
Nunca desistamos de andar na perspectiva do Reino. Diante da realidade presente da morte, precisamos buscar uma espiritualidade que encontre nos evangelhos, na pessoa de Cristo e na presença do Reino de Deus sua forma e seu conteúdo.
Precisamos de um testemunho poderoso na vida e ministério integrados com a vida e o ministério de Cristo. Precisamos da sã doutrina para nos tornar sábios para a salvação e não para simplesmente ter o discurso correto. Nosso chamado é para sermos seguidores, imitadores de Cristo e não apenas ter convicções corretas sobre ele. O descrédito que o cristianismo vem sofrendo nos últimos anos tem a ver com a falta de integridade e honra de Deus no meio cristão. Necessitamos olhar para a realidade da morte como um elevador que nos ergue até o além (Stevens, 2007, p. 210). A morte que está diante de nós só nos convida para um desejo de honrar Deus e nos preparar para a nova terra.
É interessante analisarmos o filme Desafiando gigantes. Percebemos que os seus 6 anos como técnico de futebol americano de uma escola, Grant Taylor nunca conseguiu levar o seu time Shiloh Eagles a uma temporada vitoriosa. Mas, depois daquela visita inesperada de um pastor capelão que orava todos os dias nos armários dos alunos, ele passou a depender exclusivamente de Deus. Ele começa a entender que a honra a Deus aqui na terra é o preparo para a eternidade e para não viver em vão. Necessitamos de coragem para enfrentar novos desafios. Para essa tarefa, a proposta é que a graça volte a ser pedra principal da espiritualidade cristã e que o exercício teológico leve, até as últimas conseqüências, o amor gratuito de Deus.
Cito Paul Stevens:
“Na verdadeira espiritualidade encontramos Deus nas coisas simples e comuns da vida. Através da narrativa de Gênesis descobrimos como momentos corriqueiros do dia-a-dia se tornam extraordinários, transformados pela presença de Deus no meio do que é mundano e terreno. A verdadeira espiritualidade é o relacionamento com Deus e com o próximo, é amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos. Encontramos Deus também em casa e no trabalho, à mesa e quando estamos dormindo, quando estamos sozinhos e quando nos relacionamos com outras pessoas. A Espiritualidade nos ajuda a perceber que aquilo que parece lugar-comum na verdade tem grande significado espiritual. Quando menos esperamos, Deus nos surpreende dando novo encanto à nossa vida diária e fazendo de cada momento uma oportunidade de experimentar a sua bênção... A nossa vocação é muito mais do que trabalhar, é a escolha de Deus de que o escolhido pertença a Deus, viva da maneira que Deus quer e faça a obra dele no mundo” (Stevens, 2007, pp. 158 e 175).
Pr. Alcindo Almeida
STEVENS, R. Paul. A espiritualidade na prática. Encontrando Deus nas coisas simples e comuns da vida. Minas Gerais: Ultimato, 2007.
Precisamos de um testemunho poderoso na vida e ministério integrados com a vida e o ministério de Cristo. Precisamos da sã doutrina para nos tornar sábios para a salvação e não para simplesmente ter o discurso correto. Nosso chamado é para sermos seguidores, imitadores de Cristo e não apenas ter convicções corretas sobre ele. O descrédito que o cristianismo vem sofrendo nos últimos anos tem a ver com a falta de integridade e honra de Deus no meio cristão. Necessitamos olhar para a realidade da morte como um elevador que nos ergue até o além (Stevens, 2007, p. 210). A morte que está diante de nós só nos convida para um desejo de honrar Deus e nos preparar para a nova terra.
É interessante analisarmos o filme Desafiando gigantes. Percebemos que os seus 6 anos como técnico de futebol americano de uma escola, Grant Taylor nunca conseguiu levar o seu time Shiloh Eagles a uma temporada vitoriosa. Mas, depois daquela visita inesperada de um pastor capelão que orava todos os dias nos armários dos alunos, ele passou a depender exclusivamente de Deus. Ele começa a entender que a honra a Deus aqui na terra é o preparo para a eternidade e para não viver em vão. Necessitamos de coragem para enfrentar novos desafios. Para essa tarefa, a proposta é que a graça volte a ser pedra principal da espiritualidade cristã e que o exercício teológico leve, até as últimas conseqüências, o amor gratuito de Deus.
Cito Paul Stevens:
“Na verdadeira espiritualidade encontramos Deus nas coisas simples e comuns da vida. Através da narrativa de Gênesis descobrimos como momentos corriqueiros do dia-a-dia se tornam extraordinários, transformados pela presença de Deus no meio do que é mundano e terreno. A verdadeira espiritualidade é o relacionamento com Deus e com o próximo, é amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos. Encontramos Deus também em casa e no trabalho, à mesa e quando estamos dormindo, quando estamos sozinhos e quando nos relacionamos com outras pessoas. A Espiritualidade nos ajuda a perceber que aquilo que parece lugar-comum na verdade tem grande significado espiritual. Quando menos esperamos, Deus nos surpreende dando novo encanto à nossa vida diária e fazendo de cada momento uma oportunidade de experimentar a sua bênção... A nossa vocação é muito mais do que trabalhar, é a escolha de Deus de que o escolhido pertença a Deus, viva da maneira que Deus quer e faça a obra dele no mundo” (Stevens, 2007, pp. 158 e 175).
Pr. Alcindo Almeida
STEVENS, R. Paul. A espiritualidade na prática. Encontrando Deus nas coisas simples e comuns da vida. Minas Gerais: Ultimato, 2007.
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