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Mostrando postagens de Janeiro, 2015

Repensando no meio da crise

A crise é boa para nos fazer pensar e encontrar mais oportunidades de lutar pelo melhor na vida. Ela também é um momento para repensar muita coisa em nossa vida. Olhando para o nosso país, creio que é um tempo para repensarmos muitas áreas (educação, saúde, respeito pelas crianças e pela terceira idade, segurança, transporte e etc). Uma delas é o voto, talvez seja a hora de mudarmos todos esses políticos que estão por aí. E repensarmos seriamente sobre esse partido dos petralhas. Porque acredito que ele é um dos maiores atrasos para nossa história e construção de um país melhor (Alcindo Almeida).

Uma faxina na alma

A correria muitas vezes nos rouba de nós mesmos, e como precisamos parar um tempo para fazer uma faxina na alma. Ela é necessária para removermos aquilo que pode ser prejudicial para nós. A faxina nos ajuda a resolver as cargas emocionais, as mágoas, as frustrações que ficam  nas gavetas interiores e ela traz um grande alívio dentro de nós mesmos.  Lembro das palavras de Davi no Salmo 139: Sonda o meu coração e vê se há algum caminho mal e guia-me pelo caminho eterno. Esse sabia que na presença do Eterno ele tinga a faxina na alma. Talvez seja isso que os Arrais queiram dizer na letra da canção Oração: "Me esvazie de mim e deste mundo e que o meu nome morra com meu corpo. E que o de Cristo permaneça em tudo" (Alcindo Almeida).

Pensando na vida

Constantemente ouvimos nesse novo Século: "Tempo é dinheiro". Não é que isso se tornou uma elei universal no mundo pragmático? A vida passou a ser em função dos compromissos e deveres que geram dinheiro e um espaço na sobrevivência dela. O bom senso passa por um mundo de atividades que culminam em ganhar para sobreviver. Cito a reflexão de Lya Luft: "Labutamos como animais para além do que seria humano, e para aquilo que nem é importante: para o fútil excessivo (um pouco de futilidade, sim, ou nos desumanizamos), para o mais do que tolo, um pouco de tolice, sim, ou viramos estátuas". Sei lá, mas penso que não precisamos desse lema para nós. Tanto que o sábio Paulo nos dá a dica dizendo que aprendeu a viver contente em qualquer situação, sabendo que o mais importante na vida é cultivar Deus e as pessoas que nos cercam. Ele sabia que o valor da vida não estava no superficial e sim naquilo que era eterno! Pensemos sobre isso! (Alcindo Almeida).

Série Redenção

Nesse mês de janeiro tivemos Série Redenção e as reflexões tiveram as artes de Antonio Ciseri "Ecce Homo" (Eis aqui o homem), Cristo de São João da Cruz, pintado por Salvador Dalí, Amedeo Bocchi On the Lawn, (No gramado), O retorno do filho pródigo de Edward John Poynter, A Última Ceia de Jacopo Bassano, A prisão de Cristo de Caravaggio e a Pietà de El Greco. Todas essas artes foram usadas para expressar a obra redentora de Jesus Cristo de Nazaré em favor de pecadores como nós! Contemplem algumas delas.

Atingindo mais pessoas

As cidades são o lugar onde as igrejas podem alcançar a próxima geração (jovens adultos querem viver na cidade); atingir mais pessoas inacessíveis (as pessoas são muito mais abertas ao Evangelho na cidade cosmopolita do que em sua cidade natal), alcançar as pessoas que têm um grande impacto no mundo (cineastas, autores e empresários) e atingir também aos pobres (Tim Keller).

Feitos à imagem de Deus

"Os seres humanos, de acordo com Gênesis 1 são feitos à imagem de Deus e refletem a glória de Deus mais do que qualquer outra coisa na criação" (Tim Keller).

Preocupação com a justiça e com as artes

Igrejas urbanas também precisam esperar desorganização e mudanças; serem intensamente evangelísticas, mas ao mesmo tempo, famosas por sua preocupação com a justiça, comprometidas com as artes e cooperarem com outras denominações e fé. Olhe para as cidades do mundo. Olhe para as massas destas cidades, diz Deus. Por que você não passou por eles? Por que você não vai lá? (Tim Keller).

Para pensar

Igrejas sem uma dinâmica de movimento são como um paciente no respirador artificial (Tim Keller).

