Uma mulher chamada Rispa

Hoje a tarde falarei sobre uma mulher chamada Rispa. Ela foi a concubina de Saul e mãe de Armoni e Mefibosete. Fiquei impressionado ao ler o texto e ver o quanto ela foi perseverante e não desistiu de fazer algo pelos seus filhos mesmo depois de mortos. Ela queria dar o mínimo de respeito a eles. Por amor e pela necessidade de fazer o que era certo, ela suportou cinco meses e meio de tocaia, com mau tempo, frio, fadiga e animais selvagens, a fim de proteger os corpos dos filhos mortos, sendo que não havia mais oportunidade nenhuma para eles. Há mães que não dão a mínima para os filhos vivos. E ainda elas têm coragem de abandona-los numa lata de lixo. Há mães que não amam, não lutam e não honram seus filhos. Aqui está um modelo de mãe que honra seus filhos até na morte.

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