Entremos no santuário divino

Quando lemos o Salmo 73, percebemos a grande necessidade de entrar no santuário de Deus e ver que ele sempre está no comando de tudo. Quando entramos no santuário de Deus temos a noção verdadeira do fim dos ímpios que não cultivam o temor e a reverência diante de Deus. Quando entramos no santuário de Deus percebemos que, certamente, Deus coloca os ímpios em lugares escorregadios. Ele os lança para a ruína. Deus provoca como o soberano Deus a desolação deles num só momento! Asafe começa a entender que Deus anulará suas fantasias. Agostinho afirma que quando o salmista entra no santuário de Deus, ele entende que o Eterno Deus pesará tudo na sua balança celestial. E que há um fim preparado para o ímpio. O mesmo se tornará uma palha que é levada pelo vento e nunca mais existirá conforme nos ensina o Salmo 1.6 O salmista reconhece que no meio da sua amargurava ele sentia picadas no coração. Ele estava embrutecido e não sabia de nada. Ele chega a dizer que era como animal diante de Deus. Porque ele não tinha entendimento dos propósitos de Deus na direção do mundo. Mas, ele compreende que está com Deus e que ele o segura à mão direita. Ele entende de maneira profunda quando entra no santuário de Deus que ele o guia com seu conselho e o receberá na glória. Então vem a pergunta de alguém que começa a entender Deus: A quem tenho eu no céu senão a ti? E na terra não há quem eu deseje além de ti. Entremos no santuário divino e vejamos Deus! (Poesia e Oração. Volume 3).

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