João afirma as seguintes palavras: Eu batizo com água; mas no meio de vós está um a quem vós não conheceis. Este é aquele que vem após mim, que é antes de mim, do qual eu não sou digno de desatar a correia da alparcas. (João 1:26-27)
Para João, Cristo era o máximo, ele quem fazia toda a obra. Nele estava a plenitude de todas as coisas. João foi humilde no seu ministério dando toda a glória ao Senhor Jesus. Por isso, ele foi um exemplo de arrependimento e entrega ao Senhor Jesus. João dizia que depois dele viria um que ele não era sequer digno de desatar a correia da alparca.
Isto era um costume entre os escravos os quais carregavam e cuidavam das sandálias de seus senhores. Sendo assim, João declara que não era digno de cumprir este dever de um escravo, no sentido de ser servo do Senhor Jesus Cristo.
É interessante que este ato de desatar as alparcas das sandálias de um senhor era dado ao escravo mais vil, penoso e desgraçado. E João em sua humildade diante de Jesus queria dizer que não ocupava nem a posição do mais vil escravo, em comparação com a glória da posição de Jesus como aquele que batizaria o seu povo com o Espírito Santo e com fogo.
Percebemos que a humildade de João é profunda. Ele sabe quem é o mestre. Ele reconhece sua pequenez como servo. Que o Eterno Deus nos dê a graça de compartilharmos dessa humildade profunda, que reconheçamos quer somos pó, somos barro e que Cristo é o centro de tudo. Jesus é a pessoa que deve dever glorificada em tudo na nossa vida.
Nós não somos dignos de nada, Cristo é o maior, Cristo é o Senhor digno de toda honra e de toda a glória hoje e para sempre! (Alcindo Almeida)

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