Leituras no mês de fevereiro de 2012

SWINDOLL, Charles. Filhos - Da sobrevivência ao sucesso. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2007. Criar filhos é como andar em uma montanha-russa: em um momento você está subindo tranqüilamente, no momento seguinte, está em queda livre. Mesmo assim, é um trabalho recompensador e gratificante. Diante disso, Charles R. Swindoll oferece conselhos práticos que nos mostram como passar do esforço DA sobrevivência ao sucesso na criação de filhos. Suas palavras são sábias e fundamentadas em quase 50 anos de experiência como pai de quatro filhos, avô de 10 netos e conselheiro conjugal. Você vai descobrir como cultivar uma vida de auto-estima para seus filhos e OS segredos para levá-Los ao sucesso. Além disso, vai descobrir a chave do sucesso na vida de um pai e de uma mãe. Contém 256 páginas.
 
MACARTHUR, John Jr. O livro sobre liderança. São Paulo: Cep, 2009. Belo livro com conceitos preciosos! Mais do que nunca as pessoas estão falando sobre liderança, mas muito dos discursos de hoje avançam pelos mesmos erros do passado. Neste livro FICA estabelecida a seguinte verdade: liderança não vem apenas de um certificado oficial. Não se trata de personalidade ou carisma. E não é o mesmo que exercer autoridade severa. A verdadeira liderança - do tipo que se recusa a se dobrar diante de um mundo inconstante - vem de uma fonte muito mais profunda. Tomando por base OS escritos de um dos mais efetivos líderes espirituais de todos OS tempos - o apóstolo Paulo - MacArthur apresenta as "26 características de um verdadeiro líder". Quer você exerça liderança nos negócios, civil, na igreja, como pai, professor ou aluno, o exemplo DA vida de Paulo irá permitir que você libere sua capacidade de liderança. Contém 176 páginas.
 
MAXWELL, John. C. A escolha é sua. Rio de Janeiro: Sextante, 2007. A vida é feita de escolhas em variados aspectos. Deparamo-nos com tomadas de decisão a todo tempo. Somados, OS resultados dessas escolhas traduzem nosso grau de satisfação com a própria existência. Sendo, portanto, responsáveis pelo nosso sucesso ou fracasso, pelo ser humano que podemos ser para o mundo, chega o tempo de tomar definitivamente a dianteira de nosso caminho e fazer escolhas próprias, Independentemente de padrões pré-definidos pela cultura geral e a mídia, muitas vezes a serviço do sistema econômico e pelas expectativas das outras pessoas em relação a nós. Assumir a responsabilidade sobre nosso rumo significa também não ter que procurar culpados quando as coisas não vão bem e ter consciência dos próprios enganos. Enfim, é buscar a realização própria, a partir de uma jornada de autoconhecimento que possa traçar as diretrizes que nos guiem a um patamar de satisfação no mínimo razoável com a vida. A partir dessa idéia do que trata o livro de Maxwell, faremos uma série abordando cada capítulo, ao todo 16, cada um falando sobre escolhas em diversos campos. O primeiro será “atitude”. Contém 111 páginas.

LUCADO, Max. Um amor que vale a pena. Rio de Janeiro: Editora: CPAD, 2003. Neste livro, Max Lucado explora aquilo que ele mesmo chama de "Os primeiros passos, esquecidos, que favorecem OS relacionamentos". O amor que é capaz de salvar um casamento não reside em nós. A devoção que preserva a amizade e a comunhão não pode ser encontrada em nossos corações. Precisamos do auxílio de uma fonte externa. Será que somos capazes de amar como Deus nos AMA? Muitas pessoas nos dizem que devemos amar. Só Deus nos dá o poder para fazê-lo. O segredo para amar, diz ele, é ser amado. Contém 214 páginas.

