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Mostrando postagens de Julho, 2015

Uma canção para o coração: Amor, que por amor desceste

Amor, que por amor desceste! Amor, que por amor morreste! Ah! Quanta dor não padeceste! Minha alma vieste resgatar E meu amor ganhar!
Amor, que por amor seguias A mim, que sem amor Tu vias! Oh! Quanto amor por mim sentias, Eterno Deus, Senhor Jesus, Sofrendo sobre a cruz!
Amor, que tudo me perdoas, Amor, que até mesmo abençoas Um réu de quem Tu te afeiçoas! Vencido, ó Salvador, por ti, Teu grande amor senti!
Amor sublime, que perduras; Que em tua graça me seguras, Cercando-me de mil venturas! Aceita agora, ó Salvador, O meu humilde amor.

Cristo morreu e ressuscitou

A esperança cristã se baseia na ressurreição de Cristo e inaugura uma vida à luz do novo mundo de Deus. Por isso, o Evangelho faz todo sentido, Cristo morreu e ressuscitou para nos trazer uma esperança viva e que nos faz olhar com segurança para a eternidade (Alcindo Almeida).

Silêncio e quietude

Em silêncio e quietude a alma piedosa tem proveito e aprende as coisas ocultas das Escrituras (Thomas a Kempis - Imitação de Cristo).

A ciência mais alta

Quem se conhece bem se despreza. A ciência mais alta é o conhecimento exato e o desprezo de si mesmo (Thomas a Kempis - Imitação de Cristo).

Minuto de graça #09 - Cultivando a comunhão divina

https://www.youtube.com/watch?v=Jkxx3IK7cLM

Ontem Esponja, Amanhã Peneira

A enxurrada de informação transformou tudo que era simples em complexo, confundiu a nossa forma de pensar e deve ser este um dos motivos pelos quais desistimos um pouco de confiar na razão e abraçamos um pouco mais da intuição (Ontem Esponja, Amanhã Peneira - Marcos Botelho e Victor Fontana).

Fazendo sentido

O presente tem de fazer sentido no todo. A vida tem de ser vivida toda manhã (Ontem Esponja, Amanhã Peneira - Marcos Botelho e Victor Fontana).

Está chegando gente!!!

Tua Presença Vai Me Transformar - Gerson Borges.

Só de estar em tua companhia Meu coração já começou mudar Passei a ver aquilo que não via Tua presença vai me transformar
E quando eu te buscar Eu vou me desligar Desta Cidade Morta, Desta Humanidade Torta Quero ser alguém que ora, Que na vida te adora Tua presença vai me transformar
E quando eu meditar Na tua perfeição Ver tua beleza, Toda esta grandeza... Quero ser alguém profundo, Que não ame este mundo Tua presença vai me transformar

Isso é um filé de primeira: João Alexandre & Guilherme kerr & Nelson Bomilcar / Unidade e Diversidade.

https://www.youtube.com/watch?v=WGpW_hXdynk

Na livraria comemorando o dia do escritor!

O caráter da oração

A oração é uma matéria pertencente à teologia e à ética, tanto o pensamento quanto a ação. Ela é profundamente direcionada por aquilo que cremos e como nos comportamos. O caráter de nossas orações será determinado através do processo de conhecer Deus e viver na sua presença (Alcindo Almeida).

Olhos da alma para Deus

Precisamos pedir olhos da alma para Deus e no coração para uma invasão da graça divina em nós a fim de enxergar a verdade divina em Cristo Jesus (Alcindo Almeida).

Livres de preocupação

Esse texto de I Pedro 5.7 edificou demais meu coração hoje: Vivam livres de preocupação na presença de Deus: ele toma conta de vocês. Essa é uma maneira preciosa de vivermos sem stress e ansiedade na nossa vida. Livres das preocupações que tanto nos abalam e tendo a grande percepção que Deus cuida de nós. Ele não está alheio a nossa luta e caminhada complicada na vida. Ele está vendo tudo, ele está cuidando dos detalhes do mosaico do nosso coração. Descansemos nessa verdade preciosa ensinada por Pedro (Alcindo Almeida).

