"Nós somos a única e última fronteira que fala do ser humano. James Houston fez uma avaliação da psicanálise e diz que os analistas estão apenas transformando os seres humanos em objetos de estudo. E quando isso acontece isso, despersonaliza-se o próprio ser humano. Ele não é um objeto de análise. O problema é que se fala do sujeito e não com o sujeito".
Tem 55 anos, é casado com Erika e pai da Isabella. É membro da equipe pastoral da IP em Alphaville - S. Parnaíba - SP. Ele tem Pós graduado em aconselhamento cristão. Pós em Psicologia em Tomás de Aquino. Membro da Academia Evangélica de Letras de SP. Ele cuida de pessoas no aconselhamento. É autor de: Provérbios, Depressão, Descanso no pastor da alma e Encontros com Jesus. Alegria verdadeira e Casamento é um projeto divino. Ele é fundador e membro do Projeto Timóteo.
quinta-feira, 29 de março de 2012
Pr. Ariovaldo Ramos fala conosco sobre o tributo a Robinson Cavalcanti
O ufanismo não cabe na nossa fé cristã. É uma tendência identificar a violência dos homens de Deus como uma desqualificação da vida deles. O que temos de aprender que o justo mostra como o mundo precisa de mudança e precisa praticar a justiça. A morte de Robinson Cavalcanti é a evidencia de que a morte é experimentada pelos eleitos de Deus também. Ele é um homem que ajudou a escrever a história da igreja no Brasil. Ele ajudou a escrever uma teologia latino-americana totalmente respeitada.
Não podemos deixar de registrar que pela graça divina passou aqui entre nós esse homem de Deus. Nós estamos aqui para dar a nossa contribuição no Reino de Deus. Para lutar contra essa anormalidade da criação. Essa violência contra o ser humano. Não podemos simplesmente apagar a luz e não notar quem passa na terra lutando contra a acomodação sobre o cuidado da criação. Alguém que lutou de maneira profunda contra a disfunção na criação.
Encontro do Projeto Timóteo - Pr. Ariovaldo Ramos falando sobre Integridade do ministério
"Devemos pensar na intregalidade do ser humano, nós o defendemos. Nós o tratamos como centro do projeto divino. Só que vivemos numa época difícil porque até o povo que se diz cristão já transformou o ser humano num objeto. O ser humano virou o grande financiador do projeto de alguns líderes no nosso país" (Ariovaldo Ramos).
"Precisamos tomar cuidado para que as nossas instituições não transformem seres humanos em máquinas, em objetos de manipulação" (Ariovaldo Ramos).
"Integridade do ministério é o resultado de investir em pessoas, em gente. Não é fazer o que a nossa instituição espera de nós e, sim, o que Deus quer de nós" (Ariovaldo Ramos).
terça-feira, 20 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Pensando no assunto inveja
A excelência e o triunfo sempre trazem inveja. Vocês já perceberam que ninguém tem inveja de um miserável ou de um mendigo. Nós temos inveja das conquistas, da casa melhor dos outros, dos carros, da família melhor, das roupas melhores.
Como diz Stamateas: "A inveja é uma profunda raiva produzida pela conquista dos outros". A palavra de Jesus é para que tenhamos cuidado com isso, porque a inveja não entra em nós, ela sai de dentro de nós por causa da nossa natureza corrupta. Lembram-se que somos filhos de Adão e Eva em termos de natureza? Precisamos fazer morrer a nossa velha natureza para que o coração moldado pelo Espírito Santo, vença todos os dias a inveja!
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Alcindo Almeida
O Eterno é poderoso para fazer tudo em nós
Paulo diz algo profunde em Efésios 3.20: Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós.
Essa dinâmica de crer no poder do Eterno é que realmente faz a diferença na vida de uma pessoa fiel na vida cristã. Então quando as nossas pressuposições são erradas, a imagem será errada. Quando a nossa vida não mostra na prática a fé em Deus, essa fé fica fora de foco. Deus não é realmente visto como realmente é. Assim a imagem em termos de fé em Deus fica defeituosa.
