
- Texto da reflexão: E te lembrarás de todo o caminho pelo qual o Senhor teu Deus tem te conduzido durante estes quarenta anos no deserto, a fim de te humilhar e te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os seus mandamentos. Sim, ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que nem tu nem teus pais conhecíeis; para te dar a entender que o homem não vive só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor, disso vive o homem (Dt. 8.2-3).
Há um homem muito importante no cristianismo chamado Dietrich Bonhoeffer. A importância de Bonhoeffer começa com sua oposição ao partido nazista e sua influência na igreja alemã durante a ascensão de Hitler (Século XX). Este homem é uma marca do cristianismo porque morreu com muito sofrimento até ser enforcado, mas não negou a sua fé jamais. Ele foi humilhado, mas glorificando ao Deus eterno.
Para Bonhoeffer, a verdadeira graça é a graça que custará a vida de um homem. É a graça feita custosa pela vida de Cristo, que foi sacrificado para comprar a redenção do homem.
Bonhoeffer enfrentou a morte diariamente por muitos anos e chegou a algumas conclusões corajosas com relação a que postura poderia ser adotada pelos cristãos diante dela. Ele argumentava que se pode experimentar o milagre de vida enfrentando a morte diariamente; a vida poderia ser vista de fato como o dom de Deus que é (Cartas e Documentos de Prisão, 1942).
Ele afirma algo sério para nós:
“Quando Jesus chama alguém, ele chama para vir e morrer. Não temos nenhum motivo ou direito de escolher outro caminho senão aquele que Deus escolheu em Cristo Jesus. A cruz é um símbolo da nossa salvação quanto o padrão para a nossa vida” (MANNING, Brennan. Meditações para maltrapilhos. São Paulo: Mundo Cristão, 2008, p. 70).
Quando lemos este texto, parece que não gostamos muito porque só ouvimos falar da bondade de Deus e da forma terna que ele sempre nos trata. E isso é verdade mesmo! Só que não falamos de uma avenida que não é o Diabo que coloca na nossa caminhada, é Deus. Moisés nos lembra de maneira honesta e séria esta realidade quando afirma: E te lembrarás de todo o caminho pelo qual o Senhor teu Deus tem te conduzido durante estes quarenta anos no deserto, a fim de te humilhar e te provar, para saber o que estava no teu coração... Sim, ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que nem tu nem teus pais conhecíeis.
Esta é a Avenida do sofrimento. É a Avenida da humilhação, da provação e da dor. Esta Avenida nós não gostamos e nem queremos entrar nela. Porque ela traz um instrumento da parte de Deus que mexe com a nossa estrutura e fé.
A humilhação é um processo de Deus para nos provar e trazer ao coração um crescimento. Porque sem dor, sem provação, sem tribulação na vida não há amadurecimento. Não há um teste de fé. Sem abnegação e dor na caminhada cristã temos a tendência de achar que somos capazes sozinhos de fazer tudo.
Vejam que a humilhação vem para provar o coração do povo. E muito provavelmente era para o povo exatamente não se esquecer do Deus da aliança e não andar sozinho. Então Deus faz Israel passar pela Avenida do sofrimento e da humilhação. Para que aquele povo andasse na dependência do caráter de Deus e não das próprias forças.
Para experimentarmos uma fé mais profunda, temos de passar pela Avenida deste capitulo 8. Porque a nossa confiança é uma atitude adquirida gradativamente em meio a muitas crises, humilhações e provações profundas.
A nossa confiança é purificada no crisol das provações.
Na nossa família tem sido assim. Atualmente estamos na Avenida do capitulo 8 de Deuterônomio. Nosso pai está enfermo numa cama e vemos, a cada dia, ele definhando e definhando. Não sabemos o que fazer porque nem a morfina resolve muito. O remédio mais precioso é a oração dos santos. É por meio dela que temos aprendido a viver a realidade desta Avenida. E a grande verdade é que não podemos fugir dela. A chegada a Avenida do capítulo 28 de Deuterônomio será determinada pelo eterno e soberano Deus.
A grande lição que temos tirado é que Deus está nesta Avenida e um dia ele nos levará para um tempo de tranqüilidade. Mas, independentemente de toda a dor que passamos, sabemos em quem temos crido. Cremos no Deus que nos ama e nos toma pela mão. Sabemos que quer na morte ou na vida, o louvaremos sempre. Porque a Bíblia diz que Deus é Deus de eternidade a eternidade.
