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Leituras em novembro de 2017



1. SCOTT, Steven. Os segredos da liderança de Jesus. Rio de Janeiro: Editora Vida Melhor, 2013. Steven K. Scott, conhecido por livros em que destaca atributos de personalidades bíblicas de destaque para mostrar que todas as pessoas podem alcançar grandes realizações, apresenta agora um título mais focado na espiritualidade. O objetivo é mostrar que todos os recursos divinos são oferecidos, mas Deus reservou quatro áreas específicas para cumprirmos a missão dada por Jesus. Sua liderança se completa em nós. Ele confia e nos capacita para tal, e quem persegue este objetivo alcança a realização pessoal. Contém 100 páginas.

2. FRAME, John. Não há outro Deus. São Paulo: Cultura Cristã, 2006. O movimento teológico conhecido como teísmo aberto está abalando a igreja hoje, desafiando as doutrinas bíblicas da soberania, presciência e providência de Deus. Neste oportuno trabalho, John Frame descreve de modo claro o teísmo aberto e o avalia biblicamente. Ele não somente responde aos argumentos do teísmo aberto, mas prossegue aguçando nosso entendimento do relacionamento entre o plano eterno de Deus e as decisões e os eventos de nossa vida. Contém 192 páginas.
3. SMITH, James Bryan. Experimentando o profundo amor de Deus. São Paulo: Editora Vida, 2010. O autor destila aqui os princípios básicos do amor cristão e oferece um novo modelo para o relacionamento com Deus, consigo mesmo e com os outros, baseado, não em temor e juízo, mas em aceitação e carinho. Contém 191 páginas.

4. LOTZ, Anne Grahan. A oração de Daniel. São Paulo: Editora Vida, 2017. A oração de Daniel nasce no mais profundo da alma, emerge no coração e eclode nos seus lábios; palavras criadas e inspiradas pelo Espírito de Deus tremendo com energia espiritual. A oração de Daniel não é um tipo cotidiano de oração. É aquela oração que nasce sob pressão, angústia, aflição ou desespero. Pode também ser disparada por um flash de esperança, uma resposta de oração, uma promessa recebida recentemente ou um milagre que está além do horizonte. Mas esteja você orando em meio ao triunfo ou em meio à tragédia, A oração de Daniel funciona. Contém 256 páginas.

5. CHESTERTON, G. K. Ortodoxia. São Paulo: Mundo Cristão, 2004. Numa época em que a Europa dava os primeiros passos para tornar-se uma sociedade pós-cristã, um intelectual de grosso calibre, cansado do cinismo reinante e do fascínio despertado por novas ideias, resgata o núcleo da fé cristã como arcabouço suficiente para dar sentido à existência humana. Ao contar sua jornada espiritual, Chesterton faz saber à intelligentsia europeia da primeira metade do século XX que o socialismo, o relativismo, o materialismo e o ceticismo estavam longe de responder às questões existenciais mais profundas. E quando questionado sobre as aparentes contradições da fé cristã, Chesterton era um mestre em valer-se do paradoxo para apresentar a simplicidade do senso comum. Seu jeito despojado, seu estilo incisivo e a facilidade de rir de si mesmo tornaram célebres seus debates com intelectuais da época, como George Bernard Shaw, H.G. Wells, Bertrand Russell e Clarence Darrow. Dono de uma pena arguta, sutil e envolvente, Gilbert Keith Chesterton deixou marcas inesquecíveis em mestres da literatura como Hemingway, Borges, García Márquez e T. S. Eliot. Como se não bastasse, seus textos influenciaram decisivamente líderes de movimentos de libertação como Michael Collins (Irlanda), Mahatma Gandhi (Índia) e Martin Luther King (Estados Unidos). Cem anos depois, Ortodoxia é um clássico da literatura que merece (e deve) ser revisitado. Contém 264 páginas.

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