Leituras feitas em 2017



1. EGGERICHS, Emerson. Amor e respeito. São Paulo: Mundo Cristão, 2008. Psicólogos hoje afirmam o que a sabedoria bíblica já havia estabelecido há milênios: o relacionamento homem-mulher somente ocorre de modo saudável quando ele a ama, e ela o respeita. A relação entre a necessidade de amor e de respeito no relacionamento conjugal tem tudo a ver com o tipo de casamento que você terá. E à medida que ambos teimam em desrespeitar essa lei básica da convivência do casal, dão vazão ao que Emerson Eggerichs denomina ciclo insano, que, sem dó nem piedade, destrói a harmonia conjugal. A simplicidade da argumentação do autor surpreende e tem cativado centenas de milhares de pessoas em vários países que atestam sua eficácia: quando o marido se sente desrespeitado, é especialmente difícil para ele amar a esposa. Quando a esposa não se sente amada, é especialmente difícil para ela respeitar o marido. Descubra como colocar em prática a mensagem de Amor e respeito e experimente o conselho do sábio Salomão: "Desfrute a vida com a mulher a quem você ama". Contém 314 páginas.

2.  FRANCESCO, Jean. Namoro – um ensaio para o casamento. São Paulo: Editora Peniel, 2016. O jovem e brilhante pastor Jean trabalha a necessidade de sondar os detalhes para um futuro casamento. Ele trata o namoro como algo santo e preparatório para o casamento. Ele chama a atenção através das suas experiências, que não podemos ser descartáveis nos relacionamentos. E precisamos ensinar a geração atual os princípios divinos na Palavra para eles terem bons casamentos. Vale a pena ler esse ótimo livro de Jean! Contém 166 páginas.

3. NOUWEN, Henri. A formação espiritual. Rio de Janeiro: Vozes, 2012. Em A Formação Espiritual, Nouwen nos aconselha muito sabiamente como experimentar os cinco estágios clássicos do desenvolvimento espiritual, nos apresenta a atividade da visão divina que nos ajuda a focar e guiar nossas orações, nos revela muito sabiamente como ir da cabeça para o coração e viver neste lugar habitado por Deus. Este livro representa a consolidação das disciplinas clássicas, dos estágios tradicionais e dos movimentos espirituais em uma dinâmica jornada de fé que requer reflexões diárias e práticas intencionais. Assim, ele é adequado para processos de reflexões individuais e de pequenos grupos. Contém 223 páginas.

4. LISBOA, Antonio. Vencendo conflitos no casamento. Goiânia: Excelência Editora, 2010. Seu casamento não será mais um nas estatísticas dos divórcios. Seu relacionamento conjugal ganhará uma nova dimensão de satisfação e felicidade. A ideia do livro é fornecer ferramentas para um casamento ser cada vez mais sólido e pautado pelos princípios das Escrituras Sagradas. O grande problema no livro é a sucessão de erros e repetição dos textos. Contém 169 páginas.

5. PACKER, J. I. Força na fraqueza. São Paulo: Vida Nova, 2015. Nesta obra o renomado J. I. Packer reflete sobre sua experiência com a fraqueza, tendo sido atropelado por um caminhão quando ainda era muito jovem e agora encarando a realidade do envelhecimento. Por meio dessa reflexão, Packer quer nos ensinar a importância de aceitar nossa própria fragilidade, ajudando-nos também a buscar forças, afirmação e contentamento somente em Cristo. Encontre aqui a trajetória que vai do desânimo à liberdade, tendo em vista o nosso Deus todo-poderoso. Contém 112 páginas.

6. KOSTENBERGER, Andreas e David Jones. Deus, casamento e família. São Paulo: Vida Nova, 2011. Tivemos uma crise no que diz respeito ao casamento e à família e somente com um retorno ao fundamento das Escrituras poderemos ter a esperança de recuperar essas instituições. A fim de fornecer um tratamento bíblico e integrado desses temas, os autores examinam o que a Bíblia diz sobre os propósitos que Deus tem para homem e mulher tanto no casamento quanto na vida familiar. Essa análise abrange tópicos como casamento, criação de filhos, solteirismo, homossexualidade, divórcio, novo casamento, contracepção, aborto, o papel de cada sexo e liderança no lar. Portanto, este livro é essencial para todos que buscam uma visão bíblica e uma resposta para os complexos desafios que nossa cultura lança às intenções de Deus para o casamento e a família. Contém 327 páginas.

7. OSTEEN, Joel. A hora é agora. São Paulo: Larousse, 2010. Este é um livro sobre a fé. Não importa o rumo de seus sonhos, nem quantos obstáculos terá de vencer: Você está mais perto do que pensa. Em tempos adversos, pode ser difícil enxergar dias melhores pela frente. Ainda assim, agora não é o momento de desistir de suas metas e sonhos. Aumente suas esperanças. Eleve as expectativas. Seus melhores dias estão diante de você. Contém 317 páginas.

8. SITA, Mauricio. Ser mais com equipes de alto desempenho. São Paulo: Editora Ser Mais, 2012. As organizações à frente da concorrência sabem como desenvolver e manter equipes capazes de produzir com qualidade. Entendem que o sucesso depende de um bom trabalho com os líderes de cada área. O investimento em treinamentos, na melhora do clima organizacional e em benefícios têm resultado aquém do esperado quando os integrantes do grupo não estão preparados para os desafios diários. O mundo corporativo demanda diversas características dos colaboradores, mas uma das mais importantes é saber relacionar-se. Os gestores precisam saber lidar com diferentes tipos de pessoas e garantir que objetivos sejam atingidos, independentemente do perfil de cada subordinado. É uma missão contínua, com processos, horas de feedback e muito suor. O livro Ser+ com Equipes de Alto Desempenho traz ferramentas vencedoras para inspirar o trabalho das lideranças nas empresas. Reúne as dicas de grandes especialistas que conseguiram alcançar o topo ao motivar, instruir e cativar equipes rumo à alta performance. Contém 375 páginas.

9. BURKE, John. O barro e a obra prima. São Paulo: Editora Vida, 2015. John Burke compartilha lições extraídas de cada encontro que Jesus teve na terra, desafiando-nos a avaliar se as nossas atitudes e ações se assemelham a Jesus ou aos fariseus quando deparamos com os perdidos. Burke ajuda os seguidores de Cristo a se prepararem em atitude e ação para se tornarem obras-primas de Deus e para restaurarem o mundo perdido ao redor deles –– exatamente como Jesus fez. Contém 454 páginas.

10. Tomás de Kempis. Imitação de Cristo. Uma extensa e valiosa coleção de conselhos práticos em forma de sentenças práticas e facilmente memorizáveis. São Paulo: Mundo Cristão, 2014. Ao longo da vida cristã, são muitas as inquietações e inúmeros os percalços, especialmente nos primeiros anos de fé. Mesmo cristãos com mais tempo de caminhada se veem às voltas com crises e indagações. E não poucos sofrem por falta de modelos e exemplos corretos a seguir. Quase um século antes das teses de Lutero, o monge Tomás de kempis escreveu uma série de mensagens que influenciaram a igreja cristã ao longo dos séculos, propondo o que hoje parece óbvio: a imitação de cristo como padrão de fé, conduta, moral, ética, relacionamentos e negócios com o mundo. De origem monástica, imitação de cristo é uma das maiores e mais respeitadas obras cristãs de todos os tempos. Instrutor espiritual dos noviços de seu mosteiro, Tomás escreveu ao longo de quatro volumes, reunidos aqui em uma única obra, uma extensa e valiosa coleção de conselhos práticos em forma de sentenças práticas e facilmente memorizáveis. Contém 143 páginas.

