Meditando sobre a Páscoa 13

A cruz do Calvário


Jesus quando vai para a cruz, ele experimenta uma dor profunda demais, é dor de pecado de outros. E não podemos esquecer que ele está naquela cruz como o Deus - homem. Ele poderia dizer não se quisesse, mas, ele diz sim para a cruz, e diante da tamanha dor do nosso pecado, ele recorre para o seu Pai. Para que ele cumpra o plano da redenção segundo o querer não dele, mas do Pai. Ele diz: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito, e dito isto expirou. Jesus vai até o fim e jamais desiste da sua trajetória, da sua caminhada que é a cruz do Calvário. E lá ele experimenta a sua e a minha dor para que realize a obra da redenção no nosso coração, para trazer liberdade e esperança para a nossa caminhada aqui na terra. Ele faz isto voltando-se para aquele que é o seu Pai, aquele que na hora certa o consolaria, o abraçaria, o fortaleceria. E nós diante das crises que passamos, diante das lutas e tribulações da vida, desistimos da nossa caminhada? Ou continuamos olhando para o Pai, voltando-se para o Pai? O Pai é o nosso referencial para que de igual modo ao Jesus histórico, jamais desistamos da nossa caminhada que é dura, que é dolorosa, mas suportável para passar. Não desistamos da nossa caminhada na terra, pois, Cristo foi até o fim na caminhada da cruz, voltando-se e fortalecendo-se no Pai. Bendito seja o Cordeiro divino! (Alcindo Almeida).

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