A morte do próprio "eu"

O texto de João 12.23 diz que se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer; dá muito fruto. Interessante avaliarmos esse texto porque uma semente vive, floresce e produz fruto e vida com abundância; mas não enquanto não tiver sido lançada no solo e, passar pela morte. Que coisa incrível não? Na perspectiva do Reino, quem vive de forma egoísta, preservando a vida para si mesmo, não produzirá. Esse é um problema sério do próprio "eu". O grão de trigo simboliza a nova vida que resulta da morte, e essa morte que gera fruto. No caminho da morte, não somente o grão isolado de trigo se desdobra em muitos, mas esses muitos, na qualidade de fruto para nutrição e nova semente. Nós precisamos morrer para viver em Cristo, precisamos morrer para nosso ego inflamado, precisamos reconhecer a vida na cruz de Cristo todos os dias da vida para que produzamos fruto para a glória dele e nunca a nossa. Essa é a dinâmica do Reino de Deus em nós. Que ele nos dê graça para morremos a fim de Cristo seja o centro da vida! (Alcindo Almeida).

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