O Verbo encarnado

Jesus se tornou o Verbo encarnado para suportar na cruz o nosso sofrimento de pecado e de miséria. Jesus se tornou o Verbo encarnado para agonizar na cruz milhões de mortes, de rejeitados, de solitários, de criminosos, de mentirosos, de adúlteros, de poderosos, de gente humilde e de gente pecadora como eu e vocês. Jesus se tornou o Verbo encarnado para tabernacular conosco, fazer a sua tenda conosco cheio de graça e cheio de verdade. O Verbo divino, o Deus todo poderoso fez isto para um monte de imerecedores desta glória inefável que é ter o Rei dos reis aqui morando conosco. E nós vimos a sua glória, a glória do único filho precioso de Deus aqui na terra cheio de graça e de verdade (Alcindo Almeida - Série Redenção).

O Jesus humano

Jesus é a Palavra de Deus, que desceu do céu, nasceu da Virgem Maria pelo poder do Espírito Santo, e tornou-se uma pessoa humana. Isso aconteceu num local específico em um tempo específico. Jesus está mais perto de nós agora do que estava dos seus próprios amigos. Hoje ele é o nosso pão de cada dia! (Alcindo Almeida).

As virtudes da vida

O amor é a coroa de todas as virtudes da vida. Então quando exibimos um dom na vida sem o amor de Deus se torna algo absolutamente terrível (Livro Um jeito doce de viver com seu cônjuge).

Criados para Deus

"Nós nos recusamos a ser o "eu" verdadeiro até mesmo diante de Deus - e aí nos perguntamos por que nos falta intimidade com Ele! Desde o primeiro momento da existência, o anseio mais forte é cumprir o propósito original de nossa vida: "Vê-lo com mais clareza, amá-lo com mais ardor segui-lo mais de perto." Somos criados para Deus, e nada menos pode nos satisfazer de fato!" (O impostor que vive em mim. Brenan Manning).

Ele nos ama

Deus tem um único posicionamento inflexível com relação a nós: ele nos ama. Ele é o único Deus jamais conhecido pelo homem que ama os pecadores (Manning, Brennan. O Evangelho maltrapilho).

O doce som da graça

A Boa Nova significa que podemos parar de mentir a nós mesmos. O doce som da graça admirável nos salva da necessidade do auto-engano (Manning, Brennan. O Evangelho maltrapilho).

Perseguidos, o ataque global aos cristãos

Vejam que interessante o testemunho a respeito de alguns cristãos em relação ao domingo, o dia do Senhor, em Mianmar, uma ditadura que tenta destruir o cristianismo. No Brasil, muitos "crentes" nem precisam de uma pressão como essa. Basta uma simples festa de aniversário ou passeio para que a adoração a Deus fique em terceiro plano: "O Conselho de Estado para a Paz e Desenvolvimento (CEPD) promoveu deliberadamente reuniões do comando militar e sessões de treinamento para empregados do governo aos domingos, forçando os cristãos a escolher entre as reuniões oficias e o comparecimento aos cultos nas igrejas. Trabalhadores que optam por ir à igreja são despedidos e substituídos por budistas" (Perseguidos, o ataque global aos cristãos. pp. 258-259).

A Última Ceia por Jacopo Bassano

Em nossa Série Redenção olhamos para a arte de Jacopo A Última Ceia que se inspira na representação de Da Vinci para fazer sua obra, porém, descarta os elegantes personagens e atribui aos seus uma cena dramática repleta de movimento. A cena retrata o momento crucial, quando Cristo afirma que um deles o trairia. Destaque para a difusão luxuosa e particular das cores, a interação com o espectador e a forma Maneirista, de extremo movimento e sublime volume. Tem também a ideia do Cordeiro que foi sacrificado e a proposta é lembrar do texto sagrado de João 1.19: Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Jesus que aparece na cena é esse Cordeiro que desceu do céu para nos lavar dos pecados. Então o pão e o vinho têm sentido de resgate de pecadores. Estes são amados e resgatados pela morte do Cordeiro divino na cruz do Calvário. 