YANCEY, Philip. Muito mais que palavras. São Paulo: Vida, 2002. Um Grande texto literário tem o poder de estimular a imaginação, gerar criatividade e ajudar a entender o mundo. Nessa compilação fascinante, 21 autores cristãos contam como foram influenciados por grandes mestres DA literatura. A leitura dos contos de fada de Hans Christian Andersen ajudou Walter Wangerin Jr. A viver numa família problemática. A vocação de Dostoievski e sua paixão por Deus fez diferença para Eugene Peterson em um momento crucial de sua vida. Os textos de Dietrich Bonhoeffer foram úteis para Richard Foster não abandonar a fé cristã. John Donne mudou para sempre a maneira de Philip Yancey pensar sobre a dor. Os livros de George MacDonald confortaram e ampliaram o mundo de Madeleine L’Engle. Stephen R. Lawhead aprendeu lições duradouras sobre o poder DA ficção com a literatura de J.R.R. Tolkien. No fim de cada capítulo há um pequeno guia de leitura que serve de convite para você conhecer mais profundamente esses autores clássicos e encontrar uma nova visão, novas idéias e inspiração. Contém 320 páginas.

ASCOL, Thomas K. Amado Timóteo. São Paulo: Editora File. Assim como Paulo transmitiu a Timóteo por meio de cartas, estes escritos de pastores experientes contêm cerca de 480 anos de práticas ministeriais. Pastores idosos e jovens tornaram Rica esta coleção de sinceros conselhos e preciosas verdades que guiarão outros nos desafios e alegrias no seu chamado em Cristo. Entre OS contribuidores estão: Joel Beeke, Ligon Duncan, Fred Malone, Mark Dever, Tedd Tripp, Ray Ortlund Jr. C.J. Mahaney, Roger Ellsworth e outros. Contém 321 páginas.

David Paul Doyle. Quando Deus falou comigo. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2010. Qualquer um de nós tem a oportunidade de ver a vida transformada em um súbito momento de inspiração, único e preciso, em que Deus sussurra em nosso coração o desfecho de um problema, o caminho a seguir, a resposta para uma pergunta indecifrável. Basta silenciar e ouvir. Quando Deus falou comigo traz histórias surpreendentes de homens e mulheres comuns que reconheceram o momento em que Deus agiu em suas vidas. Esses relatos tocantes revelam o poder de Deus para curar feridas físicas e emocionais, salvar relacionamentos, oferecer orientação a quem está perdido, e, finalmente, fazer com que seus filhos se aproximem mais do Pai, que OS preencherá com uma profunda Paz e a certeza da presença eterna em suas vidas. Contém 254 páginas.

YANCEY, Philip-Paul Brand. A dádiva da dor. Já imaginou um mundo sem dor? São Paulo: Mundo Cristão, 2008. Há dois fatos da vida que perturbam praticamente todas as pessoas, e com os quais quase todo o mundo tem enorme dificuldade de lidar. Um deles é a inexorabilidade da morte; o outro, a inevitabilidade da dor. Por isso, é mais fácil aceitá-la como desdita em vez de bênção. Fugimos da dor de todas as maneiras possíveis. Viver num mundo sem dor, portanto, parece ser o lugar ideal para a civilização ocidental, acostumada a gastar boa parte de seus orçamentos em remédios para aliviar todo o tipo de dor. Entretanto, em seus longos anos lidando com pacientes acometidos pela lepra Paul Brand vivenciou a tragédia de viver num mundo sem dor, no qual por total insensibilidade ao toque, homens e mulheres, dia-a-dia, atrofiavam seus membros, numa automutilação sem fim. Quando ninguém, nem mesmo a classe médica, importava-se com os leprosos, Paul Brand motivado por um forte sentimento de caridade pelos renegados e uma incontrolável paixão científica, decidiu dedicar a sua vida para lidar com aqueles que sofrem por não sentir dor. Em sua investigação, Dr. Brand traçou o mecanismo da dor no ser humano e mostrou como ela precisa ser melhor compreendida. “Ouça a sua dor. É o seu corpo falando com você”, dizia. Em A dádiva da dor, Yancey nos conta como esse simpático doutor colocou a dor em seu devido lugar – um presente daquele que nos fez para que soubéssemos quando estamos maltratando sua preciosa criação. Contém 430 páginas.

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