- Texto para meditar: Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno - Jesus de Nazaré (Mateus 5.37).
Na última semana o mundo político de nossa República protagonizou mais uma daquelas cenas patéticas que tem caracterizado nosso momento atual.
Bem sabemos que, nesse nosso mundo político, decepcionar-se com aqueles que elegemos já não parece algo apenas verosímil (possível, provável), mas algo real, concreto, inegável; quase uma condição. Sei que isso traz-nos um certo sentimento de frustração, desolação, desilusão e desanimo ante ao cenário atual.
“O primeiro método para avaliar a inteligência de um governante é observar os homens que ele tem a sua volta”. Maquiavel, político florentino do séc XVI
Troca-se o projeto de um país que foram chamados a representar e ajudar a construir, por projetos pessoais de poder, nem que para isso evoquem valores tão sublimes como a amizade, reduzindo-o a um “não posso dizer não”.
“O homem forte domina os outros. O homem sábio se domina a si mesmo”. Tolstoi (escritor russo nascido em 1828).
Nunca me esqueci de um provérbio lido ainda na minha infância na parede de um lugar público de grande circulação: “Amigo é aquele que nos faz melhor do que nós somos”.
Vale a pena olhar para dentro de cada um de nós e pensar em nossa vida e nas decisões que somos convidados ou desafiados a tomar dia a dia. Sim, porque nossa vida é feita de decisões.
“Você faz suas escolhas. Suas escolhas fazem Você”. (William Shakespeare)
“Há obrigatoriamente uma escolha em tudo o que se faz. Por isso, tenha em mente que, no final, a escolha que você faz é o que faz você”. (John Wooden em “O melhor de mim”, citado por John Maxwell em “Talento não é tudo”, Ed Thomas Nelson Brasil, pág 236).
Mesmo ante nossas fragilidades e incoerências existenciais, gostaria de sugerir que você tomasse, hoje mesmo, algumas “decisões irrevogáveis”:
I – TOME A DECISÃO IRREVOGÁVEL DE AMAR OS SEUS.
Não venda a história de sua vida e de seus sonhos. Não terceirize sua felicidade.
Estabeleça prioridades corretas – ame incondicionalmente os seus.
“Se viver sozinho já é duro, viver em família pode ser onerado e oneroso. Sofremos com a precariedade dos laços amorosos. Sofremos com falta de dinheiro e tempo. Sofremos com a necessidade de suprir cada vez mais os mandatos do consumo. Sofremos com o pouco espaço para o diálogo, ternura, solidariedade dentro da própria casa. Principalmente, não temos tempo ou disponibilidade para o natural exercício da alegria e do afeto". Lya Luft (em seu livro “Perdas e Ganhos”).
Não se deixe tomar por uma visão tão desalentadora da vida. Decida amar irrevogavelmente os seus.
“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade”. Carlos Drummond de Andrade
Quando for preciso, diga “não”. Saiba: dizer “não” também pode ser um ato de amor. Recordo-me de, ainda adolescente, ouvir minha rica e terna avó materna ensinar-me: “Hilder, não é sim tem a mesma quantidade de letras. Aprenda a dizer não”. Hoje fico perplexo de como ela conhecia minha frágil alma.
II – TOME A DECISÃO IRREVOGÁVEL DE NÃO ABRIR MÃO DE SEUS PRINCÍPIOS.
Tenho assistido ao longo da vida, e com muita tristeza, homens se perdendo em seus negócios, por abrirem mão de seus princípios.
Tenho visto famílias sendo destruídas por abrirem mão dos princípios básicos de constituição, edificação e vivencia na vida familiar.
São padrões éticos, morais, relacionais se deteriorando, numa opção pela relativização inconseqüentes de princípios.
Temos colhido aquilo que temos plantado.
“Ninguém pode nos derrotar, a não ser que primeiramente nos tenhamos derrotado a nós mesmos”. Dwight D. Eisenhower (34º presidente USA).
Cuidado com os “pedidos irrecusáveis”. Salomão advertiu-nos dizendo: “Há caminhos que parecem certos, mas podem acabar levando para a morte” (Pv 13:12).
III – TOME A DECISÃO IRREVOGÁVEL DE RESPONDER AO AMOR DE DEUS.
Os japoneses, conta-nos Philip Yancey, famosos por sua impenetrabilidade, têm duas palavras para referir-se ao “eu dividido”: tatemae (a parte do eu que exteriorizo para os outros) e hon ne (a parte do que se manifesta em meu interior e que ninguém pode ver). Uma diz respeito à imagem de nós mesmos que projetamos para os companheiros de trabalho, àquela pessoa que nos atende numa loja, e outras que encontramos casualmente. A outra diz respeito aos aspectos mais vulneráveis que expomos dento de nossas famílias, ou aos melhores amigos.
Mas, precisamos de mais uma palavra. Aquela capaz de descrever o secreto, o indizível do coração, que ninguém pode ver, senão aquEle que perscruta o coração e vê onde ninguém pode ver. Por isso, não erga barreiras em sua vida para excluir Deus.
João, o discípulo amado diz: “Nós o amamos porque Ele nos amou primeiro” (I João 4:19).
Perdemos muita coisa na vida: equilíbrio, estabilidade e saúde. Perdemos empregos e chances, e perdemos no amor. Perdemos a juventude com seu vigor, idealismo e sonhos. Perdemos muita coisa, mas nunca perdemos nosso lugar no coração de Deus.
Concluindo,
“Neste dia você tem um mundo cheio de escolhas; neste dia você tem mais possibilidades do que nunca teve”. Robert Schüller (pastor americano na Califórnia)
“Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mt 5:37).
Que Deus o abençoe rica e abundantemente.