Enxergando Deus

O Evangelho nos dá um par de óculos através dos quais podemos rever nossa própria vida e enxergar Deus preparando-nos e moldando-nos, inclusive por meio dos nossos próprios fracassos e pecados para nos tornar vasos da sua graça no mundo (Timothy Keller).

Seguindo a Cristo

O Senhor Jesus preferiu doze seguidores genuínos a ter uma multidão de consumidores. Creio que a igreja evangélica brasileira precisa seguir a Cristo também aqui. É preciso que reconheçamos que as tendências modernas em alguns quartéis evangélicos é a de produzir consumidores, muito mais que reais discípulos de Cristo, pela forma de culto, liturgias, atrações, e eventos que promovem. Um retorno às antigas doutrinas da graça, pregadas pelos apóstolos e pelos reformadores, enfatizando a busca da glória de Deus como alvo maior do homem, poderá melhorar esse estado de coisas (Polêmicas na Igreja - Augustus Nicodemus Lopes​).

Mentalidade de consumidores

O Senhor Jesus poderia ter satisfeito às necessidades da multidão e saciado o desejo dela de ter mais milagres, sinais e pão. Teria sido feito rei, e teria o povo ao seu lado. Mas o Senhor preferiu ter um punhado de pessoas que o seguiam pelos motivos certos, a ter uma vasta multidão que o fazia pelos motivos errados. Preferiu discípulos a consumidores. Infelizmente, parece prevalecer em nossos dias uma mentalidade entre os evangélicos bem semelhante à da multidão nos dias de Jesus. Parece-nos que muitos, à semelhança da sociedade em que vivemos, tem uma mentalidade de consumidores quando se trata das coisas do Reino de Deus. O consumismo característico da nossa época parece ter achado a porta da igreja evangélica, tem entrado com toda a força, e para ficar (Polêmicas na Igreja - Augustus Nicodemus).

Uma ignorância profunda

O Cristianismo só é o maior inimigo de Jesus quando deixa de professá-lo como Senhor e Salvador, quando nega sua morte vicária na cruz pelos nossos pecados, quando rejeita sua ressurreição e sua vinda, quando usa seu nome para arrecadar dinheiro para enriquecimento pessoal ou para promoção da própria glória, se seculariza, se mundaniza e deixa de ser sal e luz. É uma ignorância profunda passar uma condenação generalizada sobre todos os cristãos de serem inimigos de Jesus (Polêmicas na Igreja - Augustus Nicodemus).

Pregando todo o conselho de Deus

São poucos os líderes que estão dispostos a entrar numa peleja teológica para defender a verdade e resguardar o ensino das Escrituras. Infelizmente, tenho a impressão que a maioria prefere se omitir e tratar de sua vida e de sobreviver em seu ministério. Não defendo e nem apoio aqueles briguentos de plantão que vivem somente no aguardo de uma oportunidade para iniciar polêmicas e conflitos nas redes sociais. O que estou dizendo é que os pastores e mestres deveriam, de forma pacífica, mas firme, pregar todo o conselho de Deus e tratar de assuntos polêmicos e difíceis com mansidão e firmeza, em suas igrejas locais ou em outros fóruns apropriados. Mas hoje o que parece prevalecer é o relativismo e o politicamente correto, onde ninguém quer se expor ou se desgastar em nome da verdade (Augustus Nicodemus).