11. MCGRATH, Alister. O pensamento da Reforma. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2014. Ignorar as ideias da Reforma e focar apenas seus aspectos sociais ou políticos conduzirá à perda de sua essência como um fenômeno histórico. É tentador marginalizar as ideias daquela época a partir de uma cosmovisão do século 21. A fim de entender, porém, como aquele evento afetou o grande fluxo da História devemos olhar com cuidado suas pressuposições e perspectivas. Este livro pretende explicar as ideias da Reforma e como elas afetaram sua época e a nossa. Contém 352 páginas.

12. GRUN, Anselm. Onde eu me sinto casa. Rio de Janeiro: Vozes, 2016. Sentir-se em casa é uma experiência maravilhosa, e também um anseio imenso para todos que passam pelo drama terrível da migração e da mudança, todos aqueles que são levados a sair de casa. Neste livro, Anselm Grün propõe que o leitor reflita sobre essa temática ampliando a experiência para além das suas fronteiras pessoais, entendendo que nossa verdadeira casa, nossa morada, nossa pátria, é tudo aquilo que trás conforto, segurança e sentido para nossa vida! Contém 112 páginas.

13. KELLER, Timothy. Oração: Experimentando intimidade com Deus. São Paulo: Vida Nova, 2016. A oração é a única porta para o autoconhecimento genuíno. É também a principal maneira de experimentarmos profunda transformação — a reordenação dos nossos afetos. A oração é o modo pelo qual Deus nos concede muitas das coisas inimagináveis que tem para nós. Aliás, do ponto de vista de Deus, a oração confere confiabilidade para que ele nos dê muitas das coisas que mais desejamos. É a maneira de conhecermos a Deus, o caminho para, enfim, tratá-lo como Deus. A oração nada mais é que a chave para tudo o que necessitamos fazer e ser na vida. Devemos aprender a orar. Temos de aprender. Nesta obra, Tim Keller apresenta orientação bíblica sobre o assunto e oferece orações específicas para lidar com determinadas situações relacionadas à dor, à perda, ao amor e ao perdão. Reflete sobre como tornar as orações mais pessoais e poderosas e como estabelecer uma prática de oração que funcione para cada leitor. Contém 265 páginas.

14. TOZER, A. W. Em busca de Deus. São Paulo: Editora Vida, 2016. Em busca de Deus é um clássico cristão escrito pelo renomado pastor e teólogo A. W. Tozer. Passados mais de 65 anos, as palavras de Tozer escritas em um trem que ia de Illinois ao Texas ecoam ao longo de décadas para ressoam com poder no coração de qualquer pessoa que busca uma experiência com Deus mais profunda. Esta obra prima devocional é tanto provocativa, racionalmente falando, e alentadora, espiritualmente falando. É um convite para pensar profundamente sobre a fé mesmo quando você está sensível à presença circundante, sustentadora e que, sim, busca por você. Contém 160 páginas. 

15. SHAW, Mark. Lições de mestre. São Paulo: Mundo Cristão, 2004. É um livro que reúne o legado teológico e eclesiológico de dez dos mais importantes reformadores do cristianismo, como por exemplo: Lutero, Calvino e Perkins. Com o processo da Reforma encabeçado por Martinho Lutero, a Igreja Protestante teve sua base teológica e doutrinária constantemente submetida a pressões, questionamentos e ataques os mais diversos. Por outro lado, sua vitalidade e sua resistência, foram alimentadas por grandes pensadores que ousaram desafiar o comodismo e a conveniência, revendo e influenciando não apenas o papel histórico do Corpo de Cristo, como também suas estruturas. Em Lições de mestre, Mark Shaw resgata o perfil e o legado teológico e eclesiológico de dez dos mais importantes reformadores do cristianismo. Contém 287 páginas.

16. PIPER, John, Justin Taylor. O sofrimento e a soberania de Deus.  São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2007. “Esta não é outra obra teológica que complica o que parece ser um paradoxo irreconciliável; é um livro que brota da experiência prática e aplica a Escritura ao mundo real em que vivemos”. Jerry Rankin, Presidente da Southern Baptist International Mission Board. “Este livro o desafiará a crer que Deus é verdadeiramente soberano, não somente no seguro céu da inquirição teológica, mas também na desordem dolorosa da vida real. Você será encorajado a viver mais consistentemente pela graça de Deus e para sua glória”. Mark D. Roberts, Pastor sênior da Irvine Presbyterian Church, em Irvine, Califórnia. Contém 240 páginas.

17. STANLEY, Charles. O guia das emoções. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2015. As emoções são forças poderosas. Em alguns momentos, parecem ser o melhor dos presentes; em outros, a maior das maldições. Como lidar com elas? O autor propõe quatro passos que ajudarão o leitor a tirar o melhor proveito das emoções e usá-las para crescer espiritualmente. O leitor saberá como se livrar das emoções negativas que minam seu potencial e, assim, poderá desfrutar da plenitude que Deus tinha em mente quando dotou o ser humano da capacidade de experimentar as mais variadas e poderosas sensações. Contém 256 páginas.

18. BAXTER, Richard. O descanso eterno dos santos. São Paulo: Shedd Publicações, 2007. Em sua juventude, em um período de duras provações físicas, estas páginas revelarão uma visão de fé penetrante e de desafio para os cristãos de todas as eras. Uma interpretação da peregrinação cristã, em que a importância disso só pode ser compreendida à luz do destino eterno. Nessa condensação de John T. Wilkinson, fundamentada na segunda edição publicada em 1651, nenhuma mudança aparece nas passagens selecionadas do texto original. A grafia e a pontuação foram modernizadas, mas não à custa do movimento principal do pensamento e do estilo do autor. Contém 272 páginas.

19. ROMEIRO, Paulo. Decepcionados com a graça. São Paulo: Mundo Cristão, 2005. O último lugar no mundo em que as pessoas esperam se decepcionar é num ambiente de igreja. Tida como o espaço terapêutico da alma por excelência, ela representa para muitos a última esperança de felicidade ou de restauração. É justo que seja assim - afinal, esta é sua vocação desde que foi instituída por Jesus, há mais de dois mil anos. Não é de estranhar, portanto, o choque causado pela frustração de quem um dia acreditou em promessas de prosperidade material ou de curas sobrenaturais que jamais se transformam em realidade. Nos últimos anos, com a multiplicação das igrejas neopentecostais e seu discurso messiânico, esse contingente de desiludidos tem crescido em progressão geométrica. Durante quase duas décadas, o pesquisador Paulo Romeiro debruçou-se sobre centenas de casos como esses, confrontando-os com doutrinas bíblicas. O resultado de suas investigações, tão surpreendente quanto alarmante, está nas páginas do revelador: Decepcionados com a graça - Esperanças e frustrações no Brasil neopentecostal. Romeiro desenha um painel detalhado do processo que se inicia na atração de fiéis e culmina em decepções que, não raro, afugentam definitivamente milhares de pessoas das igrejas. O autor posiciona historicamente a esperança e o sentido bíblico da graça de Deus, fortes pilares da fé cristã. Contém 250 páginas.

