- Texto para reflexão: “Há tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar” (Eclesiastes 3.3).
Salomão afirma que há tempo de matar e tempo de curar. Havia guerras e conflitos entre os povos. Havia tempo de defesa e tempo em que não poderia se defender, logo se perdia a vida e as batalhas. Havia tempo que se tratava dos feridos para que não perecessem os soldados. Mas, se Deus não desse condições para a salvação da vida, nada adiantaria.
A idéia que trabalhamos é que há tempo para cada item e momento da vida. Há tempo de conflitos sim. Mas, graças a Deus que há tempo de cura, há tempo de cuidar dos feridos. E Deus nos chama como igreja para cuidar dos feridos. Tem muita gente em nossa sociedade em conflitos que precisa ser curada de suas feridas. Henri Nouwen no seu livro Sofrimento que Cura defende a tese de devemos ser usados pelo Pai para curar a outros. Temos de é capaz de ser canal de Deus para levar pessoas à cura dos seus conflitos e dores da alma. Para ele, para passarmos por este processo precisamos compreender que temos esperança e desespero. Devemos compreender que temos confrontos existenciais profundos na alma e no coração (NOUWEN, 2001, p. 31).
Quando temos consciência do chamado de Deus para curar, caminhamos por no propósito e temos condições de ser terapeutas da nossa comunidade mesmo diante da realidade da nossa própria dor e conflitos existenciais.
É verdade que há tempo de conflitos e eles atrapalham a vida da igreja, das famílias e de todos, mas graças a Deus que há tempo de cura, de cuidar dos feridos e essa é a missão especial da igreja do Senhor. Temos de lidar com uma comunidade de pessoas que se constitui numa geração interiorizada, ou seja, que quer se retirar do seu próprio eu e dos seus problemas. Uma geração órfã, ou seja, uma geração sem pais espirituais, sem guias e mentores na vida (NOUWEN, 2001, pp. 52,53). E por fim, com uma geração convulsiva, ou seja, profundamente agitada. Agitada com este mundo que tem levado muitas pessoas à uma prisão. É com as nossas próprias dores e conflitos que temos de levar esta geração a dar a atenção para o fato de que Deus está dentro de nós, nunca fora de nós (NOUWEN, 2001, p. 61). Com a realidade da nossa dor que temos de ensinar que o mais precioso na vida é a própria vida vivida na presença do Pai. É viver a articulação da vida com os movimentos interiores. Eles acontecem quando somos capazes de criar espaços pela graça, para que o Deus Pai seja o maior no nosso coração (NOUWEN, 2001, p. 63). E termos a consciência de que só ele pode nos curar e nos conduzir como instrumentos da sua graça para curar a outros.
Salomão afirma que há tempo de tempo de derribar e tempo de edificar. Havia conflitos entre as nações. Uma hora um derrubava e o outro edificava. Isso deve ser um fato importante na vida humana. Há tempo de muita edificação, muitos projetos, mas há um tempo de jogar tudo fora. Também tem uma analogia com os relacionamentos entre pessoas. Parece haver a idéia de rompimento e de renovação, de reconstrução. O ensino é que em todo o clico de construção ou de derribar, Deus tem um plano para a nossa vida. Olhemos para a nossa vida e vejamos no tempo de Deus como ela está. Algumas perguntas nos fazem pensar: o que precisa ser edificado ou derribado? O que foi rompido em termos de relacionamento e que precisa ser restaurado na presença de Deus? O que temos de edificar na vida e no Reino?
Há tempo de curar, há tempo de edificar a vida de outros na presença do Pai.
Pr. Alcindo Almeida
Salomão afirma que há tempo de matar e tempo de curar. Havia guerras e conflitos entre os povos. Havia tempo de defesa e tempo em que não poderia se defender, logo se perdia a vida e as batalhas. Havia tempo que se tratava dos feridos para que não perecessem os soldados. Mas, se Deus não desse condições para a salvação da vida, nada adiantaria.
A idéia que trabalhamos é que há tempo para cada item e momento da vida. Há tempo de conflitos sim. Mas, graças a Deus que há tempo de cura, há tempo de cuidar dos feridos. E Deus nos chama como igreja para cuidar dos feridos. Tem muita gente em nossa sociedade em conflitos que precisa ser curada de suas feridas. Henri Nouwen no seu livro Sofrimento que Cura defende a tese de devemos ser usados pelo Pai para curar a outros. Temos de é capaz de ser canal de Deus para levar pessoas à cura dos seus conflitos e dores da alma. Para ele, para passarmos por este processo precisamos compreender que temos esperança e desespero. Devemos compreender que temos confrontos existenciais profundos na alma e no coração (NOUWEN, 2001, p. 31).
Quando temos consciência do chamado de Deus para curar, caminhamos por no propósito e temos condições de ser terapeutas da nossa comunidade mesmo diante da realidade da nossa própria dor e conflitos existenciais.
É verdade que há tempo de conflitos e eles atrapalham a vida da igreja, das famílias e de todos, mas graças a Deus que há tempo de cura, de cuidar dos feridos e essa é a missão especial da igreja do Senhor. Temos de lidar com uma comunidade de pessoas que se constitui numa geração interiorizada, ou seja, que quer se retirar do seu próprio eu e dos seus problemas. Uma geração órfã, ou seja, uma geração sem pais espirituais, sem guias e mentores na vida (NOUWEN, 2001, pp. 52,53). E por fim, com uma geração convulsiva, ou seja, profundamente agitada. Agitada com este mundo que tem levado muitas pessoas à uma prisão. É com as nossas próprias dores e conflitos que temos de levar esta geração a dar a atenção para o fato de que Deus está dentro de nós, nunca fora de nós (NOUWEN, 2001, p. 61). Com a realidade da nossa dor que temos de ensinar que o mais precioso na vida é a própria vida vivida na presença do Pai. É viver a articulação da vida com os movimentos interiores. Eles acontecem quando somos capazes de criar espaços pela graça, para que o Deus Pai seja o maior no nosso coração (NOUWEN, 2001, p. 63). E termos a consciência de que só ele pode nos curar e nos conduzir como instrumentos da sua graça para curar a outros.
Salomão afirma que há tempo de tempo de derribar e tempo de edificar. Havia conflitos entre as nações. Uma hora um derrubava e o outro edificava. Isso deve ser um fato importante na vida humana. Há tempo de muita edificação, muitos projetos, mas há um tempo de jogar tudo fora. Também tem uma analogia com os relacionamentos entre pessoas. Parece haver a idéia de rompimento e de renovação, de reconstrução. O ensino é que em todo o clico de construção ou de derribar, Deus tem um plano para a nossa vida. Olhemos para a nossa vida e vejamos no tempo de Deus como ela está. Algumas perguntas nos fazem pensar: o que precisa ser edificado ou derribado? O que foi rompido em termos de relacionamento e que precisa ser restaurado na presença de Deus? O que temos de edificar na vida e no Reino?
Há tempo de curar, há tempo de edificar a vida de outros na presença do Pai.
Pr. Alcindo Almeida
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