sábado, 31 de dezembro de 2016

Sensibilidade para ouvir a voz do Senhor

Hoje é o último dia do ano 2016. Muitos fatos aconteceram nesse ano, alguns tristes e outros alegres. De alguma forma todos marcaram nossa história durante o ano. Geralmente pensamos num monte de atitudes que deveríamos ter e não tivemos. Pensamos nas palavras e gestos que deveríamos ter dito e como deveríamos ter agido! Mas, tudo já passou como diz o pregador e houve tempo para tudo na vida! Nesse dia quero reafirmar o texto do Salmo 138:8: O Senhor cumprirá o seu propósito para comigo! Teu amor, Senhor, permanece para sempre!  Só que não é fácil descansar nessa verdade porque ouvimos tantas vozes nesse mundo, são tantos barulhos para nos desviar do propósito do Eterno na na vida. 
Lembro do que Henri Nouwen disse: "Durante toda a vida duas vozes competiam dentro de mim. Uma me  encorajava a alcançar sucesso e realizações, enquanto a outra me chamava a simplesmente descansar no conforto de ser o amado de Deus. Pela graça ouvi a segunda voz". Então aprendamos a ouvir a voz divina em nosso coração que somos amados de Abba. Como sempre faço, deixo aqui as dicas para o novo ano:

1. Que tenhamos a sensibilidade em reconhecer a voz do Senhor, sua face, e seu toque em cada detalhe da nossa caminhada! 
2. Que aprendamos a colocar a nossa vida todos os dias na presença do Eterno Deus em oração e dependência dele!
3. Que aprendamos a confiar que o Senhor tem o controle de tudo mesmo nas horas mais difíceis da vida!
4. Que aprendamos a enxergar todos os dias o amor cuidador do Senhor na vida!
5. Que sejamos gratos de coração por todos os benefícios que o Senhor nos dá na caminhada da vida! (Alcindo Almeida).

sábado, 24 de dezembro de 2016

Essa canção de Stênio Március é forte demais para o coração

Obrigado pela música melhor sofrer perto dos sons
Do que celebrar calado silêncio é nobre mas vazio.
Obrigado pela música suavizou os temporais
Tornou os dias leves e redobrou as alegrias.

Obrigado pela música
Nela a alma pode saciar
Esta sede que só vai parar
Se te adoro ó Deus com música.

Obrigado pela música não me deixou perdido e só
E até os desencontros foi colo certo e ombro amigo
Obrigado pela música que me ajudou a amar demais
Nos berços e varandas os filhos embalei e as esperanças.

Obrigado pela música
Nela a alma pode saciar
Esta sede que só vai parar
Se te adoro ó Deus com música.
Obrigado pela música
Nela a alma pode saciar
Esta sede que só vai parar
Se te adoro ó Deus com música.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Um cuidado divino

No Salmo 80 temos algumas ideias e verdades preciosas. O texto diz nos versículos 1 a 3: Ó pastor de Israel, dá ouvidos; tu, que guias a José como a um rebanho, que estás entronizado sobre os querubins resplandece. Perante Efraim, Benjamim e Manassés, desperta o teu poder, e vem salvar-nos. Reabilita-nos, ó Deus; faze resplandecer o teu rosto, para que sejamos salvos. 
Para ver o estado primeiro de graça e paz, o povo clama ao pastor que tinha para ele as seguintes qualidades: 

Cuidado divino: como afirmam outros Salmos, Deus é o cuidador do seu rebanho que é sua herança. O povo quer se apropriar desta verdade e, por isso, clama ao pastor.

Protetor especial: ele guardou Israel no deserto durante 40 anos. E agora o povo pede esta proteção para o coração diante da aflição.

Fonte de todo bem estar: aquele que supria todas as necessidades na vida do povo. Aquele que deu pão, aquele que deu água e toda provisão para o povo sobreviver na caminhada.

