Os Hamãs da vida

No livro de Ester há a história do assistente do rei Assuero, ele servia no palácio e foi a pessoa que armou contra os judeus. O capítulo 3.13 mostra isso. E chega a noticia até Mardoqueu que faz questão de informar a rainha Ester. E ela faz jejum com as mulheres e resolve preparar um banquete e pede para convidar o tal Hamã. O texto diz que ele ficou muito feliz naquela noite. Mas, ao sair ele viu Mardoqueu sentado perto da porta do palácio, e este o ignorou. Hamã ficou furioso.
O tal Hamã chamou seus amigos e, com sua mulher, Zeres, ficou se gabando do dinheiro que possuía, dos muitos filhos, das frequentes homenagens que recebia do rei, da promoção ao posto mais elevado do governo, ele acrescentou: Além do mais, a rainha Ester me convidou para um banquete particular, que ela ofereceu ao rei. Só nós três estávamos lá. E a fala dele em relação ao judeu Mardoqueu foi: Mas, ainda assim, não estarei satisfeito enquanto o judeu Mardoqueu estiver sentado à entrada do palácio.Quanta gente é igual a esse tal Hamã? Gente que odeia o outro porque não gosta do estilo, ou porque tem inveja mesmo.

Quanta gente é igual a Hamã,  cheia de ódio, soberba, orgulho, ganância e desejo de ver o outro prostrado. Vejam que coisa louca! Uma pessoa constrói uma forca para ver o outro pendurado nela, sem dó e compaixão. Esse é o Hamã que, muitas vezes, nós nos parecemos com ele, tendo inveja daqueles que são melhores do que nós em algo, daqueles que brilham mais do que nós. Daqueles que são movidos pelo Eterno Deus dentro dos projetos e planos divinos. Às vezes, somos como Hamã que odeiam de graça, que querem que as pessoas façam só o que nos agrada. Que Deus nos livre dessa atitude de orgulho e soberba de Hamã.
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Alcindo Almeida

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