Leituras em abril de 2016

1.    MCGRATH, Alister. Surpreendido pelo sentido. São Paulo: Editora Hagnos, 2015. McGrath, autor do campeão de vendas O delírio de Dawkins, leva o leitor através de questões como: como fazer sentido do mundo que nos rodeia? A crença na ciência e na fé cristã é compatível? A estrutura do universo aponta para a existência de Deus? McGrath ajuda os leitores a ver que a ciência não é um anátema para a fé nem suplanta a fé. Tanto a ciência quanto a fé ajudam a dominar o desejo humano de fazer sentido das coisas. A fé é complexa. Ela não é um salto cego no escuro, mas uma jubilosa descoberta de uma imagem mais abrangente das coisas maravilhosas das quais todos nós fazemos parte. Contém 106 páginas.

2.    BONHOEFFER, Dietrich. Discipulado. São Paulo: Mundo Cristão, 2016. A leitura desta obra torna-se uma tarefa imprescindível para todo aquele que se propõe a mesma pergunta que orientava Bonhoeffer: “O que é o cristianismo, ou ainda, quem é de fato Cristo para nós hoje?”. Para ele, ficou evidente a necessidade de criticar o que chamou de “graça barata”, que, “em vez de justificar o pecador, justifica o pecado”. Ou seja, a postura que a Igreja assume ao inverter todo o esforço dos reformadores sintetizado na doutrina da justificação pela fé mediante o sacrifício na cruz de Cristo. Justamente por isso, “a graça barata é a inimiga mortal de nossa Igreja”. Foi contra esse tipo de graça que os esforços de Bonhoeffer se direcionaram, reiterando enfaticamente a verdadeira vida em comunidade, na qual o discipulado é visto como compromisso radical de obediência a Cristo — mesmo que implique a morte, não apenas do velho ser humano, mas do próprio discípulo. Contém 256 páginas.

3.                  STOTT, John. Sinais de uma igreja viva. São Paulo: Ultimato, 2005. A igreja não é perfeita, é santa, mas está em processo de santificação. E quais são as marcas de uma igreja viva? John Stott mostra que são louvor, ensino da Palavra, adoração, comunhão e evangelização. E como estes sinais aparecem? Como fazer com que a igreja manifeste estes sinais? Conheça mais sobre o tema neste livro. Contém 80 páginas.

4.    HUNT, June. Esperança para o coração. Encontrando força nas tempestades da vida. São Paulo: Vida Nova, 2015. June Hunt construiu seu ministério de aconselhamento ajudando pessoas a descobrir o poder da esperança. A esperança que a Bíblia ressalta não tem nada que ver com cruzar os dedos e torcer para que o melhor aconteça. A esperança bíblica autêntica é uma força poderosa que nos sustenta, uma âncora capaz de nos manter firmes em meio às tempestades mais ferozes, escreve ela. Se você vem lutando para encontrar esperança nas tempestades da vida, este livro mostrará como mapear um novo curso em direção às águas tranquilas. Contém 240 páginas.

5.    YANCEY, Philip. A pergunta que não quer calar. São Paulo: Mundo Cristão, 2016. A pergunta que não quer calar oferece o consolo de que tanto necessitamos quando somos confrontados com esta difícil questão: onde está Deus no sofrimento? O questionamento sobre a ação de Deus no sofrimento acompanha a humanidade ao longo da História e adquire contornos mais pungentes quando somos nós os atingidos pelo inesperado. É em situações extremas, quando estamos a ponto de sair do eixo, que mais necessitamos ler e ouvir o que pessoas como Philip Yancey têm a dizer. Este encontro com o talentoso autor de A pergunta que não quer calar e de outros livros relevantes para o nosso tempo nos permite experimentar solidariedade, consolo e esperança em momentos de dor e angústia profunda. Contém 144 páginas.

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