
- Texto para reflexão: Aquele que quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me (Marcos 8.34).
O pensador e propagador da espiritualidade Ricardo Barbosa diz: “A afirmação só vem com a negação de nós mesmos” (Encontro de espiritualidade no Projeto Timóteo).
Vivemos um paradigma da sociedade secular, que é o ser livre. Para o evangelista Marcos ser livre é um marco da vida cristã. Só que é uma liberdade com o Reino de Deus no coração. Só que vemos cristãos cheios de amarras de uma cultura imposta, uma cultura que quer nos fazer olhar para nós mesmos, para o nosso individualismo.
A liberdade de Cristo era a de se doar, de ser eucarístico, de se entregar para os outros.
Quanto mais eu me dou, quanto mais eu amo, mais sou livre, mais tenho identidade. Mais eu me sinto pessoa. Quanto mais Jesus se entregou, mais ele se sentiu Filho de Deus. A liberdade da Trindade se repousava no outro.
Ele derrama o sangue em favor de nós. Quanto mais nos abandonamos nas mãos do Pai, mais sabemos que somos dele e vivemos para ele. Cristo morre para que tenhamos liberdade de amor. A cruz nos traz à liberdade para amar. Tudo na vida de Jesus convergiu para a cruz. Ele serviu e amou com liberdade.
Amar é um ato livre, eu só amo porque sou livre. O perdão é um ato livre. A alegria e o domínio próprio são expressões da liberdade.
Jesus insiste na necessidade de renúncia, de negação. Nesse processo abandonamos aquilo que é temporário, para ganhar aquilo que é eterno. Precisamos reconhecer aquilo que Deus está fazendo em nós. Às vezes, perdemos de vista a ação de Deus na nossa vida. Algumas coisas ele permite, para que aprendamos a ver a sua graça em nossa vida.
A vontade de Deus não é fazer de nós pessoas perfeitas, mas cumprir o significado da redenção na aliança. Se for preciso o caos para isto acontecer, então acontecerá. Deus nos chama para olharmos para aquilo que muitos não estão vendo, a obra da redenção, a obra da cruz. Deus está fazendo redenção nas pessoas. E quer que andemos em direção da cruz.
O caminho da cruz é o da renúncia de nós mesmos por amor ao Reino de Deus. O caminho no Reino é o da renúncia de nós mesmos, do nosso individualismo, egoísmo. Por isso, Jesus disse: “Aquele que quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”.
Alcindo Almeida
O pensador e propagador da espiritualidade Ricardo Barbosa diz: “A afirmação só vem com a negação de nós mesmos” (Encontro de espiritualidade no Projeto Timóteo).
Vivemos um paradigma da sociedade secular, que é o ser livre. Para o evangelista Marcos ser livre é um marco da vida cristã. Só que é uma liberdade com o Reino de Deus no coração. Só que vemos cristãos cheios de amarras de uma cultura imposta, uma cultura que quer nos fazer olhar para nós mesmos, para o nosso individualismo.
A liberdade de Cristo era a de se doar, de ser eucarístico, de se entregar para os outros.
Quanto mais eu me dou, quanto mais eu amo, mais sou livre, mais tenho identidade. Mais eu me sinto pessoa. Quanto mais Jesus se entregou, mais ele se sentiu Filho de Deus. A liberdade da Trindade se repousava no outro.
Ele derrama o sangue em favor de nós. Quanto mais nos abandonamos nas mãos do Pai, mais sabemos que somos dele e vivemos para ele. Cristo morre para que tenhamos liberdade de amor. A cruz nos traz à liberdade para amar. Tudo na vida de Jesus convergiu para a cruz. Ele serviu e amou com liberdade.
Amar é um ato livre, eu só amo porque sou livre. O perdão é um ato livre. A alegria e o domínio próprio são expressões da liberdade.
Jesus insiste na necessidade de renúncia, de negação. Nesse processo abandonamos aquilo que é temporário, para ganhar aquilo que é eterno. Precisamos reconhecer aquilo que Deus está fazendo em nós. Às vezes, perdemos de vista a ação de Deus na nossa vida. Algumas coisas ele permite, para que aprendamos a ver a sua graça em nossa vida.
A vontade de Deus não é fazer de nós pessoas perfeitas, mas cumprir o significado da redenção na aliança. Se for preciso o caos para isto acontecer, então acontecerá. Deus nos chama para olharmos para aquilo que muitos não estão vendo, a obra da redenção, a obra da cruz. Deus está fazendo redenção nas pessoas. E quer que andemos em direção da cruz.
O caminho da cruz é o da renúncia de nós mesmos por amor ao Reino de Deus. O caminho no Reino é o da renúncia de nós mesmos, do nosso individualismo, egoísmo. Por isso, Jesus disse: “Aquele que quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”.
Alcindo Almeida
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