Palestra 4: Pr. Ricardo Agreste

Resgatando a centralidade do Evangelho na nossa vida
(Hotel Paladium – Serra Negra - 08 a 10 de abril de 2013)

O Evangelho é o poder de Deus para transformação de vidas. Pela convivência com pessoas da religião houve uma percepção cínica acerca do Evangelho e só no contato com o mundo secular Ricardo Agreste percebeu mais claramente o poder do Evangelho do Reino.
O Evangelho é o poder de Deus para salvação de pessoas, situações e momentos. Onde está o Evangelho para transformar maridos e mulheres?
No Evangelho é revelada a justiça de Deus – uma justiça que do inicio ao fim é pela fé. É o que Paulo trabalha em Romanos 1.16. O que se espera de nós como cristãos é que confiemos naquilo que Deus é e dependamos do seu caráter e amor. O Evangelho é o centro da história da redenção.
 
Criação – Deus é o criador de todas as coisas em Gênesis 1. Não somos fruto do acaso, somos resultado da graça divina como ser criados.
 
Queda – nossos pais romperam com o criador por causa da ganância e poder. Eles romperam com Deus assumindo o projeto da autonomia. Ele se evidencia na Torre de Babel, por isso, Deus confunde as línguas. E os homens vivem na desconexão da espiritualidade do Éden. Adão e Eva não são mortos e extintos da face da terra porque Deus ainda os ama.
 
Abraão: ele tem um filho com 100 anos e Deus mostra o cuidado pela graça. E o pedido que Deus faz traz o resultado de dependência na vida do velho patriarca. No momento do cutelo sobre o menino Isaque, Abraão escuta duas coisas:
 
• Não faças isso!
• E ele vê o Cordeiro no arbusto.
Eles voltam para casa porque Deus proveu o Cordeiro.
 
Redenção: No Egito os primogênitos ficaram vivos por causa de um Cordeiro que foi morto. E quando Jesus entra no mundo, João Batista diz que ele é o Cordeiro de Deus que tirará o pecado do mundo. Jesus não morre para ser um exemplo apenas, mas para cumprir o plano da redenção eterna. Ele vive a nossa morta para nos trazer vida.
 
Fé e missão: A espiritualidade cristã é a resposta daquilo que Deus fez por nós na cruz do Calvário.
 
Nova criação: II Coríntios 5.7. Estamos inseridos nessa nova ordem porque o Cordeiro morreu em nosso lugar. Estaremos nas bodas do Cordeiro porque ele morreu em nosso lugar.
O que é Evangelho?
 
1. O Evangelho é o centro da história da redenção.
2. O Evangelho não é algo que fazemos, mas sim, algo que foi feito e consumado por nós. Nossa ação consiste em confiar plenamente no Evangelho.
Nossa natureza humana sabota nossa confiança plena no Evangelho.


3. O Evangelho é a boa noticia que vem de Deus de que, através da obra de Jesus, fomos resgatados da morte.
4. O Evangelho nos resgata não apenas do efeito final da morte, mas do seu poder em todas as dimensões da nossa vida.

Há muitas pessoas que vivem dimensões da morte em seu casamento, em suas relações, em seu trabalho. Pessoas deprimidas, pessoas injustas, pessoas opressoras. São dimensões instaladas da morte.
Jesus vence o poder do mote, Jesus vence o poder que essa morte exerce em nossa história. Este poder do Evangelho que salva, que resgata! Este poder entra na história e tem o poder de fazer todas as coisas novas. Resgatar o Evangelho em nosso ministério: não significava resgatar as famosas mensagens evangelísticas. Timothy Keller afirma: O que nos afasta de Deus não são as nossas maldades, são as nossas bondades.
Pessoas boas, não conseguem entender porque aquele Cordeiro teve que ser sacrificado. Afinal de contas, Deus não precisava ter feito aquilo. O poder transformador do Evangelho na pessoa causam 2 reações:
Inicia-se um processo de mudança de vida;
A pessoa não se contém e deseja trazer os amigos (mulher samaritana)
Timothy Keller diz: Evangelho não é apenas ABC, mas o A até Z da vida cristã. Não e apenas o caminho para escapar da condenação pelo pecado, mas é a dinâmica de vida fundamental par a vida cristã como um todo.Nós somos salvos por acreditar no Evangelho, e então nós somos transformados em cada parte de nossa mente, coração e vida por acreditar no Evangelho mais e mais, na medida em que nossa vida se desenvolve.
Um cuidado precioso: Corremos o risco de pregar, ensinar e visitar sem a lembrança do Cordeiro em nossa vida. Corremos o risco de lidar com nossas crises sem olhar para o Cordeiro de Deus.
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Anotações por Alcindo Almeida

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