Fonte de alívio na aflição: Deus andou com o povo, Deus provou o povo e ele sempre acolheu o coração do povo mesmo sem merecer. Como precisamos desta figuração do pastor divino em nossa vida. Quantos problemas nos acometem e precisamos de um cuidado divino, de uma fonte de consolo e abrigo. Nos momentos de aflição necessitamos clamar ao Senhor para que nos coloque de novo no estado de tranquilidade e prazer na vida diante dele (Alcindo Almeida).

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

O Jesus precioso

Jesus não tinha nada de muito especial. Poderia andar por esta rua hoje e nenhum de vocês sequer o notaria. Na realidade, talvez o evitassem, pois certamente ele destoaria de todos. Mas, foi o homem mais gentil que já se conheceu. Era capaz de silenciar os detratores sem precisar erguer a voz. Nunca intimidou ninguém, nunca chamou atenção para ele mesmo nem fingiu gostar do que lhe fazia mal à alma. Era autêntico até o âmago de seu ser. Fez uma minúscula pausa. E no âmago daquele ser existia um imenso amor. E como ele amou! Seus olhos se distanciaram da multidão, parecendo perscrutar as profundezas do tempo e do espaço. A humanidade só descobriu o que era verdadeiramente o amor por intermédio dele. Mesmo os que o odiavam. Mas, ele não discriminava ninguém, pois esperava que, de algum modo, pudesse fazer seus inimigos descobrirem que o amor é a essência e a realização máxima do ser humano (WAYNE JACOBSEN).

Uma ética, um jeito de ser

Lendo o livro de Ester percebo a grande fibra e compromisso destes personagens de Deus: Mardoqueu e Ester. Diante do decreto de aniquilação de todos os judeus na província, eles têm uma atitude de confiança no caráter do Eterno Deus. Ester se reúne com as suas servas, elas oram e jejuam. Ester diz que o que tivesse de acontecer, que assim fosse. Mardoqueu está nas escadas do palácio e não se curva diante do terrível Hamã.
Vemos na vida deles que a ética cristã é a forma como os cristãos representam Deus na criação. Os dois servos mostram o diferencial de pessoas que andam com Deus mesmo. Que respeitam a aliança e vivem por ela - custe o que custar. A fala de Ester no meio de toda a questão foi: Vá reunir todos os judeus que estão em Susã, e jejuem em meu favor. Não comam nem bebam durante três dias e três noites. Eu e minhas criadas jejuaremos como vocês. Depois disso irei ao rei, ainda que seja contra a lei. Se eu tiver que morrer, morrerei (Ester 4.16). 
Ester e Mardoqueu nos ensinam sobre ética em todos os lados da vida. Não abramos mão em hipótese alguma da nossa ética nos lembrando que ser criado à imagem de Deus implica uma ética, um jeito de ser que tem no Filho de Deus encarnado sua expressão real e completa. Olhemos para a vida, ética e caráter de Mardoqueu e Ester (Alcindo Almeida).

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

A graça do perdão em ação

Temos vivido dias difíceis e de muita distância entre seres humanos. Pais que abandonam filhos, maridos que traem suas esposas, filhos que tratam seus pais como nada. Isso tudo gera dor, mágoas e feridas profundas. 
Então o remédio para essas marcas na alma está no perdão! Perdão é graça em ação, graça que transforma. Essa graça transforma corações duros para perdoarem. Essa graça cura corações e restaura relacionamentos quebrados. Por isso, na visão do Reino não cabe a ideia de inimigos. Porque por meio da graça divina, inimigos viram amigos, gente magoada com o outro perdoa e reconstrói. 
Maridos perdoam esposas, esposas aceitam e perdoam os maridos. Pais se reconciliam com seus filhos e os filhos aprendem a respeitar os pais. Bem, não tenho dúvida que o perdão é graça em ação. Como a Bíblia diz em Colossenses 3.13-14: Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição. (Alcindo Almeida)