Paulo nos dá a dica que o Eterno é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós. Isso tem a ver com a fé cujo foco, direção e alvo é Deus. Essa fé com foco nos dá a certeza de aplicar o credo nas crises. Eu creio em Deus. Essa fé com foco nos faz confiar em Deus mais no fracasso do que no sucesso.
Interessante que a fé para muitos é infeliz e monótona e os tais dizem isso porque não têm em que confiar. Não têm uma direção na crença deles. Nós não temos essa dúvida porque temos a tradução do Espírito em nós, temos a presença de Cristo em nós, temos a firmeza nele pela ação da sua graça.
O que precisamos fazer é parar de colocar Deus numa caixa da nossa visão sem foco. E entender que Deus é maior que as nossas ideias pequenas sobre ele mesmo. Porque algumas vezes a visão é tacanha sobre quem ele é. Saibamos que Deus está mais preocupado em ampliar a nossa fé nele do que nós próprios . A fé não é nossa é uma dádiva dele para nós crermos mais no seu poder, mais na sua redenção, mais no seu caráter e no seu amor. Na verdade somos mais míopes do que nós percebemos em relação a fé. Por isso, precisamos do Espírito Santo nos traduzindo para exercitarmos a fé e crermos que Deus pode tudo e além do que compreendemos.
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Alcindo Almeida
sábado, 17 de março de 2012
Entre heróis e amigos
Robinson Cavalcanti influenciou grandemente minha vida e minha formação
Despertei naquela segunda-feira no meio da madrugada. Liguei o computador e resolvi checar os e-mails. Fui então surpreendido com a notícia enviada por um amigo: o bispo anglicano Robinson Cavalcanti havia morrido na noite anterior, e de forma brutal. Passei o dia todo tentando cumprir minha agenda e sendo tomado por profundos momentos de reflexão. Lembrei-me de meu último encontro com Robinson, em novembro do ano passado. Ouvindo-o falar a um grupo de jovens pastores e conversando com ele durante o almoço naquele dia, percebi algo interessante em suas palavras: nunca havia visto e ouvido Robinson Cavalcanti tão pastoral como naquele momento. Talvez a percepção tenha sido decorrente do que muitos chamam de tempo de convergência.
Ao longo da vida, na medida em que vivemos as mais variadas experiências, tendemos a nos conhecer melhor e a perceber o mundo com mais sabedoria. A partir daí, passamos a fazer menos, com mais profundidade. Percebermos que nem tudo tem o valor que imaginávamos ter na juventude; fazemos, então, opções, e concentramo-nos no que de fato é imprescindível.
Robinson Cavalcanti faz parte de um grupo de pessoas que influenciaram grandemente minha vida e minha formação. Ao longo dos anos 1980 e primeira metade dos 90, muitas vezes estive aos pés deste grupo que falava nos congressos, conferências e encontros de reflexão teológica da época. Eu devorava cada palavra, tomava nota de tudo o que podia, buscava a possibilidade de um encontro pessoal com alguns deles e voltava para minha comunidade local cheio de novas ideias e intenções. Com eles, desenvolvi minha filosofia de ministério, abracei a teologia da missão integral e aprendi acerca da centralidade do Evangelho nesta missão. Foi com aquele grupo que percebi que “crer é também pensar”, mas não necessariamente de forma árida e irreverente.
Ali estavam meus heróis! Aqueles homens de Deus, com seu exemplo, desa¬fiaram-me a buscar não apenas carisma, mas também caráter. Passei então a sonhar com o Reino de Deus ganhando visibilidade na sociedade e na cultura brasileira. Com o passar dos anos, aqueles que eu contem¬plava à distância se tornaram amigos de caminhada. Tive o privilégio de conhecer de perto muitos daqueles a quem admirava de longe. Descobri, então, que não eram imunes a falhas, imperfeições, crises, dúvidas e lutas pessoais. Suas vidas eram marcadas por tropeços e dificuldades – tudo muito parecido com a minha própria jornada.
