “Paisagens da Alma” foi
uma edição comemorativa dos 80 anos deste autor que enriquece o universo de
seus leitores com textos de sabedoria simples e delicada. Contém 80 páginas.
CANTALAMESSA,
Raniero. O canto do Espírito. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2013. O
livro compõe uma verdadeira 'suma teológica do Espírito Santo', seguindo passo
a passo os versos do hino 'Veni Creator'. Expõe, com notável maestria, o que
dizem as Escrituras, os Padres da Igreja, os maiores teólogos, do Ocidente e do
Oriente, católicos, ortodoxos e protestantes, sobre o Divino Paráclito. Esta
longa e profunda da meditação desentranha a riqueza simbólica deste hino e o
seu sentido para a vida da Igreja e de cada fiel. Contém 404
páginas.
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