20. GROESCHEL, Craig e Amy. Até que a morte nos separe. São Paulo: Vida, 2016. Todo mundo sonha com um casamento de conto de fadas — a esposa perfeita, a casa perfeita e a família perfeita. Mas a realidade nos adverte que essas expectativas não duram muito. Muitas pesquisas indicam que perto de 50% dos casamentos não duram. Com essas estimativas, será possível ter ao menos um casamento bom — desconsiderando um casamento excelente? O autor best-seller do New York Times e pastor Craig Groeschel insiste que é possível, mas não será se você pensar como todo mundo. Craig e sua esposa, Amy, apresentam a casais solteiros e casados como vencer as estimativas e descobrir a alegria, a paixão e a força de um casamento edificado por Deus. Contém 147 páginas.

21. OLIVEIRA, Manfredo Araujo. Correntes fundamentais da ética contemporânea. Rio de Janeiro: Vozes, 2014. Os ensaios deste livro, escritos por diversos filósofos contemporâneos, apontam, de forma didática, os diversos caminhos da reflexão ética no mundo atual. A necessidade imperiosa da filosofia vem do fato de que nós, seres humanos, somos, hoje, mais do que nunca interpelados a considerar o que vivemos e a intervir na ordem das coisas, sob pena de, caso contrário, não nos reconhecermos mais nem no mundo, nem nas formas da vida societária; sob pena de rumarmos para aquele ponto onde a ausência de sentido sempre dá lugar a atos brutais de negação da existência e da vida enquanto tal; e sob pena de que a futuras gerações não nos perdoarão pela vida que não puderam ter: este o verdadeiro juízo da história. Pode, no entanto, a filosofia ainda contribuir significativamente para uma reflexão sobre o sentido da existência humana, sobre os princípios de nossas ações e sobre quais formas de organização da vida coletiva satisfaz critérios mínimos de justiça social? Em que medida ela pode se contrapor ao desenvolvimento efetivo da realidade? Com que vigor argumentativo pode ele justificar e legitimar suas posições éticas diante de um público que se caracteriza, sobretudo, pela postura cética, relativista e pluralista? Contém 255 páginas. 

22. BRUNET, Tiago. 12 dias para atualizar sua vida. São Paulo: Vida, 2017. Neste livro, Tiago Brunet explora 12 chaves que vão atualizar a sua vida e também prover profundas reflexões sobre uma liderança que faça diferença e que está ao seu alcance. Traçando instigantes metáforas entre o nosso dia a dia e a atualização do sistema operacional de um smartphone, o autor nos mostra que para baixarmos novos aplicativos (habilidades) em nosso sistema (mente) devemos ter bateria suficiente (inteligência emocional), espaço na memória (apagar o velho e dar espaço ao novo) e estar conectado a uma boa rede de dados (rede infinita de conhecimento e informações — a sabedoria). Contém 227 páginas.

23. TOLSTÓI, Liev. Uma confissão. São Paulo: Mundo Cristão, 2017. O livro registra a intensa crise de fé de Tolstói quando, em 1879, já tendo escrito duas das mais aclamadas obras da literatura universal, Guerra e Paz e Anna Kariênina, se questiona sobre o sentido da vida e é confrontado com sentimentos suicidas. No livro, Tolstói narra a sua busca por respostas às questões mais centrais da existência, a redescoberta da fé e o despertar espiritual que viveu. Fugindo da dogmática ortodoxa e da rigidez legalista, o aclamado autor percebe a grandeza da fé na vida de pessoas simples. O registro fornece valiosos insights sobre a experiência humana da dúvida, do desespero e da falta de fé. Contém 128 páginas.

24. KELLER, Timothy. Ego transformado. São Paulo: Vida Nova, 2014. Quais são as marcas de um coração sobrenaturalmente transformado? Essa é uma das questões sobre as quais o apóstolo Paulo trata quando escreve à igreja de Corinto. O interesse real dele não é algum tipo de reparo ou remendo; antes, uma mudança profunda, capaz de transformar a existência. Numa era em que agradar as pessoas, insuflar o ego e montar o curriculum vitae são vistos como os meios para “chegar lá”, o apóstolo nos chama a encontrar o verdadeiro descanso na bênção que é nos esquecermos de nós mesmos. Neste livro breve e contundente, Timothy Keller mostra que a humildade que brota do evangelho torna possível pararmos de vincular cada experiência e cada conversa com a nossa história e com quem somos. E assim podemos ficar libertos da autocondenação. Quem é realmente humilde segundo o evangelho não se odeia, mas também não se ama é, antes, alguém que esquece de si mesmo. Você também pode conquistar essa liberdade. Contém 48 páginas.

25. GROESCHEL, Craig #Naluta. São Paulo: Editora Vida, 2017. Neste livro atual e transformador, Craig encoraja os leitores que anseiam reassumir o controle de suas vidas e colocar Jesus em primeiro lugar novamente. Ele traça valores bíblicos que todos os seguidores de Cristo sabem que são essenciais, e ainda mais importantes para nosso mundo exaurido e centrado em si mesmo. Quanto mais você faz comparação, menos satisfeito fica. Quanto mais interagimos online, mais sentimos falta de uma intimidade face a face, mas o pior ainda está para ser descoberto. Quanto mais filtrada nossa vida se tornam mais desafiadora e autêntica. Quanto mais expostos à dor do mundo, mais difícil é cuidar. Contém 272 páginas.
26. REDMAN, Beth & Matt. Encontrando Deus no tempo da dificuldade. São Paulo: Editora Vida, 2016. Aprenda a resistir às tempestades da vida com o clamor de “Bendito seja o teu nome” nos lábios. No livro, Matt e Beth apresentam sua experiência de oferecer louvor mesmo quando se enfrenta dificuldade e dor. Sob a ótica dos salmos, revelam como circunstâncias difíceis ou trágicas e as escolhas que você faz podem levá-lo a Deus ou para longe dele. Ao final de cada capítulo, você encontrará perguntas para reflexão pessoal ou estudo em pequenos grupos. O hino de Matt e Beth Bendito seja o teu nome é uma dádiva para a Igreja; ele nos apresenta palavras cheias de fé para declararmos quando parecer que a vida desmoronou ao nosso redor [...]. Eles descrevem alguns dos sofrimentos pelos quais passaram e compartilham as Escrituras que Deus usou para consolá-los. A que Deus compassivo e poderoso nós servimos! Contém 109 páginas.

27.           ABUCHAIM, AntonioImporta renascer. Londrina: Editora Ide, 2015. O Senhor disse: Pelos frutos os conhecereis. Eis porque conhecemos em todas as denominações evangélicas membros, professores, diáconos, presbíteros. Pregadores, líderes, pastores, bispos, missionários e teólogos que nunca nasceram de novo. E ao invés de criticá-los, o Espírito Santo deu-me um grande senso de amor por eles, intercedendo, e agora escrevendo este livro como um grito de alarme para que se libertem dessa "geração perversa" e vida infrutífera, sem glória para Deus, e acima de tudo, não desçam ao túmulo sem a certeza do novo nascimento, porque Jesus disse a verdade: Se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Contém 80 páginas.
28.           PARANAGUÁ, Glenio Fonseca. O Espírito da Cruz. Londrina: Editora Ide, 2017. O humano é o húmus soprado pelo folego de Deus. É o pó, como homem, a fim de viver de viver em relacionamento com o Deus criador. Mas esse homem caiu em tentação, querendo ser como Deus, tornou-se uma pessoa soberba e cheia de si mesmo. O Espírito da Cruz é uma coletânea das “Migalhas que caem na mesa”, alguns artigos do autor, buscando demonstrar o poder da cruz, ao desconstruir esse humanismo arrogante. Contém 63 páginas.
29.           PARANAGUÁ, Glenio Fonseca. A soberana vontade de Deus. Londrina: Editora Ide, 2017. Nascemos todos neste mundo caído, escravos do pecado, incapazes de querer nos relacionar com Deus. A nossa vontade não tem qualquer vontade por Deus. Somente pela Vontade de Deus é que nossa vontade será despertada para querê-lo, em nossa existência neste mundo. Este livreto é uma coletânea de sete estudos ministrados para apresentar de forma repetitiva a doutrina substancial da soberana Vontade de Deus, convertendo a nossa vontade à Sua. Espero que esta pequena obra de didática primária, possa servir como um instrumento da graça em favor do povo de Deus. Contém 74 páginas.