No entanto, aquele grupo de heróis-amigos, gradativamente, passou a se dissipar. Diante de tropeços e equívocos na vida, nem todos reconheceram e nomearam os mesmos como pecados. Antes, passaram a construir teologias que integrassem seus erros como virtudes e justificassem suas posturas como culpa daqueles que os seguiam. Houve também quem deixasse as demandas do mercado pautar suas reflexões e opiniões, fazendo da popularidade seu fim maior. Mas este grupo também passou a se dividir devido à fascinação gerada pela intelectualidade racionalista e árida da academia. Os que foram envolvidos por tal ambiente passaram, pouco a pouco, a chamar seus antigos amigos de ingênuos e as propostas por eles defendidas de visões desprovidas de profundidade e racionalidade.
Assim, o que era simples se tornou complexo; o que era óbvio se tornou obscuro; e o que era princípio de vida se tornou apenas opção pessoal. Porém, Robinson Cavalcanti sobreviveu àquela dissipação gradativa de meu grupo de heróis-amigos. Sua história possuía erros e equívocos, os quais ele mesmo chamava claramente de pecados perdoados por Deus pelo sangue derramado na cruz. Além disso, apesar de sua reconhecida intelectualidade, em seus discursos o bispo sempre integrava a importância das Escrituras como fonte de orientação, da oração como fonte de renovação e do Evangelho como fonte de salvação.
Apesar de entristecer-me grandemente pela partida de Robinson justamente em um invejável momento de maturidade pastoral, sou grato a Deus porque ele mantém alguns de meus heróis-amigos firmes na mesma corrida. Eles ainda me são fonte de referência para a vida, teologia e missão. Eles contemplaram o fim da corrida do Robinson, mas continuam conscientes de que a jornada continua para eles – e me convidam para participar da mesma.
Refletindo sobre esta analogia, fui levado a me lembrar de uma frase dita a mim por um pastor bem experiente e de idade avançada, ainda no inicio de meu ministério: “Meu filho, tão importante quanto começar bem, é terminar bem”.
Reflexão de Ricardo Agreste na Revista Cristianismo hoje
Cuidado com a culpa
A culpa é um dos sentimentos mais negativos que o ser humano pode ter e, ao mesmo tempo, uma das maneiras mais utilizadas para manipular os outros. Os psicólogos estabelecem que a culpa é a diferença entre o que fiz e o que deveria ter feito; entre o que quero e o que deveria fazer. A culpa é uma emoção que nos paralisa, que nos impede de continuar desenvolvendo todo o potencial que temos; a culpa é vingança, raiva e boicote contra si mesmo. Viver com culpa é viver condenado à prisão perpétua. É condenar- se a viver insatisfeito, sentindo-se vítima o tempo todo pela vida que nos tocou viver.
Fico imaginando a culpa de Caim depois de ter tirado a vida do próprio irmão por causa da inveja. O problema como diz Bernardo Stamateas no seu livro Gente tóxica: “Desde o começo da humanidade, a partir da própria criação do primeiro homem, Adão, a culpa e a vitimização se inseriram no ser humano. A primeira culpa nasceu em Adão por ter obedecido a Eva e comido o fruto proibido. Então, por culpa, Adão começou a cobrir seu corpo: já não podia se mostrar nu perante seu Criador. Por culpa de Eva, diz a história, Adão caiu".
O problema de Caim começa na vida dos seus próprios pais depois da queda. A culpa dele é resultado dessa maldade dentro de nós de competir, de ficar infeliz pelo sucesso dos outros e por causa da vitória dos outros. Caim só matou o seu irmão, porque no entendimenbo dele Deus aceitou o seu irmão e não a ele. Isso gerou ódio, sentimentos de inferioridade e de incapacidade.
