terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Leituras em janeiro de 2026


1. NOUWEN, Henri.
Conversa espiritual. Brasília: Editora Palavra, 2009. Através de uma simples conversa com Henri Nouwen, Philip Roderick nos apresenta o silêncio e a solitude que são precursores do serviço. O autor faz um convite a cada um de nós que sentimos em nossos corações a abertura para um caminho contemplativo e a revigoração da fé, da esperança e do amor. Contém 80 páginas.

2. SMITH, James. Você é aquilo que ama. São Paulo: Editora Vida Nova, 2017. Nosso coração é moldado fundamentalmente por tudo o que adoramos. Talvez sem perceber, somos ensinados a amar deuses rivais em lugar do verdadeiro Deus para o qual fomos criados. Embora tenhamos a intenção de moldar a cultura, nem sempre temos consciência de quanto a cultura nos molda. Smith nos ajuda a reconhecer o poder formador da cultura e as possibilidades transformadoras das práticas cristãs, redirecionando nosso coração para o que de fato merece nossa adoração. Smith explica que a adoração é a “estação da imaginação”, capaz de incubar nossos amores e anseios de tal modo que os nossos engajamentos culturais tenham sempre Deus e o reino como referenciais. Contém 255 páginas.
 
3. RYKEN, Philip. Amar como Jesus ama. Um novo olhar sobre 1Coríntios 13. São Paulo: Editora Vida Nova, 2018. A maioria das pessoas está familiarizada com os versículos de 1Coríntios 13 — o Capítulo do Amor. Talvez esse seja um dos primeiros lugares em que muitos procuram amor na Bíblia e provavelmente seja a passagem mais lida e pregada em cerimônias de casamento. A certeza é que esse poema de Paulo (muitos estudiosos o classificam assim) é o mais completo retrato do amor encontrado na Bíblia e, mesmo assim, não é tão bem compreendido quanto deveria ser. Philip Ryken, porém, tem algo novo a dizer. Com base na vida e no ministério de Jesus, o autor ilustra o que é (e o que não é) o amor e traz uma perspectiva única para essa passagem. Contém 272 páginas.

4. BEEKE, Joel. Vivendo para a glória de Deus. Uma introdução à fé reformada. São Paulo: Editora Fiel, 2024. O sistema teológico conhecido pelo nome de calvinismo é frequentemente distorcido ou rejeitado como uma relíquia do passado. Contudo, como nos mostra o Dr. Joel Beeke neste tratado abrangente, o calvinismo, também conhecido como teologia reformada, é bíblico, teocêntrico, sincero, cativante e prático. Como tal, ele é singularmente apropriado para ajudar os cristãos a cumprirem o propósito para o qual foram criados - viver para a glória de Deus. Contando com a ajuda de oito colaboradores, Dr. Beeke traça as raízes do calvinismo, apresenta seus distintivos doutrinários e expõe como os calvinistas vivem suas crenças em cada esfera da vida, desde as suas devoções particulares ao culto na igreja, do matrimônio ao exercício de sua profissão, da política à ética. Por meio de exemplos do próprio João Calvino, dos Puritanos e de outros calvinistas do passado, este sistema de crenças que exalta a Deus se destaca como um guia permanente para o viver cristão. Contém 414 páginas.

5. BARBOSA, Ricardo. Caminho do coração. Meditações diárias. Minas Gerais: Editora Ultimato, 2025. Somos guiados dia a dia pelas Escrituras e sua aplicação prática. Uma leitura fácil, que nos ensina a cultivar o encontro com Deus ao longo do ano. Como lidar com os desafios diários, as más notícias, a família, o trabalho, a igreja, a incerteza sobre o futuro? Como decidir sobre o que pensar ou conversar? As meditações diárias são como trilhas que nos ajudam a caminhar e desenvolver a vida cristã. O livro é a possibilidade de começar de novo, para que Deus nos desperte a cada manhã e ouçamos a sua voz. Contém 384 páginas.

