Queremos nos tornar a pessoa que desejamos, mas para isso necessitamos lidar com os impostores que nos empurram para tomar lugar no nosso coração. Aqueles rivais que querem impedir de sermos o que fomos criados para ser.
O Eterno Deus nos criou para sermos nós mesmos, e isso para glória dele. Só que o pecado rompeu com o nosso ser, dilacerou nosso ser por completo! O pecado destruiu a nossa comunhão com a Trindade. Davi disse: Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe.
De lá para cá, temos dificuldade para sermos o que somos mesmo, humanos! Hoje, não é raro fingirmos ser o que não somos. Não somos bonzinhos, não somos humildes, não somos justos em tossindo procedimentos da vida. Não, não! Somos seres pecadores, ruins de natureza, vingativos e soberbos na maioria das relações humanas.
Fingir ser o que não somos exige uma arte em tanto hein? Só não conseguimos fingir diante daquele que conhece tudo e diante de quem estamos desnudos. Diante de Deus é impossível qualquer teatro nosso! A grande pergunta é: como podemos ser nós mesmos?
A resposta é simples: através de Jesus Cristo de Nazaré. Nele somos restaurados na nossa identidade e singularidade. Nele somos redimidos, nele somos encontrados e perdoados. Nele não precisamos fingir aquilo que não somos. Nele somos humanos restaurados na forma do ser. Lá dentro de nós acontece uma mudança de ser. Somos renovados para sermos aceitos mesmo com pecados e falhas. Em Jesus somos aceitos pelo Pai e pelo Espírito Santo. Somos aceitos na comunhão, na vida de fé e santidade.
O Dr. James Houston afirma: “O chamado para ser discípulo de Cristo é um chamado para sermos transformados de indivíduos para pessoas em Cristo. O indivíduo é o ser fechado em si mesmo, inseguro, que insiste em fabricar sua própria realidade.”
Em Jesus somos as pessoas que desejamos ser, sadias, perdoadas, amadas, aceitas e humanas! Louvado seja o Eterno Deus que nos faz ser pessoas humanas aceitas e amadas! (Alcindo Almeida)

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