No gramado

Numa das reflexões aqui na IPAlpha - Série Redenção, usamos a arte de Amedeo Bocchi. Sua obra prima, On the lawn [No gramado], mostra uma mãe e uma filha abrigando-se do calor do dia debaixo de um guarda-sol. Não vemos nenhuma ação acontecendo. A mãe abraça ternamente sua filha, e esta, por sua vez, abraça a boneca. A pintura retrata um momento de aceitação e afeto. A filha sabe que pertence a esse lugar; que está segura nos braços da mãe que a envolve. Quantos de nós já precisamos escutar palavras como estas em momentos de crise: “Está tudo bem; estou aqui”? Podemos imaginar, por exemplo, Jesus acalmando a tempestade e dando a mesma segurança aos discípulos amedrontados: Tende coragem! Sou eu! Não temais! (Mc 6.50) - Livro Redenção de Alister McGrath.

O Pai que não nos abandona

Nesse mês de janeiro estamos com a Série Redenção e usamos o Livro Redenção de Alister McGrath. Nós trabalhamos a arte de Edward John Poynter: O retorno do filho pródigo. E uma das partes interessantes que nos chama a atenção é a compaixão. É o pai abraçando o filho. O pai está bem vestido e com anel, sandálias e todo suntuoso, enquanto seu filho está sem sandálias e vestido com farrapos. E mesmo rebelde, o garoto jamais deixou de ser filho. E quando olho para a realidade divina, percebo o Deus Eterno que é Pai nosso, Pai que não nos abandona mesmo quando o entristecemos com nossas falhas. E o precioso é que nunca deixamos de ser filhos, mesmo maltrapilhos por causa do pecado que cometemos diante dele. Bendito seja o Pai amoroso e gracioso! (Alcindo Almeida).

Redenção e a cidade

Tim Keller trabalha a ideia do jardineiro no seu livro Igreja centrada. Ele não deixa a terra a mesma e nem tão pouco a destrói. Ele planta e cultiva a terra para que produza alimento e meios para a vida humana. Assim é a igreja na cidade. Uma comunidade é tanto o objetivo final do evangelho como também o meio para disseminar o Evangelho. Seguimos uma visão bíblica de jardineiros que anunciam o Reino que é plantado nos corações e geram fruto, geram vida e enriquecem o jardim divino da criação (Alcindo Almeida).


A tensão da cidade

Tim Keller trabalha algo sério e relevante no livro Igreja centrada, A tensão da cidade. A cidade é uma forma social em que as pessoas ficam próximas. Primeiro, as cidades significam segurança e estabilidade. Segundo, elas têm diversidade. Terceiro, produtividade e criatividade, a cultura humana começou a se desenvolver nas cidades (Gn. 4.11). Numa progressão redentora, o conceito bíblico a respeito de cidades passa a se tornar positivo. Keller faz a comparação que começa com a rebelião de Babel e Sodoma e passa a enfatizar a importância e força das cidades como Jerusalém.  Na visão de Babel, a torre foi construída para a cidade ganhar uma identidade à parte de Deus, nesta história vemos como as cidades podem ser conduzidas pelo pecado da auto-glorificação e auto-salvação. Babel é o significado do reino humano que cultiva o individualismo e o domínio terreno. Então Deus projeta conforme o Salmo 48 a perspectiva de Jerusalém. Babel tem a ver com pessoas trabalhando para a própria glóri…

Ame e ame

Amar é sempre ser vulnerável. Ame qualquer coisa e certamente seu coração vai doer e talvez se partir. Se quiser ter a certeza de mantê-lo intacto, você não deve entregá-lo á ninguém , nem mesmo a um animal. Envolva o cuidadosamente em seus "hobbies" e pequenos luxos, evite qualquer envolvimento, guarde o na segurança do esquife de seu egoísmo. Mas nesse esquife – seguro , sem movimento , sem ar - ele vai mudar. Ele não vai se partir – vai tornar se indestrutível, impenetrável , irredimível. A alternativa a uma tragédia ou pelo menos ao risco de uma tragédia é a condenação. O único lugar além do céu onde se pode estar perfeitamente a salvo de todos os riscos e pertubações do amor é o inferno (C.S.Lewis).

O caminho

O Evangelho não é apenas a doutrina do mínimo exigido necessário para entrar no Reino, mas o caminho para fazermos todo o progresso no Reino (Timothy Keller).

O caminho da liberdade

O amor divino em nós é o único caminho da liberdade e da grandeza. Esse amor é a única salvação do nosso próprio ego e do nosso orgulho (Alcindo Almeida).

Um significado

Nós quereremos alcançar o significado dos acontecimentos gerais da nossa vida, dos relacionamentos, dos e encontros e desencontros. Queremos entender o significado do sofrimento e da dor. Mas, a única coisa que entendemos na verdade é, que somos seres limitados em todos os processos da vida. E que só Deus tem conhecimento absoluto acerca dos planos dele para nossa história de vida (Alcindo Almeida).