Louvado seja Deus pela Avenida de Deuterônomio 8!
Há um homem muito importante no cristianismo chamado Dietrich Bonhoeffer. A importância de Bonhoeffer começa com sua oposição ao partido nazista e sua influência na igreja alemã durante a ascensão de Hitler (Século XX). Este homem é uma marca do cristianismo porque morreu com muito sofrimento até ser enforcado, mas não negou a sua fé jamais. Ele foi humilhado, mas glorificando ao Deus eterno.
Para Bonhoeffer, a verdadeira graça é a graça que custará a vida de um homem. É a graça feita custosa pela vida de Cristo, que foi sacrificado para comprar a redenção do homem.
Bonhoeffer enfrentou a morte diariamente por muitos anos e chegou a algumas conclusões corajosas com relação a que postura poderia ser adotada pelos cristãos diante dela. Ele argumentava que se pode experimentar o milagre de vida enfrentando a morte diariamente; a vida poderia ser vista de fato como o dom de Deus que é (Cartas e Documentos de Prisão, 1942).
Ele afirma algo sério para nós:
“Quando Jesus chama alguém, ele chama para vir e morrer. Não temos nenhum motivo ou direito de escolher outro caminho senão aquele que Deus escolheu em Cristo Jesus. A cruz é um símbolo da nossa salvação quanto o padrão para a nossa vida” (MANNING, Brennan. Meditações para maltrapilhos. São Paulo: Mundo Cristão, 2008, p. 70).
Quando lemos este texto, parece que não gostamos muito porque só ouvimos falar da bondade de Deus e da forma terna que ele sempre nos trata. E isso é verdade mesmo! Só que não falamos de uma avenida que não é o Diabo que coloca na nossa caminhada, é Deus. Moisés nos lembra de maneira honesta e séria esta realidade quando afirma: E te lembrarás de todo o caminho pelo qual o Senhor teu Deus tem te conduzido durante estes quarenta anos no deserto, a fim de te humilhar e te provar, para saber o que estava no teu coração... Sim, ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que nem tu nem teus pais conhecíeis.
Esta é a Avenida do sofrimento. É a Avenida da humilhação, da provação e da dor. Esta Avenida nós não gostamos e nem queremos entrar nela. Porque ela traz um instrumento da parte de Deus que mexe com a nossa estrutura e fé.
A humilhação é um processo de Deus para nos provar e trazer ao coração um crescimento. Porque sem dor, sem provação, sem tribulação na vida não há amadurecimento. Não há um teste de fé. Sem abnegação e dor na caminhada cristã temos a tendência de achar que somos capazes sozinhos de fazer tudo.
Vejam que a humilhação vem para provar o coração do povo. E muito provavelmente era para o povo exatamente não se esquecer do Deus da aliança e não andar sozinho. Então Deus faz Israel passar pela Avenida do sofrimento e da humilhação. Para que aquele povo andasse na dependência do caráter de Deus e não das próprias forças.
Para experimentarmos uma fé mais profunda, temos de passar pela Avenida deste capitulo 8. Porque a nossa confiança é uma atitude adquirida gradativamente em meio a muitas crises, humilhações e provações profundas.
A nossa confiança é purificada no crisol das provações.
Na nossa família tem sido assim. Atualmente estamos na Avenida do capitulo 8 de Deuterônomio. Nosso pai está enfermo numa cama e vemos, a cada dia, ele definhando e definhando. Não sabemos o que fazer porque nem a morfina resolve muito. O remédio mais precioso é a oração dos santos. É por meio dela que temos aprendido a viver a realidade desta Avenida. E a grande verdade é que não podemos fugir dela. A chegada a Avenida do capítulo 28 de Deuterônomio será determinada pelo eterno e soberano Deus.
A grande lição que temos tirado é que Deus está nesta Avenida e um dia ele nos levará para um tempo de tranqüilidade. Mas, independentemente de toda a dor que passamos, sabemos em quem temos crido. Cremos no Deus que nos ama e nos toma pela mão. Sabemos que quer na morte ou na vida, o louvaremos sempre. Porque a Bíblia diz que Deus é Deus de eternidade a eternidade.
Louvado seja Deus pela Avenida de Deuterônomio 8!
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Alcindo Almeida
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