Temos vivido um tempo em que a ignorância sobre Deus tanto de seus recursos, como da prática da comunhão com Ele, tem relação direta com a fraqueza da igreja moderna. Duas tendências infelizes parecem ter produzido este processo.
A primeira tendência é que a mentalidade cristã se adaptou ao espírito moderno, ou seja, a atitude atual em relação a Deus é deixa-lo à distância, quando não o nega completamente. A ironia disto é que os cristãos modernos, preocupados em manter as práticas religiosas num mundo sem religião, têm permitido que Deus se torne distante.
A segunda tendência é que a mentalidade cristã se confunde pelo ceticismo moderno. Por mais de três séculos o fermento naturalista da perspectiva renascentista tem agido como um câncer no pensamento ocidental. O ceticismo a respeito da revelação divina e dos fundamentos cristãos, deu margem ao questionamento mais amplo que abandona toda ideia da unicidade da verdade, e com isso qualquer esperança de unificar o conhecimento humano.
Temos um grande desafio como uma igreja transformada. O desafio é romper com qualquer mentalidade cristã pobre que distancia Deus de nós. O desafio é ter as Escrituras no coração com verdade e retidão. As Escrituras são a referência para a nossa alma. Elas nos transformam e não permitem que sejamos levados pelo ceticismo que anula toda a verdade de Deus. O desafio é possuir uma visão teológica que leve a igreja a buscar todo o conselho de Deus, influenciado a sociedade para que a transformação seja notória, verdadeira e impactante! Como afirmou John MacArthur: O maior serviço que alguém pode prestar aos outros é dar a eles entendimento das Escrituras. Demonstremos a nossa transformação levando as Escrituras para as pessoas que nos cercam! (Alcindo Almeida)

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