Nancy Hanks - (Mãe de Abraham Lincoln)


Lincoln tinha somen­te nove anos quan­do sua mãe mor­reu, e eles ama­vam-se muito e ela não teve o privilégio de ver no que seu filho se tornou. Ele foi criado na fazenda e desde cedo sua mãe o motivou a estudar, mas não teve oportunidade tão cedo. Sua mãe com uma vida difícil como costureira em Kentucky, era contratada para fazer roupas para casamentos e funerais. Ela se tronou conhecida por causa da sua ética profissional, inteligência, alegria e organização. E também foi conhecida por ser religiosa.
Ela se casou com Thomas Lincoln e um ano depois nasceu a filha Sarah e em 12 de fevereiro de 1809, nasceu o menino saudável que foi colocado numa cama improvisada feita de madeira de palha de milho. Ele recebeu o nome do avô paterno: Abraham Lincoln. Em 1811, os Lincolns se mudaram para uma nova fazenda, cerca de 16 Km da antiga. Enquanto sua mãe e Sarah ficavam em um acampamento temporário, seu pai e ele,  era a visão dada ao mundo sobre este país e outra a realidade vivida pelo mesmo.
Depois de algum tempo a família se mudou para o Estado de Indiana, mais ao sul. Lá sem cessar Nancy criou os filhos lendo a Bíblia para eles. E sempre com a esperança no coração de que seus filhos tivessem oportunidade na vida que eles não tiveram.
No ano de 1818 uma tragédia acometeu a família, a febre de leite atacou a cidade de Little Pigeon Creek, onde eles moravam. Nancy ficou doente durante uma semana e lutou muito para melhorar, mas percebeu que não sobreviveria. Antes de morrer chamou os filhos pediu que fossem bons com seu pai, com os outros e com o mundo. O garoto preparou o caixão junto com seu pai.
A fala de Lincoln sobre a sua mãe foi: Lembro-me das orações de minha mãe, e elas sempre me acompanharam. Carreguei essas orações por toda minha vida.
Sua madrasta Sara Bush Lincoln percebendo sua inteligência e ambição o inspirou na educação e crescimento na vida. Ela dizia que Abe lia todos os livros que chagavam em suas mãos. Mesmo sem saber ler direito, ele devorava os livros. Ele ficava lendo tanto que um homem certa vez disse: Abe era preguiçoso, ele trabalhava para mim e só lia livros e pensava. Eu ficava furioso com ele.
Esse moço foi em frente na vida e começou a carreira politica, e depois de muita luta, foi eleito presidente dos EUA em 1864 e nunca se esqueceu de Nancy e de Sarah. E com Sarah foi visitar o tumulo de seu pai que morreu em 1851.
Lincoln teve vida dura, mas nunca desistiu da sua jornada. Em 1832 ele perdeu a desejada eleição para um cargo publico. Em 1849 perdeu a nomeação para comissário em Illinois, perdeu duas eleições para o Senado, perdeu a nomeação para concorrer à vice-presidente e em 64 parecia que perderia a eleição para a presidência. Esse moço aprendeu muito sobre persistência com sua mãe. Ele aprendeu sozinho matemática, literatura clássica e desenvolveu seu próprio estilo de escrita. A sua fala era: estudarei e me prepararei. Ele se tornou advogado e quando seus clientes davam dinheiro a mais, ele devolvia. Ele passou a ser chamado de “Abe honesto”.
Como deputado estadual Lincoln assumiu a posição contra a escravidão e foi contra a maioria que era a favor da escravidão. E na Guerra Civil ele se manteve calmo e um general perguntou a ele porque tanta calma, ele respondeu: Passei a noite inteira em oração diante do Senhor. E ele me mostrou que a nação será preservada. O seu discurso de Gettysburg é um dos mais excelentes pronunciamentos políticos na história americana. Na mesma noite, Lincoln foi morto com um tiro enquanto assistia a um espetáculo no Teatro de Ford, em Washington.   
Vejam como o ensino das Escrituras fica na mente e coração dos filhos. Lembrem-se que mostrar o Evan­ge­lho como a bús­so­la para a vida é o mais preciso para a vida.  O Evan­ge­lho é o tesouro verdadei­ro para os nossos filhos. Lincoln foi dirigido na vida pela Palavra de Deus. Ele fez das orações e ensino de sua mãe através da Palavra, o referencial para sua vida. Ele é tido como um dos maiores presidentes que os americanos já tiveram. Mães, avós e pais ensinem os filhos as verdades divinas porque elas se tornarão um memorial no coração deles.
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Alcindo Almeida: membro da equipe pastoral da Igreja Presbiteriana da Alphaville em São Paulo. 

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