quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Devoção no coração

Vivemos um problemas sério no quesito vida de comunhão com Deus. A falta de devoção é, como James Stewart disse: Um sintoma de algo mais profundo; um sintoma de queda da afeição. O tempo da oração deve ser motivada pelo desejo de comunhão e intimidade que cultivamos com o Eterno Deus, partindo de algo do nosso coração mesmo. Não deve partir de um modo de usar o Deus Todo Poderoso para satisfazer a nossa necessidade. 
A falta de comunhão e intimidade com Deus é um sinal de que o relacionamento se tornou distante e sem prazer. A devoção e o nosso tempo de orar deve ser uma resposta do que Deus significa para nós! Deve ser uma resposta do que Ele faz, do que Ele nos dá em termos espirituais, como por exemplo, o sentido da vida. Percebam o texto de Hebreus 4.16: Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que alcancemos  misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno. 
Devemos chegar ao trono da graça, isso passa pela devoção e pela oração. Nesse tempo experimentamos a comunhão profunda com a Trindade, nesse trono que alcançamos  misericórdia e achamos graça. Misericórdia é uma declaração da bondade de Deus, refletindo o Seu amor para com os miseráveis, sem medir se de fato merecem receber ou não. Graça é  Deus dar aquilo que não merecemos, salvação. Na caminhada de comunhão experimentamos essas verdades e somos alimentados pelo Eterno. Assim crescemos na graça e no conhecimento dele! (Alcindo Almeida).

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