Pensando na vida

Constantemente ouvimos nesse novo Século: "Tempo é dinheiro". Não é que isso se tornou uma elei universal no mundo pragmático? A vida passou a ser em função dos compromissos e deveres que geram dinheiro e um espaço na sobrevivência dela. O bom senso passa por um mundo de atividades que culminam em ganhar para sobreviver. Cito a reflexão de Lya Luft: "Labutamos como animais para além do que seria humano, e para aquilo que nem é importante: para o fútil excessivo (um pouco de futilidade, sim, ou nos desumanizamos), para o mais do que tolo, um pouco de tolice, sim, ou viramos estátuas". Sei lá, mas penso que não precisamos desse lema para nós. Tanto que o sábio Paulo nos dá a dica dizendo que aprendeu a viver contente em qualquer situação, sabendo que o mais importante na vida é cultivar Deus e as pessoas que nos cercam. Ele sabia que o valor da vida não estava no superficial e sim naquilo que era eterno! Pensemos sobre isso! (Alcindo Almeida).

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