segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Pacto da criação

Vivemos um tempo de liturgia de consumo na realidade eclesiástica. Vivemos um estilo de vida que destrói a criação. Não valorizamos o cuidado da natureza por causa do consumo para ter e ter cada vez mais.
Exploramos a criação para satisfazer os desejos e vontades do nosso coração! Nesse processo todo praticamos a injustiça e exercitamos o próprio ego. Nem perguntamos se o que fazemos ofende o próximo ou a criação de Deus. Simplesmente nos entregamos à liturgia de consumo e vivemos.
Quando olhamos para a realidade do pacto da criação. Enxergamos algo mais profundo e que diz respeito a abrir mão do ego para preservar a criação divina. Olhamos para a criação e não para o nosso consumo, mas para glorificar Deus e quando glorificamos Deus, cuidamos da criação e do ser humano. 
Não vivemos para o consumo, mas vivemos para cuidar da criação exaltando sempre a Trindade. Sei que isso mexe lá dentro, porque fomos criados com a ideia de crescer e somar para nós mesmos. No Reino, crescemos somando para os outros, servindo aos outros e amando a criação divina! (Alcindo Almeida)

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