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

A vida não termina diante de um embate forte

Esse rapaz na foto é o Pedro Janot, ex-presidente da Azul Linhas Aéreas. O executivo por trás da startup Contravento, o empreendedor não deve deixar de sonhar. Janot, vítima de um acidente que quase o deixou tetraplégico, fala com propriedade sobre cair e levantar. “Eu caí do cavalo quando era presidente. Parei em uma cadeira de rodas e tive que reestruturar minha rotina. A vida não termina diante de um embate forte.”
O acidente, ocorrido em 2011, mudou sua vida também no mundo dos negócios. Por necessitar de tratamentos mais cuidadosos, se afastou da linha aérea que ajudou a criar com outros empresários e partiu para novos projetos. Em seus momentos de “ociosidade”, como diz, Janot decidiu usar a expertise na área de moda para criar a startup Contravento. Ele esteve aqui na nossa igreja e foi corajoso ao falar sobre a nossa limitação humana. E abriu o coração dizendo que não podemos nos esconder dessa fragilidade humana que o sofrimento gera em nós. Ele citou um momento terrível que ele viveu na UTI. Sem poder se mexer, aquele monte de aparelhos nele. No silêncio total ele percebeu que não poderia caminhar sozinho. E disse para nós naquela manhã que sua vida é resumida assim. AC e DC. Antes de Cristo e depois de Cristo. Agora sua vida tem sentido porque conheceu no seu coração a pessoa de Jesus Cristo de Nazaré!

sábado, 17 de dezembro de 2016

Somos os uperetas divinos

Hoje é dia do pastor presbiteriano! Dia de refletir sobre o nosso papel como servos! Nós somos os que trabalham na causa do Reino. Somos os que doam a vida para os outros. Somos os  despenseiros divinos. Como Paulo diz em 1 Coríntios 4.1-2: Que os homens nos considerem como ministros de Cristo, e despenseiros dos mistérios de Deus. Além disso, requer-se dos despenseiros que cada um se ache fiel. 
Paulo diz que o pastor deve ser considerado como ministro de Cristo. Interessante é o significado desta palavra no grego, língua original do NT. No grego diz que os homens deveriam considerar os pastores como uperetas de Cristo. O upereta era aquele que levava o livro da lei na Sinagoga, sua função era a mais insignificante na Sinagoga, ele era o servidor da sinagoga, era o mais humilde da sinagoga. Upereta era o remador que ficava no fundo do barco e ninguém via! 
O upereta viabiliza a vida e não se preocupa com os holofotes. Os uperetas são os que se preocupam com a entrega sem serem vistos. Nós como pastores, somos os uperetas divinos de Cristo, nossa função é de servos e somos os menores de todos, para que Cristo apareça, para que Cristo seja o centro de tudo. Que nesse dia reflitamos sobre a essência de um pastor, um pastor é servo não um executivo para ser mais do que os outros. Ele é apenas servo do maior pastor: Jesus Cristo de Nazaré! (Alcindo Almeida).

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

A graça da Palavra

Agostinho diz que da cidade santa Deus enviou carta para os seus servos: as Sagradas Escrituras. Elas tratam do nosso coração porque elas são vivas e ativas em nosso interior. A Palavra de Deus aplica o seu poder na vida dos eleitos com o fim de provocar reconhecimento da verdade que está contida nela. A Palavra de Deus é aplicada em nós para que jamais fujamos da graça divina. A Palavra de Deus é aplicada em nós para que vejamos de fato o quanto ela é poderosa e ativa na vida humana (Alcindo Almeida).

