Somos frágeis

Ontem meditei no livro de Jó e o capítulo 8.9 diz assim: Porque nós somos de ontem, e nada sabemos; porquanto nossos dias sobre a terra são como a sombra. Essa é uma palavra dura porque sempre pensamos no amanhã como sendo algo normal. Na fala de Bildade percebemos o quanto somos frágeis, finitos e incapazes de decidir algo sobre o amanhã. Somos finitos em termos de permanência humana. E isso mostra cada vez mais a necessidade do Deus Eterno no controle total da vida sempre (Alcindo Almeida).

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