Em Cristo,
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Na última semana o mundo político de nossa República protagonizou mais uma daquelas cenas patéticas que tem caracterizado nosso momento atual.
Bem sabemos que, nesse nosso mundo político, decepcionar-se com aqueles que elegemos já não parece algo apenas verosímil (possível, provável), mas algo real, concreto, inegável; quase uma condição. Sei que isso traz-nos um certo sentimento de frustração, desolação, desilusão e desanimo ante ao cenário atual.
“O primeiro método para avaliar a inteligência de um governante é observar os homens que ele tem a sua volta”. Maquiavel, político florentino do séc XVI
Troca-se o projeto de um país que foram chamados a representar e ajudar a construir, por projetos pessoais de poder, nem que para isso evoquem valores tão sublimes como a amizade, reduzindo-o a um “não posso dizer não”.
“O homem forte domina os outros. O homem sábio se domina a si mesmo”. Tolstoi (escritor russo nascido em 1828).
Nunca me esqueci de um provérbio lido ainda na minha infância na parede de um lugar público de grande circulação: “Amigo é aquele que nos faz melhor do que nós somos”.
Vale a pena olhar para dentro de cada um de nós e pensar em nossa vida e nas decisões que somos convidados ou desafiados a tomar dia a dia. Sim, porque nossa vida é feita de decisões.
“Você faz suas escolhas. Suas escolhas fazem Você”. (William Shakespeare)
“Há obrigatoriamente uma escolha em tudo o que se faz. Por isso, tenha em mente que, no final, a escolha que você faz é o que faz você”. (John Wooden em “O melhor de mim”, citado por John Maxwell em “Talento não é tudo”, Ed Thomas Nelson Brasil, pág 236).
Mesmo ante nossas fragilidades e incoerências existenciais, gostaria de sugerir que você tomasse, hoje mesmo, algumas “decisões irrevogáveis”:
I – TOME A DECISÃO IRREVOGÁVEL DE AMAR OS SEUS.
Não venda a história de sua vida e de seus sonhos. Não terceirize sua felicidade.
Estabeleça prioridades corretas – ame incondicionalmente os seus.
“Se viver sozinho já é duro, viver em família pode ser onerado e oneroso. Sofremos com a precariedade dos laços amorosos. Sofremos com falta de dinheiro e tempo. Sofremos com a necessidade de suprir cada vez mais os mandatos do consumo. Sofremos com o pouco espaço para o diálogo, ternura, solidariedade dentro da própria casa. Principalmente, não temos tempo ou disponibilidade para o natural exercício da alegria e do afeto". Lya Luft (em seu livro “Perdas e Ganhos”).
Não se deixe tomar por uma visão tão desalentadora da vida. Decida amar irrevogavelmente os seus.
“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade”. Carlos Drummond de Andrade
Quando for preciso, diga “não”. Saiba: dizer “não” também pode ser um ato de amor. Recordo-me de, ainda adolescente, ouvir minha rica e terna avó materna ensinar-me: “Hilder, não é sim tem a mesma quantidade de letras. Aprenda a dizer não”. Hoje fico perplexo de como ela conhecia minha frágil alma.
II – TOME A DECISÃO IRREVOGÁVEL DE NÃO ABRIR MÃO DE SEUS PRINCÍPIOS.
Tenho assistido ao longo da vida, e com muita tristeza, homens se perdendo em seus negócios, por abrirem mão de seus princípios.
Tenho visto famílias sendo destruídas por abrirem mão dos princípios básicos de constituição, edificação e vivencia na vida familiar.
São padrões éticos, morais, relacionais se deteriorando, numa opção pela relativização inconseqüentes de princípios.
Temos colhido aquilo que temos plantado.
“Ninguém pode nos derrotar, a não ser que primeiramente nos tenhamos derrotado a nós mesmos”. Dwight D. Eisenhower (34º presidente USA).
Cuidado com os “pedidos irrecusáveis”. Salomão advertiu-nos dizendo: “Há caminhos que parecem certos, mas podem acabar levando para a morte” (Pv 13:12).
III – TOME A DECISÃO IRREVOGÁVEL DE RESPONDER AO AMOR DE DEUS.
Os japoneses, conta-nos Philip Yancey, famosos por sua impenetrabilidade, têm duas palavras para referir-se ao “eu dividido”: tatemae (a parte do eu que exteriorizo para os outros) e hon ne (a parte do que se manifesta em meu interior e que ninguém pode ver). Uma diz respeito à imagem de nós mesmos que projetamos para os companheiros de trabalho, àquela pessoa que nos atende numa loja, e outras que encontramos casualmente. A outra diz respeito aos aspectos mais vulneráveis que expomos dento de nossas famílias, ou aos melhores amigos.
Mas, precisamos de mais uma palavra. Aquela capaz de descrever o secreto, o indizível do coração, que ninguém pode ver, senão aquEle que perscruta o coração e vê onde ninguém pode ver. Por isso, não erga barreiras em sua vida para excluir Deus.
João, o discípulo amado diz: “Nós o amamos porque Ele nos amou primeiro” (I João 4:19).
Perdemos muita coisa na vida: equilíbrio, estabilidade e saúde. Perdemos empregos e chances, e perdemos no amor. Perdemos a juventude com seu vigor, idealismo e sonhos. Perdemos muita coisa, mas nunca perdemos nosso lugar no coração de Deus.
Concluindo,
“Neste dia você tem um mundo cheio de escolhas; neste dia você tem mais possibilidades do que nunca teve”. Robert Schüller (pastor americano na Califórnia)
“Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mt 5:37).
Que Deus o abençoe rica e abundantemente.
Em Cristo,
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Rev. Hilder C Stutz
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