A respiração do nosso ser

A oração tem um espaço precioso demais na nossa vida. Como disse R. C. Sproul: Alguém pode orar e não ser um cristão, mas alguém não pode ser um cristão e não orar. A oração é para o cristão o que a respiração é para a vida.  
Lutero disse que orava regularmente uma hora por dia, exceto quando experimentava um dia muito atarefado - nesses dias, ele orava por duas horas. Depois, ele orava por duas horas. Gosto demais de falar sobre a oração porque ela traduz muito do que somos. Oração tem a ver com a respiração do nosso ser. Quando oramos, falamos para Deus o que sentimos. Como diz o escritor e professor James Houston:  “A oração é profundamente direcionada por aquilo que cremos e como nos comportamos. O caráter da nossa oração será marcantemente determinado pelo caráter de Deus, enquanto o conhecemos e o experimentamos”. 
Nos Evangelhos, a vida de oração de Jesus é retratada de diferentes maneiras e em diferentes situações. Percebemos que em todas as situações da vida dele, ele orava e ensinava seus discípulos sobre o valor da oração. Como diz o texto sagrado em Marcos 6:46: E, tendo-os despedido, foi ao monte a orar.
A oração era mais do que algo “funcional” na vida de Jesus; era uma expressão de profunda intimidade com o Pai.  A oração é o espaço no qual nutrimos a nossa relação com a Trindade. Na oração podemos nos abrir com o Senhor e dizer quem somos e a grande necessidade que temos da ação dEle em nosso ser. Podemos nos derramar e clamar pela direção, ensino e dependência dEle em tudo! Oremos sempre! (Alcindo Almeida).

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