30.           BEEKE, Joel. Amigos e amantes: como cultivar a amizade e a intimidade no casamento. São Paulo: Vida Nova, 2012. Este pequeno livro não é um manual exaustivo sobre casamento nem faz um estudo profundo sobre seu significado teológico. Em vez disso, ele se concentra em dois ingredientes-chave para um casamento sólido: a amizade e a intimidade sexual. Tomando como base a sabedoria bíblica, especialmente o livro de Provérbios, espero ajudá-los a se aproximarem de seu cônjuge tanto emocionalmente quanto fisicamente. Que o Espírito de Deus sopre sobre o seu casamento, através da Palavra de Cristo, para que as brasas latentes do amor mais uma vez irrompam em chamas, e o fogo do amor seja reabastecido para produzir casamentos que resplandeçam com amor para a glória de Deus! Contém 110 páginas.

31.           NGIEN, Dennis. Lutero como conselheiro espiritual. São Paulo: Vida Nova, 2017.Como conselheiro espiritual, Lutero ensinou, por meio de seus escritos, a meditar corretamente sobre a Paixão de Cristo, a preparar-se para enfrentar o horror da morte, a aconselhar os enfermos, a tratar corretamente do sacramento do altar, a orar da forma correta, a extrair benefícios da Oração do Senhor e a viver uma vida de discipulado sob a cruz. Seus escritos têm formato e propósito devocional e catequético, mas estão repletos de substância teológica, fruto de rigorosas reflexões. Refletem a vocação fundamental de Lutero como pastor-teólogo e são exemplos concretos da interface entre teologia e piedade. Contém 256 páginas.

32.           MENDONÇA, José Tolentino. Pai nosso que estais na terra. São Paulo: Paulinas, 2013. Com este livro, José Tolentino Mendonça enfrenta um desafio corajoso e difícil: dirigir-se a crentes e a não crentes com as palavras do Pai-Nosso, a oração cristã por excelência, a que Tertuliano chamava "compêndio do Evangelho". O Autor capta no Pai-Nosso uma luz para o humano enquanto tal, uma direção para o seu caminho, enquanto ser humano, ainda antes das suas crenças e das suas pertenças confessionais. A ideia que torna possível semelhante propósito é a de que esta oração exprime de tal modo a humanidade do homem que cada ser humano pode encontrar-se representado no Pai-Nosso. Nesta vontade de dirigir-se também aos não crentes há a madura convicção de que Jesus é "mestre de humanidade", de que o humano é espelho do divino, de que o ser humano é imagem de Deus e de que tudo o que é humano diz respeito ao próprio Deus.  Esta abertura ao outro - e também àquele que não pode, ou não consegue, ou não quer crer - produz um efeito de essencialidade e de simplicidade no olhar do autor, cuja visão da vida e da fé cristã emerge amplamente deste livro. Contém 110 páginas.

33.           WONDRACEK, Karin Maria Aparecida S. Brigido, Nilton E. Herbes, Thomas Heimann. Perdão: Onde saúde e espiritualidade se encontram. São Leopoldo RS: Editora Sinodal, 2016. O “perdão como caminhada espiritual” insere a rica dimensão do sagrado nessa discussão. Já o “perdão como encontro relacional” dialoga com o importante e elucidativo campo da psicologia. O “perdão como destino comunitário” é o ponto de chegada que finaliza nossa caminhada teórica, na perspectiva de que o perdão sempre precisa ser vivido coletiva e comunitariamente. Que esta leitura seja um tempo de escuta e diálogo, consigo mesmo e com os diferentes autores e autoras, resgatando memórias, contemplando outros saberes e desenvolvendo novos recursos para o mundo das relações. Perdão, tema atual, existencial em sua essência. Mas isso não o torna mais fácil de ser abordado. Afinal, o perdão nunca poderá ser tomado levianamente. É preciso caminhar junto a ele com sensibilidade, empatia, respeito, evitando juízos apressados, especialmente em relação a ciscos alheios. Contém 344 páginas.

34.           FERNANDES, Elke Oliveira. Sonda-me. Como lidar com os conflitos da alma à luz da Palavra de Deus. Editora Esperança, 2016. Existem muitas pessoas em sofrimento à nossa volta e tantas vezes não percebemos. Talvez esteja acontecendo algo com você ou alguém de sua família que afete sua vida emocional e dificulte, inclusive, seus momentos de oração e busca de Deus. E pode ser que você ainda não tenha compartilhado com outras pessoas, seja por medo, vergonha, senti mento de culpa, ou até por pensamentos distorcidos, como “isso só acontece comigo”, “ninguém vai me entender” ou “acho que meu caso não tem jeito mesmo”. Enquanto lê este livro, você perceberá que a Palavra de Deus nos ensina sobre nossas emoções e pensamentos e nos dá direções claras sobre como lidar com as dores da alma. Precisamos estar atentos e disponíveis para essa caminhada de restauração, pois, algumas vezes, Deus nos solicita mudanças de postura ou tomadas de decisões e atitudes que temos adiado. Corpo e alma constituem o ser humano e estão intimamente relacionados entre si. Falar sobre cada uma dessas partes de maneira individualizada facilita o entendimento do processo de restauração e santificação. Contém 256 páginas.

35.           KUYKENDALL, David. Da semelhança de Caim, à semelhança de Cristo. Londrina: Editora Ide, 2016. Nesta segunda discussão de uma série a respeito do tema da vitória cristã mediante a nossa unidade com Cristo, David Kuykendall apresenta o personagem veterotestamentário Caim – primeiro representante da raça humana a herdar a natureza pecaminosa – como ilustração notável do nosso “velho homem”. Ele revela claramente que podemos ser libertos das peculiaridades do caráter de Caim, para possuir as qualidades do caráter de Jesus Cristo. Nos primeiros capítulos, o autor escreve a respeito da possibilidade dessas mudanças, por causa da nossa união com Cristo. No entanto, a maior parte da obra é usada para discutir as qualidades específicas das mudanças da semelhança com Caim para a semelhança com Cristo. Alguns dos títulos dos capítulos são: Da Depressão para a Alegria; Da Autopiedade para a Paz; Da Ira Pecaminosa para a Paciência Divina; Do Ódio e da Malícia para o Perdão; Da Obstinação para a Complacência; Do Medo para a Fé; Da Ambição para a Mansidão. Desta forma, o autor nos mostra que, devido à nossa união com Cristo, todo crente pode ser transformado da semelhança de Caim à semelhança de Cristo. Contém 192 páginas.

36.           BORDA, Pablo. Quebre o silêncio. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 2016. Muitos jovens começam a consumir drogas por sentirem um profundo vazio em sua vida, o que provoca sentimentos de solidão, desesperança e falta de forças para enfrentar os conflitos próprios da idade e do processo de amadurecimento. Neste livro, Pablo Borda compartilha sua experiência e seu encontro com Jesus, que foi sua companhia e fortaleza para enfrentar esse vazio. Por meio de sua história de vida, o livro destaca a importância de o jovem ter um relacionamento com Jesus e mostra que o amor de Deus é a melhor companhia em todas as fases da vida. Contém 136 páginas.