Inovações teológicas

Precisamos definir "inovações teológicas" em primeiro lugar. Eu entendo o termo como uma referência a doutrinas e conceitos que não encontram respaldo e fundamento nas Escrituras e que são introduzidos na igreja cristã a pretexto de modernidade e progresso. A rigor, a maior parte dessas "inovações" não tem nada de novo. Um bom exemplo disto é a chamada teologia relacional que em anos recentes se apresentou como uma novidade no campo teológico, pretendendo elucidar a questão da presciência de Deus e a liberdade humana. Todavia, nada mais era que a reedição do socinianismo, nome dado a um ensinamento promovido por Lélio e Fausto Socínio no século XVI. Muitas dessas "inovações" são antigas heresias reapresentadas com linguagem nova. Da mesma forma, conceitos como Sola Scriptura, Sola Fide e Sola Gratia não foram inovações teológicas dos Reformadores do século XVI, mas a redescoberta do ensino de Pais da Igreja como Agostinho. Eu não estou dizendo que não há …

O Cristo total

Nosso objetivo é ganhar o homem total, para o Cristo total, e isso requer o total consentimento da mente, coração e vontade (John Stott. Crer também é pensar).

Através do sofrimento

Deus não promete abençoar os cristãos afastando o sofrimento, mas através dele (Tim keller).

Somos salvos por Cristo

O Evangelho significa que somos salvos pelo que Cristo fez e não pelo que nós fazemos ou somos (Tim keller).

Orgulho na cruz de Cristo

Algo no Evangelho é fato: ele convida a nos orgulhar na cruz de Cristo, nunca em nós mesmos. Então, alguém que quer aparecer no Reino se achando, pode ter tudo e até fazer tudo, menos estar no Evangelho da cruz (Alcindo Almeida).

A verdadeira simplicidade

Quando vivemos verdadeiramente na simplicidade interior, toda a nossa aparência é mais franca, mais natural. A verdadeira simplicidade nos faz conscientes de certa abertura, moderação, inocência, alegria e serenidade, o que é encantador quando o vemos de perto e continuamente, com olhos puros. Oh, quão amável é esta simplicidade! Quem ma dará? Por ela deixo tudo. Ela é a pérola do Evangelho (François Fénelon).

Uma certeza

Diante de tantas complicações e tristezas da vida, temos uma certeza absoluta: no céu não haverá angústia e nunca mais teremos o peso da dor e das tribulações da vida (Alcindo Almeida).

Coitados de nós

O homem é metido mesmo, acha que pode amar por si mesmo. Coitados de nós se o Criador divino não implantar em nosso interior o seu amor, estaríamos num fracasso total (Alcindo Almeida).

A arte de amar

Amar é ser vulnerável. Ame qualquer coisa e seu coração irá certamente ser espremido e possivelmente partido. Se quiser ter a certeza de mantê-lo intacto, não deve dá-lo a ninguém, nem mesmo a um animal. Envolva-o cuidadosamente em passatempos e pequenos confortos, evite todos os envolvimentos, feche-o com segurança no esquife ou no caixão do seu egoísmo. Mas nesse esquife - seguro, sombrio, imóvel, sufocante - ele irá mudar. Não será quebrado, mas vai tornar-se inquebrável, impenetrável e irredimível. A alternativa para a tragédia, ou pelo menos para o risco da tragédia é a danação. O único lugar fora do céu onde você pode manter-se perfeitamente seguro contra todos os perigos e perturbações do amor é o inferno (Os quatro amores - C. S. Lewis).

Os amores são indignos

Os amores provam que são indignos de tomar o lugar de Deus pelo fato de não conseguirem permanecer eles mesmos e cumprir o que prometem sem a ajuda divina (Os quatro amores - C. S. Lewis).

Deus plantou um jardim

Quando Deus plantou um jardim, Ele colocou um homem sobre o mesmo e este debaixo das suas ordens. Quando Ele plantou o jardim da nossa natureza e fez com que amores brotassem e frutificassem nele, estabeleceu que “cuidássemos” deles (Os quatro amores - C. S. Lewis).

O valor da amizade

A amizade não tem valor de sobrevivência; pelo contrário, é uma daquelas coisas que dá valor à sobrevivência (Os quatro amores - C. S. Lewis).

Afeição no coração

A Afeição abre nossos olhos para a bondade que não teríamos visto nem apreciado não fosse por causa dela (Os quatro amores - C. S. Lewis).

