Lançamento de livro do Pr. Glenio Paranaguá

Data: dia 19.10.2009.
Local: Igreja Presbiteriana da Lapa.
Horário: 20:00 horas.
A estrela é um astro que tem luz própria. Os planetas são astros que não emitem luz deles mesmos. Se eles iluminam é porque foram iluminados por uma estrela. Deus é luz e os homens só podem ser alumiados por Deus. Cristo é justo e os pecadores só podem ser justificados por Cristo.
O Deus triúno é o único ser justo com a sua justiça. Ele não precisa de coisa alguma e de ninguém, uma vez que só ele se basta a si mesmo. O ser humano foi criado reto, mas finito, e, ao pecar, se tornou ímpio.
Ninguém pode se justificar diante de Deus com a sua justiça pervertida pelo orgulho do seu ego ímpio. A justiça humana é comparada na Bíblia a trapos de imundícia. Assim, não há nenhum justo que produza justiça aceitável que o justifique na presença de Deus.
Jó era um servo de Deus que vivia justamente por meio da sua própria justiça. O Crime da Letra é uma tese firme e incisiva, que procura expor a obra da graça de Deus, desconstruindo, através do sofrimento, um homem justo em sua justiça, a fim de justificá-lo pela justiça do Cordeiro.
Muitos acham que Deus foi injusto com Jó colocando Satã como agente de demolição, ao afligi-lo em sua integridade. Nada disso, Deus foi bem misericordioso ao permitir que Jó fosse assolado até a sua rendição no pó e na cinza.
A graça persuade o pior dos pecadores com mais facilidade, do que convence a alma justa em sua justiça, uma vez que a graça precisa sempre da marreta do sofrimento para quebrantar esta alma ensimesmada. A história de Jó é a biografia da justiça própria sendo abatida pelo Deus gracioso.
Salvar o pecador indigno do seu pecado é mais simples do que libertar uma alma justa de sua justiça. Uma pessoa digna em sua dignidade fica, normalmente, indignada quando não se vê aceita pela sua retidão pessoal.
Todo aquele que se justifica através da sua justiça não carece da justificação divina. A justiça própria é o maior obstáculo para o gozo da verdadeira vida espiritual. Se você é dos tais que acham que Deus foi duro demais ou até cruel com Jó nesse processo todo, então você deve ler esta obra com muita atenção, pois talvez padeça dos mesmos sintomas.
O filho pródigo foi recebido na casa do seu pai com festa. O filho mais velho, o justíssimo, ficou fora da festa, indignado, por causa da sua justiça injustificável. Cuidado, o vírus é contagioso!
____________
Sobre o autor: Glenio Fonseca Paranaguá, radical na pregação da mensagem da cruz e da suficiência graciosa de Jesus Cristo, é pastor há mais de 30 anos desde 1974 está na liderança da Primeira Igreja Batista em Londrina, Paraná. Nasceu em Corrente, Piauí, em 1945. Sua formação acadêmica e teológica se deu no Rio de Janeiro onde iniciou seu ministério em 1970. Quando mudou-se para Londrina, além do ministério, dedicou-se, também, ao ensino teológico, e por mais de 10 anos lecionou Grego e Psicologia, no ISBL - Faculdade de Teologia, e Psicologia no Seminário Teológico Antonio de Gody Sobrinho, da Igreja Presbiteriana Independente. Deixou a docência para se dedicar totalmente ao ministério da pregação da Palavra. É casado com Carmem Charles Malafaia Paranaguá e tem três filhos, Leonardo, Thelma e Isabela.

Comentários

Pr. Jader Santana disse…
Parabéns pelo belo trabalho pastor,que Deus continue lhe abençoando poderosamente em nome de Jesus!

Postagens mais visitadas