Viver é...

Viver é sofrer, sorrir, chorar, se alegrar e perceber que ainda respiramos pela graça do Eterno dentro de nós (Alcindo Almeida).

Um país chamado Jeitoso de Jairo Miranda

Em Um país chamado Jeitoso, Jairo Miranda narra a saga de uma família que sai do nordeste desse país em busca de melhores condições de vida e alguns anos após, um dos membros da família se envolve involuntariamente num crime de latrocínio, levando o seu pastor a acompanha-lo espiritual e socialmente.
Jeitoso é um país onde todas as coisas têm um jeito especial de serem resolvidas.
Com essa ficção, o autor quer chamar a atenção para tópicos relevantes como família, religião, política, educação, sistema prisional, corrupção, tráfico de armas e de drogas e segurança em nossa própria realidade.
Um livro muito interessante que fará você refletir sobre os valores éticos e morais que constituem pilares de sustentação de uma nação fundamentada em preceitos democráticos.

O lugar da manifestação da graça divina

Somos todos pecadores nesse lugar chamado de igreja, onde a graça divina nos refaz. Igreja foi, é e sempre será esse lugar da manifestação da graça divina. Como sempre falo aqui na nossa comunidade: a igreja é lugar de consertar vidas (Alcindo Almeida).

Uma religiosidade fria

Algumas "igrejas" progressistas cansam e enlouquecem o coração de várias pessoas. A instituição engessada gera uma religiosidade fria e distante dos dilemas da alma humana. Mas, quem é sadio procura um lugar sério para manter a vida comunitária e descobrir a cada dia sua identidade e significado tão somente em Cristo Jesus (Alcindo Almeida).

O sopro divino em nós

Viver é celebrar todo dia. A nossa vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada na perspectiva do sopro divino em nós. Vivemos e respiramos a graça de contar os nossos dias dados pelo grande arquiteto da nossa vida, Deus (Alcindo Almeida).

Fé e graça

Somos salvos só pela fé e pela graça, mas jamais por uma fé que permanece só, desacompanhada (Keller, Timothy. Igreja centrada. Vida Nova, 2014, p.27).

Vidas transformadas

A graça verdadeira sempre resulta em vidas transformadas, marcadas pela santidade e pela justiça (Keller, Timothy. Igreja centrada. Vida Nova, 2014, p.28).

A força da lógica do sermão

A mensagem prende a atenção do jovem secularizado não porque o pastor mostra trechos de seus filmes preferidos, porque se veste de modo informal e soa sofisticado, mas porque o pastor entende tão bem o coração e a cultura do ouvinte, que este sente a força da lógica do sermão, mesmo que no fim não concorde com ele (Keller, Timothy. Igreja centrada. Vida Nova, 2014, p. 19).

O Evangelho na própria vida

D. Martyn Lloyd-Jones argumenta que, assim como claramente perdemos o evangelho sempre que caímos na heterodoxia, da mesma forma também deixamos, na prática, de pregar e aplicar o evangelho à nossa própria vida em razão de uma ortodoxia morta ou de ênfases doutrinárias desequilibradas (Keller, Timothy. Igreja centrada. Vida Nova, 2014, p.26).

Visão teológica

A visão teológica é uma reafirmação fiel do evangelho, com implicações valiosas para a vida, para o ministério e para a missão, em determinado tipo de cultura e em certo momento da história (Keller, Timothy. Igreja centrada. Vida Nova, 2014, p. 24).

Formas de ministério

Todos temos uma base doutrinária — um conjunto de crenças teológicas — e todos praticamos formas de ministério específicas. Muitos ministros, porém, adotam programas e práticas ministeriais inadequados tanto às suas crenças doutrinárias quanto ao seu contexto cultural. Basicamente “importam” métodos famosos — estranhos à teologia ou ao ambiente da igreja (ou aos dois!). E, quando isso acontece, notamos a escassez de frutos. Esses ministros não transformam a vida das pessoas dentro da igreja e não alcançam a cidade. Por quê? Porque os programas não resultam, de forma natural, de uma reflexão sobre o evangelho e sobre os aspectos singulares da cultura ao redor (Keller, Timothy. Igreja centrada. Vida Nova, 2014, p. 20).

