- Texto para reflexão: Dispõe-te, resplandece, porque vem a luz, e a glória do Senhor nasce sobre ti (Isaías 60.1).
No começo do século passado houve grandes conceitos que marcaram a história cristã: conversão, vida santa, princípios morais e espirituais, e honestidade. Tudo isso foi incorporado pela cultura subjetiva. Hoje cada indivíduo pode encontrar o seu próprio jeito de expressar a sua fé. Temos aquilo que alguns pensadores têm chamado de: espírito individualista sem nenhum juiz. A verdade é que em nossa igreja brasileira temos verdadeiras crianças espirituais que vivem em função de uma subjetividade enorme.
A realidade nua e crua em nossa história protestante é que as pessoas não buscam mais uma vida santa, e sim, um corpo sarado, elas não buscam o mandamento do amor e sim, fazer sexo. Não buscam uma vida honesta, e sim a relatividade de tudo. É relativo burlar o imposto de renda, é relativo jogar, bater o cartão mesmo sem estar trabalhando, e etc.
A preocupação na vida da igreja não é mais com uma vida na presença do Pai e sim, com o colesterol, com o corpo sarado, com o controle do peso e a busca pelo prazer. Esse é o movimento de massa que temos no meio evangélico. Todo esse subjetivismo forte na vida cristã resultou numa apatia quanto às verdades essenciais da Palavra de Deus. Diante dessa realidade, perdeu-se o consenso espiritual-social. Casar virgem era algo que gerava segurança para todos. Esse consenso envolvia valores morais e espirituais. Temos a ausência destes parâmetros na sociedade cristã. Hoje, cada um carrega a sua própria convicção. Mas, ela não é mais sustentada pelo consenso social.
O conceito de pecado sofreu um profundo abalo. Para as novas gerações isso é um problema sério. Porque a nossa cultura secularizada influenciou a igreja do século XXI. A nossa moral passada não teve um fundamento teológico, o que gerou esse problema profundo na vida cristã.
Vivemos num tempo em que as pessoas não se envolvem mais com os aspectos morais e espirituais. Resultando numa superficialidade enorme. Qual o remédio diante dessa subjetividade prejudicial à saúde espiritual da igreja?
Precisamos seguir as palavras de Isaías em nos dispor e resplandecer a glória do Senhor que nasceu dentro de nós. A glória do Senhor deve refletir em nossa vida, através de atos que glorificam o próprio nome do Senhor. Devemos dizer não para essa forma subjetiva de viver em que tudo pode e que os valores da Palavra de Deus são jogados fora.
Precisamos voltar a derramar lágrimas na alma, a fim de que o Evangelho seja uma marca do nosso próprio coração e assim digamos não para a libertinagem, não para a falsidade, para a desonestidade, para a lascívia, para a prostituição, para o desrespeito pelo próximo, e pela vida de santidade.
Precisamos nos dispor como toda a alma e coração para que a glória do Senhor renasça de novo em nosso viver quando colocamos o nosso coração na presença e no altar do Pai.
No começo do século passado houve grandes conceitos que marcaram a história cristã: conversão, vida santa, princípios morais e espirituais, e honestidade. Tudo isso foi incorporado pela cultura subjetiva. Hoje cada indivíduo pode encontrar o seu próprio jeito de expressar a sua fé. Temos aquilo que alguns pensadores têm chamado de: espírito individualista sem nenhum juiz. A verdade é que em nossa igreja brasileira temos verdadeiras crianças espirituais que vivem em função de uma subjetividade enorme.
A realidade nua e crua em nossa história protestante é que as pessoas não buscam mais uma vida santa, e sim, um corpo sarado, elas não buscam o mandamento do amor e sim, fazer sexo. Não buscam uma vida honesta, e sim a relatividade de tudo. É relativo burlar o imposto de renda, é relativo jogar, bater o cartão mesmo sem estar trabalhando, e etc.
A preocupação na vida da igreja não é mais com uma vida na presença do Pai e sim, com o colesterol, com o corpo sarado, com o controle do peso e a busca pelo prazer. Esse é o movimento de massa que temos no meio evangélico. Todo esse subjetivismo forte na vida cristã resultou numa apatia quanto às verdades essenciais da Palavra de Deus. Diante dessa realidade, perdeu-se o consenso espiritual-social. Casar virgem era algo que gerava segurança para todos. Esse consenso envolvia valores morais e espirituais. Temos a ausência destes parâmetros na sociedade cristã. Hoje, cada um carrega a sua própria convicção. Mas, ela não é mais sustentada pelo consenso social.
O conceito de pecado sofreu um profundo abalo. Para as novas gerações isso é um problema sério. Porque a nossa cultura secularizada influenciou a igreja do século XXI. A nossa moral passada não teve um fundamento teológico, o que gerou esse problema profundo na vida cristã.
Vivemos num tempo em que as pessoas não se envolvem mais com os aspectos morais e espirituais. Resultando numa superficialidade enorme. Qual o remédio diante dessa subjetividade prejudicial à saúde espiritual da igreja?
Precisamos seguir as palavras de Isaías em nos dispor e resplandecer a glória do Senhor que nasceu dentro de nós. A glória do Senhor deve refletir em nossa vida, através de atos que glorificam o próprio nome do Senhor. Devemos dizer não para essa forma subjetiva de viver em que tudo pode e que os valores da Palavra de Deus são jogados fora.
Precisamos voltar a derramar lágrimas na alma, a fim de que o Evangelho seja uma marca do nosso próprio coração e assim digamos não para a libertinagem, não para a falsidade, para a desonestidade, para a lascívia, para a prostituição, para o desrespeito pelo próximo, e pela vida de santidade.
Precisamos nos dispor como toda a alma e coração para que a glória do Senhor renasça de novo em nosso viver quando colocamos o nosso coração na presença e no altar do Pai.
Há uma falta de comprometimento, resultado da subjetividade solta em algumas igrejas. Talvez com medo dos resultados de se assumir uma postura cristã e bíblica, muitas vezes, líderes de igrejas ficam "em cima do muro" em relação a vários assuntos, até mesmo dos mais corriqueiros, e acaba-se tendo muita permissividade, o que entristece...
ResponderExcluirSolange da Apec