
- Texto para reflexão: Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Jesus Cristo (II Timóteo 2.1).
Quando lemos diversos textos das Sagradas Escrituras, percebemos que o convite de Jesus é para nos envolver com a oração, com um coração voltado para as Escrituras.
O apóstolo Paulo mostra o quanto ele é fraco na presença de Deus. E diz que o que mais se orgulhava era nas suas fraquezas e nas suas limitações. A sua consciência era de que o seu papel deveria ser o de ministro de Cristo. A visibilidade da sua vida era Cristo. O espinho na carne foi para que ele não vivesse em função dele mesmo, e sim, da graça de Cristo. Ele entendeu que era o poder de Deus que atuava, era a graça que atuava, Paulo era apenas servo de Deus. Então passa a se orgulhar na sua própria fraqueza e não no status do seu ministério.
Através da sua fraqueza a glória de Deus se manifestava em Paulo. Exatamente por isso, ele teve a autoridade de exortar o jovem pastor Timóteo com essas palavras verdadeiras e profundas. Ele disse para Timóteo se fortificar nessa graça que vinha da parte de Jesus. A graça que o fortaleceria para que não dependesse dele mesmo. Para que não achasse que as conquistas eram dele e não vindas do Senhor Deus. A graça era a marca para Timóteo perceber quem realiza a obra no seu coração. A graça revelaria a necessidade de oração e da Palavra no coração.
Hoje, ao contrário, nos orgulhamos da nossa competência, dos nossos templos, da nossa organização. Orgulhamos-nos por estar numa plataforma do sucesso e do poder. Temos estruturas bem preparadas e muitas vezes nem precisamos de oração e da Palavra. Os pregadores falam bem, os músicos explodem na adoração, tudo corre bem sem a graça.
As nossas habilidades são para cumprirmos o nosso mandato cultural. Corremos o risco de usar essa capacidade para construir uma Babel, a qual revela a nossa rebeldia em viver no serviço para Deus[1].
Há caminhos para o glamour, basta olharmos para nós mesmos e para a nossa capacidade. Mas, se queremos o caminho do serviço, da glória de Deus, precisamos nos humilhar como servos da cruz de Jesus de Nazaré. Precisamos voltar o nosso coração para a oração e para a Palavra. Deus nos chama para sermos amantes da oração e da profundidade na Palavra e não para andarmos orgulhosos em busca de status. O chamado de amor é para sofrer por uma causa nobre, o Reino de Deus. E só podemos cultivar de maneira profunda o Reino de Deus através da oração e da Palavra.
Que a graça do eterno caia sobre o nosso coração para orarmos e nos voltar para a Palavra!
[1] I Encontro no Seminário Servo de Cristo-Trabalho pastoral na espiritualidade. Ricardo Barbosa, 02/02/05.
Quando lemos diversos textos das Sagradas Escrituras, percebemos que o convite de Jesus é para nos envolver com a oração, com um coração voltado para as Escrituras.
O apóstolo Paulo mostra o quanto ele é fraco na presença de Deus. E diz que o que mais se orgulhava era nas suas fraquezas e nas suas limitações. A sua consciência era de que o seu papel deveria ser o de ministro de Cristo. A visibilidade da sua vida era Cristo. O espinho na carne foi para que ele não vivesse em função dele mesmo, e sim, da graça de Cristo. Ele entendeu que era o poder de Deus que atuava, era a graça que atuava, Paulo era apenas servo de Deus. Então passa a se orgulhar na sua própria fraqueza e não no status do seu ministério.
Através da sua fraqueza a glória de Deus se manifestava em Paulo. Exatamente por isso, ele teve a autoridade de exortar o jovem pastor Timóteo com essas palavras verdadeiras e profundas. Ele disse para Timóteo se fortificar nessa graça que vinha da parte de Jesus. A graça que o fortaleceria para que não dependesse dele mesmo. Para que não achasse que as conquistas eram dele e não vindas do Senhor Deus. A graça era a marca para Timóteo perceber quem realiza a obra no seu coração. A graça revelaria a necessidade de oração e da Palavra no coração.
Hoje, ao contrário, nos orgulhamos da nossa competência, dos nossos templos, da nossa organização. Orgulhamos-nos por estar numa plataforma do sucesso e do poder. Temos estruturas bem preparadas e muitas vezes nem precisamos de oração e da Palavra. Os pregadores falam bem, os músicos explodem na adoração, tudo corre bem sem a graça.
As nossas habilidades são para cumprirmos o nosso mandato cultural. Corremos o risco de usar essa capacidade para construir uma Babel, a qual revela a nossa rebeldia em viver no serviço para Deus[1].
Há caminhos para o glamour, basta olharmos para nós mesmos e para a nossa capacidade. Mas, se queremos o caminho do serviço, da glória de Deus, precisamos nos humilhar como servos da cruz de Jesus de Nazaré. Precisamos voltar o nosso coração para a oração e para a Palavra. Deus nos chama para sermos amantes da oração e da profundidade na Palavra e não para andarmos orgulhosos em busca de status. O chamado de amor é para sofrer por uma causa nobre, o Reino de Deus. E só podemos cultivar de maneira profunda o Reino de Deus através da oração e da Palavra.
Que a graça do eterno caia sobre o nosso coração para orarmos e nos voltar para a Palavra!
[1] I Encontro no Seminário Servo de Cristo-Trabalho pastoral na espiritualidade. Ricardo Barbosa, 02/02/05.
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