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Minuto de graça #05 - A postura de ouvir Deus

O caráter do rei

A honra maior

Quando honramos as coisas, as posses, as pessoas mais do que a Deus, deixamos de honrá-lo, deixamos de tê-lo como o Senhor absoluto de nossa vida. Isso aconteceu na vida do sacerdote Eli. Ele estava em falta profunda diante de Deus, estava dando crédito para os filhos em detrimento do Senhor. Ele sabia da imprudência dos seus filhos, ele ouvia as barbaridades que eles faziam na casa de Deus e não fazia nada, não honrava o nome do Senhor na sua própria casa. Em outras palavras, estava sendo conivente com a situação. Não podemos trocar o Senhor pelas pessoas, pelas coisas da vida, porque com certeza desfrutaremos de consequências terríveis. Perderemos a bênção da comunhão com o Senhor.
Eli e a sua casa perderiam a bênção de serem sacerdotes do Senhor. Não haveria ancião na casa de Eli, e os seus descendentes morreriam à espada, por causa da sua desonra na relação com o Senhor. Ele trocou Deus pelos filhos. Ele honrou mais seus filhos do que o seu Senhor.
Não troquemos Deus pelas pessoas. Às vezes tratamos nossa esposa ou os filhos como algo mais importante do que o Senhor. Damos a vida por eles e acabamos nos esquecendo de honrar aquele que é dono até dos nossos filhos. Muitas vezes honramos mais o nosso chefe do que o nosso Senhor. Não nos esqueçamos de que o centro da nossa vida é o Senhor. A honra maior é para Ele, não para os homens. Que o Eterno Deus nos dê a graça de tê-lo como centro na nossa jornada! (Livro Coração verdadeiro).

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Somos os pincéis de Deus

Deus está pintando sua graça na tela das almas humanas. Um dia estaremos com ele na glória e veremos essa tela terminada, e não seremos capazes de fazer nada a não ser adorar. Qual é a nossa parte em tudo isto? Somos os pincéis de Deus. Ele quer nos ensopar na palheta de cores de sua graça e pintar mais da sua bondade na nossa alma. A pergunta é: Nós somos pincéis macios em suas mãos? Um pincel duro e ressecado não absorve bem a tinta e borra a superfície que deveria embelezar. Sejamos os pincéis divinos nas mãos do Senhor (Paul Tripp).

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

José: um jardineiro de Deus | por Alcindo Almeida

Ep. 02 - O caráter do rei

Profundidade e significado

A oração nos coloca na presença de Deus. Os pais do deserto nos ajudaram na descoberta da prática das disciplinas espirituais. A mudança começa pelo nosso mundo interior. A verdadeira transformação é fruto do treinamento da nossa alma na presença de Cristo. O texto de Marcos 1.35 afirma: De madrugada, ainda bem escuro, Jesus levantou-se, saiu e foi a um lugar deserto; e ali começou a orar. Esse trecho de Marcos mexe com a nossa estrutura porque é o mestre divino que na estrutura humana, sente a necessidade de buscar a face do Pai. O próprio Deus nos ensina um caminho do coração que nos coloca na presença do Pai, a oração.
O Jesus histórico diariamente tinha um tempo para estabelecer pausas na sua agenda e contemplar em silêncio e solitude a face do Pai. Na vida Jesus, esses momentos eram recheados de profundidade e significado. Saibamos que esses encontros íntimos com Deus em oração e contemplação nos aproximam mais da sua presença e coração. Precisamos dessa prioridade diante do Pai, precisamos de momentos de oração que que resultam em intimidade e crescimento na dependência da Trindade em todos os processo da nossa jornada de espiritualidade (Alcindo Almeida).

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Cura para a depressão

Há um livro absolutamente profundo sobre o tema depressão de Andrew Solomon chamado de O demônio do meio dia. Solomon afirma que “depressão é o mecanismo do desespero da imperfeição no amor. A depressão quando chega degrada o eu da pessoa e finalmente eclipsa sua capacidade de dar ou receber afeição. Então surge a solidão que se torna manifesta e destrói não apenas a conexão com outros, mas também a capacidade de estar em paz consigo mesmo”. Precisamos tratar a depressão no coração porque ela afeta todos os sentidos da nossa alma. Não é por acaso que o salmista diz no Salmo 42:11: Por que estás abatida ó minha alma? A resposta vem ao coração: Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele que é o meu socorro e o meu Deus. É para esta realidade espiritual que Deus nos convida. Ele nos convida para que confiemos na sua graça e esperemos sempre nele, porque ele sonda o nosso coração. Porque Deus nos ampara no sentimento mais complicado da alma e traz cura e socorro para o nosso coração. Podemos perguntar por que a nossa alma está abatida e com toda certeza diante de Deus, que conhece a nossa estrutura, teremos a resposta e o conforto no momento certo para a vida! Isso nos ajudará a tratar lá dentro esse processo chamado depressão que tanta afeta o coração da gente! (Alcindo Almeida).