6. STAMATEAS, Bernardo. Gente tóxica. Como lidar com pessoas difíceis e não ser dominado por elas. Rio de Janeiro: Editora Thomas Nelson Brasil, 2012. Pessoas autoritárias, invejosas, fofoqueiras, que se melindram à toa, mentirosas. Quem é que não esbarra quase todo dia com gente assim? Essas "pessoas tóxicas" e problemáticas potencializam nossos defeitos, vivem criando obstáculos para tudo e parecem trabalhar sempre no time adversário. O ideal é manter distância, mas como isso nem sempre é possível, precisamos aprender a lidar com os mais diversos e complicados tipos de temperamento. O livro identifica e descreve todos os tipos de personalidades tóxicas com que convivemos e ensina como podemos evitar a influência e o domínio dessas pessoas que, em muitos casos, tentam assumir o controle de nossa vida. Quanto mais protegidos delas, mais chances temos de viver melhor. Contém 192 páginas.

7. CORDEIRO, WayneAndando com o tanque vazio? São Paulo: Editora Vida, 2011. Você está andando com o tanque vazio? Se você é líder ou ministro de uma igreja, é bem provável que se identifique com a experiência do autor: uma jornada de três anos por um período de esgotamento extremo, o chamado burnout, sentindo-se esmagado pelas exigências do ministério, com momentos em que acha que as suas energias se esgotaram e, então, pensa em fugir da pressão constante. Neste livro, o autor compartilha as experiências na esperança de que isso mude o rumo da vida das pessoas que poderiam seguir pelo mesmo caminho. Ele recuperou a vida pela graça e voltou a um equilíbrio adequado e pediu para que Deus concedesse graça na reconstrução  espiritual. Contém 188 páginas.

8. CHAPMAN, Gary, Edward Shaw e Deborah Barr. Mantenha vivo o amor enquanto as memórias se apagam: As 5 linguagens do amor para o cuidado com o Alzheimer. São Paulo: Editora Mundo Cristão, 2023. Silenciosa e não menos devastadora, a doença de Alzheimer impõe grandes desafios ao relacionamento. As memórias antes vibrantes e inspiradoras desvanecem progressivamente, exigindo um esforço físico e emocional sem precedentes daqueles que lidam com alguém que sofre as consequências desse tipo de demência. Nesta obra Gary Chapman, auxiliado por Debbie Barr e Edward Shaw, mostra como o conceito das cinco linguagens ― que se tornou referência popular no Brasil e no exterior nas últimas décadas ― pode ajudar indivíduos, casais e famílias a enfrentarem o diagnóstico da doença. Em abordagem inovadora das cinco linguagens do amor, os autores revelam como o amor abre oportunidades de estabelecer uma nova conexão emocional em meio à crescente perda de memória. Ao relacionar as cinco linguagens com os estágios da doença, o leitor e a leitora poderão encontrar maneiras de atenuar o estresse e as frustrações vividas nesse relacionamento de cuidado permanente. Contém 256 páginas.



sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Leituras em dezembro de 2025


1. RYKEN, Philip GrahamO coração da cruzSão Paulo: Editora Cultura Cristã, 2019. As palavras e as obras de Jesus na cruz trazem uma mensagem para cada um de nós. Uma mensagem de vida eterna oferecida gratuitamente. De um perfeito amor sem fim.  De uma gloriosa esperança obtida por um alto preço. E de um poder divino que existe além das limitações da carne.  Essas leituras devocionais sondam as últimas palavras terrenas de Cristo e as palavras dos escritores bíblicos sobre a cruz para revelar não somente o significado do Calvário, mas o coração de Deus. Elas também darão até a cruz, conquistando os poderes do inferno de uma vez por todas. Contém 192 páginas.