A mensagem da cruz

Martyn Lloyd Jones no seu livro A mensagem da cruz: “Se Jesus não tivesse morrido na cruz, ninguém poderia ser salvo. Não haveria Evangelho a ser pregado. Este é o evento salvador, o ato por meio do qual a nossa salvação é realizada” (JONES, Martyn Lloyd. A mensagem da cruz. p. 28).

Só um pedaço de papel colorido?

Lembro-me de certa vez quando dei uma palestra para a Força Aérea e que um velho e experiente oficial levantou-se e disse: “Não sei qual a utilidade disso tudo. No entanto, veja bem, eu também sou um homem religioso. Sei que há um Deus. Eu o senti quando estava sozinho, no deserto, à noite: um grande mistério. E esta é precisamente a razão por que eu não acredito nos seus dogmas e nas suas fórmulas reducionistas e bem comportadas sobre Deus. Para qualquer um que já o tenha encontrado, tudo isso parece tão mesquinho, pedante e irreal!” De certa forma, até concordei com aquele homem. Penso que ele deve ter tido alguma experiência real com Deus no deserto. E quando ele voltou dessa experiência para os credos cristãos, acredito que ele voltou de algo real para algo menos real. Da mesma forma que uma pessoa que olha da praia para o oceano Atlântico e, depois, olha o Atlântico no mapa — ela também estará voltando de algo real para alguma coisa menos real: das ondas do mar para um pedaço de pa…

Momentos da caminhada

Vivemos momentos de inúmeras formas na caminhada da vida. E em cada um deles, percebo que viver é uma permanente reconstrução de nós mesmos. Todos os dias erramos e acertamos, nos entristecemos e nos alegramos, sorrimos e choramos. Celebramos as vitórias e lamentamos as derrotas. E assim caminhamos todos os dias! Creio que para não morrermos soterrados na poeira das durezas e estranhezas da vida, precisamos entender que Deus está nos nos moldando em cada processo desses momentos da caminhada da vida. A Bíblia diz que Deus nos remodela como um vaso de barro, e ele faz isso em todos os processos. Nos alegres e tristes da nossa vida. Somos os vasos de barro que estão no trabalho e tecelagem divina todo dia. Vivamos então com todos os lados da nossa história sabendo que o Deus Eterno nos molda em todo tempo (Alcindo Almeida).

O mentor e o mentoreado

O trabalho de mentores é um processo de discipulado, que envolve a existência de uma relação entre o mentor e o mentoreado (Livro Liderança cristã, p. 134).

Uma boa comunicação

A boa comunicação é responsabilidade do líder, não do subordinado. Ele deve assegurar-se de que as pessoas entendem o que se espera e que serão verbalmente elogiadas se o fazem bem (Livro Liderança cristã, p. 80).

Prestando contas a alguém

Todo líder precisa prestar contas a alguém, mesmo que a organização em que está, o requeira ou não. Escolha dois ou quando muito, três amigos que estejam de acordo em formar o grupo a quem você renderá contas (Livro Liderança cristã, p. 67).

Habilidades de liderança não é tudo

Somente porque um homem tem habilidades de liderança, não significa que ele deve ser um líder em uma organização cristã. Se ele tende para o autoritarismo e tem atitudes controladoras, ele é a última pessoa para ser qualificada. Nos postos, nunca se deve permitir que ele esteja acima do último. Os controladores devem ser controlados (Livro Liderança cristã, p. 23).

Atitude de servo

Os líderes têm uma atitude de servo no lugar de uma atitude de chefe. Para os líderes, as pessoas são o tudo de seu trabalho e não as ferramentas que podem usar para conseguir seus próprios fins (SMALLING, Roger. Liderança cristã. Princípios e prática, p. 19).

A integridade e a humildade

A integridade e a humildade estão unidas imprescindivelmente. Estão tão intimamente relacionadas que poderíamos afirmar que são sinônimos (SMALLING, Roger. Liderança cristã. Princípios e prática, p. 13).

Uma celebração verdadeira

O que acontece durante a celebração do domingo somente pode ser uma celebração verdadeira quando nos faz lembrar de uma forma completa do que acontece continuamente todos os dias no mundo que nos rodeia. Deus conosco – não como um evento isolado uma vez por semana, mas como a concentração de um mistério sobre o qual toda a natureza fala dia e noite (NOUWEN, Henri. Ministério criativo, p.121).