terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Somos passageiros na terra

Salomão afirma em Eclesiastes 1.11: Já não há lembrança das gerações passadas, nem das gerações futuras haverá lembrança entre os que virão depois delas.
Quando morrermos não veremos mais aqueles que amamos. Quando morrermos as pessoas se lembrarão algum tempo de nós, mas a vida continuará para os que estão vivos. Vejam a lógica de Salomão: O sol nasce e o sol se põe e corre de volta ao seu lugar donde nasce. O vento vai para o sul e faz o seu giro vai para o norte. Todos os ribeiros vão para o mar, e, contudo, o mar não se enche.
Todas as demandas da natureza têm o processo normal. Só o ser humano que um dia parará de respirar e viver. Interessante notar que há pessoas que pensam que podem fazer o sol nascer. Não temos esta força em nenhum momento da vida. As pessoas querem cuidar da estética do rosto achando que o tempo pode parar. Vemos meninas realizando pequenas cirurgias com 18 anos de idade. Porque querem mudar a estética do corpo diante de algo que acham que é necessário melhorar.
Olhando para a análise de Salomão sobre a vida, ficamos mais pensativos e com os pés no chão. Somos passageiros nessa terra. Somos breves e passamos como uma nuvem. E depois de algum tempo, a vida continua para os vivos, nós nem somos mais lembrados. Realmente como é a tônica do livro de Eclesiastes tudo é vaidade e correr atrás do vento.
Cuidamos de detalhes, investimos dinheiro para o futuro, queremos trabalhar para garantir uma segurança, mas a nossa vida vai e tudo é vaidade nela. Então invistamos mais na qualidade do nosso relacionamento com Deus. Isso que marca a nossa vida e coração! (Alcindo Almeida)

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