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O nosso mediador


Quando lemos o capítulo 3 de Gênesis, nós encontramos a primeira proposta explicita do mal, para que o homem rompa com o Deus da aliança. A serpente tenta primeiramente a Eva para desobedecer a Deus. Ela mexe com o ego de Eva dizendo: É certo que não morrerás. 
A proposta indecente encheu os olhos da moça e ela comeu e deu ao seu marido que também comeu. Assim, o pecado original entrou na raça humana trazendo duas consequências terríveis: culpa e poluição. A culpa é o estado de merecimento da condenação ou de ser sujeito à punição porque a lei divina foi violada, foi desobedecida pelo casal. A poluição tem a ver com a nossa condição moral, é nossa corrupção da natureza que é o resultado do pecado. 
Agora todos nós nos tornamos em Adão e Eva depravados na estrutura moral. Nós temos um efeito péssimo dentro de nós. Agora a mentira, a falsidade, a desonestidade habitam dentro do nosso coração. O pecado caminha ao lado da humanidade que caiu em Adão e urgentemente precisa de um Redentor. 


A humanidade precisa de alguém que traga de volta a aliança e a comunhão do Paraíso perdido. Esse alguém é Jesus Cristo de Nazaré. Ele é o nosso mediador para que tenhamos a reconciliação com a Trindade. Ele quem paga a nossa pena para que sejamos livres para Deus. A queda trouxe separação e Cristo trouxe restauração para nós na presença da Trindade. Louvado e engrandecido seja o Pai, o Filho e o Espírito Santo pela nossa redenção! (Alcindo Almeida). 

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