sexta-feira, 23 de julho de 2021

Perdidos e vazios na existência


Trabalhando no texto de Lucas 15.11-24 percebo o quanto somos parecidos com o filho mais moço da parábola. Quantas vezes rompemos com o Pai querendo viver sozinhos. E achamos que saindo de casa sobreviveremos. Coitados desses seres humanos que somos nós!
Analisando a vida do filho mais novo, vejo algumas verdades:

1. Sem a companhia divina perecemos em tudo.

Essa é uma realidade seria. Sem a ajuda e presença do Eterno Deus, perecemos atiçamos sem rumo na vida!

2. Sem a direção do Pai paramos em buracos terríveis:

Se Deus não nos dirigir, se Ele não for o nosso referencial na vida, estamos falidos. Esse jovem percebe a falta que o seu pai faz. Ele está perdido sem a ajuda e direção do seu pai.

3. Sem a graça da comunhão do Pai achamos que os recursos humanos trazem sobrevivência:

Não são poucos que acreditam que o dinheiro pode trazer felicidade. Dinheiro é bom sim. Com ele realizamos muitas coisas, mas ele não é a fonte de felicidade. Ele não realiza o coração em termos de sentido. 
O nosso sentido é Cristo, a nossa suficiência é Cristo e nada mais nessa vida. A comunhão com Ele enriquece e preenche a nossa alma. Essa falta que o jovem tem, o dinheiro acabou e ele ficou sem a comunhão do pai.

4. Sem a presença de comunhão perdemos a santidade e reverência para com Deus:

Não podemos viver sem desfrutar a comunhão, amizade e relação com Deus. Toda vez que nos distanciamos dessa comunhão, perdemos a noção de santidade e vida seria com Deus! Que a experiência desse jovem nos ajude a enxergar Deus em todos os movimentos da vida e perceber que sem Deus, estamos perdidos e vazios na existência! (Alcindo Almeida)

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