1. RYKEN, Philip Graham. O coração da cruz. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2019. As palavras e as obras de Jesus na cruz trazem uma mensagem para cada um de nós. Uma mensagem de vida eterna oferecida gratuitamente. De um perfeito amor sem fim. De uma gloriosa esperança obtida por um alto preço. E de um poder divino que existe além das limitações da carne. Essas leituras devocionais sondam as últimas palavras terrenas de Cristo e as palavras dos escritores bíblicos sobre a cruz para revelar não somente o significado do Calvário, mas o coração de Deus. Elas também darão até a cruz, conquistando os poderes do inferno de uma vez por todas. Contém 192 páginas.
2. BARBOSA, Ricardo. Conversas no caminho: Reflexões sobre a experiência espiritual cristã evangélica contemporânea. Curitiba – PR: Editora Esperança, 2020. Este livro lança o desafio de buscarmos uma espiritualidade que nasce em Deus, se firma nas Sagradas Escrituras e no testemunho de alguns pais da igreja, e toma forma na vida cotidiana. Nos textos reunidos neste livro, Ricardo Barbosa nos apresenta a natureza da vida cristã a partir das experiências mais comuns e ordinárias da vida, muitas vezes inspirado na sua vivência como pastor. O autor consegue se inspirar no legado deixado pela história da igreja que nos convida a um relacionamento pessoal com Deus, aprendendo com a amizade entre Deus Pai, Filho e Espírito Santo. Contém 190 páginas.
3. PARANAGUÁ, Glenio Fonseca. Remendo. Londrina – PR: Editora Vale Estreito, 2025. Thomas Fuller, historiador inglês do séc. 17, disse: “Como é fácil a piedade de papel e pena! Não direi que ela não custa nada, mas, para exercer a bondade, é muito mais barato colocar a trabalhar a cabeça do que o coração. Posso escrever uma centena de meditações mais depressa do que subjugar o menor dos pecados de minha alma.” Remendo compara a peça restaurada do carro do Ayrton Senna, que o levou à morte, com as pregações remendadas com a cultura deste mundo, que levam à perdição eterna. Há um desastre terrível na proclamação do Evangelho misturado que não salva. Contém 48 páginas
4. NOUWEN, Henri. Transforma meu pranto em dança: Como atravessar tempos difíceis com esperança. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2020. Em meio ao nosso sofrimento, não fora dele, Jesus penetra em nossa tristeza, nos pega pela mão, ajuda-nos suavemente a ficarmos de pé e nos convida a dançar. Este pequeno livro mostra cinco movimentos de uma vida baseada em Deus. Eles não farão a dor desaparecer. Eles não prometem que vales sombrios e longas noites serão evitados. Mas esses passos na dança da coreografia de cura de Deus permitem que nos movamos graciosamente em meio ao que poderia nos ferir e que encontremos a cura enquanto suportamos o que poderia nos desesperar. Contém 136 páginas.
5. LLOYD, Martyn. A mensagem da cruz. Brasília: Editora Palavra, 2010. É um livro de autoria do renomado teólogo e pregador galês Dr. Martyn Lloyd-Jones. A obra é uma compilação de sermões que exploram a profundidade e a centralidade da crucificação de Jesus Cristo para a fé cristã. O livro é considerado uma leitura essencial para ministros e qualquer pessoa que busque um entendimento mais profundo do significado da cruz e uma vida cristã mais próxima de Deus. Contém 216 páginas.
6. WILDE, Oscar. O retrato de Dorian Gray. São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2012. Em 1891, quando foi publicado em sua versão final, O retrato de Dorian Gray foi recebido com escândalo, e provocou um intenso debate sobre o papel da arte em relação à moralidade. Alguns anos mais tarde, o livro foi inclusive usado contra o próprio autor em processos judiciais, como evidência de que ele possuía “uma certa tendência” - no caso, a homossexualidade, motivo pelo qual acabou condenado a dois anos de prisão por atentado ao pudor. Mais de cem anos depois, porém, o único romance de Oscar Wilde continua sendo lido e debatido no mundo inteiro, e por questões que vão muito além do moralismo do fim do período vitoriano na Inglaterra, definida por um dos personagens do livro como “a terra natal da hipocrisia”. Seu tema central - um personagem que leva uma vida dupla, mantendo uma aparência de virtude enquanto se entrega ao hedonismo mais extremado - tem apelo atemporal e universal, e sua trama se vale de alguns dos traços que notabilizaram a melhor literatura de sua época, como a presença de elementos fantásticos e de grandes reflexões filosóficas, além do senso de humor sagaz e do sarcasmo implacável característicos de Wilde. Contém 268 páginas.

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