Richard Foster trabalhando o tema: Oração como disciplina para transformar o coração pastoral

Orar é aprender a ter prazer na presença de Deus

Precisamos lidar com os nossos pensamentos interiores para orar na presença de Deus. Soren Kierkegaard fala que orar é ouvir Deus. A oração não transforma Deus, mas transforma aquele que não apenas ouvir falar de Deus, mas ver a Deus. “A oração não se mostra verdadeira quando Deus escuta o que se lhe pede. Ela é verdadeira, quando quem ora continua orando, até que seja ele mesmo a escutar o que Deus quer. Quem ora de verdade, nada mais faz senão escutar.”
Os mestres da oração definiram a oração com uma palavra: recolhimento. É entregar a nossa vida por inteiro para ouvir a voz de Deus Pai. Não precisamos nos apressar, não precisamos usar palavras. E sim, como dois bons amigos nós temos prazer em estar juntos (o Senhor e nós).
A autoridade e compaixão se tornam em irmãs gêmeas. É como se o céu viesse a terra. A oração faz com que a qualidade da pregação fique profunda. Algumas vezes nesse tempo surgem pregações profundas para o povo de Deus. Isso através do alimento para a nossa alma. Deus nos dá a graça de termos criatividade divina para o povo de Deus.
Mozart ouvia as sinfonias inteiras na sua cabeça antes de colocar na pauta. E nós temos idéias profundas quando oramos. Isso não elimina o tempo de estudo. A verdade é que essas idéias vêm como presente de Deus a nós.

Comentários

William disse…
O Richard Foster da foto não é o Richard J. Foster!

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