37.           ORTBERG, John. O Deus que abre portas. Como identificar e agarrar as melhores oportunidades.  São Paulo: Mundo Cristão, 2017. Permanecer estático e acomodado não é algo que o Deus da Bíblia costuma ordenar a seu povo. Pelo contrário, ele muitas vezes nos abre portas e nos convida a atravessá-las e caminhar rumo a algo novo e desconhecido. Saber reagir ao chamado é a diferença entre viver de acordo com a vontade de Deus ou recusá-la. Ele nos incentiva e nos encoraja a abraçar o desconhecido e a desfrutar as maravilhosas experiências que o Senhor deseja nos proporcionar, pois a porta que Deus abre ninguém é capaz de fechar. Siga em frente, atravesse essa porta e experimente oportunidades que terão repercussões eternas A porta aberta é a grande aventura da vida, pois significa a possibilidade de ser um instrumento na mão de Deus. Mais que isso. Significa abandonar a mesmice, renovar o pensamento, dar significado à vida e responder positivamente ao chamado de Deus. Descubra e surpreenda-se com os cuidados de Deus com você. Aproveite as oportunidades que ele lhe concede de fazer a vida valer a pena. Contém 281 páginas.
38.           MANNING, Brennan. A implacável ternura de Jesus.  São Paulo: Naós, 2011. Deus é um juiz irado? Aquele que cura bondosamente? Um pai? Irmão? Amigo? Brennan leva você a um entendimento mais profundo da verdadeira natureza de Deus. Por meio de histórias comoventes e inesquecíveis e de observações desafiadoras, Manning o ajuda a ampliar sua mente e a rejeitar explicações simplistas de quem Deus realmente é. Com discernimentos ricos, você verá como Deus pode ser ao mesmo tempo um leão que ruge, andando compassadamente sobre o globo e procurando você, e um cordeiro terno, alerta para confortá-lo sempre que precisar. Uma experiência única, este livro mudará para sempre o modo como você pensa sobre Deus. Contém 175 páginas.
39.           PETERSON, Eugene. A grande busca. São Paulo: Editora Vida, 2015. Espiritual, mas não religioso. É assim que você se descreve? Você está buscando conhecer mais acerca de Deus — o que quer que você pense que Deus seja — com suas condições e de seu próprio jeito? E, acima de tudo, está buscando alguma coisa real, estando disposto a obter todas as informações e insights honestos que conseguir? É isso que este livro oferece a você: a coleção de histórias e informações espirituais apresentada aqui visa ajudar você em sua busca por Deus. Você descobrirá que a sabedoria antiga é imprescindível para sua vida hoje. Contém 383 páginas. 
40.           STANLEY, Charles. Nas mãos de Deus. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2011. A oração é essencial para qualquer pessoa que tem fé. Através dela, podemos nos conectar com Deus, mudar a história e tomar decisões acertadas. No entanto, muitas pessoas não aproveitam esse presente divino. Com o livro Nas mãos de Deus, Charles Stanley, experiente conselheiro espiritual, elabora um guia definitivo para quem deseja colocar a oração em prática na própria vida. Contém 222 páginas.
41.           JUNIOR, Manuel Alexandre. Aconselhamento bíblico. São Paulo: Vida Nova, 2016. O modelo de aconselhamento bíblico proposto nessa obra tem por objetivo: Encorajar a igreja local e seus membros, a começar pelos líderes espirituais, a assumir, como verdadeiros “médicos de almas”, a plenitude de sua missão como comunidade terapêutica. Promover na igreja local o exercício dos dons espirituais para um serviço comunitário mais solidário e eficaz, tanto no cultivo de relacionamentos saudáveis quanto na administração saudável das emoções que acompanham os mais diversos quadros de enfermidades e disfunções mentais. Aconselhamento Bíblico tem como propósito contribuir para uma vida de plenitude harmonia, palavras que refletem bem a razão de ser dessa obra, pois sugerem percursos de sucesso espiritual, a despeito dos problemas e contradições da vida, e apontam para patamares crescentes de vitória interior, relacional e espiritual. Seu maior propósito é a fascinante superação de nós mesmos como predestinados de Deus para nos realizarmos e sermos cada dia mais felizes, ajudando todos aqueles que, em agonia de alma, cruzam o nosso caminho. Contém 251 páginas.
42.           STANLEY, Charles. A obra do Evangelho. Como o Senhor me guiou. São Paulo: Editora: Verdades Vivas 1994. Inglaterra, século dezenove. Em meio a ruína da cristandade professa ouve-se um clamor: "Aí vem o noivo!" E, como se despertassem de um longo sono, muitos são levados, pelo Espírito, a compreender verdades há muito encobertas, como a segurança eterna, a unidade do corpo de Cristo e o arrebatamento da Igreja. Em meio a tudo isso, um fervor evangelístico começou a cobrir toda a Grã-Bretanha, e espalhou-se por todo o mundo levando as boas novas da salvação. Contém 344 páginas.

43.           CHIANG, Alex. E agora, o que eu faço? Descubra como superar uma desilusão amorosa. São Paulo: SBB, 2016. Há momentos na vida em que os jovens enfrentam situações onde necessitam de muito apoio e esclarecimento. Situações como: amor não correspondido, desilusão amorosa e término de relacionamentos. Esta é a temática deste livro que tem importante questionamento como título - E agora, o que eu faço? Contém 134 páginas.

44.           BARBER, Cyril. Neemias e a dinâmica da liderança eficaz. São Paulo: Editora Vida, 2011.  Planejamento do trabalho, administração do tempo e recursos, integração de tarefas, motivação de equipes, avaliação de resultados, estabelecimento de alvos realistas. Estas são algumas lições que Cyril Barber aprendeu ao estudar a vida de Neemias. A inspiração sublime desse livro da Palavra de Deus também auxiliará você a lidar com outras questões importantes: Como solucionar problemas da média administração. Como lidar com a oposição. O que fazer ao assumir um novo cargo. Como proceder em situações delicadas e a importância e o valor prático das convicções religiosas na administração eficaz. A aplicação dos princípios encontrados no livro de Neemias proporcionará a você uma vida profissional bem-sucedida e abençoada! Contém 215 páginas.

45.           DUARTE, Noélio. O incrível poder da motivação.  United Press, 2007. Pessoas produzem mais quando estão envolvidas em projetos regidos pela motivação pessoal. Duas pessoas exercendo a mesma função podem apresentar resultados diferentes: um produz mais e a outra menos. Porque isto? A resposta pode estar no fato de que uma age regida pela motivação e a outra, não! A motivação ainda é revestida de grandes mistérios para a maioria das pessoas. E, apesar de tantos livros, artigos, estudos dissertações, teses, pesquisas, ainda continua pouco compreendida. Mas um fato não se pode negar: é uma ferramenta essencial e necessária para produtividade humana. Contém 239 páginas.

46.           QUEIROZ, Sergio. Gloriosas ruínas. São Paulo: Mundo Cristão, 2015. Um livro feito sob medida para quem está sedento por uma mensagem reconfortante e não menos desafiadora. Ele foi escrito para pessoas que desejam restaurar qualquer aspecto de sua vida que se encontre em ruínas. Com carinho pastoral, sua marca distintiva, Sérgio Queiroz revisita a experiência de Neemias, um simples assistente do rei da Pérsia que assumiu para si a tarefa de reconstruir os muros de Jerusalém e restaurar a dignidade do povo judeu após décadas de exílio na Babilônia. O texto comovente de Sérgio revela-se um guia seguro e gratificante em processos de restauração pessoal, relacional ou social. Contém 173 páginas.