A vida divina real

Nossos amores-Do-ação são realmente divinos; e entre os mais divinos estão aqueles mais ilimitados e incansáveis na sua entrega. Tudo que os poetas apregoam sobre eles é verdade. Sua alegria, animação, paciência, prontidão em perdoar, querer o bem do ser amado - tudo isto é uma imagem da vida divina real, praticamente adorável (Os quatro amores - C. S. Lewis).

Amores humanos

Os amores humanos podem ser imagens gloriosas do amor divino (Os quatro amores - C. S. Lewis).

O amor necessidade

Nosso amor-Necessidade por Deus está em posição diferente pois nossa necessidade dele jamais cessará seja neste ou em qualquer outro mundo (Os quatro amores - C. S. Lewis).

Os estágios da vida

Um texto que me chama a atenção é o que Jó disse no capítulo 14.1-2: O homem, nascido da mulher, é de bem poucos dias e cheio de inquietação. Sai como a flor e se seca; foge também como a sombra e não permanece. A reflexão de Jó neste texto é que nenhum estágio da vida, da infância à sepultura é isento de inquietações. A vida humana é lisonjeira em seu princípio, pois, ela vem como uma flor, mas ela é breve vai embora e parte sem retorno. A morte leva o cristão a repensar sobre os aspectos da eternidade. Em Eclesiastes 7, Salomão fala que na casa do luto se vê o fim de todos os seres humanos. Na hora da morte pensamos mais sobre a eternidade e sobre o nosso estado espiritual. A realidade da morte nos faz repousar na certeza de que há um descanso eterno para nós como o Livro de Apocalipse afirma no capítulo 14.13: E ouvi uma voz do céu, que me dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito para que descansem dos seus trabalhos e as sua…

Não esqueçam de Deus

O que é verdadeiro para a pessoa o é também para a nação. A intensificação do secularismo penetra, de forma cada vez mais profunda, a consciência humana a ponto de negar a realidade divina ou, na melhor hipótese, mantê-la restrita no mundo privado de cada um. O ser humano sem Deus e sem o temor de Deus perde sua identidade, esquece seus fundamentos e vive como um barco à deriva. Não podemos nos esquecer de Deus. O apóstolo Paulo afirma que nele (Cristo) nos movemos e existimos. Não há vida real sem Deus e essa verdade se aplica à pessoa e à sociedade. A advertência de Moisés para o povo de Deus foi: “Se te esqueceres do Senhor, teu Deus, e andares após outros deuses, e os servires, e os adorares, protesto, hoje, contra vós outros que perecereis” (Dt 8.19). Nunca se esqueçam de Deus (Ricardo Barbosa de Sousa).

Quando chega a depressão

A depressão quando chega degrada o eu da pessoa e finalmente eclipsa sua capacidade de dar ou receber afeição. Então surge a solidão dentro de dela que se torna manifesta e destrói não apenas a conexão com outros, mas também a capacidade de estar em paz consigo mesma (Livro: Depressão na vida - redescoberta da força na fraqueza).

As mesmas pessoas

A Bíblia nos ensina a amar o próximo e também a amar nossos inimigos provavelmente porque eles em geral são as mesmas pessoas (G.K. Chesterton).

Pensamento de um ateu

O pior pensamento de um ateu é quando ele está grato e não tem ninguém a quem agradecer (G.K. Chesterton).

A morte na cruz

O mistério de Deus é vivido por Jesus de forma peculiar: nele encontramos o amigo de nós seres humanos pecadores. Ele é o nosso amigo precioso da vida que traz resgaste através da sua morte na cruz e ressurreição da vida.

Graça e comunhão com a Trindade

A Cruz de Cristo nos faz encontrar o verdadeiro sentido da vida em Deus. Por meio dela fomos aceitos de novo e por ela alcançamos redenção, graça e comunhão com a Trindade (Alcindo Almeida).

A finalidade da alma humana.

