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Cristo no centro da vida

Quando lemos o texto de Filipenses 1, percebemos claramente que Jesus é o centro da vida de Paulo. As palavras: Pois para mim viver é Cristo, e morrer é lucro, são semelhantes aquelas de Gl. 2.20: Estou crucificado com Cristo e vivo não mais eu, mas Cristo, o qual me amou e a si mesmo entregou-se por mim. Cristo era o centro absoluto da vida de Paulo e por isso, era um lucro certo partir dessa vida. 
Olhando para a nossa vida percebemos que ao seguir Jesus e nos entrosarmos na nova vida, de salvação, somos frequentemente tentados, por uma série de seduções, a negar, ou evitar, ou até mesmo menosprezar Jesus Cristo no cotidiano. Paulo faz do momento de prisão uma declaração porque ele estava ali e o que ele desejava na vida. Ele queria ver Jesus. O sentido da sua existência era Jesus de Nazaré. Por isso, ele dizia aos gálatas que ele levava no seu corpo as marcas de Cristo.
Saibamos que quando Cristo é Senhor da nossa vida, o nosso agir é diferente diante das dificuldades da vida. Precisamos da consciência no coração de que Jesus está no centro do nosso coração. Paulo tem essa consciência e assim pode afirma que o morrer é lucro. Mas, ele entende que se o propósito de Deus é que ele fique na terra, ele continuará pregando e ajudando naquilo que é necessário para pregação do Evangelho. 
Finalizando, há alguns elementos preciosos por vivermos com Cristo no centro da vida:

1. Ele se torna a nossa maior e melhor motivação. Só pensamos em dar glória a ele por nossa vida;
2. Temos razões nobres para viver seja num tempo rápido ou longo nessa vida. Não nos importamos com nada, só com a ideia de cultivar Cristo no coração;
3. Experimentamos cada vez mais a plenitude de Deus em nosso interior.

Que o Senhor nos dê a graça de termos Cristo nos centro e anunciarmos o seu Evangelho todos os dias da vida. (Livro: Alegria verdadeira - Série Intimidade com a Palavra. Livro de Filipenses)

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