Cuidado com a culpa, ela dostrói você, seus sonhos e impede que você veja o outro não como seu parceriro, irmão, mas como um rival ou um competidor em potencial.
Pense sobre isso!
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Alcindo Almeida - equipe pastoral da IP Alphaville.
A fé em nós
A fé é o processo marcante da nossa vida aqui na terra. A nossa fé abre a porta para o Espírito; o Espírito revela Cristo em nós, Cristo enche o nosso coração, o nosso coração começa a compreender o amor que é o meio pelo qual nos enchemos de Deus porque Deus é amor.
__________Alcindo Almeida - equipe pastoral da IP Alphaville.
Stenio Marcius - Fim de tarde no portão
Ouçam essa canção, ela é profunda e mexe com o coração da gente!!!!
Stenio Marcius - Fim de tarde no portão
quinta-feira, 15 de março de 2012
Exposição no livro de Efésios
No próximo domingo teremos a Exposição de Efésios 3.14-21.
Tema: Uma fé com foco no Eterno Deus
Será na celebração da noite às 19 hs.
Venha participar desse momento na IP Alphaville!!!!
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Largo da Igreja 1, Alphaville - Santana de Parnaíba.
Série glória da cruz do Pr. Glenio Fonseca Paranaguá
A MORTE DO GRÃO DE TRIGO
O evangelho é a obra exclusiva da graça de Deus em benefício do homem mais indigno, mas uma enxurrada de gente “ilustre”, sem o menor sinal da experiência legítima do novo nascimento, vem enchendo as igrejas atuais. Muitos confundem o ato humano de aceitar a Cristo, com o fato divino de sermos aceitos por Cristo. Por isso, as comunidades cristãs ficam inchadas de pessoas enxeridas, sem qualquer evidência de regeneração.
O cristianismo é a única experiência espiritual em que a morte precede a vida. Se não houver a morte do pecador juntamente com Cristo, não haverá garantia de salvação, pois a ressurreição em novidade de vida é conseqüência da morte com Cristo. O livro é uma proclamação honesta dessa mensagem radical do evangelho, a única capaz de transformar o coração orgulhoso do homem.
AS BÊNÇÃOS NA AFLIÇÃO
Se alguém está passando por alguma luta dolorosa, há uma grande chance de ficar sangrando com as feridas causadas pela dor. Há uma multidão de mutilados, vítimas dos sofrimentos deste mundo, que não consegue viver com um pouco de contentamento. O mundo é um campo fértil de tribulações e ninguém até hoje foi vacinado contra o sofrimento. Mas os filhos de Deus aprendem a usufruir o cuidado divino nas aflições, amparados pelos suprimentos inesgotáveis da graça plena de Deus.
O tratamento muito gracioso que os filhos de Deus recebem em meio aos problemas difíceis de sua existência é o tema desta obra.
DO TRANCO AO TRONO
Uma existência escravizada por ressentimentos é uma biografia em prisão perpétua. Quase nada pode ser mais cruel como as grades invisíveis do ódio consumindo as entranhas da alma, silenciosamente. Não conheço uma pessoa bem-aventurada alimentando-se de amargura no seu íntimo. Não há alternativa. Ou você perdoa o ofensor que o lanhou, ou você se transformará num ofendido sem esperança, escravo do pior dos senhores, o seu próprio ódio. O escravo das mágoas vive no Tronco sendo chicoteado pelos verdugos dos seus sentimentos. Mas aquele que perdoa os seus algozes assenta-se no Trono como um príncipe, filho de Aba.
Do Tronco ao Trono é uma obra que revela a grandeza da cruz de Cristo, promovendo a libertação nos corações dos filhos de Deus. Você é convidado a participar desta peregrinação da nobreza celestial a caminho da Nova Jerusalém.
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Editora IDE
quarta-feira, 14 de março de 2012
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