47.           KELLER, Timoty. Ministérios de misericórdia. O chamado para a estrada de Jericó. São Paulo: Vida Nova, 2016. Por que alguém arriscaria a própria segurança, cancelaria a agenda, gastaria suas economias e ficaria todo sujo de terra e sangue para ajudar uma pessoa de outra raça e classe social? E por que Jesus nos diz: “Vai e faze o mesmo” (Lucas 10.37)? O Bom Samaritano não ignorou o homem espancado na estrada de Jericó. Assim como ele, tomamos ciência de pessoas necessitadas à nossa volta: a viúva que mora ao lado, a família afundada em dívidas médicas, o sem-teto que fica do lado de fora da igreja. Deus nos chama a ajudá-los, precisem eles de abrigo, assistência, cuidados médicos ou simplesmente amizade. Tim Keller mostra que cuidar dessas pessoas é tarefa de todo cristão, tarefa tão fundamental ao cristão quanto o evangelismo, o discipulado e a adoração. Mas Keller não para por aí. Ele ensina de que maneira podemos realizar esse ministério vital como indivíduos, famílias e igrejas. Contém 272 páginas. 

48.           MADUREIRA, Jonas. Inteligência humilhada. São Paulo: Vida Nova, 2016. Inteligência humilhada é fruto de uma cuidadosa reflexão sobre como se relacionam o conhecimento de Deus e os limites da razão humana. Além disso, é o resgate de uma tradição do pensamento cristão que sempre se recusou a reduzir o debate entre fé e razão nos termos do racionalismo ou do fideísmo. A finalidade do conceito de “inteligência humilhada” é despertar o interesse por uma razão que ora e uma fé que pensa. Seguindo o conselho de João de Salisbúria, Jonas Madureira subiu nos ombros de cinco gigantes da tradição cristã: Agostinho de Hipona, Anselmo da Cantuária, João Calvino, Blaise Pascal e Herman Dooyeweerd. Todos eles serviram de ponto de partida e fundamentação do conceito. Ao longo deste livro, essas cinco vozes, sobretudo a de Agostinho, são ouvidas nos mais diversos assuntos: teologia propriamente dita, revelação natural, problema do mal, gramática da antropologia bíblica, formação de um teólogo entre outros. Contém 336 páginas.

49.           MOURA, Lisânias.  Cristão homoafetivo? Um olhar amoroso à luz da Bíblia. São Paulo: Mundo Cristão, 2017. A Bíblia deixa claro que o amor de Jesus não depende de cor, nível social, escolaridade e, muito menos, orientação sexual. Cristo quer dar a todos, vida plena e abundante no mais amplo sentido da palavra, a despeito de qualquer circunstância. Assim, desejo encorajar cada um a descobrir essa vida que Jesus oferece e que só existe quando há um relacionamento pessoal e íntimo com ele. E, para ajudar você, peço-lhe que complete a caminhada descrita neste livro. Etapa a etapa, as peças serão unidas de modo a alcançar, no final dela, unidade de sentido. Contém 208 páginas.

50.           DOUGLAS, Wilson, Hitchens, Christopher Eric. O cristianismo é bom para o mundo? São Paulo: Garimpo Editorial, 2010. Em 2007, uma revista norte-americana de circulação nacional promoveu um interessante debate entre dois pensadores brilhantes. O tema: até que ponto o cristianismo contribuiu para o progresso ou para o atraso do mundo? Que legados deixou para a sociedade moderna? Ele a ajudou no desenvolvimento da sociedade ou serviu apenas como obstáculo? De um lado da discussão estava Douglas Wilson, apologista cristão, pastor da Christ Church, nos Estados Unidos, e acadêmico da Nova Faculdade Saint Andrews, além de bacharel em Estudos Clássicos e mestre em Filosofia. Do outro lado, Christopher Hitchens, jornalista britânico e analista político de prestígio, considerado um autêntico representante do movimento chamado 'neoateísmo', autor de diversos livros, além de artigos para revistas como Harper's e The New Yorker.  As principais polêmicas, desde a simples existência de Deus até a explicação para o mal no mundo, estão registradas e sintetizadas em O cristianismo é bom para o mundo? Uma autêntica e contemporânea colisão de ideias e conceitos.  Contém 80 páginas.

51.           JÚNIOR, Fábio Coronel Gagno. C. S. Lewis e o ensino religioso. Uma possível contribuição. São Paulo: Fonte Editorial, 2016. Este trabalho se propõe a identificar uma possível contribuição da crítica/produção literária do escritor C. S. Lewis para a área acadêmica das Ciências das Religiões, particularmente para o ensino religioso. Destarte, num primeiro momento ressalta a importância de lewis como escritor e crítico literário, sobretudo pelo tratamento filosófico-pedagógico dado ao gênero fantasia. Posteriormente, desdobra a relação indicada entre fantasia e sentido religioso justificando-a por caminhos da filosofia da religião e da linguagem. O esforço concentra-se em investigar os prováveis motivos epistemológicos que levaram Lewis a representar narrativamente (e fantasiosamente) o conceito de numinoso e, assim, o cerne da experiência religiosa. Por fim, o trabalho, mediante determinadas aberturas didáticas, aproxima a visão lewisiana de propostas metodológicas concretas para o Ensino Religioso. Procuram-se meios de valorização da imaginação, da fantasia e da atividade no processo dos objetivos referentes ao componente curricular mencionado. Contém 142 páginas.

52.           MCGRATH, Alister. A revolução protestante. Brasília: Palavra, 2012. Uma provocante história do protestantismo contada desde o século 16 até os dias de hoje. Um estudioso de fama mundial oferece uma nova interpretação do protestantismo e de seu impacto no mundo. A ideia radical de que os indivíduos podiam interpretar a Bíblia por si mesmos gerou uma revolução que ainda acontece no palco do mundo atual. Essa inovação repousa no cerne da notável instabilidade e adaptabilidade do protestantismo. A primeira parte de A Revolução Protestante apresenta um passeio cronológico através da história, a segunda foca as características distintivas da fé e da prática protestante, e a terceira é uma visão provocativa do futuro global do protestantismo. A abordagem singular do autor derrama uma nova luz fascinante nos personagens e nos movimentos que continuam a inspirar debate a divisão através de todo espectro das igrejas e comunidades protestantes em todo o mundo. Contém 532páginas.

53.           QUEIROZ, Sérgio e Ed Stetzer. Igrejas que transformaram o Brasil. São Paulo: Editora Mundo Cristão, 2016. Igrejas que transformam o Brasil apresenta os detalhes de uma pesquisa inédita sobre as comunidades que estão fazendo diferença em nosso país. Fruto de cuidadosa compilação do trabalho realizado durante cerca de cinco anos por dezenas de pessoas e amplamente revisado por uma equipe de pesquisa, envolvendo uma análise de cerca de 1.500 igrejas de diferentes tamanhos e denominações cristãs, esta obra oferece uma contribuição decisiva e histórica para avaliar qualitativamente o crescimento expressivo do movimento evangélico. Longe de ser mera relação de dados estatísticos, Igrejas que transformam o Brasil apresenta relatos de comunidades cristãs espalhadas pelo país que não só resistiram às pressões do contexto local, mas também ofereceram soluções bíblicas para sinalizar o reino de Deus. Este livro é um antídoto contra os modismos teológicos que enfatizam tão somente o crescimento numérico sem oferecer o evangelho que transforma indivíduos e sua comunidade. Conheça as igrejas que cumprem sua missão com fidelidade bíblica e sensibilidade cultural e inspire-se nelas. Contém 256 páginas. 

