terça-feira, 23 de junho de 2020

Todos somos iguais

No livro Inferno: O mundo em guerra 1939-1945, encontramos o governador de Idaho, defensor de medidas drásticas, dizendo: “Os japas vivem como ratos, procriam como ratos e agem como ratos. Não queremos saber deles.” Caminhando um pouco mais temos uma frase assim: "No campo de treinamento em que estava o recruta John Capano, na Carolina do Sul, havia uma placa na entrada de um restaurante: Negros e ianques não são bem-vindos. Ele comentou: Era uma tropa muito branca, que travava batalhas permanentes contra os negros no centro de manutenção de viaturas.”
Dói ver como um ser humano tratando o outro dessa maneira nesse período da Segunda Guerra Mundial. Ratos é assim que os japoneses foram chamados. Negros não eram bem-vindos naquela época. Hoje, quando olhamos para o Japão, vemos um país totalmente civilizado, respeitador e com qualidade em tudo o que faz. Gente séria, gente inteligente. Gente que é gente como nós. Seres humanos que são criação divina.
Quando olho para os negros, e já estive lá na África do Sul várias vezes, e o que vi foi um povo simpático, gentil, sofrido, mas amável e sem ser diferente de nós. De novo, gente como a gente.
Mas, o fato é que o pecado realmente manchou a raça humana, talvez não chamemos as pessoas de ratos, e nem de macaco, mas vemos por aí algumas pessoas fora do normal, como uma moça, que chamou um policial de ser imprestável. E ainda disse para ele: nem gente você é! Que triste esse descaso com o ser humano. Todos nós somos iguais e devemos nos considerar e nos respeitar mutuamente sempre.
A Bíblia diz que devemos amar o nosso próximo, devemos considerá-lo melhor do que nós. Diz que devemos amar até os que nos ferem, nos rejeitam e nos tratam mal. O texto sagrado diz: Pelo contrário, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça. (Alcindo Almeida).

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