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Leituras em novembro de 2016



CALDAS, Carlos. Dietrich Bonhoeffer e a teologia pública no Brasil. São Paulo: Garimpo, 2016. A assim chamada teologia pública é uma das mais recentes fronteiras da investigação teológica, tanto no mundo do Atlântico Norte (Alemanha, Holanda, Estados Unidos) como também no assim chamado Sul Global (África do Sul e Brasil). A teologia pública leva a reflexão teológica para além dos públicos da igreja e das escolas de teologia. Antes, faz com que a teologia entre em diálogo com as questões que estão em discussão na arena pública. Nesta perspectiva, a teologia não está limitada ao que está em discussão intramuros no cristianismo. A teologia pública amplia os interlocutores do diálogo teológico. Como se trata de uma produção recente, ainda em elaboração, a teologia pública está à procura de referenciais teóricos, que lhe sirvam de balizamento conceitual. Neste sentido, a teologia de Dietrich Bonhoeffer, um dos mais importantes teólogos cristãos do século passado, pode ser útil. É esta a proposta deste livro: encontrar no pensamento de Bonhoeffer, particularmente em seu conceito de igreja que existe “para os outros”, uma base teórica para a teologia pública no contexto brasileiro neste início de século XXI. 

KELLER, Timothy. Caminhando com Deus em meio à dor e ao sofrimento. São Paulo: Vida Nova, 2016. Explicar por que Deus permite dor e sofrimento no mundo é uma questão que tem exasperado o ser humano há milênios. Keller analisa essa questão mostrando que há sentido e razão por trás de nossa dor e sofrimento e defendendo o argumento forte e inovador de que essa parte essencial da experiência humana só pode ser superada pela compreensão de nosso relacionamento com Deus. 

GRÜN, Anselm À procura do ouro interior. Rio de Janeiro: Vozes, 2014. O dia a dia não é só um trabalho árduo ou uma carga que precisamos carregar. A maneira como vivenciamos o dia a dia depende do nosso ponto de vista. Nós podemos ver o dia a dia como um tesoureiro que põe uma riqueza incomensurável à nossa disposição. Este livro quer lhe dar coragem de procurar o ouro em tudo, em você e na sua vida, ao seu redor e em todo lugar onde você se move. Você vai encontrá-lo e reconhecerá que carrega um brilho de ouro em si, porque faz parte da vida divina. 

MONTOSA, Rodolfo. De repente acordei. São Paulo: Mundo Cristão, 2016. O Autor dá asas à imaginação e convida o leitor a sonhar com as maravilhas que o Criador preparou na eternidade para aqueles que o amam. O autor constrói uma narrativa fictícia que conforta o leitor angustiado e aflito, cuja esperança e fé estão pressionadas pela dor e pelo sofrimento. De repente, acordei mostra que é possível descansar nas promessas de Deus. 

MAXWELL, John. O poder da liderança. São Paulo: Garimpo, 2010. Ao longo dos séculos, homens e mulheres notáveis procuraram sintetizar em uma ou poucas sentenças, a essência da liderança. Registradas por seus contemporâneos, essas frases resistiram ao tempo por conterem verdades sólidas, servindo de referência para pessoas que se destacam no mundo moderno à frente de organizações, de empresas e dos mais diversos tipos de grupo. Este livro, um dos três que compõe a série "Pensamentos do líder", desvenda os princípios comprovados de uma liderança poderosa, apresentados e comentados por um reconhecido perito no assunto.