Edificado com a leitura de Gênesis 37 e tentando ver os detalhes que estão nesse capítulo que retrata a história do jovem José. Quando olhamos para Jacó, percebemos um pai que tem um amor louco por José. Faz a túnica para seu filho querido. Isso causa ciúmes por parte dos irmãos. José fala do sonho que teve. O ódio toma conta dos seus irmãos. Eles ironizam o próprio irmão.
Essa é a realidade do povo que se chama o povo da aliança. Acontece que tem o problema do pecado enraizado. Então tem inveja, ciúmes e ódio no meio daqueles que andam com Deus e professam a fé nele. Os irmãos de José estão perdidos no meio do ódio e da inveja. Quando José vai lá para saber notícias deles, eles dizem: Lá vem o sonhador! Que insanidade, que falta de olhos divinos para enxergarem o futuro. Eles humilham e desprezam seu irmão. O que fizeram?
O texto diz que o agarraram e o jogaram na cisterna vazia, ou seja, sem água. Mais tarde, quando se sentaram para comer, viram ao longe uma caravana de camelos vindo em sua direção. Era um grupo de negociantes ismaelitas, que transportavam especiarias, bálsamo e mirra de Gileade para o Egito. Judá disse a seus irmãos: O que ganharemos se matarmos nosso irmão e encobrirmos o crime? Eles acabam vendendo o sangue do sangue deles, eles deixam seu irmão precioso ser jogado para um povo que não conhecem e nem sabem o que será do seu jovem irmão.
Os irmãos precisam dar uma noticia para o velho Jacó. Eles mataram um animal e mergulharam a túnica de José no sangue do animal. Enviaram a linda túnica para o pai, com a seguinte mensagem: Veja o que encontramos. Não é a túnica de seu filho? Jacó a reconheceu de imediato e disse: Sim, é a túnica de meu filho. Um animal selvagem o deve ter devorado. Com certeza José morreu despedaçado! Que ações terríveis dos membros da família da aliança, mentiras, falsidade, ódio, inveja e ciúmes no mesmo pacote.
Que Deus nos livre disso, que aprendamos a amar no meio da diversidade, no meio dos estilos diferentes. Que Deus nos livre da inveja e do ódio que nos tornam pessoas cegas e sem noção do que é certo e errado. Que Deus nos dê sensibilidade para discernir sua vontade mesmo que não a entendamos. (Alcindo Almeida)

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