Nesses dias de férias tenho lido as obras de C. S. Lewis. Ele é uma fera mesmo. Vendo o livro Cristianismo puro e simples, Lewis aponta a realidade de uma mente divina que rege o universo. Ele fala do anseio trabalhando ideia que Deus é a finalidade da alma humana. Ele é nossa única fonte da felicidade humana.

Surpreendido pela alegria

“Sou um pagão convertido vivendo em meio a puritanos apóstatas” (C. S. Lewis - Surpreendido pela alegria).

A nossa libertação

A dureza de Deus é mais suave que a suavidade dos homens, e sua coerção é nossa libertação (C. S. Lewis - Surpreendido pela alegria).

Deus é Deus

Você deve imaginar-me sozinho naquela sala em Magdalen, noite após noite, sentindo, sempre que minha mente se afastava por um segundo do meu trabalho, a abordagem constante e implacável daquele que eu tão ansiosamente desejava não conhecer. Aquilo que eu muito temia finalmente caiu sobre mim. No Termo da Trindade de 1929, eu me rendi, e admiti que Deus era Deus, e me ajoelhei e orei: talvez, naquela noite, o mais deprimido e relutante convertido de toda a Inglaterra (C. S. Lewis. Surpreendido pela alegria).

O ofício pastoral

Uma responsabilidade típica do trabalho pastoral é combinar dois aspectos do ministério: primeiro, apresentar a palavra eterna e a vontade de Deus e, segundo, cumprir a primeira tarefa considerando as particularidades do local e das pessoas (o verdadeiro lugar onde o pastor vive e as pessoas específicas com quem convive). Se qualquer um desses aspectos for desprezado, não haverá um bom pastorado. O ofício pastoral, em sua melhor expressão, narra e exibe os intercâmbios da graça descritos na Bíblia entre Deus, que “é o mesmo, ontem, hoje e para sempre”, e o ser humano, que herda o pecado de Adão e experimenta o livramento através do novo Adão. Nesses intercâmbios o dom de Deus é consistente, e a necessidade do ser humano, constante. Entre esses dois pólos existem variáveis impossíveis de se demonstrar num gráfico que indique uma linha através da história, seja ascendente, seja descendente (Peterson, Eugene. O pastor que Deus usa: cinco pilares da prática pastoral. Mundo Cristão Editora…

O Reino de Deus acontece

Aqui trabalhando no meu livro e percebendo que o Reino de Deus acontece onde quer que as pessoas atuam com misericórdia imitando Jesus Cristo de Nazaré. Onde ele passava a misericórdia e graça de alguma maneira apareciam, seja pelo toque ou palavras dele (Alcindo Almeida).

O Jesus soberano

O Evangelho de Jesus exige, antes de tudo, fidelidade ao Deus da vida e da aliança. Então seguir a Cristo implica em morte para o nosso ego, para a nossa vontade e tudo que tem a ver com o controle humano. E no cenário atual vejo pregadores dizendo que devemos exigir o nosso direito diante de Deus. Como? Isso é uma pregação absolutamente humanista e anti-bíblica. Impossível seguir e Evangelho de Jesus e querer manipular algo, achando que podemos mudar Deus pela vontade o oração humanas. Não, mil vezes não! O Evangelho que estou lendo é de um Jesus absolutamente soberano e que nos convida para segui-lo entregando tudo o que somos diante dele, para fazermos o que ele quer e não o que queremos (Alcindo Almeida).

O Bilhete e o Trovão - Os Arrais

No silêncio, na calmaria que antecede a dor No escuro, na pausa entre A chuva e o primeiro trovão Seja minha canção Estrofe, ponte e refrão
Quando a porta recusa-se a abrir e eu rogo em vão Quando vejo de longe o trem partir Um bilhete em minhas mãos Seja minha canção Estrofe, ponte e refrão
Quando o lápis resiste obedecer Eu tento me impor Quando o copo balança Em minhas mãos eu temo compor Seja minha canção Estrofe, ponte e refrão
Seja minha canção O primeiro trovão Seja minha canção Um bilhete em minhas mãos Seja tudo que pedir Seja o que está por vir