Formas de ministério

Todos temos uma base doutrinária — um conjunto de crenças teológicas — e todos praticamos formas de ministério específicas. Muitos ministros, porém, adotam programas e práticas ministeriais inadequados tanto às suas crenças doutrinárias quanto ao seu contexto cultural. Basicamente “importam” métodos famosos — estranhos à teologia ou ao ambiente da igreja (ou aos dois!). E, quando isso acontece, notamos a escassez de frutos. Esses ministros não transformam a vida das pessoas dentro da igreja e não alcançam a cidade. Por quê? Porque os programas não resultam, de forma natural, de uma reflexão sobre o evangelho e sobre os aspectos singulares da cultura ao redor (Keller, Timothy. Igreja centrada. Vida Nova, 2014, p. 20).

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