54.           SPROUL, R. C. Defendendo sua fé: Uma introdução à apologética. Editora CPAD, 2007. Uma suposição muito difundida em nossos dias é de que a fé e a razão são incompatíveis ou mesmo antagônicas. Mas isto não é verdade. A tarefa deste livro é mostrar, de uma maneira breve e simples, as verdades básicas do Cristianismo e provar o quanto ele é racional em sua essência. Se você deseja uma defesa lógica e bíblica da fé, então, irá descobrir nas páginas deste livro o verdadeiro sentido para demonstrá-la. Uma visão geral da história e de fundamentos da apologética, que mostram como a razão e a pesquisa científica, podem ser aliadas na defesa da existência de Deus e da autoridade da Bíblia. Contém 192 páginas. 

55.           Vários autores. Uma nova reforma. Após 500 anos, o que ainda precisa mudar? São Paulo: Editora Mundo Cristão, 2017. O anseio por uma nova reforma decorre da constatação de que nem tudo vai bem na igreja. O esforço coletivo de voltar às Escrituras, de adequar tendências a prioridades bíblicas e de extirpar ênfases que minimizam a mensagem do evangelho podem corrigir a trajetória da igreja. Se é impossível imaginar o crescimento do cristianismo sem a presença da igreja, é igualmente inconcebível imaginar uma igreja saudável na qual não ocorram sempre adaptações, correções de rota e contextualizações, visando à relevância na sociedade, mudanças e reformas. Contém 223 páginas. 

56.           BITUN, Ricardo. A Reforma Protestante: história, teologia & desafios. São Paulo: Editora Hagnos, 2017. Em meio às comemorações dos 500 anos da Reforma Protestante (1517), apresentamos com grande alegria essa obra organizada pelo professor Ricardo Bitun. Esta obra é fruto da VI Semana Teológica, realizada pelo Centro de Educação, Filosofia e Teologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, sob o tema “As bases da teologia reformada”. Ao afixar suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517, na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, Martinho Lutero não só convoca os doutores cristãos a uma profunda reflexão acerca das doutrinas em vigor como também finca em solo religioso cristão a gênese de um novo paradigma, uma nova maneira de perceber e compreender a sociedade em suas múltiplas relações com a religião. Com isso, Lutero e os reformadores constroem uma ponte de transição entre o pensamento medieval e o pensamento moderno. Talvez seja isso o que leve Lutero a ser considerado um teólogo possuidor de refinamento em sua teologia e de complexidade em seu pensamento, o que resulta nas mais diversas interpretações e orientações acerca de sua obra.  Podemos entender que a Reforma Protestante se caracteriza como “uma reforma integral da sociedade”. Esta “reforma integral” acontece quando a voz profética da igreja, anunciada por intermédio dos seus profetas, denuncia as mazelas sociais, perturbando e alterando os caminhos da injustiça. Contém 112 páginas. 

57.           CHAN, Francis. Multiplique. São Paulo: Mundo Cristão, 2015. Com o intuito de estimular os cristãos em todo o mundo a avançarem poderosamente na propagação das Boas Novas, Francis Chan e Mark Beuving escreveram o livro Multiplique: Discípulos que fazem discípulos. Um recurso prático que traz uma série de conteúdos inspiradores para todo aquele que deseja aprofundar seu conhecimento acerca das Escrituras e, assim, testemunhar poderosamente a mensagem que transforma e conduz à vida plena. Contém 264 páginas.

58.           ESWINE, Zack. O pastor imperfeito. São Paulo: Editora Fiel, 2016. O desejo de fazer a obra de Deus é algo que arde no coração de todo pastor. O pastor é treinado para pensar em grandes coisas para a glória de Deus. Mas, parece que a obra do ministério insiste em puxar o pastor para as coisas pequenas, as coisas simples do dia a dia, para aquelas atividades que não são vistas e nem percebidas pelas pessoas. Além disso, o pastor logo percebe que tem seus limites e que é insuficiente para o trabalho que Deus coloca diante dele. Descobre que não sabe todas as coisas, não consegue consertar todas as coisas e nem pode estar em todo lugar, ao mesmo tempo. Porque, afinal, este é o trabalho de Deus e não do pastor. Contém 329 páginas.

59.           BIÉLER, André. O pensamento social e econômico de Calvino. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 1990. Este trabalho foi ditado por uma preocupação pastoral. Depois do século 16, a teologia tem carecido de eruditos que, como Calvino, tenham tido viva compreensão dos problemas do mundo e da sociedade à luz de revelação bíblica. A ausência de questões materiais e sociais na ética cristã conduz os fiéis a trágicas omissões ou a insuperáveis perplexidades. A redescoberta deste aspecto ignorado da doutrina reformada talvez ajude alguns crentes a reencontrarem o senso de uma ética cristã que englobe a totalidade da existência, pessoal e coletiva. Contém 673 páginas.

60.           KELLER, Timothy. Pregação. São Paulo: Vida Nova, 2017.  Keller divide com o leitor a sabedoria acumulada em anos de pregação e ensina a transmitir a fé cristã tanto por meio da pregação como em uma cafeteria. A maioria dos cristãos — mesmo pastores — tem dificuldade de falar sobre sua fé de uma maneira que consiga aplicar o poder do evangelho para a transformação das pessoas. Timothy Keller é conhecido por sermões e palestras perceptivos e práticos que ajudam as pessoas a entender a si mesmas, encontrar Jesus e aplicar a Bíblia à vida. Neste guia acessível tanto a pastores quanto a leigos, Keller ajuda o leitor a apresentar a mensagem cristã da graça de maneira convidativa, apaixonada e compassiva. Contém 288 páginas.

61.           ASSIS, Machado de. Todos os romances e contos consagrados de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016. O primeiro volume do box Todos os romances e contos consagrados contém os quatro romances iniciais de Machado de Assis, que compõem o que se convencionou chamar de fase romântica do escritor: Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia. Contém 543 páginas.
62.           SCOTT, Steven. Os segredos da liderança de Jesus. Rio de Janeiro: Editora Vida Melhor, 2013. Steven K. Scott, conhecido por livros em que destaca atributos de personalidades bíblicas de destaque para mostrar que todas as pessoas podem alcançar grandes realizações, apresenta agora um título mais focado na espiritualidade. O objetivo é mostrar que todos os recursos divinos são oferecidos, mas Deus reservou quatro áreas específicas para cumprirmos a missão dada por Jesus. Sua liderança se completa em nós. Ele confia e nos capacita para tal, e quem persegue este objetivo alcança a realização pessoal. Contém 104 páginas.

63.           FRAME, John. Não há outro Deus. São Paulo: Cultura Cristã, 2006. O movimento teológico conhecido como teísmo aberto está abalando a igreja hoje, desafiando as doutrinas bíblicas da soberania, presciência e providência de Deus. Neste oportuno trabalho, John Frame descreve de modo claro o teísmo aberto e o avalia biblicamente. Ele não somente responde aos argumentos do teísmo aberto, mas prossegue aguçando nosso entendimento do relacionamento entre o plano eterno de Deus e as decisões e os eventos de nossa vida. Contém 192 páginas.
64.           SMITH, James Bryan. Experimentando o profundo amor de Deus. São Paulo: Editora Vida, 2010. O autor destila aqui os princípios básicos do amor cristão e oferece um novo modelo para o relacionamento com Deus, consigo mesmo e com os outros, baseado, não em temor e juízo, mas em aceitação e carinho. Contém 191 páginas.