2. BARBOSA, Ricardo. Conversas no caminho: Reflexões sobre a experiência espiritual cristã evangélica contemporânea. Curitiba – PR: Editora Esperança, 2020. Este livro lança o desafio de buscarmos uma espiritualidade que nasce em Deus, se firma nas Sagradas Escrituras e no testemunho de alguns pais da igreja, e toma forma na vida cotidiana. Nos textos reunidos neste livro, Ricardo Barbosa nos apresenta a natureza da vida cristã a partir das experiências mais comuns e ordinárias da vida, muitas vezes inspirado na sua vivência como pastor. O autor consegue se inspirar no legado deixado pela história da igreja que nos convida a um relacionamento pessoal com Deus, aprendendo com a amizade entre Deus Pai, Filho e Espírito Santo. Contém 190 páginas.

3. PARANAGUÁ, Glenio Fonseca. Remendo. Londrina – PR: Editora Vale Estreito, 2025. Thomas Fuller, historiador inglês do séc. 17, disse: “Como é fácil a piedade de papel e pena! Não direi que ela não custa nada, mas, para exercer a bondade, é muito mais barato colocar a trabalhar a cabeça do que o coração. Posso escrever uma centena de meditações mais depressa do que subjugar o menor dos pecados de minha alma.” Remendo compara a peça restaurada do carro do Ayrton Senna, que o levou à morte, com as pregações remendadas com a cultura deste mundo, que levam à perdição eterna. Há um desastre terrível na proclamação do Evangelho misturado que não salva. Contém 48 páginas

4. NOUWEN, Henri. Transforma meu pranto em dança: Como atravessar tempos difíceis com esperança. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2020. Em meio ao nosso sofrimento, não fora dele, Jesus penetra em nossa tristeza, nos pega pela mão, ajuda-nos suavemente a ficarmos de pé e nos convida a dançar. Este pequeno livro mostra cinco movimentos de uma vida baseada em Deus. Eles não farão a dor desaparecer. Eles não prometem que vales sombrios e longas noites serão evitados. Mas esses passos na dança da coreografia de cura de Deus permitem que nos movamos graciosamente em meio ao que poderia nos ferir e que encontremos a cura enquanto suportamos o que poderia nos desesperar. Contém 136 páginas.

5. LLOYD, Martyn. A mensagem da cruz. Brasília: Editora Palavra, 2010. É um livro de autoria do renomado teólogo e pregador galês Dr. Martyn Lloyd-Jones. A obra é uma compilação de sermões que exploram a profundidade e a centralidade da crucificação de Jesus Cristo para a fé cristã. O livro é considerado uma leitura essencial para ministros e qualquer pessoa que busque um entendimento mais profundo do significado da cruz e uma vida cristã mais próxima de Deus. Contém 216 páginas.

6. WILDE, Oscar. O retrato de Dorian Gray. São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2012. Em 1891, quando foi publicado em sua versão final, O retrato de Dorian Gray foi recebido com escândalo, e provocou um intenso debate sobre o papel da arte em relação à moralidade. Alguns anos mais tarde, o livro foi inclusive usado contra o próprio autor em processos judiciais, como evidência de que ele possuía “uma certa tendência” - no caso, a homossexualidade, motivo pelo qual acabou condenado a dois anos de prisão por atentado ao pudor. Mais de cem anos depois, porém, o único romance de Oscar Wilde continua sendo lido e debatido no mundo inteiro, e por questões que vão muito além do moralismo do fim do período vitoriano na Inglaterra, definida por um dos personagens do livro como “a terra natal da hipocrisia”. Seu tema central - um personagem que leva uma vida dupla, mantendo uma aparência de virtude enquanto se entrega ao hedonismo mais extremado - tem apelo atemporal e universal, e sua trama se vale de alguns dos traços que notabilizaram a melhor literatura de sua época, como a presença de elementos fantásticos e de grandes reflexões filosóficas, além do senso de humor sagaz e do sarcasmo implacável característicos de Wilde. Contém 268 páginas.