65.           LOTZ, Anne Grahan. A oração de Daniel. São Paulo: Editora Vida, 2017. A oração de Daniel nasce no mais profundo da alma, emerge no coração e eclode nos seus lábios; palavras criadas e inspiradas pelo Espírito de Deus tremendo com energia espiritual. A oração de Daniel não é um tipo cotidiano de oração. É aquela oração que nasce sob pressão, angústia, aflição ou desespero. Pode também ser disparada por um flash de esperança, uma resposta de oração, uma promessa recebida recentemente ou um milagre que está além do horizonte. Mas esteja você orando em meio ao triunfo ou em meio à tragédia, A oração de Daniel funciona. Contém 256 páginas.

66.           CHESTERTON, G. K. Ortodoxia. São Paulo: Mundo Cristão, 2004. Numa época em que a Europa dava os primeiros passos para tornar-se uma sociedade pós-cristã, um intelectual de grosso calibre, cansado do cinismo reinante e do fascínio despertado por novas ideias, resgata o núcleo da fé cristã como arcabouço suficiente para dar sentido à existência humana. Ao contar sua jornada espiritual, Chesterton faz saber à intelligentsia europeia da primeira metade do século XX que o socialismo, o relativismo, o materialismo e o ceticismo estavam longe de responder às questões existenciais mais profundas. E quando questionado sobre as aparentes contradições da fé cristã, Chesterton era um mestre em valer-se do paradoxo para apresentar a simplicidade do senso comum. Seu jeito despojado, seu estilo incisivo e a facilidade de rir de si mesmo tornaram célebres seus debates com intelectuais da época, como George Bernard Shaw, H.G. Wells, Bertrand Russell e Clarence Darrow. Dono de uma pena arguta, sutil e envolvente, Gilbert Keith Chesterton deixou marcas inesquecíveis em mestres da literatura como Hemingway, Borges, García Márquez e T. S. Eliot. Como se não bastasse, seus textos influenciaram decisivamente líderes de movimentos de libertação como Michael Collins (Irlanda), Mahatma Gandhi (Índia) e Martin Luther King (Estados Unidos). Cem anos depois, Ortodoxia é um clássico da literatura que merece (e deve) ser revisitado. Contém 264 páginas.
67.           COSTA, Antônio Carlos. Teologia da trincheira. Reflexões e provocações sobre o indivíduo, a sociedade e o cristianismo. São Paulo: Mundo Cristão, 2017. Este livro foi escrito na trincheira. Seu conteúdo toma por base reflexões e artigos que escrevi, agrupados por temas e revisados — e que são mais atuais do que nunca. Meu desejo é que este mosaico de ponderações, desabafos e afirmações contribua, cada pedaço individualmente e na soma das partes, para levá-lo a uma reflexão saudável — e provocá-lo à ação. Ele contém 192 páginas.

68.           SPROUL, R. C. Eleitos de Deus. São Paulo: Cultura Cristã, 2016. Sproul mostra nesse livro o que a predestinação significa, em sua forma mais elementar, é que na destinação final, céu ou inferno, é decidida por Deus, não só antes de chegar lá, mas antes mesmo do ser humano ter nascido. Ele mostra que nosso último destino está nas mãos de Deus. Outro modo de dizer isto é: Desde a eternidade, antes de vivermos, Deus decidiu salvar alguns membros da raça humana e preterir outros. Essa predestinação divina tem a ver com a soberania de Deus. Ele que tem o poder de fazer tudo conforme sua vontade soberana. Sproul reconhece ser muito difícil estudar sobre predestinação, porque ela esta ligada à noção desesperançada de fatalidade. Mas, ele deixa claro que se a Palavra de Deus fala sobre a predestinação, a nossa opção é obedecer às Escrituras ou não. Sproul faz a relação entre a predestinação e soberania de Deus, e suas consequências teológicas: o mal, o pecado, a vontade e a responsabilidade humanas. Mas, chama a atenção para o mistério em alguns pontos. Porque como humanos e limitados no pensamento, não temos a profundidade exaustiva do assunto na sua compreensão! O livro é ótimo e muito elucidativo para o coração! Ele contém 160 páginas.

69.           SPROUL, R. C. A oração muda as coisas? São Paulo: Editora Fiel, 2014. No livro, Sproul traz elucidações sobre o propósito da oração na vida do cristão. Em uma conversa agradável com o leitor, ele explica por que orar e nos orienta na sua prática, através de citações bíblicas. Segundo Sproul, embora não devamos esperar que nossas orações mudem a mente de Deus, de modo que ele aja contra a Sua vontade, podemos ter a certeza de que a oração muda as coisas, inclusive nossos corações. Ele contém 107 páginas.

70.           NOUWEN, Henri. Meditações com Henri J. M. Nouwen. Rio de Janeiro: Danprewan, 2003. Viver sob a perspectiva da eternidade, nos traz sentido e esperança para a vida. Lembrado como? Um de nós? Henri Nouwen soube trilhar o seu caminho com a visão espiritual. Conseguiu traduzir em palavras as reflexões que fazia e esforçou-se para reconciliar os paradoxos da vida cotidiana e a fé cristã. Ele contém 247 páginas.

71.           FERREIRA, Franklin. Pilares da fé. São Paulo: Vida Nova, 2017. A atualidade da mensagem da reforma. Deus se revela de forma salvífica somente na Escritura Sagrada, pecadores são redimidos somente pela morte de Jesus Cristo na cruzsomente por meio da graça, uma dádiva recebida somente pela fé e tudo para a glória de Deus somente. Em Pilares da fé, cada uma das cinco declarações acima é desenvolvida com base no ensino das Escrituras Sagradas, dialogando com os principais reformadores da época — Martinho Lutero e João Calvino — e com as principais confissões de fé e catecismos das tradições luterana e reformada surgidas no mesmo período, as quais resumem o ensino dos reformadores. Essas afirmações também são relacionadas com as situações e desafios que a igreja cristã enfrenta na atualidade. Ele contém 208 páginas.


72.           AMORESE, Rubem. Louvor, adoração e liturgia. Minas Gerais: Ultimato, 2004. Este é um livro para adoradores sinceros, desejosos de rever sua prática devocional, seja íntima, familiar ou litúrgica. A abordagem parte do aspecto pessoal, chamado de “quarto”, em referência à recomendação de Jesus: “entra no teu quarto, e fechada a porta”. Crescendo do privado para o público, concentra-se no ambiente doméstico e, então, culmina com o culto público e litúrgico propriamente dito. Arte e adoração, Adoração pessoal, Adoração na família e Louvor na igreja. Emoções, linguagem, expressão, beleza, prazer, gozo, fruição. Esses termos funcionam como mediadores de realidades tanto importantes quanto difíceis de explicar. Abrem passagem para um jardim interno da alma; aquele lugar secreto que gostamos de visitar, mas com cujo caminho nem sempre acertamos; aquele “mundo” só nosso, onde muitas vezes temos experiências personalíssimas e, de certa forma, intransferíveis, inenarráveis, inefáveis. Refiro-me à dimensão íntima e estética da experiência do amor de Deus. Em outras palavras, aprouve ao Altíssimo, pelo fato de que nossa alma veio dele, que toda tentativa de volta ao jardim, toda busca de religação com ele mesmo se constituísse em experiência linda e deliciosa. Ele contém 160 páginas.

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